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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

RENDIÇÃO INCONDICIONAL DAS FORÇAS ARMADAS

Após a entrega do país pelo Regime Militar à administração dos civis, seus comandantes, “motivados” pela covardia e pelo medo de terminar o que havia sido começado – transformar o país em uma das maiores potências do mundo civilizado –, deixaram o Brasil nas mãos de uma guerra suja comandada pelo submundo comuno-sindical, iniciada com o projeto USP-Golbery de transformar Lula em uma alternativa contra a esquerda radical: enganaram vergonhosamente o general!
Com a motivação causada pelo projeto daquilo que se transformou em uma fraude, o projeto de Abertura Democrática, foi iniciada uma guerra sem luta armada, mas com a utilização literal da essência revolucionária contida no decálogo de Lenin.
A cada novo desgoverno civil, de forma espúria, covarde e sub-reptícia, as Forças Armadas foram sendo humilhadas e desestruturadas de todas as formas possíveis, para que seu poder intrínseco-constitucional de defender o Brasil das garras dos comunistas, lentamente, mas de forma quase irreversível, fosse sendo aniquilado.
A mesma sociedade que em 1964 saiu às ruas, com suas classes sociais exigindo a intervenção militar, mas graças à infiltração dos vermes do socialismo corrupto, prevaricador e corporativista sórdido durante a fraude da Abertura Democrática, nas relações público-privadas, assiste, agora, inexplicavelmente, com extrema covardia, um ato que significa a rendição incondicional das Forças Armadas ao petismo-lulista: o convite do Ministro da Defesa para que o ex-terrorista José Genuíno ocupe um cargo em sua assessoria.
Com a absurda distribuição de DVD´s que pervertem os fatos do Regime Militar para os alunos das escolas públicas, com o inexplicável pedido de desculpas do general José Élito à presidente Dilma, com a utilização ilegal e aética de acomodações das Forças Armadas pelo ex-presidente Lula, e o convite de José Genuíno para ser assessor do Ministério da Defesa, forma-se o cenário da rendição incondicional das Forças Armadas para os terroristas que combateram o Regime Militar, e que estão colocando o país na estrada de uma ocupação socialista absolutamente corrupta, tendo em vista as dezenas de escândalos que não foram esclarecidos e que não levaram ninguém à prisão durante os oito anos do desgoverno Lula, o principal sendo o mensalão que transformou o Parlamento em um covil de bandidos.
Não vamos esquecer que o candidato ao cargo de assessor do Ministro da Defesa é um dos 40 acusados do processo movido por um Procurador Geral da República de terem transformado o poder público em um covil de bandidos. O outro, o segundo na hierarquia do grupo, teve um lugar de honra na posse da presidente Dilma e, com certeza, será alçado a um importante cargo do novo governo sendo apenas uma questão de tempo e oportunidade.
O Ministro da Defesa quando se dirige à sociedade e declara que são “ridículas” as críticas a Lula por ocupar instalações de uma base do Exército para descansar à custa dos contribuintes, deixa absolutamente claro o seu papel de, como um dos representantes do Estado, se achar no direito de agredir os mais elementares princípios de respeito a quem trabalha mais de cinco meses por ano para pagar a conta de um Estado gigantesco, corrupto, incompetente, ineficaz e ineficiente.
Não temos um sistema de saúde, não temos segurança pública, não temos saneamento básico, não temos estrutura econômica para o desenvolvimento autossustentado, e nossa educação e cultura se encontram na ridícula posição como uma das piores dos países pesquisados pelo projeto PISA.
Para completar a vingança contra os militares, falta ainda colocar na prisão os comandantes que estão na reserva e ainda vivos. Não vamos nos surpreender se os atuais comandantes assumirem a posição de cara de paisagem covarde e omissa diante dos atos do petismo para levar aos tribunais da vingança comunista aqueles que lutaram durante o Regime Militar para combater os terroristas do socialismo decadente.
Diante dos últimos fatos não temos mais o direito idiota de ter qualquer dúvida sobre o fato da subordinação absoluta das Forças Armadas àqueles que assassinaram mais de cem civis e militares para tomar o poder durante a fraude da Abertura Democrática.
O Exército do Povo já toma conta do nosso país.
Não se considerando que os atuais comandantes militares foram todos corrompidos, com seu silêncio, parece que as Forças Armadas estão reconhecendo que o Regime Militar foi um absurdo erro, e que os ex-terroristas que assumiram o poder devem levar avante seu projeto de vingança contra todos aqueles que lutaram para preservar o país livre da insanidade socialista, que já ceifou a vida de milhões de cidadãos em todo o mundo.
Esperamos então que as Forças Armadas venham a público e declarem seus “erros” autorizando a prisão e o julgamento dos militares da reserva que foram inimigos do petismo, pois o maior erro que podem estar cometendo é deixar cada ato dos canalhas do socialismo corrupto incitar o sentimento de revolta crescente de uma parcela da sociedade, uma revolta crescente que poderá se transformar em uma revolução civil-militar que vai transformar o que aconteceu no Regime Militar brincadeira de criança.
Mais vergonhoso do que assumir a condição de Exército do Povo é estar de calças arriadas até os tornozelos pedindo desculpas por estar de costas, a cada ato de vingança do petismo.
Nesse caso, aqueles que não concordam com a versão petista dos fatos do Regime Militar terão que segurar a onda, pois ficará claro que o terreno está irremediavelmente minado por metro quadrado para quem ainda sonha com uma verdadeira democracia com justiça social, e não essa pouca vergonha e essa sacanagem de mentira de democracia que estamos assistindo todos os dias dando todos os direitos devidos e, especialmente, os não devidos, aos ocupantes do establishment da burguesia petista que comanda o país.
Quem sabe se, com essa “mea culpa” das Forças Armadas, não nos transformaremos em “felizes comunistas” - basta olhar para o que Cuba, o paraíso alardeado pela gang dos 40 e um, representa nos dias atuais - mesmo tendo que viver em um regime corrupto, prevaricador e corporativista sórdido, com as relações público-privadas imersas em uma degeneração moral incontrolável, e com o sistema de mérito educacional e cultural subordinado à nossa capacidade de sermos covardes e lacaios dos podres Poderes da República?
Com o Exército do Povo nos apontando suas armas, e com uma Justiça que não merece absolutamente ter esse nome, então, como bem declarou aquela senhora desqualificada, o negócio é “relaxar e gozar”.
Geraldo Almendra
08/janeiro/2011
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

TOQUE DE SILÊNCIO - O SILÊNCIO DAS FORÇAS ARMADAS - MARIA JOSEITA S. BRILHANTE USTRA.

Toque de silêncio
O Silêncio das Forças Armadas

Por Maria Joseita Silva Brilhante Ustra
www.averdadesufocada.com
“Em uma guerra, a primeira vítima é a verdade”,
Hiram Johnson - Senador americano - 1917
Nosso site tem recebido muitos e-mails de civis de todos segmentos da sociedade , de soldados a altas patentes das Forças Armadas, queixando-se da falta de informações sobre a Contra-Revolução de 1964 e o Regime Militar.
Confirmando a falta de informações a respeito do período, em uma troca de idéias sobre os chamados "anos de chumbo", foi dito por um general, na presença de mais dois generais, dois coronéis e três civis, um deles , eu, que:
- Nós, militares, não eu, não discutimos o assunto por desconhecimento e vergonha desse período! ( Textualmente).
Creio que não são muitos, mas, esses, certamente, terão vergonha, por desconhecerem a história e, consequentemente, não terem condições de discutir o assunto. Provavelmente, não viveram essa época e nas escolas que frequentaram devem ter estudado em livros, onde a história já vinha sendo reescrita , com a versão da esquerda. Viram nas TV noticiários, mini-séries, novelas e filmes onde onde os subversivos e os terroristas das décadas de 60 e 70 são mostrados como heróis desarmados que foram torturados, trucidados e abusados sexualmente pelos truculentos gorilas das Forças Armadas. Eram "pobres estudantes que lutavam pela liberdade e pela democracia". Leram reportagens tendenciosas em jornais e revistas de grande circulação. Têm que ter vergonha, realmente, falta-lhes conhecimento do que, realmente, se passou naquele período .
As Forças Armadas ganharam a batalha das armas, mas não enfrentaram a guerra das comunicações!...
Perderam a guerra. Não rebateram as críticas... Não mostraram aos milhares de jovens que passaram por suas fileiras, como soldados, como sargentos, como cadetes, ou como alunos dos Colégios Miliares a verdadeira história da Contra-Revolução de 1964 e o desenvolvimento que o regime militar trouxe ao Brasil.
Os militantes das organizações subversivo-terroristas valendo-se do fato de que as três últimas gerações não foram testemunhas oculares dos fatos ocorridos durante os governos militares, estão agora no poder e com o dinheiro de nossos impostos pretendem continuar a cooptar os jovens Os militares e a sociedade deixaram que um grupo de militantes de organizações subversivo-terroristas que, finalmente, depois de três tentativas de tomada do poder pelas armas, na quarta tentativa, ao assumirem o poder pelo voto popular, reescrevessem a história, valendo-se do fato de que as três últimas gerações não foram informadas do que se passou durante os governos militares. Assim, esses estudantes tendem a crer nas inverdades que o governo com o dinheiro de nossos impostos divulga permanentemente.
Agora, vão lançar essa nova arma na doutrinação dos jovens do 2º grau.
Esse CD – ROM é inadmissível, pois seu conteúdo conspira contra a democracia. É o controle do Estado sobre a opinião pública.
É inadmissível que o maior crime praticado, clandestinamente, antes e
durante o regime militar - o recrutamento de nossos jovens - continue a
ser praticado agora, às claras e com a conivência da sociedade.
Será que as Forças Armadas, enquanto instituições nacionais permanentes, têm
o direito, de calar-se ante tamanha ignomínia praticada contra a Nação?
Será que não percebem que esse CD-ROM é mais uma peça de propaganda na guerra psicológica contra as Forças Armadas?
Nós, que vivemos essa época, que vimos jovens serem cooptados para a luta armada, que vimos nossos amigos morrerem emboscados, que vimos soldados jovens que serviam à Pátria e civis inocentes serem assassinados, não podemos aceitar esse silêncio das nossas Forças Armadas ante tamanha ignomia praticada contra a Nação.
Não sou militar, apesar de conviver com eles e, especialmente com um, meu marido, há cerca de 50 anos . Não sei, exatamente, o que diz a Constituição quanto às atribuições das Forças Armadas, mas penso que, antes de servir a governos, as Forças Armadas, devem lealdade ao Brasil e consequentemente à sua história!
Sei que não sou ninguém para sugerir nada a pessoas com muito mais cultura e conhecimento de suas atribuições e seus deveres do que eu, mas, atrevo-me a dizer que, já passou da hora - mas nunca será tarde, para começar a escrever a verdadeira história da Contra-Revolução e do periodo militar.
Um gesto de grandeza e amor à Patria seria publicar conjuntamente - Exército, Marinha e Aeronáutica - um CD-ROM, um livro - repondo a verdade dos fatos ocorridos no período 64/85, mas, que não seja para o público interno e sim para as escolas , nem que seja apenas para as escolas militares.
COMENTO:
A proposta é excelente, a feitura e a distribuição desse CD a ser elaborado pelas Forças Armadas é justa e imperiosa.
Já basta de ficar ouvindo a versão dos perdedores, que querem se passar por heróis da pátria,algo que nunca foram ou serão.
Terrorista só é herói em regimes onde o terrorismo é política de governo.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 5 de julho de 2009

EU SOU ÓRFÃO DO CHICO, DO MILTON NASCIMENTO, DO CAETANO E DO IVAN LINS.

O GLOBO - OS DIPLOMAS DE DILMA
O Brasil naufraga em um oceano de lama produto do fortalecimento e da expansão de grupos que dominam o país há muito tempo e que se organizam em oligarquias cleptocráticas.
A reabertura política, que conduziria o Brasil a uma forma de governo democrática, fracassou completamente, nesse objetivo, passados mais de 27 anos.
Hoje, sabemos que os que diziam lutar por um Brasil democrático, compondo, cantando, assaltando, seqüestrando e assassinando, na verdade lutavam apenas pelo poder, queriam a gestão do país para se aproveitarem dele, gozando benefícios inimagináveis e ainda, fazendo fortunas incalculáveis da noite para o dia.
O povo brasileiro foi traído, traído por aproveitadores fantasiados de heróis e a mais exuberante representação dessa traição é o Partido dos Trabalhadores, que suga a nação em todos os cantos, travestido de “gente boa”, aliado ao seu lugar-tenente o PMDB.
Nesses tristes dias, me sinto órfão dos meus heróis, pois eles nunca existiram de verdade, eram miragens a me enganar.
Sou órfão do Chico Buarque, do Milton Nascimento, do Ivan Lins e do Caetano Veloso.
Fico pensando como seria bom cantar novamente as suas músicas de protestos.
Eles cantariam esse PT, cantariam “o cara”, as Dilmas, cantariam o Congresso corrupto, os mensalões, os Dirceus, os vampiros, os castelos, os Sarneys, as cuecas, os Calheiros, as malas, os Collors, os Roberto Jefersons e tantos outros.
Isso me faria muito feliz novamente, seria um lenitivo para tanta dor.
Pena, que na verdade, eles não existam, nunca existiram.
Eram miragens que eu e milhões de outros brasileiros vimos e ouvimos.
Sumiram na poeira do tempo.
E, nós, brasileiros, ficamos órfãos.
Assim mesmo, vamos continuar lutando, acreditando sempre que:
- Apesar de você(s), amanhã será outro dia!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

segunda-feira, 27 de abril de 2009

DITADURA À BRASILEIRA - PROFESSOR MARCO ANTONIO VILLA.

É rotineira a associação do regime militar brasileiro com as ditaduras do Cone Sul (Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai). Nada mais falso.
É rotineira a associação do regime militar brasileiro com as ditaduras do Cone Sul (Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai). Nada mais falso.
O regime militar brasileiro teve características próprias, independentes até da Guerra Fria. Fez parte de uma tradição antidemocrática solidamente enraizada e que nasceu com o positivismo, no final do Império. O desprezo pela democracia foi um espectro que rondou o nosso país durante cem anos de república.
Tanto os setores conservadores como os chamados progressistas transformaram a democracia em um obstáculo à solução dos grandes problemas nacionais, especialmente nos momentos de crise política.
O regime militar brasileiro não foi uma ditadura de 21 anos. Não é possível chamar de ditadura o período 1964-1968 (até o AI-5), com toda a movimentação político-cultural. Muito menos os anos 1979-1985, com a aprovação da Lei de Anistia e as eleições para os governos estaduais em 1982. Mas as diferenças são maiores.
Enquanto a ditadura argentina fechou cursos universitários, no Brasil ocorreu justamente o contrário. Houve uma expansão do ensino público de terceiro grau por meio das universidades federais, sem esquecer várias universidades públicas estaduais que foram criadas no período, como a Unicamp e a Unesp, em São Paulo.
Ocorreu enorme expansão na pós-graduação por meio da ação do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), especialmente, e da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), em São Paulo. Ou seja, os governos militares incentivaram a formação de quadros científicos em todas as áreas do conhecimento concedendo bolsas de estudos no Brasil e no exterior. As ditaduras do Cone Sul agiram dessa forma? A Embrafilme -que teve importante papel no desenvolvimento do cinema nacional- foi criada no auge do regime militar, em 1969. Financiou a fundo perdido centenas de filmes, inclusive de obras críticas ao governo (o ministro Celso Amorim presidiu a Embrafilme durante o regime militar). A Funarte foi criada em 1975 - quem pode negar sua importância no desenvolvimento da música, das artes plásticas e do teatro brasileiros?
E seus projetos de grande êxito, como o Pixinguinha, criado em 1977, para difundir a música nacional? No Brasil, naquele período, circularam jornais independentes - da imprensa alternativa – com críticas ao regime (evidentemente, não deve ser esquecida a ação nefasta da censura contra esses periódicos). Isso ocorreu no Chile de Pinochet?
E os festivais de música popular e as canções-protesto? Na Argentina de Videla esse fato se repetiu?
E o teatro de protesto?
A ditadura argentina privatizou e desindustrializou a economia. Quem não se recorda do ministro Martinez de Hoz?
Já o regime militar brasileiro estatizou grande parte da economia. Somente o presidente Ernesto Geisel criou mais de uma centena de estatais. Os governos militares industrializaram o país, modernizaram a infraestrutura, romperam os pontos de estrangulamento e criaram as condições para o salto recente do Brasil, como por meio das descobertas da Petrobras nas bacias de Santos e de Campos nos anos 1970. É sabido que o crescimento econômico foi feito sem critérios, concentrou renda, criou privilégios nas empresas estatais (que foram denunciados, ainda em 1976, nas célebres reportagens de Ricardo Kotscho sobre as mordomias) e estabeleceu uma relação nociva com as empreiteiras de obras públicas.
Porém, é inegável que se enfrentaram e se venceram vários desafios econômicos e sociais.
É curioso o processo de alguns intelectuais de tentarem representar o papel de justiceiros do regime militar. Acaba sendo uma ópera-bufa. Estranhamente, omitiram-se quando colegas foram aposentados compulsoriamente pelo AI-5, como Florestan Fernandes, Fernando Henrique Cardoso, Emilia Viotti da Costa, entre outros; ou quando colegas foram presos e condenados pela "Justiça Militar", como Caio Prado Júnior.
Muitos fizeram carreira acadêmica aproveitando-se desse vazio e "resistiram" silenciosamente.
A história do regime militar ainda está presa numa armadilha. De um lado, pelos seus adversários. Alguns auferem altos dividendos por meio de generosas aposentadorias e necessitam reforçar o caráter retrógrado e repressivo do regime, como meio de justificar as benesses. De outro, por civis (estes, esquecidos nas polêmicas e que alçaram altos vôos com a redemocratização) e militares que participaram da repressão e que necessitam ampliar a ação opositora - especialmente dos grupos de luta armada- como justificativa às graves violações dos direitos humanos.
MARCO ANTONIO VILLA, 52, é professor de história do Departamento de Ciências Sociais da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) e autor, entre outros livros, de "Jango, um Perfil".

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL DE POLÍCIA