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quinta-feira, 3 de junho de 2010

UMA ÓTIMA IDEIA QUE BELTRAME NÃO ADOTOU.

DESTACO:
"Os titulares de Delegacias Policiais e os Comandantes de Unidades Operacionais da Polícia Militar serão responsabilizados diretamente, na hipótese de serem encontrados em suas respectivas circunscrições ou áreas de atuação máquinas caça-níqueis em qualquer residência, clubes, estabelecimento comercial, etc..."
Por que será que Beltrame não aceitou?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 8 de abril de 2010

CINCO SEGURANÇAS QUE FAZIAM ESCOLTA DE ROGÉRIO SÃO POLICIAIS MILITARES.

SITE G1:
Polícia já ouviu Rogério Andrade e tem linhas de investigação
Contraventor teve fratura no rosto e o filho dele morreu na explosão.
Cinco seguranças que faziam escolta de Rogério são PMs.
Patrícia Kappen e Fabrício Costa Do G1, no Rio
O subchefe de Polícia Civil do Rio, delegado Carlos de Oliveira, informou que o atentado desta quinta-feira (8) teve apenas um alvo, o contraventor Rogério Andrade, mas matou o filho dele, de 17 anos. Mesmo sendo menor, Diogo dirigia o carro.
“Preliminarmente aparenta que a vítima principal (do atentado) seria o Rogério Andrade, mas quem morreu foi o filho porque ele estava dirigindo", informou Oliveira.
O carro onde Rogério Andrade estava com seu filho explodiu por volta de 12h30 desta quinta, na Avenida das Américas, no Recreio dos Bandeirantes. Um outro carro, que era dos seguranças da família, também foi atingido pelo fogo, assim como uma moto que estava próxima dos carros.
Rogério e filho são as únicas vítimas do suposto atentado praticado por motoqueiros. Diferentemente do que disse o advogado de Rogério Andrade, nenhuma mulher ficou ferida e nem o segurança, que estava em outro carro, foi atingido.
A perícia, cujo laudo fica pronto em 15 dias, vai dizer que tipo de explosivo foi usado. Ele acrescentou que nenhuma hipótese será descartada: motoqueiros teriam atirado uma granada dentro carro dirigido por Diogo ou, numa segunda linha de investigação, o artefato já estaria dentro do carro.
Cinco PMs faziam segurança
Carlos de Oliveira informou que o contraventor e o filho passaram parte da manhã numa academia de ginástica na Zona Oeste do Rio, e sairam de carro. Eles estavam acompanhados por cinco seguranças em outros carros.Três deles estavam num dos carros, que também foi atingido na explosão, e dois, em outro, que foi menos danificado.
Os cinco seguranças do contraventor são PMs e todos serão todos ouvidos, disse Oliveira.
O delegado informou ainda que a câmera da CET-Rio, a empresa municipal de engenharia de trânsito, não estava funcionando na hora do crime, mas voltou funcionar depois da explosão.
Ele afirmou ainda que um motoqueiro que passava na hora, e que teve a moto queimada pela explosão, não tem envolvimento com o atentado. Ele também foi ouvido e, segundo o delegado, deu informações importantes para solucionar o crime.
Rogério passa por cirurgia
A assessoria do Hospital Barra D’ Or informou que Rogério Andrade entrou na sala de operação às 18h. O procedimento deveria se prolongar por quatro horas Na explosão de uma granada nesta quinta-feira (8), o contraventor sofreu uma fratura no nariz e terá os lábios reconstituídos.
O paciente não corre risco de morrer, mas não tem previsão de alta. Ele ficou sabendo da morte do filho Diogo da Silva Andrade, de 17 anos, por volta das 18h, segundo o advogado. Ele teria manifestado a intenção de ir ao enterro, previsto para as 10h desta sexta (9) no Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul do Rio.
Por orientação da família, o hospital, onde Rogério deu entrada às 12h49, não vai divulgar boletins médicos com o estado de saúde do paciente. Ele recebeu a visita duas tias, da esposa e do filho mais velho, Gustavo, de 19 anos.
O Hospital Barra D´Or teve a segurança reforçada por policiais civis e militares para evitar novo atentado.
Saiba quem é Rogério Andrade
Rogério Andrade foi acusado e julgado pela morte do seu primo Paulinho Andrade, herdeiro e filho do bicheiro Castor Andrade. O crime ocorreu em 1998, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.
Após ser condenado a 19 anos de prisão, o julgamento foi anulado. Em julho de 2009, o contraventor foi libertado graças a um habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal.
Para a polícia, Rogério é o chefe da máfia dos caça-níqueis. Ele sempre negou chefiar a máfia e o envolvimento na morte do primo.
Até ser preso e julgado, Rogério passou três anos e três meses foragido da Justiça, período em que as polícias estaduais não conseguiram capturá-lo e em que foi acusado de mais um crime - subornar e pagar a proteção de policiais.
Herança de Castor
A guerra no jogo do bicho e em outras atividades ilícitas no Rio de Janeiro teria começado com a morte do banqueiro do bicho, Castor de Andrade.
O velho bicheiro teria dividido o espólio entre dois parentes: o sobrinho Rogério Andrade, que cuidaria do jogo do bicho, e Fernando Iggnácio, o genro, que ficaria com as máquinas caça-níqueis.
Com a queda do movimento no jogo de bicho, Rogério teria decidido invadir a área de Fernando, dando início à guerra que teria matado dezenas de pessoas.
Um mês depois da prisão de Rogério Andrade, em outubro de 2006, a Polícia Civil prendeu Fernando Iggnácio em um apartamento de luxo, em São Conrado, na Zona Sul do Rio.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 25 de junho de 2009

NÓS ACERTAMOS O FÍGADO E ELES ACUSARAM O GOLPE.

O Major de Polícia Wanderby pergunta no seu blog:
- Já houve administração pior (clique e leia)?
A nossa resposta é não e pelo que percebemos ontem, ao longo da panfletagem, ao lado do Quartel General, a população responde da mesma maneira: Não!
O governo é um total fracasso, em todas as áreas e só se sustenta com o apoio da maior organização da mídia brasileira, onde investe milhões de reais (nosso dinheiro) em propaganda política.
Porém, apesar do esforço da Vênus, ele fica exposto a toda sorte de ataques, pois nada funciona bem.
Nesse nosso espaço democrático, temos divulgado algumas mazelas e estamos avaliando melhor casos mais graves, para oportuna publicação.
Na verdade, vivenciamos uma luta entre o bem e o mal, essa é a realidade.
E, falando em luta, uma expressão muito usada em qualquer tipo de luta é "ACUSOU O GOLPE", o que significa que o golpe desferido enfraqueceu o adversário, funcionando como um sinal para a intensificação dos ataques.
Nos últimos dias nós desferimos dois golpes cirúrgicos e os alvos "ACUSARAM O GOLPE".
Um deles foi a falta de transparência com relação às quantias arrecadadas no interior das "maquininhas" apreendidas. A Polícia Federal deu o exemplo, recentemente divulgou um vídeo para a mídia, mostrando a apreensão de quantia em dinheiro no interior de "maquininhas" apreendidas, demonstrando que a nossa denúncia relativa à não divulgação do valor arrecadado ser uma prática constante, apesar das milhares de "maquininhas" apreendidas, surtiu efeito.
Agora, cabe ao delegado Allan Turnowsky, chefe da Polícia Civil, por dever de ofício, determinar que a sua instituição haja com a mesma transparência a cada apreenssão de "maquininha".
O delegado da Polícia Federal, José Marinao Beltrame, Secretário de Segurança, por dever de ofício, também deveria divulgar o total arrecadado em dinheiro, no interior das milhares de "maquininhas" apreendidas na sua gestão.
Um outro alvo foi o governo estadual, quando começamos a divulgar o número de assassinados e de desaparecidos por ano, no Estado do Rio de Janeiro, um número que ultrapassa muito os 10.000 cidadãos vitímas.
Hoje, o jornal O Globo, publica matéria no sentido de que uma das mestas na segurança pública é a redução do núemro de homicídios.
Isso é um bom sinal, pois o número é assombroso e nos remete a uma guerra diária.
Um cidadão fluminense é assassinado ou desaparece a cada hora no Rio de Janeiro.
Nós vamos continuar tocando nessa tecla nos nossos atos cívicos, no intuito de conscientizar à população fluminense sobre a incompetência governamental.
Vamos em frente, quem quiser que não acuse os nossos golpes.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sábado, 14 de março de 2009

SÃO PAULO - TENENTE-CORONEL PRESA SUSPEITA DE LIDERAR ESQUEMA DE ARRECADAÇÃO DE PROPINA.

O GLOBO:
Plantão Publicada em 14/03/2009 às 20h54m.
SÃO PAULO - Uma tenente-coronel foi presa suspeita de liderar um esquema de arrecadação de propina em quatro cidades da Grande São Paulo. Elizabete Soliman, que chegou ao segundo posto mais alto da PM, chefiava uma quadrilha que extorquia dinheiro de donos de máquinas caça níqueis, donos de bingos e de transportes clandestinos. Ela foi levada para a corregedoria da Polícia Militar na capital. A promotora Eliana Passareli disse que Elizabete recebia por mês R$ 30 mil com o esquema.
- Ela tinha como benefício, por mês, cerca de 30 mil, mas nunca em conta própria, sempre em conta de terceiros, sempre trocando cheques, recebendo dinheiro vivo -disse Eliana Passareli.
O esquema funcionava em Guarulhos, Arujá, Itaquaquecetuba e Santa Isabel. As investigações indicam também a participação do major Altair do Carmo Silva, que também foi preso. Até agora, 10 policiais foram detidos acusados de envolvimento no esquema. Outros seis estão sendo investigados. Policiais da Corregedoria estiveram neste sábado na casa de todos eles em busca de mais provas.
- Eu não vou me surpreender se aparecerem mais policiais militares envolvidos. Eu torço para que não tenha, mas não vai me surpreender - afirmou Wagner César Gomes Oliveira, comandante do policiamento de Guarulhos.
As investigações começaram há um ano. Em troca de redução de pena, a chamada delação premiada, o tenente Antonio Domingos de Souza Neto, contou detalhes do suposto esquema. Ele disse que o major Altair Silva propôs a ele o recebimento de R$ 1,5 mil por mês para ele não interferir na fiscalização de máquinas caça-níqueis na cidade de Arujá. Ele afirmou ainda que a tenente-coronel recebeu vantagens indevidas, mas não soube precisar o valor do pagamento.
A tenente-coronel comandava o 31º Batalhão de Polícia Militar de Guarulhos. Ela foi afastada das funções justamente por causa da investigação. Antes de ser presa, Elisabete Soliman trabalhava no comando de policiamento da capital em São Paulo cumprindo funções administrativas. O comandante do policiamento de Guarulhos disse que a tenente-coronel não tem envolvimento com desvio de cargas apreendidas. A suspeita é de que esse crime tenha sido feito pelos outros policiais que estão presos.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO