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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

A SUA FAMÍLIA PRECISA DA SUA MOBILIZAÇÃO.

Policiais Militares, Bombeiros Militares e Policiais Civis eu já postei esse vídeo mais de uma vez, indicado por um leitor, resolvi publicá-lo novamente, não apenas para emocioná-los, mas para que cada um possa avaliar o seu valor, a sua importância para o povo brasileiro e a sua condição de herói.
Urge que todos nós incorporemos a grandeza da nossa missão para que finalmente consigamos mobilizar as categorias na direção da luta digna por salários justos e por adequadas condições de trabalho.

Você é um herói!
Aja como tal e lute por seus direitos, a sua família exige essa postura.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

BOM DIA! POLICIAL.

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 5 de junho de 2009

ATO CÍVICO - 07 DE JUNHO - JUNTOS SOMOS FORTES! ONDE ESTÁ PATRÍCIA?

Cidadão brasileiro, a dor de cada morte violenta precisa ser a dor de todos nós.
Não importa quem seja a vítima, não importa a sua classe social, não importa onde ocorreu o crime, o que importa é que no Rio de Janeiro são assassinados ou morrem por ano mais de 10.000 cidadãos fluminenses.
Isso é uma tragédia!
Temos comparecido em atos cívicos relacionados a várias dessas mortes violentas, presenciando a dor de cada família, rica ou pobre.
Policial Militar, Policial Civil e Bombeiro Militar, cada um de vocês é um herói social, um funcionário público que deve servir e proteger à vida, portanto, compareçam ao ato cívico, levem a sua solidariedade.
Juntos, Sociedade Civil e Funcionalismo Público, poderemos mudar essa tragédia, evitar que dor tão imensa alcance outras famílias.
É hora de agir, mostrar a nossa cara, fazer ouvir a nossa voz.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sábado, 29 de dezembro de 2007

DIA ON LINE - FOGO CERRADO CONTRA POLÍCIA - DEPUTADO DENUNCIADO POR CHEFIAR MILÍCIA ACUSA DELEGADO E AGENTE DE PLANEJAREM SUA MORTE

Transcrição de artigo publicado no DIA ONLINE:
29/12/2007- 01:33:00 h.
Fogo cerrado contra polícia
Deputado denunciado por chefiar milícia acusa delegado e agente de planejarem sua morte
Maria Inez Magalhães e Adriana Cruz

Rio - Denunciado por formação de quadrilha pelo Ministério Público, o deputado estadual Natalino José Guimarães (DEM) rompeu ontem o silêncio. Ele acusa a Polícia Civil de ter deflagrado duas operações em Campo Grande na semana passada em represália às denúncias de corrupção que havia feito contra o delegado titular da Polinter, Herald Espínola, e o inspetor Robson, chefe de investigação da unidade.
“Ele é o braço-direito do Espínola. Nas carceragens da Polinter existe um esquema de extorsão”, disparou Natalino, citando como exemplo a unidade do Grajaú. Segundo ele, famílias de presos pagam R$ 20 pela visita.
Detentos gastariam R$ 500 por semana em troca de regalias na prisão. “Quem paga tem frigobar e TV.
Quem pega o dinheiro para levar para Espínola é o Robson, o homem da mala”, acusou. Quarta-feira, a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) deflagrou a Operação Latifúndio.
Irmão de Natalino, o vereador Jerônimo Guimarães Filho, o Jerominho (PMDB), foi preso. A dupla é acusada de chefiar a milícia Liga da Justiça. Mais nove foram denunciados — seis estão foragidos. “Essas acusações são falsas”, reagiu Natalino.
O deputado disse ainda que Espínola e Robson simulariam um auto de resistência (morte em confronto) contra ele e o irmão. Embora tenha recebido informações de que o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, soubesse do plano, ele o isentou de envolvimento.
Para Natalino, o estopim da investigação foi a acusação contra agentes da Polinter em outubro na Alerj. A queda-de-braço começou com pedido de transferência de André Luiz da Silva Malvar, genro de Jerominho, do Grajaú para Campo Grande. Como Espínola era contra a solicitação, a polícia descobriu que o grupo de Jerominho teria tramado sua morte.
Ameaças foram feitas a agentes da Delegacia de Homicídios da Zona Oeste que investigaram a morte do inspetor Félix Tostes, chefe da milícia de Rio das Pedras. Malvar responde pelo crime com o vereador Josinaldo Francisco da Cruz, o Nadinho de Rio das Pedras (DEM).
Natalino negou a acusação: “Renuncio meu mandato se comprovarem algum grampo meu sobre ameaça”.
As autoridades citadas pelo deputado não quiseram se pronunciar. Luciano pode ser expulso da PM.
Foragido, o soldado da PM Luciano Guinâncio Guimarães, filho de Jerominho, responde a Processo Administrativo Disciplinar no Conselho de Praças. Há dois meses, Luciano é investigado por envolvimento com o transporte clandestino e pode acabar sendo expulso da Polícia Militar. Em julho, o policial foi para a reserva remunerada por estar há dois anos fora da corporação, cedido à Câmara dos Vereadores.
Jerominho e Natalino podem ser expulsos da Polícia Civil.
Como O DIA noticiou ontem, os dois foram indiciados por envolvimento com o transporte clandestino na Corregedoria-Geral Unificada.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL
CORREGEDOR INTERNO