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sexta-feira, 18 de março de 2011

POLICIAL MILITAR INTEIRAMENTE ESTRESSADO EM FUNÇÃO DOS SALÁRIOS MISERÁVEIS, TIRA FARDA NO CURSO DE UMA OCORRÊNCIA POLICIAL.

TV GLOBO - JORNAL HOJE - 18 MAR 2011.
PM se irrita com barulho de jovens e tira a roupa em rua de Joinville, SC
O pai de um dos jovens gravou parte da reação do policial.
Ele ameaça o grupo e entrega a arma para um dos meninos.
Adriana Krauss Florianópolis, SC
"(...) Parte da cena foi gravada pelo pai de um dos jovens, mostra o policial fora de si e logo depois ele começa a tirar a roupa. “Vou tirar a farda aqui também, que eu não quero mais receber um salário miserável da polícia pra aguentar desaforo”, disse ele (assista o vídeo e leia a reportagem).
COMENTO:
A atividade do Policial Militar em todo Brasil é muito perigosa, exige um equilíbrio perfeito para o desempenho de suas múltiplas funções, que podem variar, em uma questão de segundos, entre ajudar uma idosa a atravessar a rua e enfrentar criminosos armados de fuzis.
Infelizmente, esse ser humano, o qual precisa ser um autêntico super homem - mas não é - recebe um salário miserável que o obriga a somar o estresse profissional ao desgaste físico completo, em razão de ter que trabalhar em outra atividade (bico) para dar um mínimo de dignidade aos seus familiares.
Caso a situação não mude em todo país, em breve as ruas estarão repletas de PMs, BMs e PCs pelados.
JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 9 de janeiro de 2011

A SAÚDE MENTAL DO POLICIAL - A VISÃO DE UM SOLDADO DA PM DA BAHIA.

BLOG ABORDAGEM POLICIAL
A saúde mental do policial militar deve ser objetivo da instituição?

08 JAN 2011
Em: Coluna do Leitor.
Autor: Paulo Victor Ferreira.
Muitas profissões de risco geram estresse e, sem sombra de dúvidas, a profissão policial militar faz parte desta categoria. Diariamente o profissional é submetido a situações desgastantes que colocam em risco a própria vida, o que exige dele preparo físico e emocional, sendo indispensável para isso que a instituição promova a saúde mental dos agentes de segurança pública.
Entre outros conceitos, ter saúde mental consiste em apreciar a vida, aprender a lidar com as adversidades, ter controle emocional. A sociedade cobra do policial conduta irrepreensível a todo tempo, esquecendo-se que por trás da farda existe um ser humano com sentimentos, angústias e passível de erros. Para ingressar na corporação o policial é submetido a um teste psicológico que avalia se ele tem pré-requisitos para assumir a função, mas após o ingresso a sua saúde mental é desvalorizada.
Muitos fatores contribuem para que a saúde mental dos policiais fique comprometida, entre eles a distância de suas famílias, falta de condições de trabalho, falta de reconhecimento e valorização profissional por parte da sociedade e da corporação, consequentemente acabam deprimidos, ansiosos e insatisfeitos com a profissão, como demonstra reportagem de conceituada revista que aponta que um em cada três policiais não entraria na corporação se pudesse voltar no tempo.
Para a manutenção da saúde mental de seus servidores, a instituição policial-militar deve oferecer atendimento psicológico, promover atividades físicas, valorizar os seus profissionais oferecendo melhores condições de trabalho e salários dignos, dessa forma resultará em homens e mulheres satisfeitos e motivados em promover a segurança pública que a sociedade carece.
*Paulo Victor Ferreira é soldado da Polícia Militar da Bahia, servindo atualmente no 19º BPM, Jequié-BA.
COMENTO:
Parabéns!
Perfeito.
Uma lição para os governantes e para os comandantes gerais das Polícias Militares.
Prezado leitor, leia novamente esse parágrafo:
"Para a manutenção da saúde mental de seus servidores, a instituição policial-militar deve oferecer atendimento psicológico, promover atividades físicas, valorizar os seus profissionais oferecendo melhores condições de trabalho e salários dignos, dessa forma resultará em homens e mulheres satisfeitos e motivados em promover a segurança pública que a sociedade carece".
A lição é simples, ninguém lúcido discorda.
Apesar disso no Rio:
- os salários são os piores do Brasil;
- isso obriga os PMs a buscarem um segundo emprego, prejudicando as folgas, o descanso e a convivência com seus familiares;
- não existe programa de condicionamento físico;
- existem serviços extras, o que prejudica as folgas;
- os serviços extras não são remunerados, o que promove perda de dinheiro pela falta ao "bico";
- não existe atendimento psicológico para todos os que precisam; e
- o sistema de saúde da PMERFJ está em crise em fase do gigantesco número de usuários (cada PM insere mais três usuários no sistema) e da falta de repasse de verbas do governo Sérgio Cabral.
A crueldade dessa fórmula transforma a tropa da PMERJ em um conjunto de estressados, totalmente desmotivados e que portam fuzis.
Construir segurança pública de qualidade nessas condições é IMPOSSÍVEL.
Pena que os governantes finjam não ver essa realidade.
Nos resta lutar contra tudo isso e torcer para que os governantes aprendam com o Sd PMBA Paulo Victor Ferreira.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

SERGIPE: MORTE DE POLICIAL EVIDENCIA STRESS.

CABO: MORTE DE POLICIAL EVIDENCIA STRESS.
Sargento Vieira afirmou que a situação de estresse e pressão está adoencendo os militares
Sargento diz que policiais vivem situação de stress(Foto: Arquivo Portal Infonet)

A morte do cabo da Polícia Militar de Sergipe, Carlos Roberto dos Santos Suzart, na noite da última sexta-feira, 7, evidenciou uma situação sofrida pelos policias militares. A denúncia é do gestor da Associação Beneficente dos Servidores Militares de Sergipe, o sargento Jorge Vieira. “O stress sofrido pelos policiais está adoecendo esses pais de família, trabalhadores que vivem sob pressão constantemente”, pontua.
De acordo com o gestor, não basta apenas tirar a farda para sanar os problemas enfrentados. “As pessoas pensam que quando o cara tira a farda ele é o super homem e esquecem que é um Cidadão, ser humano e que tem família e que ainda enfrenta os problemas do dia-a-dia como todo mundo”, ressalta.
O sargento pontuou que a situação de stress sofrida por um policial acaba refletindo na sociedade. “O comando da polícia sofre pressão, que joga para os Coronéis, que joga para Major, Capitão e assim consequentemente, até chegar ao soldado, que vai jogar para sociedade, para a família. É preciso cidadania dentro da polícia, melhorar a situação, proporcionar cursos superiores, modernizar a polícial”.
Cabo
O cabo da Polícia Militar, Carlos Roberto dos Santos Suzart morreu dentro de uma viatura do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Segundo informações, Suzart, que apresentava um quadro de depressão segundo familiares, fez mulher e filha de reféns dentro da própria residência, localizada em Nossa Senhora do Socorro. Após ser contido por colegas de farda, o militar chegou a ser atendido por profissionais do Samu, mas acabou morrendo na viatura, antes mesmo de chegar ao hospital.
Fonte: Infonet (Alcione Martins)
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 31 de maio de 2010

POLICIAIS = BOMBAS AMBULANTES.

O GLOBO - CARTA DOS LEITORES:
Tenho avisado que os Policiais Militares são "bombas ambulantes" sujeitas a explodir a qualquer momento. Ninguém consegue TRABALHAR TODO DIA ( PMERJ + bico), sem descanso, sem lazer, sem convivência familiar, etc. O cansaço físico e o estresse emocional impedem o equilíbrio necessário para o desempenho da função, sobretudo, para o uso das armas de guerra (fuzis e pistolas).
A narrativa do cidadão comprova o "estado" do Policial Militar que fez a abordagem.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

ESTRESSE POLICIAL.

SENASP DESTINA 1 MILHÃO PARA ESTUDOS SOBRE ESTRESSE POLICIAL.
10/09/2009
Juliana Michaela
A profissão de policial é uma das mais desgastantes pois são profissionais que vivenciam no dia-a-dia situações de conflito, violência, morte, que precisam aprender a gerenciar. Segundo o psicólogo Lucio Emanuel Novaes, do Centro de Psicologia de Controle do Estresse, o desgaste do profissional de segurança é tanto que 15 anos de trabalho de um policial militar corresponderia a 30 anos de um profissional de outra área qualquer. Segundo Novaes, 50% das mortes do mundo estariam relacionadas com doenças ligadas ao estresse (dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).
A Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), por meio do Ministério da Justiça e do Fundo Nacional de Segurança Pública, disponibilizou cerca de R$1 milhão, por meio de convênio federal, às secretarias de Justiça e Segurança Pública de dez estados - Amazonas, Mato Grosso, Piauí, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Sergipe, Tocantins, Roraima, Rondônia e Paraíba -, para investimento na qualidade de vida, identificação dos principais sintomas e causas do estresse dos profissionais de segurança pública.
Mato Grosso iniciou no dia 13 de agosto o Programa de Prevenção e Gerenciamento do Estresse para a Segurança Pública, que irá avaliar o nível de estresse e qualidade de vida dos profissionais da segurança pública. A avaliação será realizada através de um mapeamento envolvendo 1.489 policiais militares, 430 policiais civis, 197 bombeiros militares e 150 servidores da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). A amostra total incluirá quase de 2.300 servidores. O programa terá duração de um ano.
A diretora do Centro Psicológico de Controle do Estresse e professora doutora da PUC de Campinas, Marilda Novaes Lipp, explicou que o programa tem como objetivo a sensibilização da categoria para o combate ao estresse, a avaliação da sua condição e auxílio na busca da qualidade de vida em suas ações.
Marilda Lipp contou que, num primeiro momento, foram realizadas palestras com os profissionais que possuem cargos estratégicos sobre o que é o estresse e a aplicação de um questionário. O passo seguinte é a avaliação das respostas e a formulação de relatórios individuais. A partir desses relatórios, será avaliado o nível de estresse do profissional e feitas recomendações.
"Para a realização desse programa serão contratados três psicólogos, um psiquiatra e um massoterapeuta. Iremos formar facilitadores para o trabalho de manutenção do programa, que será uma oportunidade de enfrentar as causas do estresse para obter qualidade de vida", destaca Marilda Lipp (foto). Um trabalho semelhante foi realizado por ela em São Paulo, onde se detectou que 43% dos delegados da Polícia Civil e 60% dos policiais militares estão com níveis de estresse acima do aceitável.
Para o diretor da Polícia Civil de Mato Grosso, José Lindomar Costa, o programa irá diagnosticar como está a situação do profissional da segurança pública e ajudar a criar medidas para auxiliar no controle do estresse.
Para o comandante-geral da PM, coronel Campos Filho, a profissão de policial é desgastante. "Para nós que lidamos com segurança esse programa é bom. Nosso trabalho é lidar com situações tensas e conhecer técnicas de controle do estresse auxiliará a lidar com isso", ressalta Campos Filho.
O comandante do 3º Batalhão do Grande CPA e bairros adjacentes, tenente-coronel da PM, Joselito do Espírito Santo de Paula, relata que já passou por momentos na carreira de exaustão e esgotamento físico. "A gente recebe uma pressão muito grande. Eu, por exemplo, gosto de me desligar de tudo no final de semana", conta.
Carência de efetivo e sobrecarga no trabalho
A carência de efetivo é outro fator que pode acarretar uma sobrecarga excessiva de trabalho que traz problemas à saúde. Na Polícia Judiciária Civil, por exemplo, o decreto nº 8.198 de 11 de outubro de 2006, que dispõe sobre o lotacionograma, prevê muito mais profissionais do que os que estão na ativa.
O instrumento serve para informar como estão ou como poderiam estar distribuídos os funcionários de uma empresa ou instituição, em cargos e funções. No caso da Polícia Civil de Mato Grosso foi feito um estudo na época da criação do decreto que mostrava qual era a quantidade necessária de policiais civis no estado naquele ano.
Segundo o presidente do sindicato dos delegados de Polícia Civil de Mato Grosso (Sindepol), Dirceu Lino, a quantidade de investigadores e escrivãos trabalhando é abaixo de 50% do previsto por lei.
"O decreto é de 2006, a demanda do estado cresceu nesses três anos e estamos longe do ideal que foi colocado. Hoje, temos mais de 30 delegados que deveriam se aposentar, mas não podem. Mesmo com o concurso, a quantidade de vagas não conseguirá atingir o que foi estipulado em 2006", diz Lino.
Para ele, a falta de profissionais agrava o quadro de estresse. "Existe delegado que é responsável por seis delegacias em algumas cidades do interior de Mato Grosso. Como esse profissional fica psicologicamente com uma responsabilidade dessas? A Polícia Militar também está defasada, mas está mais próxima do ideal", afirma Dirceu Lino.
Policiais utilizam droga como forma de alívio do estresse
O uso de drogas lícitas ou ilícitas como forma de alívio do estresse foi constatado no estudo "O uso de substâncias psicoativas na Polícia Civil de Mato Grosso", de Maria Helena dos Santos, psicóloga da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso. Durante a pesquisa foram entrevistados 10 investigadores atendidos pela Área de Acompanhamento Psicossocial entre janeiro de 2006 e março de 2007, num universo de 45 indivíduos. Os participantes são todos homens com mais de 10 anos de profissão.
De acordo com a pesquisa, 70% dos profissionais entrevistados responderam que faziam uso de substâncias psicoativas para o alívio das tensões ou sofrimentos. Todos estavam no exercício da função e fazendo uso das drogas há mais de 10 anos, caracterizando uso crônico. O álcool e o tabaco eram as drogas mais consumidas, seguidas da cocaína e seus derivados, podendo ocorrer o uso de mais de um tipo de droga.
"Os policiais trabalham muito acima do ideal, o que produz o estresse. O policial precisa cuidar da sociedade, mas não é olhado com atenção e não é tratado. O nível de estresse é grande", ressalta a psicóloga.
Maria Helena ressalta a importância da realização do Programa de Prevenção e Gerenciamento do Estresse para que os governantes se conscientizem da necessidade de prestar assistência ao profissional da segurança pública. A pesquisa está disponível para consulta pública.na biblioteca da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT).
Agentes carcerários estão fora da pesquisa
Os agentes carcerários, por estarem ligados ao Ministério da Justiça e não à Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), não estão incluídos no programa. Para a primeira secretária do Sindicato dos Investigadores e Agentes Carcerários, Jacira Maria da Costa Silva, é ruim que os profissionais que atuam no sistema prisional não estejam participando da pesquisa. "Iremos solicitar na 1º Conferência Nacional de Segurança Pública que o Ministério da Justiça também realize uma pesquisa com os profissionais do sistema prisional, pois não temos nenhum dado sobre o estresse na profissão", disse Jacira Silva.
Ela destacou que o agente carcerário também é acometido de estresse como os outros profissionais da segurança pública. "O agente tem um turno de trabalho de 24 horas ininterrupto. Eles não podem descansar, devem estar alertas o tempo todo. Sem contar que o efetivo é insuficiente", desabafa Jacira.
Ela salientou que um dos pontos que serão defendidos pelos agentes carcerários durante a conferência é a aprovação da PEC 308/04 que prevê a transformação de agentes penitenciários em agentes penais, que teriam poder de polícia. Os profissionais iriam migrar do Ministério da Justiça para a Secretaria Nacional de Segurança Pública.
Texto produzido pela parceria portal Comunidade Segura e Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 4 de maio de 2009

JORNAL O DIA - A LUTA DA POLÍCIA MILITAR CONTRA A DEPENDÊNCIA QUÍMICA DOS POLICIAIS MILITARES.

O DIA:


Destaco:
"A Assessoria de imprensa da Polícia Militar respondeu via email que a corporação não iria se pronunciar sobre o assunto".
Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, uma Instituição Militar muda ou amordaçada.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBOBO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

POLÍTICOS ESTRESSADOS...


A carreira política provoca alto nível de estresse.
O sobe e desce nas pesquisas de opinião pública, a proximidade das eleições e os desafetos políticos levam os nossos profissionais da política ao limite do esgotamento físico e mental.
Nós, Policiais Militares e Civis, conhecemos o estresse profissional, pois a atividade policial também é muito estressante, tanto que foi a segunda causa de afastamento do serviço no ano passado na Polícia Militar.
E por falar em estressé, pelos bastidores políticos contam que um político foi aconselhado por amigos a procurar uma ajuda profissional, tamanho o desequilíbrio emocional que estava vivenciando, nesses últimos meses.
Mal entrou no consultório do terapeuta, iniciou o seu discurso:
- Eu estou muito estressado, tenho tratado todo mundo mal e isso é fruto desse desgaste que venho sofrendo, dia após dia. Eu estou sendo perseguido por um grupo, durmo e acordo pensando neles. Nunca fui contrariado em toda a minha vida, isso é um absurdo. Não posso aceitar essas manifestações explícitas de reprovação, afinal a minha imagem é tudo para mim. Tenho sonhos e eles querem destruir os meus sonhos. Isso eu não permitirei, perseguirei cada um deles...
Surpreso, o terapeuta que ainda não tinha dito uma única palavra, interrompeu o discurso:
- Por favor, tenha calma. Percebo que você se sente perseguido e contrariado ao extremo. E para que possamos compreender tudo o que está acontecendo, você precisa começar a contar tudo desde o início.
- Desde o início, perguntou o político.
- Sim, respondeu o terapeuta.
E o político começou:
- Bem... No início eu fiz o céu e a terra...
Incrédulo o terapeuta pediu uma pausa.
Poucas palavras, entretanto, mais que suficientes para que o terapeuta percebesse a gravidade do quadro e a necessidade de um tratamento prolongado.


JUNTOS SOMOS FORTES!



PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO