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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

MOBILIZAÇÕES PELA INTERNET NO BRASIL - O GRANDE DESAFIO: FAZER COM QUE OS "VALENTES DO TECLADO" SE MATERIALIZEM NAS RUAS.

JORNAL EXTRA:
Ato contra corrupção teve mais adesão na internet que na Cinelândia

Bernardo Barbosa (bernardo.almeida@oglobo.com.br).
RIO - Nascido a partir de uma mobilização no Facebook, o ato contra a corrupção ocorrido nesta terça-feira na Cinelândia, Centro do Rio, teve mais força nas redes sociais que fora delas. O evento criado no site de Mark Zuckerberg pelos organizadores da manifestação teve quase 35 mil adesões; no entanto, o número de presentes ao protesto ficou perto de 2,5 mil pessoas, segundo a Polícia Militar (leiam mais).
SITE G1:
Termina protesto contra a corrupção no Centro do Rio
Manifestantes encerraram ato com hino nacional.
Ação foi organizada na internet.
(...) Segundo o comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar, coronel Amaury Simões, pouco mais de 2 mil pessoas se concentraram na Cinelândia participando do ato. A expectativa da PM era de que 3 mil pessoas estivessem no local por volta das 19 horas. Cerca de 30 PMs reforçaram a segurança. Policiais do Batalhão de Choque também foram até a Cinelândia, mas não houve registro de tumulto ou incidentes (leiam mais).
JORNAL O DIA:
Protesto contra a corrupção reúne cerca de 3 mil pessoas na Cinelândia
Rio - O protesto "Contra a Corrupção" reúne cerca de 3 mil pessoas na Cinelândia, no Centro da cidade, na noite desta terça-feira. As informações são da Polícia Militar que acompanha a manifestação. O movimento foi organizado pelo Facebook e mais de 30 mil pessoas terem confirmaram presença através da mídia social (leiam mais).
O GLOBO:
Mobilização
Ato anticorrupção na Cinelândia reúne 2,5 mil pessoas, diz PM

Plantão | Publicada em 20/09/2011 às 20h19m
Cássio Bruno (cassio.bruno@oglobo.com.br) e Juliana Castro (juliana.azevedo@oglobo.com.br)
RIO - Cerca de 2,5 mil manifestantes, segundo estimativa da Polícia Militar, estiveram concentrados na Cinelândia, no Centro do Rio, para participar do protesto "Todos Juntos Contra a Corrupção". Para os organizadores, este número chegou a cinco mil (leiam mais).
Vejam a galeria de fotos (acionem o slideshow).
JORNAL DO BRASIL.
Vejam a galeria de fotos.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 17 de abril de 2011

TWITTER - CAMPANHA #ReageRio - PARTICIPEM - DIVULGUEM.

O Rio de Janeiro pode ser efetivamente maravilhoso, mas para isso acontecer temos que cobrar honestidade e competência dos nossos governantes (gestores).
Participem e divulguem a Campanha #ReageRio que estamos desenvolvendo no twitter.
Nela estamos comentando os problemas do Estado do Rio de Janeiro e nela cobraremos soluções.
Antes de posts no twitter relacionados com problemas do Rio escreva: #ReageRio
Nosso twitter: @celprpaul
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 11 de setembro de 2010

INTERNET ELEITORAL - CESAR MAIA.

A maior frustração dessas eleições é a relação entre o uso da internet e as decisões de voto. Pelo menos até aqui. Até a pré-campanha, a expectativa era muito grande. A referência sempre reiterada era a eleição de Obama.
As principais candidaturas presidenciais se apetrecharam para isso. Dilma e Marina passaram a "tuitar". Foram contratadas equipes para montar sites, blogs, entrar em redes sociais... A primeira baixa foi na coordenação da equipe de internet de Dilma.
O que a campanha esperava da equipe era um bom comportamento, sem criar espuma nem novidade. Mas isso contraria a lógica da internet.
Desfez-se a equipe e sacrificou-se a lógica. A campanha de Marina na internet é imperceptível. Serra contratou uma equipe que vem procurando abrir espaços com redes, videoentrevistas etc... Porém, talvez pela sensação de riscos em contrariar a linha da campanha presidencial, ainda não despertou curiosidade da imprensa e dos internautas.
Por que isso vem ocorrendo? Os analistas se debruçarão no tema após as eleições.
Mas se podem adiantar algumas hipóteses. A primeira é quanto ao próprio entendimento da internet em campanhas eleitorais.
Cada internauta é produtor de conteúdo, independentemente do impacto que produza. É assim que entra e participa. Tem a expectativa de que seus contatos sejam interativos, seja por iniciativa do emissor, seja por iniciativa do receptor.
À medida que os políticos -ou as equipes montadas só para a campanha- deixam de entender a lógica da interação, passam a pensar e a usar a internet como um meio de comunicação tradicional. Ou seja: pensa-se como emissor permanente e imaginam-se os receptores como passivos, que apenas recebem e digerem essas informações. À medida que o internauta-eleitor se sente como objeto, deixa de usar esse canal.
Uma segunda hipótese, que se agrega à primeira, é o centralismo das campanhas eleitorais em torno do candidato, de seu publicitário-chefe e de seu assessor de imprensa direto. Não entendem e -por isso mesmo- não dão atenção à internet -e ainda reprimem suas equipes, com temor de saírem da linha e produzirem desgaste à campanha.
Finalmente, a visão distorcida de que a internet se presta mesmo a propaganda negativa. E aí vêm as redes de críticas, informações exageradas e baixarias. Quando um vídeo no Youtube consegue sucesso, é como se esse fosse o resultado. E disso pouco resulta além do entusiasmo.
Faltam três semanas. Não dá mais tempo para corrigir. Perdeu-se essa campanha para desenvolver o uso da internet em política no Brasil.
Cesar Maia escreve semanalmente na Foha de São Paulo.
cesar.maia@uol.com.br
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO