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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

A CASA CIVIL DO GOVERNO LULA É AMALDIÇOADA. NÃO EXISTE QUALQUER SENTIDO EM VOTAR 13.

O PT e os seus aliados têm procurado esconder o fato de que Dilma Rousseff carece de experiência, usando para isso a afirmação de que a Casa Civil é o cargo mais importante depois da presidência da república, todos já ouviram tal afirmação na propaganda continuista.
Raciocinando como o PT, considerando este cargo o segundo em importância, entendemos as crises e os escândalos do governo Lula, afinal José Dirceu exercia tal função quando foi desmascarado, ele passou a cadeira para sua companheira de armas, Dilma, que vivenciou ao lado de Lula outros escândalos e passou para Erenice.
Erenice fez como Dirceu, correu.
Penso que não existe mais qualquer motivo para alguém votar 13.
Aliás, o segundo turno se aproxima, segundo Data Folha (leia).
Se tirarmos a margem de ero de Dilma (51% - 2= 49%) e acrescentarmos a margem de erro em Serra (27% + 2 = 29%) e em Marina (11% + 2 = 13%), algo possível, passaremos a ter Dilma com 49% e outros com 42%.
Parece que teremos segundo turno.
SITE G1:
Assessores relatam 'abatimento' de Erenice antes da demissão
De manhã, ela informou a Franklin Martins que desejava sair do governo.
Em reunião ‘rápida’ com Lula, ministra apresentou carta de demissão.
A ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, estava “abatida e psicologicamente desgastada” na noite anterior ao pedido de demissão, segundo assessores do Palácio do Planalto. Erenice deixou cargo nesta quinta-feira (16), após denúncias de que o filho dela, Israel Guerra, teria intermediado contratos de empresas privadas com o governo.
Na noite desta quarta (15), a ex-ministra conversou com assessores sobre o “sofrimento” que estava passando diante das acusações de que teria praticado tráfico de influência em benefício do filho.
Segundo esses assessores, a ex-ministra entendeu que, se continuasse no cargo, seria diariamente “bombardeada com reportagens sobre ela e familiares”. Na véspera da demissão, ela teria reafirmado que é inocente, mas demonstrou abatimento. Erenice pediu conselhos e se mostrou preocupada com a possibilidade de continuar sendo manchete dos jornais nos próximos dias.
Na manhã desta quinta (16), de acordo com assessores, a ex-ministra chamou o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Franklin Martins, para uma reunião na residência dela. Também pela manhã, a ministra se reuniu com o advogado Sebastião Tojal, contratado por ela para mover um processo contra a revista "Veja".
Durante a conversa com Franklin Martins, Erenice disse que estava “propensa” a pedir demissão. Martins teria dito que ela estava se “precipitando”. A ministra teria dito, então, ao colega: "Cheguei ao meu limite. A cada dia aparece algo novo na imprensa"(leia).
A Casa Civil de Lula parece ser amaldiçoada.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 5 de setembro de 2010

SÓ É POSSÍVEL MUDAR A POLÍTICA NO BRASIL, MATANDO A CLEPTOCRACIA - PAÚL NELES! 2519.

BLOG DA MIRIAM LEITÃO:
Enviado por Míriam Leitão e Alvaro Gribel - COLUNA NO GLOBO
Segunda ameaça

O Brasil perderá esta eleição, independentemente de quem vença, se ficarem consagrados comportamentos desviantes assustadoramente presentes na política brasileira. Uso de um fundo de pensão para construir falsas acusações contra adversários, funcionários da Receita acessando dados protegidos por sigilo, centrais de dossiês montados por pessoas próximas ao presidente.
A cada eleição, fatos estarrecedores têm sido aceitos como normais na paisagem política, e eles não são aceitáveis. Quando a Polícia Federal entrou no Hotel Ibis, em São Paulo , em 2006, e encontrou um grupo com a extravagante quantia de R$ 1,7 milhão em dinheiro vivo tentando
comprar um dossiê falso, havia duas notícias. Uma boa: a PF continuava trabalhando de forma independente. A ruim: pessoas da copa, cozinha, churrasqueira e campanha do presidente da República e do candidato a governador pelo PT em São Paulo estavam com dinheiro sem origem comprovada e se preparando para um ato condenável. A pior notícia veio depois: eles ficaram impunes.
Nesta eleição, depoimentos e fatos mostram que estão virando parte da prática política, principalmente do PT, a construção de falsas acusações contra adversários, o trabalho de espionagem a partir da máquina pública, o uso político de locais que não pertencem aos partidos.
As notícias têm se repetido com assustadora frequência. O verdadeiro perigo é que se consagre esse tipo de método da luta política. A democracia não é ameaçada apenas quando militares saem dos quartéis e editam atos institucionais. Ela corre o risco de “avacalhação”, para usar palavra recente do presidente Lula, quando pediu respeito às leis criminosas do Irã.
Sobre o desrespeito às leis democráticas brasileiras, Lula não teme processo de “avacalhação”, pelo visto. A Receita Federal não presta as informações que tem o dever de prestar sobre os motivos que levaram seus funcionários a acessarem, sem qualquer justificativa funcional, os dados da declaração de imposto de renda do secretário-geral do PSDB, Eduardo Jorge. Nem mesmo explica como os dados foram vazados de lá. Se a Receita não divulgar o que foi que aconteceu, com transparência, ela faz dois desserviços: sonega ao país informações que têm o dever de prestar antes das eleições; mina a confiança que o país tem na instituição, porque sua direção está adiando, por cumplicidade eleitoral, a explicação sobre o que houve naquela repartição.
Nas últimas duas semanas, a “Veja” trouxe entrevistas de pessoas diretamente ligadas ao governo e que trabalham em múltiplos porões de campanha. O que eles demonstram é que aquele grupo de aloprados do Ibis não foi um fato isolado. Virou prática, hábito, rotina no Partido dos Trabalhadores. Geraldo Xavier Santiago, ex-diretor da Previ, contou à revista que o fundo de pensão, uma instituição de poupança de direito privado cuja função é garantir a aposentadoria dos funcionários do Banco do Brasil, era usada para interesses partidários. Com objetivos e métodos escusos. Virou uma central de espionagem de adversários políticos. Agora, é o sindicalista Wagner Cinchetto que fala de uma central de produção de espionagem e disparos contra adversários; não apenas tucanos, mas qualquer um que subisse nas pesquisas.
Esse submundo é um caso de polícia, mas há outros comportamentos de autoridades que passaram a ser considerados normais nas atuais eleições. E são distorções. Não é normal que todos os órgãos passem a funcionar como ecos do debate eleitoral, usando funcionários pagos com os salários de todos nós, estruturas mantidas pelos contribuintes.
Todos os ministérios se mobilizam para consolidar as versões fantasiosas da candidata do governo ou atacar adversários, agindo como extensões do comitê de campanha. Isso é totalmente irregular. Na semana passada, até o Ministério da Fazenda fez isso. Um relatório que é divulgado de forma rotineira, virou palanque e peça de propaganda, com o ministro indo pessoalmente bater bumbo sobre gráficos manipulados para ampliar os feitos do atual governo e deprimir os do
anterior. O que deveria ser técnico virou politiqueiro; o que deveria ser prestação de contas e análise de conjuntura virou peça de propaganda.
Um governo não pode usar dessa forma a máquina pública para se perpetuar; órgãos públicos não são subsedes de comitês de campanha; fundos de pensão não são central de fabricação de acusações falsas; o governo não pode usar os acessos que tem a dados dos cidadãos para espionar. Isso mina, desqualifica e põe em perigo a democracia. Ela pressupõe a neutralidade da máquina mesmo em momentos de paixão política. Nenhuma democracia consolidada aceitaria o que acontece aqui.
A Inglaterra acabou de passar por uma eleição cheia de paixões em que o governo trabalhista perdeu por pouco, mas não se viu lá nada do que aqui está sendo apresentado aos brasileiros com naturalidade, como parte da disputa política. Crime é crime. Luta política é um embate de propostas, estilos e visões. O perigoso é essa mistura. Como a História já cansou de demonstrar, democracia não significa apenas eleições periódicas. A manipulação da vontade do eleitor, o uso de meios ilícitos, o abuso do governante ameaçam a liberdade, tanto quanto um ato institucional.
Tenho escrito sobre o perigo crescente que a democracia corre no Brasil.
Penso que vivemos a gestação de uma ditadura de terno e gravata, na qual o ESTADO PAI compra os votos com a distribuição de benefícios, ganhando os votos que mascaram o regime como democrático através das vitórias nas eleições, enquanto os seus dirigentes enriquecem.
Cidadão, você já percebeu que surgiram expressões como PAI e MÃE no cenário político.
O nosso estágio de gestação é avançado, como podemos constatar com a presença da IMPUNIDADE CRESCENTE, a blindagem dos seus gestores, que gozam de complacência (cumplicidade) nos poderes legislativo e judiciário, a qual avança para o Ministério Público.
Eles apregoam que algumas togas são deles, isso é péssimo.
Outro fato que chama atenção nos nossos tristes dias é a ligação das oliguarquias políticas, uma fusão que garante a manutenção no poder dos atuais mandatários, que parecem ter aprendido como dividir melhor o bolo. Tudo sob o signo "democrático" e com uma blindagem maior ainda.
Perceba como eles falam abertamente que acabaram as divergências, as disputas e que todos estão "trabalhando " juntos. Colocam essa união como benéfica e apresentam obras, possivelmente superfaturadas, como exemplos da produtividade dos acordos.
No Rio, existem "sons" que sinalizam para acordos até com traficantes de drogas para a execução destas obras.
Cidadão, as divergências entre as esferas administrativas, certamente, causavam alguns problemas, mas também serviam como controle, um controlava o outro, agora estão todos juntos e felizes.
No Rio, Cesar Maia nunca teve problemas para realizar suas obras, mesmo não sendo situação, citando um exemplo.
Cidadão, faça a seguinte reflexão:
1) Liste todos os políticos que são citados nas esquinas como os maiores LADRÕES DO BRASIL.
2) Faça uma revisão, veja se não esqueceu nenhum famoso.
3) Verifique qual deles está preso?
4) Verifique agora os que estão trabalhando juntos, somando forças, unidos somos fortes, a união faz a força, etc.
5) Observou quem apoia quem?
6) Observou que os que se xingavam como ladrões tempos atrás, hoje trocam juras de amor.
Percebeu o que está acontecendo no Brasil.
A gestação está chegando ao fim, a CLEPTOCRACIA está nascendo.
Queremos que os militares continuem nos quartéis, mas diante de tamanha dominação, quem salvará o Brasil da CLEPTOCRACIA?
Cada um de nós deve lutar para que tal gestação seja interrompida, temos que provocar o ABORTO permitido, o que salva a mãe, no caso, a pátria amada, Brasil.
Não quero ver tanques circulando pela rua onde resido, mas quero que tirem a mão do bolso da minha família, quero ver os políticos ladrões presos e não, unidos e prosperando cada vez mais.
Não quero que a CLEPTOCRACIA morra na ponta da baioneta, minha família sofreu muito no passado recente, mas quero que ela morra, apodrecendo nas cadeias mais fétidas do Brasil, onde elas são muitas.
Cidadão, não vote em ninguém que seja apoiado por qualquer POLÍTICO QUE TENHA FAMA DE LADRÃO.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLICIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 4 de maio de 2010

GOVERNO SÉRGIO CABRAL (PMDB): O ESCÂNDALO DA SECRETARIA DE SAÚDE.


A Rede Globo (RJ TV) voltou a dar um grande destaque ao escândalo atual que abala o governo Cabral e que já se gerou uma ameaça de morte contra o denunciante, um Oficial Superior do Corpo de Bombeiros, que não aceitou ser corrompido.
Cumpre destacar que não pode ser tratado sem a devida repercussão e responsabilização o fato do principal acusado ser primo da esposa do secretário de saúde Sérgio Cortes.
Primeiro, o secretário deve explicar o que um primo da esposa estava fazendo em cargo de tamanha importância, qual foi o critério utilizado por quem nomeou?
Não podemos esquecer também que o próprio governador Sérgio Cabral (PMDB) tem sido alvo de críticas pelo fato do escritório de advocacia que sua esposa é sócia, trabalhar com várias concessionárias do governo, o que pode ter contribuído para que o escritório tivesse um gigantesco crescimento no período do governo Cabral.
É hora de colocar tudo em pratos limpos.
O povo merece conhecer a verdade.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 20 de maio de 2009

O RESULTADO DO MAU USO DE VERBA PÚBLICA NO MUNDO CIVILIZADO...

REVISTA ÉPOCA:
O FILTRO - JULIANO MACHADO.
Mundo
"Escândalo dos gastos leva à renúncia do presidente da Câmara:
O título não se refere, evidentemente, ao Brasil. Os parlamentares britânicos também estão envolvidos em gastos indevidos do dinheiro público, e o escândalo chegou ao auge ontem, quando o presidente da Câmara dos Comuns, Michael Martin, anunciou que deixará o cargo em 21 de junho. Martin não apareceu em nenhuma das denúncias de mau uso de verbas (despesas com limpeza de piscina, compra de adubo para jardim e até de vídeos de pornografia), mas estava pressionado por se opor à liberação de dados dos gastos da Casa. O episódio causou grande repercussão no Reino Unido, até porque a última vez em que ocorrera uma renúncia de presidente da Câmara dos Comuns fora em 1695. Hoje, como informa o The Guardian, o primeiro-ministro Gordon Brown prometeu que um novo sistema de controle de gastos vai fazer uma “limpeza” dos parlamentares que tenham cometido desvios, e muitos correm o risco de perder o cargo".
Enquanto isso, no Brasil, pizzas e mais pizzas, um rodízio interminável...
Os últimos sabores:
- Passagens aéreas do Congresso;
- Petrobras; e
- Auxílio-moradia na PMERJ.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO