Mostrando postagens com marcador Marinha do Brasil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marinha do Brasil. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

VERITAS ODIUM PARIT (A VERDADE GERA O ÓDIO) - GIL FERREIRA.

Veritas Odium Parit
"A verdade gera o ódio"
Publius Terentius Afer, dramaturgo e poeta romano.
(+/- 195 - 159 AC)
Compreende-se que a Presidente da República discorde das críticas que lhe fizeram, em Manifesto coletivo, os Presidentes dos Clubes Militares, em que pese serem estes organizações civis sem fins lucrativos, não subordinadas a quaisquer instâncias governamentais, e, como tal, usufruindo do direito inalienável de se manifestarem politicamente, assim como seus titulares, por serem Oficiais da Reserva ou Reformados.
Compreende-se até que o Ministro da Defesa e os Comandantes das Forças Singulares tenham sido instados a negociar - e não determinar, como se noticiou - a retirada do Manifesto, em nome do desarmamento de espíritos. Mas espera-se também que a Presidente reconheça que o texto, conquanto acerbo, não contém inverdades. E a ser verdadeiro, arrisca-se, no dizer de Terêncio, a gerar o ódio, ainda que não se propondo a tal.
Em contrapartida, uma das citadas no Manifesto - a Ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário - em seu artigo "Em jogo, a História", publicado no Globo de 10/10/2011 e reproduzido com destaque no Portal Vermelho, do PC do B, afirma textualmente: "A Câmara dos Deputados aprovou (...) a Comissão da Verdade, para investigar as violações de direitos humanos cometidas pelo Estado brasileiro entre 1946 e 1988" (grifos nossos).
Todavia, confrontando-se essa assertiva com o Art 1º da Lei nº 12.528, de 18/11/2011, que instituiu a Comissão da Verdade, constata-se que o texto da Ministra introduz acentuada distorção no espírito desse diploma, verbis: "É criada (...) a Comissão Nacional da Verdade, com a finalidade de examinar e esclarecer as graves violações de direitos humanos praticadas no período fixado no art. 8º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, a fim de efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional" (http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12528.htm).
Em outras palavras, não são apenas as violações "praticadas pelo Estado brasileiro", como escreveu a Ministra, mas todas as violações, o que pode ser constatado em outros Artigos da Lei. Vale dizer, incluem-se aí as praticadas pelas muitas organizações subversivas de orientação soviética, cubana, trotskista, chinesa, anarquista ou lá o que seja, que pegaram em armas (desde 1935) para impor uma ditadura comunista no Brasil, e não, como apregoam amiúde seus remanescentes, "para resistir à ditadura" ou, pior ainda, para "lutar pela democracia". Para tanto, adestraram-se no exterior, redigiram manuais de guerrilha, assaltaram, sequestraram, mataram, lançaram bombas e assim por diante, até serem anistiados e ressarcidos financeiramente. Nada daquilo constituiu violação de direitos humanos?
É indiscutível o último parágrafo redigido pela Ministra - "O que está em jogo é a garantia do direito à memória, o legado do conhecimento e a responsabilidade de evitar que violações de direitos humanos como essas voltem a ocorrer". Sem dúvida! Mas acrescente-se: para ambos os lados, e que a todos doa, então, a verdade!
Nunca saberemos se tal distorção teve origem em equívoco ou má fé. Pelo sagrado princípio da presunção de inocência - in dubio pro reo - fiquemos com o primeiro. Mas intencional ou não, ela diferencia substancialmente o artigo da Ministra do Manifesto dos Clubes Militares, por introduzir naquele algo inexistente neste - uma inverdade. Atributo que, definitivamente, não se coaduna com uma das primeiras manifestações públicas e oficiais sobre o que se pretende que venha a ser uma Comissão da Verdade.
Gil Cordeiro Dias Ferreira
Oficial de Marinha reformado - Identidade 197.544 da Marinha do Brasil
Email – gil.ferreira@globo.com
http://gilferreira.blogspot.com
Juntos Somos Fortes!

sábado, 25 de junho de 2011

BRASIL - CONSTRUÇÃO DE SUBMARINOS - CURIOSO ( ? ).

Marinha do Brasil - MB
Meios Disponíveis e Futuros

ESTALEIRO DE SUBMARINOS
ITAGUAÍ CONSTRUÇÕES NAVAIS
ESTALEIRO ITAGUAÍ
INTRODUÇÃO
O novo Estaleiro de Submarinos pertencerá à Marinha do Brasil, que vai cedê-lo por 20 anos, período em que será construído e operado por uma joint-venture, ou Sociedade de Propósito Específico (SPE), com 50% das cotas sob controle da Odebrecht, 49% da DCNS francesa e 1% da MB.
Essa participação do governo brasileiro na SPE será mesmo simbólica, mas ele terá uma “golden share”, o que lhe dará o direito de veto em questões estratégicas, como já ocorria na Embraer e também passou a ocorrer na Avibras desde 20 de janeiro de 2009.
O Estaleiro DCNS-Odebrecht estará apto em breve para garantir novas empreitadas de construção naval em larga escala para a Marinha do Brasil e exportações, tudo no bojo do Plano Estratégico de Defesa Nacional.
No mês de agosto de 2009, tornou-se realidade a construção da Base Naval de Submarinos e o Estaleiro da MB na área do Porto organizado de Itagauaí, pois foi criada a ITAGUAÍ CONSTRUÇÕES NAVAIS, como será chamado o Estaleiro DCNS-Odebrecht. O repasse da ordem de R$ 6,4 bilhões também foi consignado.
À época, foi noticiado que a associação franco-brasileira teria capital de R$ 10 milhões, com participação de 59% da Odebrecht e de 41% da DCNS, cujos executivos exercerão o controle da gestão. Essa divisão é diferente da originalmente divulgada (acima).
Para assegurar a produção das embarcações, a Itaguaí empregará 700 operários, encarregados da produção ao longo dos 15 anos de projeto. A previsão é de que o primeiro Scorpène deixe o estaleiro em 2017. Veja detalhes no PROSUB (9 Mb em pdf) (leiam).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

MILITAR TRAIDOR - COMENTÁRIO.

EMAIL RECEBIDO SOBRE O ARTIGO "MILITAR TRAIDOR":
Um dia muito abençoado para você e toda a sua Família, meu amigo.
Tenho acompanhado a sua luta contra a continuação deste governo de faz de contas. O texto abaixo me lembra o início de minha vida Militar na caserna. Lá já desde recruta aprendemos que o único direito que temos é não ter direito. Uma filosofia que muito colabora com a visão do MILITAR TRAIDOR. Vivemos em função da PÁTRIA e acabamos esquecendo que somos acima de tudo "CIDADÃOS", temos que pagar nossos impostos como qualquer outro mortal e somos vitimas diárias do abandono dos GOVERNOS FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL, na SAÚDE, ENSINO, MORADIA, SEGURANÇA.. e por ai vai. Somos forjados no verdadeiro amor a esta PÁTRIA e com isso acabamos esquecendo até mesmo do dia a dia de nossa família que acaba sofrendo com a nossa falta, até em algumas datas especiais. A CASERNA se torna uma outra Família que muito cobra de cada um de nós e pouco nos dá retorno, mais mesmo assim continuamos a nossa jornada, pois o juramento que fazemos em defender a nossa PÁTRIA passou a ser mais que um dever, passou a ser uma grande honra ao colocar de nossas fardas. Mesmo estando APOSENTADO ou REFORMADO, continuamos com a mesma chama acesa que um dia nos moveu para este serviço tão nobre e pouco reconhecido que é servir a esta FEDERAÇÃO. Aos amigos das FORÇAS ARMADAS , POLICIA FEDERAL, POLICIA MILITAR, CORPO DE BOMBEIROS E POLICIA CIVIL, O MEU FORTE ABRAÇO. Somos um só corpo em defesa desta nação, MAIS DEVEMOS EXERCER A NOSSA CIDADANIA EM PROL DOS MUITOS QUE CONTINUAM MERGULHADOS NO COMODISMO DO:
"NÃO VOU ME EXPOR, PORQUE JÁ TEM ALGUÉM FAZENDO POR MIM".
JUNTOS SOMOS FORTES
Paulo Barros
Fuzileiro Naval
barros1965 Portal do Militar
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

GUERRA DO RIO: DIREITOS CONSTITUCIONAIS DESRESPEITADOS PELO PRÓPRIO ESTADO.

JORNAL EXTRA
"CASOS DE POLÍCIA E SEGURANÇA
VIDEO (assista).
Ao esmagar os pilares da fortaleza do narcotráfico no Rio, a Marinha também abalou as estruturas de moradores que sofreram os efeitos colaterais da operação militar iniciada no último dia 25 na Vila Cruzeiro, na Penha. Apesar do sucesso da investida, os M113 deixaram um rastro de destruição enquanto abriam caminho pelo morro. Durante a ação, um deles esmagou o Celta do advogado Felipe Fonseca da Silva, de 29 anos.
Felipe havia comprado um Celta por R$ 18 mil. Ele estava com o automóvel havia 15 dias e o guardou na garagem de um vizinho, na Travessa Aymoré, acreditando que estaria seguro. Ao voltar do trabalho, foi surpreendido com a notícia de que o carro estava destruído. Um M113 arrombou o lugar e passou por cima do Celta, estraçalhando-o.
— Uma vizinha me ligou e disse que o carro estava destruído. Não entendi nada. Os vizinhos me contaram que havia espaço para a manobra do blindado e que teriam feito isso de propósito. Fui reclamar lá embaixo com a Marinha, que não fez nada. Só me disseram para ir à ouvidoria montada no 16º BPM (Olaria), que é só para casos de abusos de PMs — contou o advogado, reclamando da falta de atenção da Marinha.
Processo contra a Marinha
O orçamento para recuperação do carro — que não tinha seguro — ficou em R$ 35 mil, quase o dobro do valor do veículo. Revoltado, Felipe pretende processar a Marinha.
— Nesse lugar que nós vivemos é difícil fazer a diferença. Foi com muito trabalho honesto e suor que eu consegui comprar o carro para vê-lo destruí-do em alguns segundos — disse o advogado.
Questionado, o 1º Distrito Naval encaminhou o caso ao comandante do Batalhão de Logística, capitão de mar-e-guerra Carlos Chagas, que não respondeu.
Delegada não registra ocorrência
O drama de Felipe Fonseca da Silva não se limitou a ver seu carro estraçalhado pelos blindados. Além de não ter sua queixa recebida pela Marinha, ele se deparou com a burocracia policial. Felipe tentou registrar o caso na 22ª DP (Penha), mas a delegada Márcia Beck Simões se recusou a atendê-lo. Segundo o advogado, a policial lhe mandou um recado através de um inspetor.
— Fui registrar a ocorrência na 22ª DP e não consegui porque um inspetor repassou o que a delegada disse, que não havia dano na modalidade culposa (sem intenção de fazê-lo) — lamentou.
Sorte ao esbarrar no subchefe
Por fim, Felipe topou com a sorte. Cabisbaixo perto de casa, foi visto pelo delegado Túllio Pelosi, diretor da Polinter. Ao saber da história, o policial o apresentou ao subchefe de Polícia, Rodrigo de Oliveira:
— Foi ele quem me encaminhou para a 21ª DP (Bonsucesso), onde consegui registrar a ocorrência (02108397/2010) como fato atípico. Agora posso processar a Marinha, porque foram eles que destruíram o meu carro.
Procurada por telefone e por e-mail, a delegada não respondeu. A Chefia de Polícia Civil também não quis se manifestar sobre o caso.
O tio de Felipe, o marceneiro José Gomes da Fonseca, de 64, chora ao mostrar que parte da varanda de casa foi reduzida a escombros. Um tanque da Marinha derrubou um poste na Rua Nossa Senhora de Aparecida, que caiu em cima da casa do marceneiro.
— Eu trabalhei 40 anos com carteira assinada. Sou aposentado. Vou ter que tirar do salário que é pouco para consertar o estrago? Eu não tenho condições de arcar com todos os custos da obra — afirmou José.
A preocupação é a mesma da família de José Renato Silva de Aquino, que mora na mesma rua. Um blindado da Marinha ficou preso na via, destruiu o meio-fio e abalou a estrutura da casa. Com medo, José Renato, a mulher e os dois filhos pequenos fugiram no meio do tiroteio para uma igreja. Na volta, encontraram várias rachaduras no imóvel e ajulejos do banheiro caíram.
— Tem hora que a casa parece que está balançando. A gente fica com medo, mas não tem outro lugar para ir. O jeito é esperar que alguma autoridade tome uma providência — disse José Renato".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

A GUERRA DO RIO: BLINDADOS DA MARINHA INVADINDO A VILA CRUZEIRO.


O RJ TV mostrou neste instante os veículos blindados da Marinha do Brasil iniciando a invasão da Vila Cruzeiro, na Penha, Zona Norte do Rio.
Tropas do BOPE e dos Fuzileiros Navais estão no local.
Não foram mostrados na reportagem Policiais Federais e nem viaturas da Polícia Federal.

JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL

Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 18 de maio de 2010

OS QUARTÉIS NÃO SE CALAM.

EMAIL RECEBIDO:
"Rio de janeiro, 16 de maio de 2010
Se não fosse o impulso da necessidade, acho que já teria desistido de ligar para o HNMD quase todos os dias para perguntar se já chegou o tão esperado medicamento risedronato de sódio que esta em falta a quase 50 dias. Infelizes de nós que alem de termos que passar pela humilhação com o Famelico salário que temos destes algozes do PSDB e PT, por falta de quem fale e lute por nós , ainda temos que esperar a boa vontade dos laboratórios na entrega dos medicamentos.
Viramos verdadeiros MENDIGOS, vivemos das sobras e restos que nos dão. Perdemos o brio, perdemos a vergonha em breve perderemos a moral por falta de reação, por falta de alguém que se imponha pela tropa.
O que precisa mais acontecer para que tenhamos resgatado a nossa dignidade?
Será que já não é o bastante, termos que sobreviver com um contracheque repleto de consignados?
Até quando teremos que implorar para que um laboratório entregue um medicamento de supra necessidade, um medicamento que por sua falta pode causar mais danos ainda as vidas que dele dependem.
Sei que para alguns isto não faz diferença, pois graças a DEUS, devem ter condições de comprar, mais para mim é de suma importância o recebimento do mesmo. Já vamos para mais de 60 dias que escuto a mesma frase ao telefone “ainda não chegou, ligue na sexta ou na segunda feira, que já deve ter chegado”.
Bem sei da grande dificuldade que atravessamos com uma política revanchista, mais será que será este o nosso fim? Militares sem moral?
Estou fazendo a minha parte, buscando através da política,um meio de sermos ouvidos. Espero um pouco de mais rigor de nossas autoridades no HNMD, para que não deixem a míngua a já tão sofrida tropa que infelizmente precisa de medicamentos de alto custo. Lembrem-se do Espírito de Corpo que nos move e que nos une".

Paulo Barros
85.3738.77
Fuzileiro Naval com muito orgulho
AD SUMUS
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

A MARINHA NÃO GOSTOU...

JORNAL DA MÍDIA:
Reforma da casa de praia usada por Lula custou R$ 2 milhões
Quarta-feira, 06/01/2010 - 16:54
A Marinha do
Brasil gastou mais de R$ 2 milhões para reformar a casa agora utilizada pelo presidente Lula e família em sua temporada de férias na praia de Inema, da Base Naval de Aratu, litoral baiano. A informação é do coluista Cláudio Humberto. "As despesas para deixar a casa como queriam os inquilinos provocam grande revolta na Marinha, em razão dos problemas de manutenção das instalações e navios da própria Base Naval, por falta de dinheiro", diz o colunista (leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO