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domingo, 31 de julho de 2011
O QUE O REBOQUE DA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO ESTÁ FAZENDO NO PROGRAMA DO LUCIANO HULK?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
Marcadores:
Eduardo Paes,
Prefeitura do Município do Rio de Janeiro,
TV Globo
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
EDURADO PAES (PMDB): GESTÃO DO DINHEIRO PÚBLICO - O NOSSO DINHEIRO.
O nosso artigo "Prefeitura do Rio de Janeiro paga três vezes mais que o Exército pela mesma comida" recebeu um novo comentário:
Prezado Coronel Paulo:
Infelizmente existem vários fatores para a composição de preços ofertados, como o Sr. poderá observar no Edital que o próprio Estado do RJ, através da FAETEC, Concorrência Pública nº 001-2009, ocorrido no mês corrente, o preço no atacado do "mesmos" azeite de oliva está estimado para aquisição ao valor de R$9,03 no preço do atacado TCE e com uma variação de 15,74% para mais, chegando ao valor unitário de R$10,45. Agora pergunto, quem está comprando dentro dos padrões, a Prefeitura no valor de R$8,78 para aproximadamente 1.300 pontos de entrega, a FAETEC no valor de R$10, 45 para aproximadamente 140 pontos de entrega ou o Exército a não acreditáveis R$ 2,50 para um ponto de entrega? Será que estamos falando do mesmo produto?
Um forte abraço de um leitor de seu blog que tenta entender um pouco de gestão pública.
Anônimo
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
sábado, 11 de julho de 2009
DESRESPEITO OSTENSIVO AO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA BELTRAME.
O Excluído Fardado segue espalhando o "Movimento Cívico Juntos Somos Fortes!" pela ruas e pelos quartéis da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militares.
A estratégia é bem simples: levar a nossa voz à população fluminense, o que nos permite inclusive uma avaliação do governo estadual e para levar a nossa luta para os quartéis, considerando que os Comandantes, Chefes e Diretores não falam sobre o tema com a tropa.
Nessas andanças, o Excluído Fardado vivencia momentos agradáveis e momentos que assombram pela falta de educação, pela falta de cidadania e pela falta de respeito do poder público.
No dia 26 de junho de 2009, o nosso personagem tirou serviço na Central do Brasil (clique e leia), prédio onde funciona a Secretaria de Segurança Pública, no período de 10:00 às 14:00 horas. Ele ficou assustado com o estacionamento irregular de viaturas oficiais dos mais diversos órgãos, nas "barbas" do secretário de segurança Beltrame.
A Guarda Municipal deve ter infracionado todos esses veículos.
Caso isso não tenha ocorrido, as fotos a seguir postadas, podem ajudar a educar o povo.
As duas primeiras fotos são de uma viatura da Polícia Civil, dirigida pelo delegado André Drumond, único condutor que o Excluído conseguiu identificar.
( I )
domingo, 5 de abril de 2009
JORNAL EXTRA - ARMADILHAS NO TRÂNSITO.

EXTRA:
ARMADILHAS NO TRÂNSITO.
O EXTRA desvenda aqui o funcionamento da caixa-preta das indústrias das multas na cidade do Rio de Janeiro. Por dois meses, uma equipe do jornal visitou 90 pardais de avanço de sinal e de velocidade, acompanhada de especialistas em trânsito e transportes. Tempo curto do sinal amarelo, falta de sinalização e péssimas condições nas vias são alugamas das armadilhas a que motoristas estão sujeitos. (clique e leia).
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
domingo, 22 de março de 2009
A "BASTILHA" FLUMINENSE E CRIMES AMBIENTAIS.
ILEGAL POR QUE? II PARTE
Depois dos “arranha-céus” da Rocinha; depois dos “arranha-céus” que caem de podre no Rio das Pedras e Terreirão; agora aparece mais um, no Morro da Muzema.
Muitos outras já apareceram e estão por aí para mostrar o que foi a política urbana de César et caterva.
Este problema, da especulação imobiliária ilegal, que se tornou um dos principais pontos de pauta jornalística na cidade do Rio de Janeiro, tem diversas causas.
Mas a principal, no meu entender, refere-se à omissão da prefeitura no cumprimento do seu poder-dever de impedir as construções ilegais e os danos ao meio ambiente provocado por elas.
Apesar de ter existido uma estratégia política da alta administração municipal que permitia estas atividades ilegais para troca de apoio eleitoral, isto só foi possível pela atuação do controle ténico-burocrático.
Este controle é dominado por pequenos grupos de técnicos da área de Engenharia e Arquitetura que se cristalizaram nos CARGOS DE CONFIANÇA para servirem aos estrategistas políticos da gestão passada.
A atuação destes grupos explica, por exemplo, o que ocorreu na área do Terreirão, do Rio das Pedras e Rocinha, relativamente à construção dos prédios de grande porte sem licença, sem segurança estrutural e sem salubridade.
É do conhecimento de todos a ligação dos especuladores imobiliários com a política partidária que dominou a prefeitura do Rio. A imprensa por diversas vezes esclareceu esta questão. Também juizes e desembargadores, em suas decisões, reconhecem tal fato.
Mas não fosse a atuação dos gestores de segundo e terceiro escalão, aquela política não teria obtido êxito.
A mesma “omissão pró-ativa” que permitiu uma série de infrações ambientais e a proliferação de loteamentos ilegais na região das Vargens e Recreio é a mesma que permitiu a construção dos prédios de apartamentos que agora são alvos da secretaria de Ordem Pública.
A mesma política que impediu a demolição do muro e guarita do loteamento ilegal na Estada dos Bandeirantes, 9514, em Camorim, é a mesma que permitiu a extração ilegal de saibro na Pedra do Calembá para fazer ao aterro ilegal da Estrada Benvindo de Novaes nº 1.000. É a mesma que permitiu o início do “Centro de Tratamento de Resíduos da Construção Civil" (sic), na estrada Vereador Alceu de Carvalho.
Não há como separar a ligação entre as ilegalidades da área urbanística e ambiental, bem como dos pequenos grupos de técnicos que comandam este controle na prefeitura do Rio, com a secretaria estadual do Ambiente.
Exemplos disto: a construção de prédios em praça publica apesar de ter sido constatada pela fiscalização; desvio da Avenida Prefeito Dulcídio Cardoso para favorecer empreendimento Riserva Uno; a continuidade de crime ambiental sem obrigar o infrator a recuperar a área degradada.
Estes exemplos – e há muito mais - permitem concluir que é necessário fazer uma grande devassa na prefeitura, mas também no âmbito do governo estadual, para apurar a co-responsabilidade de funcionários que fazem parte de pequenos grupos, porém influentes, que dominam o controle do licenciamento de acordo com os interesses dos infratores.
É preciso continuar na trilha do fio da meada descoberta pela Polícia Federal nas operações que resultaram na prisão dos elementos da máfia do licenciamento ambiental.
Neste sentido é necessário fazer um levantamento criterioso dos processos na secretaria de Urbanismo e na secretaria municipal Meio Ambiente para apurar a responsabilidade pela omissão no dever de impedir a ilegalidade urbanística e ambiental.
Enquanto mantiverem em postos chave do licenciamento urbanístico e ambiental os técnicos responsáveis pela garantia daquela estratégia política da gestão passada nada mudará na qualidade urbanística e ambiental da nossa cidade.
Proponho inclusive uma CPI para apuração destes fatos. Desde que sem a participação de vereadores ligados a eles. Ainda que em nada resulte, pelo menos haverá a oportunidade de vir a público os fatos e suas origens.
Ate lá, enquanto nada muda no aparelho burocrático, o Poder Judiciário vai continuar afirmando que foi a omissão da prefeitura que permitiu a ilegalidade das construções que agora tentam demolir.
E assim todos poderão afirmar:
EM MATÉRIA DE ILEGALIDADE AMBIENTAL E URBANÍSTICA, O CRIME COMPENSA, SIM SENHOR.
Depois dos “arranha-céus” da Rocinha; depois dos “arranha-céus” que caem de podre no Rio das Pedras e Terreirão; agora aparece mais um, no Morro da Muzema.
Muitos outras já apareceram e estão por aí para mostrar o que foi a política urbana de César et caterva.
Este problema, da especulação imobiliária ilegal, que se tornou um dos principais pontos de pauta jornalística na cidade do Rio de Janeiro, tem diversas causas.
Mas a principal, no meu entender, refere-se à omissão da prefeitura no cumprimento do seu poder-dever de impedir as construções ilegais e os danos ao meio ambiente provocado por elas.
Apesar de ter existido uma estratégia política da alta administração municipal que permitia estas atividades ilegais para troca de apoio eleitoral, isto só foi possível pela atuação do controle ténico-burocrático.
Este controle é dominado por pequenos grupos de técnicos da área de Engenharia e Arquitetura que se cristalizaram nos CARGOS DE CONFIANÇA para servirem aos estrategistas políticos da gestão passada.
A atuação destes grupos explica, por exemplo, o que ocorreu na área do Terreirão, do Rio das Pedras e Rocinha, relativamente à construção dos prédios de grande porte sem licença, sem segurança estrutural e sem salubridade.
É do conhecimento de todos a ligação dos especuladores imobiliários com a política partidária que dominou a prefeitura do Rio. A imprensa por diversas vezes esclareceu esta questão. Também juizes e desembargadores, em suas decisões, reconhecem tal fato.
Mas não fosse a atuação dos gestores de segundo e terceiro escalão, aquela política não teria obtido êxito.
A mesma “omissão pró-ativa” que permitiu uma série de infrações ambientais e a proliferação de loteamentos ilegais na região das Vargens e Recreio é a mesma que permitiu a construção dos prédios de apartamentos que agora são alvos da secretaria de Ordem Pública.
A mesma política que impediu a demolição do muro e guarita do loteamento ilegal na Estada dos Bandeirantes, 9514, em Camorim, é a mesma que permitiu a extração ilegal de saibro na Pedra do Calembá para fazer ao aterro ilegal da Estrada Benvindo de Novaes nº 1.000. É a mesma que permitiu o início do “Centro de Tratamento de Resíduos da Construção Civil" (sic), na estrada Vereador Alceu de Carvalho.
Não há como separar a ligação entre as ilegalidades da área urbanística e ambiental, bem como dos pequenos grupos de técnicos que comandam este controle na prefeitura do Rio, com a secretaria estadual do Ambiente.
Exemplos disto: a construção de prédios em praça publica apesar de ter sido constatada pela fiscalização; desvio da Avenida Prefeito Dulcídio Cardoso para favorecer empreendimento Riserva Uno; a continuidade de crime ambiental sem obrigar o infrator a recuperar a área degradada.
Estes exemplos – e há muito mais - permitem concluir que é necessário fazer uma grande devassa na prefeitura, mas também no âmbito do governo estadual, para apurar a co-responsabilidade de funcionários que fazem parte de pequenos grupos, porém influentes, que dominam o controle do licenciamento de acordo com os interesses dos infratores.
É preciso continuar na trilha do fio da meada descoberta pela Polícia Federal nas operações que resultaram na prisão dos elementos da máfia do licenciamento ambiental.
Neste sentido é necessário fazer um levantamento criterioso dos processos na secretaria de Urbanismo e na secretaria municipal Meio Ambiente para apurar a responsabilidade pela omissão no dever de impedir a ilegalidade urbanística e ambiental.
Enquanto mantiverem em postos chave do licenciamento urbanístico e ambiental os técnicos responsáveis pela garantia daquela estratégia política da gestão passada nada mudará na qualidade urbanística e ambiental da nossa cidade.
Proponho inclusive uma CPI para apuração destes fatos. Desde que sem a participação de vereadores ligados a eles. Ainda que em nada resulte, pelo menos haverá a oportunidade de vir a público os fatos e suas origens.
Ate lá, enquanto nada muda no aparelho burocrático, o Poder Judiciário vai continuar afirmando que foi a omissão da prefeitura que permitiu a ilegalidade das construções que agora tentam demolir.
E assim todos poderão afirmar:
EM MATÉRIA DE ILEGALIDADE AMBIENTAL E URBANÍSTICA, O CRIME COMPENSA, SIM SENHOR.
Canagé Vilhena
Arquiteto e Urbanista
Ex presidente do Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas-RJ
Ex vice-presidente do CREA-RJ
Arquiteto e Urbanista
Ex presidente do Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas-RJ
Ex vice-presidente do CREA-RJ
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
sexta-feira, 20 de março de 2009
A 'QUEDA DA BASTILHA" E A "QUEDA DO MINHOCÃO".
Logo nós teremos um evento na história do Rio de Janeiro que poderá rivalizar com a “Queda da Bastilha”, a nossa “Queda do Minhocão”.
O PMDB ao optar pela gestão do espetáculo na Prefeitura do Rio de Janeiro, apesar do fracasso de tal política no governo estadual, repetiu o erro e acabou por transformar atos simples em verdadeiras batalhas judiciais com grande repercussão na mídia.
Operações são montadas e desmontadas, um dia após o outro e o “Minhocão” continua invencível.
A gestão espetáculo faz com que representantes do poder público concedam entrevistas até para postes, basta ser acionado o sistema de iluminação pública, onde funciona é claro.
Um sambista diria que é muita alegoria e adereço, com pouco samba no pé.
Um futebolista diria que é muito firula, muito passe lateral, falta objetividade, falta verticalização em direção ao gol.
Demolir uma obra ilegal é um ato simples, uma obrigação do poder público, que não merece e não precisa ser transformado em um ícone do choque de ordem.
O PMDB deve lembrar que a “Batalha do Alemão” foi conduzida pelo governo estadual como um ícone da nova segurança pública e hoje, os vendedores de droga continuam mandando no complexo, um território ainda fora do Brasil.
Isso é a desmoralização do poder público.
O poder público precisa ser eficaz e não espetacular, ao contrário, deve operar com simplicidade e não esquecer que o governo deve governar para o povo.
O “Minhocão” foi construído ilegalmente, como a mídia tem divulgado, portanto pode ser demolido.
Quem ergueu o “Minhocão” não pode alegar que desconhecia a lei, pois ninguém pode alegar tal desconhecimento, inclusive o Estado.
O “Minhocão” não é um puxadinho, tratando-se de uma obra visível a olhos desarmados, portanto, fica a pergunta:
- Onde esteve o Estado Fiscal enquanto o “Minhocão” subia?
O Estado Fiscal pago por nós, que pagamos também as montagens e as desmontagens das operações de demolição.
Urge que o poder público encontre a solução adequada e que passe a evitar que tais construções surjam, o que não ocorre do dia para a noite.
Responsabilizar os fiscais é fundamental, todavia, temos que entender que talvez os fiscais não pudessem ter acesso ao local, dominado por vendedores de drogas, aí a culpa volta para o Estado.
O poder público precisa entender que não basta recolher as mercadorias dos vendedores ambulantes clandestinos, na verdade, precisa dar uma opção de trabalho formal para o vendedor.
Não pode esquecer que o vendedor compra com o seu dinheiro o isopor, as latinhas e o gelo, vivendo do lucro que consegue ao final do dia.
Somos um país onde milhões estão excluídos da cidadania, isso não pode sair da ótica do Estado, que deve coibir as ilegalidades, porém não pode cercear o “direito de comer” desses excluídos da cidadania, que nenhum outro direito possuem.
Agindo apenas como repressor, o Estado corre o risco de aumentar a criminalidade violenta, pois ninguém fica sem comer, questão de sobrevivência.
Vamos aguardar as notícias, a mídia está de plantão, teremos ou não, a nossa “Queda da Bastilha”.
O PMDB ao optar pela gestão do espetáculo na Prefeitura do Rio de Janeiro, apesar do fracasso de tal política no governo estadual, repetiu o erro e acabou por transformar atos simples em verdadeiras batalhas judiciais com grande repercussão na mídia.
Operações são montadas e desmontadas, um dia após o outro e o “Minhocão” continua invencível.
A gestão espetáculo faz com que representantes do poder público concedam entrevistas até para postes, basta ser acionado o sistema de iluminação pública, onde funciona é claro.
Um sambista diria que é muita alegoria e adereço, com pouco samba no pé.
Um futebolista diria que é muito firula, muito passe lateral, falta objetividade, falta verticalização em direção ao gol.
Demolir uma obra ilegal é um ato simples, uma obrigação do poder público, que não merece e não precisa ser transformado em um ícone do choque de ordem.
O PMDB deve lembrar que a “Batalha do Alemão” foi conduzida pelo governo estadual como um ícone da nova segurança pública e hoje, os vendedores de droga continuam mandando no complexo, um território ainda fora do Brasil.
Isso é a desmoralização do poder público.
O poder público precisa ser eficaz e não espetacular, ao contrário, deve operar com simplicidade e não esquecer que o governo deve governar para o povo.
O “Minhocão” foi construído ilegalmente, como a mídia tem divulgado, portanto pode ser demolido.
Quem ergueu o “Minhocão” não pode alegar que desconhecia a lei, pois ninguém pode alegar tal desconhecimento, inclusive o Estado.
O “Minhocão” não é um puxadinho, tratando-se de uma obra visível a olhos desarmados, portanto, fica a pergunta:
- Onde esteve o Estado Fiscal enquanto o “Minhocão” subia?
O Estado Fiscal pago por nós, que pagamos também as montagens e as desmontagens das operações de demolição.
Urge que o poder público encontre a solução adequada e que passe a evitar que tais construções surjam, o que não ocorre do dia para a noite.
Responsabilizar os fiscais é fundamental, todavia, temos que entender que talvez os fiscais não pudessem ter acesso ao local, dominado por vendedores de drogas, aí a culpa volta para o Estado.
O poder público precisa entender que não basta recolher as mercadorias dos vendedores ambulantes clandestinos, na verdade, precisa dar uma opção de trabalho formal para o vendedor.
Não pode esquecer que o vendedor compra com o seu dinheiro o isopor, as latinhas e o gelo, vivendo do lucro que consegue ao final do dia.
Somos um país onde milhões estão excluídos da cidadania, isso não pode sair da ótica do Estado, que deve coibir as ilegalidades, porém não pode cercear o “direito de comer” desses excluídos da cidadania, que nenhum outro direito possuem.
Agindo apenas como repressor, o Estado corre o risco de aumentar a criminalidade violenta, pois ninguém fica sem comer, questão de sobrevivência.
Vamos aguardar as notícias, a mídia está de plantão, teremos ou não, a nossa “Queda da Bastilha”.
SERVIDORES PÚBLICOS - UM GOVERNO PARA O POVO!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
domingo, 15 de março de 2009
"PARDAIS VORAZES"!

O GLOBO.
AUTOS DE INFRAÇÃO.
EM 2008, PREFEITURA EMITIU 2 MILHÕES DE MULTAS, MAS A MAIORIA NÃO FOI PAGA.
http://oglobo.globo.com/rio/transito/mat/2009/03/14/em-2008-prefeitura-emitiu-2-milhoes-de-multas-mas-maioria-nao-foi-paga-754843829.asp
DETRAN.
SAIBA O QUE FAZER PARA RECORRER DE MULTAS NO TRÂNSITO.
http://oglobo.globo.com/rio/transito/mat/2009/03/13/saiba-que-fazer-para-recorrer-de-multas-no-transito-754825409.asp
AUTOS DE INFRAÇÃO.
EM 2008, PREFEITURA EMITIU 2 MILHÕES DE MULTAS, MAS A MAIORIA NÃO FOI PAGA.
http://oglobo.globo.com/rio/transito/mat/2009/03/14/em-2008-prefeitura-emitiu-2-milhoes-de-multas-mas-maioria-nao-foi-paga-754843829.asp
DETRAN.
SAIBA O QUE FAZER PARA RECORRER DE MULTAS NO TRÂNSITO.
http://oglobo.globo.com/rio/transito/mat/2009/03/13/saiba-que-fazer-para-recorrer-de-multas-no-transito-754825409.asp
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
O GLOBO - COMEÇANDO A ABRIR A CAIXA PRETA DOS DESFILES NO SAMBÓDROMO.
O GLOBO – 26/02/2009 – OPINIÃO (página 17):
1. Aproveitando o tema forma jurídica de contrato, abordado no editorial, devemos esclarecer com quem a Rede Globo de televisão celebra o contrato (exclusividade) para a transmissão dos desfiles, ano após ano?
- Com um órgão do governo estadual, com um órgão da prefeitura do Rio de Janeiro ou com LIESA (contraventores)?
Espero que não seja com a LIESA.
“Qualquer que seja a forma jurídica do contrato entre a Liga das Escolas de Samba e a empresa que contrata PMs para prestar serviços no Sambódromo, a essência desse tipo de relação é que se trata de policiais (leia-se: agentes da ordem) trabalhando com bicheiros (contraventores).
O fato de a folha de pagamento de tal empresa abrigar oficiais de alta patente da corporação só torna a promiscuidade mais grave.
Se, por um lado, isso não surpreende mais numa corporação maculada pela existência de uma ativa banda podre, por outro lado torna-se ainda mais preocupante a existência, falsamente, desse tipo de vínculo salarial.”
O envolvimento da Liga das Escolas de Samba (LIESA) com contraventores (bicheiros) foi apregoado pelas reportagens e ratificado pelo Exmo Secretário de Segurança do Rio de Janeiro, que teria afirmado que a relação é histórica.
A minha opinião já foi esclarecida nos meus artigos anteriores postados neste blog (celprpaul.blogspot.com).
O importante é que o jornal O Globo parece disposto a abrir a caixa preta dos desfiles que são realizados no Sambódromo, o que merece os nossos aplausos, considerando a importância das organizações Globo no cenário da mídia mundial.
E na condição de cidadão brasileiro – leitor e assinante do jornal – aproveito para apresentar algumas sugestões do que deve ser também devidamente esclarecido:
O fato de a folha de pagamento de tal empresa abrigar oficiais de alta patente da corporação só torna a promiscuidade mais grave.
Se, por um lado, isso não surpreende mais numa corporação maculada pela existência de uma ativa banda podre, por outro lado torna-se ainda mais preocupante a existência, falsamente, desse tipo de vínculo salarial.”
O envolvimento da Liga das Escolas de Samba (LIESA) com contraventores (bicheiros) foi apregoado pelas reportagens e ratificado pelo Exmo Secretário de Segurança do Rio de Janeiro, que teria afirmado que a relação é histórica.
A minha opinião já foi esclarecida nos meus artigos anteriores postados neste blog (celprpaul.blogspot.com).
O importante é que o jornal O Globo parece disposto a abrir a caixa preta dos desfiles que são realizados no Sambódromo, o que merece os nossos aplausos, considerando a importância das organizações Globo no cenário da mídia mundial.
E na condição de cidadão brasileiro – leitor e assinante do jornal – aproveito para apresentar algumas sugestões do que deve ser também devidamente esclarecido:
1. Aproveitando o tema forma jurídica de contrato, abordado no editorial, devemos esclarecer com quem a Rede Globo de televisão celebra o contrato (exclusividade) para a transmissão dos desfiles, ano após ano?
- Com um órgão do governo estadual, com um órgão da prefeitura do Rio de Janeiro ou com LIESA (contraventores)?
Espero que não seja com a LIESA.
2. Os camarotes utilizados pelo Presidente da República, Governador do Estado, Prefeito do Rio de Janeiro e os utilizados por integrantes da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar e Polícia Civil são cedidos gratuitamente ou alugados?
3. Quem cede ou quem aluga?
Espero que não seja a LIESA.
Espero que não seja a LIESA.
4. Cedidos ou alugados, quem paga a conta do aluguel (se for o caso), da decoração e da alimentação servida aos convidados?
Espero que não seja a LIESA.
Espero que não seja a LIESA.
5. Se a conta for paga por nós, cidadãos brasileiros (dinheiro público), qual foi o valor total das despesas durante o carnaval?
6. As Escolas de Samba recebem algum subsídio governamental (federal, estadual ou municipal) – verba pública – para a realização dos desfiles?
7. Se recebem, qual é esse valor e a quem ele é encaminhado, a diretoria de cada Escola de Samba ou a LIESA, que faria a distribuição?
Obviamente, inúmeros outros aspectos devem ser esclarecidos, porém tenho certeza que a simples divulgação das respostas aos questionamentos propostos servirá para uma melhor avaliação, por parte da opinião publica, dos desfiles realizados no Sambódromo.
Atenciosamente.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
PS – Email de igual teor foi remetido à seção “Carta dos Leitores”:
cartas@oglobo.com.br
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
PS – Email de igual teor foi remetido à seção “Carta dos Leitores”:
cartas@oglobo.com.br
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