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domingo, 9 de janeiro de 2011

DEZENAS DE POLICIAIS ACUSADOS APÓS INVASÃO NO COMPLEXO DO ALEMÃO ("SERRA PELADA").

JORNAL O DIA:
Corregedoria Unificada de olho em 50 policiais
Há denúncias de furto, extorsão e outras transgressões disciplinares no subúrbio do Rio
PAULA SARAPU
Rio - Quarenta e dois policiais militares e oito policiais civis são investigados pela Corregedoria Geral Unificada (CGU) por denúncias de furto, extorsão e outras transgressões disciplinares desde o início da ocupação no Complexo do Alemão, em novembro. Moradores se queixam ainda da redução do patrulhamento na área.
O órgão abriu 26 procedimentos apuratórios para identificar e punir os culpados, mas encontra dificuldades porque grande parte das denúncias apresenta dados insuficientes sobre os suspeitos. Até agora, apenas 3 sindicâncias foram instauradas, com base em informações precisas — cada uma delas avalia a conduta de um policial.

Foto: Carlos Moraes / Agência O Dia
A Corregedoria Interna da PM também recebeu em seu posto móvel na comunidade 55 denúncias contra agentes da pacificação. Segundo a PM, foi instaurado apenas um inquérito contra quatro policiais do 7º BPM (Alcântara). Eles foram acusados de saquear o apartamento de um morador na Estrada do Itararé. Há ainda três averiguações sumárias, em que se checam informações, e 45 investigações sigilosas, para levantamento de dados. O Exército só recebeu reclamações sobre a postura de soldados, mas nenhuma denúncia foi confirmada.
“Todas as denúncias com mínimo de razoabilidade serão investigadas. E essas investigações serão concluídas”, garante o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, em um aviso de que as transgressões disciplinares não serão toleradas em nenhum processo de ocupação e pacificação.
Pouco mais de um mês após o início da ocupação, moradores reclamam da presença menos ostensiva de PMs e soldados no Alemão e no Complexo da Penha. Muitos continuam assustados e afirmam que ainda há bandidos nas favelas. Sem se identificar, eles contam que o patrulhamento do Exército pouco acontece na parte alta das favelas e que os traficantes não são reconhecidos pelos soldados.
Há denúncias ainda de que a venda de drogas continua à noite, em barracos abandonados e “bocas itinerantes”, com sacolés de cocaína e trouxinhas de maconha guardadas em mochilas de traficantes. “Já não tem tanto policial militar na comunidade e o Exército patrulha bem menos do que antes. Os bandidos estão aí, usando facas e pauladas para matar os moradores”, disse um morador da Vila Cruzeiro.
Relações públicas da Força de Pacificação, o major do Exército Fabiano Carvalho diz que o efetivo diário não é inferior a 1.300 militares e que a tropa está diluída pelas comunidades. Segundo ele, há fotos de traficantes procurados pela polícia nas duas bases do Exército e eles têm condições de identificá-los.
Bandidos sem antecedentes
O major Fabiano Carvalho admite que ainda há bandidos nas comunidades e que eles causam apreensão entre moradores. O oficial ressalta o fato de muitos não terem passagens pela polícia.
“Nossa tropa escutava tiros quase todas as noites até a virada do ano e não eram tiros disparados por nós. Sabemos que ainda há muita gente por aí e a população se sente acuada, mas como muitos não têm passagem, só conseguiremos prendê-los em flagrante ou com denúncia formal”. O telefone para denúncias é 0800-021 71 71.
Investigação apura nova liderança
Por ordem do traficante Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, que está no presídio de Porto Velho (RO), o Comando Vermelho tem nova liderança no Alemão e na Penha: Luiz Cláudio Machado, o Marreta, principal homem de guerra da facção.
A Polícia Civil tem informações de que Marreta se escondeu no Morro do Fallet, em Santa Teresa, e teria voltado ao complexo para reorganizar as bocas e dar ordens a bandidos que ficaram. A Divisão de Homicídios investiga 3 assassinatos na Vila Cruzeiro por represália do tráfico. Maria dos Santos, 47, teria sido morta a pauladas por ter saqueado a casa de um bandido.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

domingo, 28 de junho de 2009

CORREGEDORIA INTERNA DA POLÍCIA CIVIL E CORREGEDORIA INTERNA DA POLÍCIA MILITAR - INVESTIGAÇÃO.

A Polícia Civil e a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro possuem uma excelente ferramenta para fiscalizar o emprego (uso) das viaturas das duas Instituições Policiais.
Um monitoramento por satélie que permite determinar o posicionamento das viaturas.
Na sexta-feira (26 JUN 2009), às 21:00 horas, uma viatura da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, estava estacionada (sem guarnição) no Shopping Nova América (fotografia).
Provavelmente, estava sendo realizada uma investigação policial no interior do shopping, cabendo à Corregedoria Interna da Polícia Civil, investigar o emprego da viatura.
JORNAL O DIA - REPORTAGEM

Vamos aguardar a solução das investigações da Corregedoria Interna da Polícia Civil e da Corregedoria Interna da Polícia Militar.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO