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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

CRISE NA PM: OS GRAVES PREJUÍZOS DOS CANDIDATOS DE OUTROS ESTADOS.

Nada mais natural do que pessoas se candidatarem em concursos públicos abertos em estados diferentes do seu de residência. No Rio de Janeiro, isso é muito comum, inclusive nos concursos para a Polícia Militar, tanto para o Curso de Formação de Soldados (CFSd), quanto para o Curso de Formação de Oficiais (CFO). A aprovação desses candidatos exige uma boa organização do processo recrutamento e seleção, considerando que a pesquisa social, um das fases do concurso, precisa ser realizada no estado de origem, o que na PMERJ era desenvolvido por equipes do Centro de Recrutamento e Seleção de Praças (CRSP), que viajavam para esses locais.
Infelizmente, após a abertura das portas da PMERJ promovida pelo governo estadual, com a facilitação das provas e com o ingresso de milhares de novos alunos para o CFSd, o processo passou a sofrer prejuízos, conforme a nova denúncia que recebi recentemente. 
Atualmente, alunos aprovados de outros estados estão sendo duramente prejudicados, pois estão sendo ultrapassados por milhares que foram aprovados em classificações posteriores a deles, isso em razão de suas pesquisas sociais não estarem sendo concluídas, pois estão a cargo das Polícias Militares desses estados, o que causa uma demora enorme.
Exemplificando: Um candidato que morava no estado "X" foi aprovado em 1.000o lugar na prova. Como a sua pesquisa feita no estado de origem está atrasada, candidatos classificados no 2.000o lugar, ..., 3.000o lugar, acabam incorporando antes dele. Um prejuízo financeiro enorme e que na antiguidade se estenderá por longos anos, causando uma série de prejuízos na carreira.
Isso é um dos reflexos do caos que se instalou no processo de recrutamento e seleção, assim como, no processo de formação de Soldados da PMERJ, como denunciamos seguidas vezes no blog.
Eu orientei ao denunciante a procurar um advogado e a representar junto ao Ministério Público e à Corregedoria Geral Unificada.
Cabe destacar que essa tragédia começou no comando do coronel Mário Sérgio e que tanto o Chefe do CRSP, quanto o Comandante do CFAP, são Oficiais reconhecidos por sua competência e honestidade, portanto, não podem receber os ônus sobre os seus ombros, o problema é governamental.
Juntos Somos Fortes!

domingo, 30 de janeiro de 2011

O FLAMENGO, OS TIROS, OS SUPER GPAEs E A PORTA DA ESPERANÇA DOS DESEMPREGADOS.

SITE G1
Jogador do Flamengo se envolve em confusão que termina com PM preso.
Confusão aconteceu em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio.
Polícia diz que Éverton Silva estava com habilitação vencida (leiam).
COMENTO:
Todos possuem o direito da presunção da inocência, portanto não devemos fazer julgamentos precipitados apenas com o que foi noticiado.
Os Policiais Militares recebem na sua formação treinamento que os capacita a só fazer uso da arma de fogo nas condições amparadas pela legislação, o que aparentemente não se trata do caso.
Longe de julgar, esse tipo de notícia provoca em mim uma grande inquietação, diante apenas da possibilidade de ser verdadeira, situação que demonstraria uma possível falha na formação profissional. Como os nossos leitores sabem, a PMERJ não realiza a formação continuada, via de regra, um PM após a conclusão do seu curso de formação, fica anos sem entrar em uma sala de instrução, o que determina que essa formação deveria ser a melhor possível, por ser a única por anos, mas infelizmente, essa não é a realidade.
Além disso, para colocar milhares de PMs nos Super GPAEs (UPPs), o governo Sérgio Cabral abriu as portas da Polícia Militar, inclusive facilitando sobremaneira o concurso para admissão no Curso de Formação de Soldados. A intenção de facilitar foi tão evidente que a Chefe do CRSP, reconhecida pela sua competência e intransigência com relação aos parâmetros dos concursos, foi movimentada da OPM.
Tenho ouvido falar que ficou tão fácil ser PM, que o CRSP está sendo conhecido como a "Porta da Esperança" para todos os desempregados do Rio que tenham conseguido terminar o ensino médio.
Tudo isso é muito grave, nenhuma instituição organizada militarmente sobrevive a problemas simultâneos nas áreas de recrutamento, seleção e formação, sem condenar o seu futuro.
A situação da PMERJ é terminal.
Pior, no Rio de Janeiro não existem vagas disponíveis nos CTIs.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

POLÍCIAS MILITARES: DESMILITARIZAÇÃO E PORTA DE ENTRADA ÚNICA - MAJOR HELIO VITOR.

EMAIL RECEBIDO:
Caro amigo Paul
Com relação à desmilitarização, só farei um breve comentário no final, até porque concordamos não ser ela necessária, no que se refere ao Quadro Complementar há também uma concordância , tenho inclusive um trabalho sobre o assunto , deixarei para abordar em futuro próximo por ser extenso e inoportuno no momento.
No que se refere a porta de entrada única, muito embora respeite a sua opinião, retorno ao assunto, pois no que me concerne não ficou bem esclarecido.
Portanto com todo o respeito, que nutro por nossa amizade e nossos pontos de vista, me permito fazer uma dissecação sobre as suas colocações ao mencionado artigo.
Esclareço, outrossim, ter levado todo este tempo para retornar ao assunto pois nos fins de semana viajo e no interior desligo-me da internet, o companheiro sabe que ainda estou exercendo a profissão, por ter trabalhado segunda-feira e terça-feira, o dia inteiro, apenas agora houve disponibilidade de tempo para tal abordagem.
Vamos a ela, quando falo em exigência de formação em direito para o ingresso na Academia D. João VI, é tão somente com o objetivo de elevar o nível dos cadetes e com isso poderíamos reduzir o tempo de permanência dos mesmos nos bancos escolares, onde lhes seriam ministrados todos os conhecimentos relativos ao exercício da profissão, podendo ser considerado um curso de pós-graduação.
As demais carreiras de nível superior que fossem de interesse da instituição, fariam parte integrante do Quadro Complementar.
As praças continuariam com o concurso específico, mas a formação precisa ser totalmente reformulada.
A criação de um quadro de sargentos, com ingresso direto também é de bom alvitre, os quais poderiam tanto ser combatentes, como exercer funções administrativas, caso tivessem formação.
Existe uma tendência viciosa na corporação, que vem sendo posta em prática faz muito tempo, em afirmar ser bom só o operacional, isto é uma ignomínia não há em lugar nenhuma organização com bom desempenho na atividade fim, se possuir uma atividade meio capenga.
Quanto ao argumento, que Oficiais QOA, apresentam melhor desempenho que Oficiais QOPM, em início de carreira isso é normal. Se formos usar esse ponto como justificativa para entrada única, veremos que em todas as profissões o fato ocorre, os técnicos experientes via de regra tem melhor desempenho em tarefas operacionais, se comparados aos profissionais de nível superior recém saídos das universidades, nem por isso achamos que o engenheiro deva começar pela base como peão.
Os professores em início de carreira temem enfrentar uma turma, o amigo conhece bem o problema, não estou dizendo que tenha passado por ele, mas é professor e já deve ter visto muitos colegas em situações delicadas.
Pretendo ser breve, conciso, objetivando ser claro, sem ser prolixo, assim acho que usar o argumento mencionado antes destes dois parágrafos, como axioma é refutável.
Aliás, tudo na vida, ou quase é refutável, tanto que toda unanimidade é burra como dizia Nelson Rodrigues.
Quanto ao uso do sistema de mérito, para ascensão funcional em nosso país, é um perigo, temos os bajuladores de plantão, os que gostam de ser bajulados, talvez algo misto, tipo cursos de aperfeiçoamento, antiguidade e mérito, todos juntos ou pelo menos nos dois itens.
No tocante ao militarismo, vejo essas manifestações porque com a permissividade hoje existente, as pessoas se negam a obedecer regras.
Há que se entender, para ser respeitado tem que ser dar ao respeito.
Tudo evolui, em assim sendo os regulamentos e normas precisam ser aperfeiçoados e modernizados, sempre fui favorável.
Quando fizeram o concurso, sabiam que seriam militares, não foram laçados na rua, foram voluntários.
Vou divagar um pouco, todavia acredito ser necessário, por ter pouco tempo disponível, comentarei vários assuntos.
Quero registrar aqui, que a aproximadamente três anos foi perdida talvez a maior oportunidade da década, quando Coronéis Barbonos e os Quarenta da Evaristo, não tiveram o apoio necessário das entidades de classe, por egoísmo ou motivação política, para levar avante os seus projetos e reivindicações, na história da PM foi a primeira vez em ocupantes do último posto da corporação participaram de um movimento, pois nos anteriores, em que participei, éramos tenentes, capitães e no máximo majores.
Outra falácia é essa PEC 300, eu nunca acreditei nela, alguns dizem ser bom manter vivo o movimento, respeito a opinião, porém isso em nada incomoda o governador, a pressão precisava ser em cima dele.
Neste item a maior dificuldade encontra-se na falta de mobilização e num problema crônico, que é a maldita corrupção.
Infelizmente os corruptos têm visão e pensamento curtos, não enxergam que se lhes acontecer um acidente em serviço e pior ainda fora dele, acarretando uma incapacidade permanente, além de miseráveis de direito, também o serão de fato, a fonte secará totalmente.
Essa deterioração vem de longa data, teve seu início quando governadores começaram a conceder gratificações incorporáveis a um grupo reduzido de oficiais e principalmente aos coronéis para que estes segurassem a tropa, desrespeitando o escalonamento vertical.
Hoje vejo coronéis companheiros de turma se lamuriando, porque detentores de tais benesses, são ceifados por ultrapassar o teto do estado, aproveito para falar é justo, não, porém é bem feito, porque quando ocupavam cargos de mando, ao invés de pleitear, o beneficio para todos só queriam saber da condição pessoal.
Posso falar, pois não incorporei nada.
Em virtude de estar fora faz muito tempo, mesmo quando na ativa não me identificava como tal, hoje com mais razão, é por isso que ao conversar, as pessoas contam-me as barbaridades praticadas por integrantes da corporação.
Daí reafirmar que a maior contaminação está no seio das praças.
Sei que vão espernear, vociferar, perder o senso crítico, mas é verdade.
Basta verificar quase sempre uma notícia envolvendo, truculência, arbitrariedade, corrupção e extorsão, lá estão praças, raras vezes oficiais.
Outrossim, reafirmo que ninguém com 3° grau bem feito irá ser praça na PM.
Na época em que iniciei a carreira, nem se falava em segurança, os oficiais que possuíam formação universitária exerciam sua respectiva profissão, ou partiam para o magistério, as praças exerciam normalmente uma função técnica fora da PM, uns poucos eram portadores de nível universitário, nem por isso eram menos nobres no exercício da segunda profissão.
Depois é que apareceram as seguranças, vou causar polemica de novo, no meu entender nesse momento começaram de forma subrepticia a criar dificuldade para vender facilidade.
Avançando no tempo vieram as vantagens concedidas a uns poucos em detrimento da maioria.
Tenho certeza que essas benesses dadas aos ocupantes dos cargos mais altos da corporação empurraram inexoravelmente a base para a pratica de ilícitos e no momento atual, também está forçando os oficiais em início de carreira a adoção das mesmas práticas.
Afirmo isso, mas não defendo, nem justifico tais práticas.
Isso é um esfacelamento perverso e programado pelos governantes, visando a completa desmoralização da instituição, facilitando no futuro sua extinção.
Dando continuidade a este programa, agora estão a cada concurso para ingresso na corporação baixando mais e mais o nível, permitindo a entrada de elementos totalmente despreparados, visando somente inchar o quadro, para depois alegar que o enorme quantitativo inviabiliza a concessão do um aumento de salário descente.
A admissão de gari da COMLURB é mais rigorosa, sem desmerecer tais profissionais.
Os que defendem a desmilitarização pensam que ao se tornarem civis vão ser colegas dos policiais civis, não se iludam, a instituição incorporada, ou absorvida pela outra chegará sempre em posição hierarquicamente inferior e submissa, esses ávidos pela transformação serão meros amarra-cachorro dos agentes da civil.
A reversão deste quadro é muito difícil.
A mudança da designação em nada vai alterar o quadro atual.
Sempre defendi também a criação da pensão militar, desde tenente, para dar aos descendentes, condições dignas de sobrevivência após o falecimento do policial militar.
Por derradeiro meu amigo, aquela diminuta turma de analfabetos funcionais, que posta comentários para o seu blog no anonimato, tem uma cultura impar pelos erros crassos de grafia cometidos, podemos ver o quão preparados são.
Devem ter extrema dificuldade de ler, entender e analisar o que está escrito, como explicar novamente escrevendo, é tarefa impossível, melhor seria desenhar, porém não tenho essa habilidade, ficarei em débito com item.
Um forte abraço.
J. S. F.
Major de Polícia Helio Vitor Ramos da Rosa
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

CONCURSO PARA O CURSO DE FORMAÇÃO DE SOLDADOS DA POLÍCIA MILITAR - PROBLEMAS.

No nosso espaço democrático temos divulgado problemas concernentes ao Concurso para o CFSd/2010 da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
Logo que saiu o EDITAL, criticamos a clara facilitação da aprovação com as mudanças instituídas pela gestão da modernidade, sobretudo no tocante à retirada e à inclusão de matérias. As alterações foram anunciadas como uma modernização para o público, aproveitando o apoio de parte considerável da mídia ao governo Sérgio Cabral, mas todos interna corporis sabem que o objetivo foi aumentar o número de aprovados para permitir a formação de um maior número de Soldados, retirando a matemática.
Historicamente, nos concursos para o CFSd sobravam vagas, considerando que os péssimos salários não atraíam os mais qualificados no ensino médio para o concurso, assim, apesar do grau de dificuldade das provas ser muito baixo, as reprovações eram tantas que impediam o aproveitamento de todas as vagas.
Quem tiver dúvidas sobre a facilitação do acesso, basta consultar o conteúdo programático das matérias contido no Edital. Além disso, o número atual de aprovados também ratifica que as provas foram muito fáceis.
Escrito isso tratemos de um problema grave que está ocorrendo e que pode gerar uma infinidade de ações judiciais, inviabilizando o concurso.
Tenho recibo reclamações sobre como está sendo apurada a média da Prova Escrita (Prova Objetiva + Prova de Redação), conforme publiquei em artigo anterior.
Tais dúvidas estão aumentando pelo fato da PMERJ não divulgar a nota final de cada candidato aprovado na relação de classificação, a corporação só ordenou os candidatos em colocações.
Basta acessar as relações para constatar o problema:
O candidato aprovado acessando a classificação não sabe a média final dos demais candidatos (a dele ele calcula). Assim sendo, como saber se não foi colocado no ordenamento errado?
Por exemplo, um candidato constata que ocupa a 1.500a colocação na relação. Ele sabe a sua média, mas não sabe a dos outros, como descobrirá se não foi ordenado erradamente na 1.500a colocação?
É impossível descobrir sem as notas de todos.
Penso que a PMERJ, urgentemente, deva divulgar o ordenamento acompanhado da média de cada candidato, pois só assim os candidatos poderão verificar se foram ordenados corretamente de acordo com a sua média.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

CONCURSO PARA A POLÍCIA MILITAR - DENÚNCIA ANÔNIMA - GRAVÍSSIMA.

Toda denúncia anônima deve ser tratada com todo cuidado, embora as próprias Polícias realizem grandes operações escudadas em denúncias anônimas (disques-denúncia), como a mídia tem informado.
Recebemos uma denúncia muito grave, considerando o que já publicamos nesse espaço sobre a "abertura das portas da Polícia Militar", para satisfazer o projeto político do homem que não cumpre as promessas.
Postamos a denúncia com o objetivo de que todos possam contribuir para o esclarecimento dos fatos, inclusive a própria chefia do CRSP.
Denúncia:
"O novo Chefe do CRSP mandou reconvocar todos os candidatos reprovados pela Chefia passada do CRSP (Tenente Coronel Siciliano), para uma nova avaliação. Estão sendo reconvocados os candidatos reprovados no exame médico, exame físico e na pesquisa social. A idéia é aproveitar todos, independente da condição.
O exame médico do atual concurso será por conta de cada candidato, o que contraria o edital do concurso em vigor, e poderá facilitar a fraude. Na taxa de inscrição do concurso já está incluindo a realização do exame médico pela Corporação".
Os dois fatos denunciados, caso sejam verdadeiros, merecem a imediata avaliação do Ministério Público.
Assim sendo, solicitamos a todos que possuam informações que confirmem ou que desmintam essas denúncias, qu encaminhem comentários ou emails com brevidade.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

POLICIAIS MILITARES E POLICIAIS CIVIS ENTENDAM DE UMA VEZ POR TODAS O PRINCIPAL MOTIVO DE RECEBERMOS SALÁRIOS DE FOME...

SALÁRIO INICIAL DA POLÍCIA FEDERAL
R$ 7.514,33
O jornal divulga um concurso para a Polícia Federal com salário inicial de R$ 7.514,33, ou seja, mais de 7 (sete) vezes os salários iniciais da PMERJ, do CBMERJ e da PCERJ.
E, como a Polícia Federal pode oferecer esses excelentes salários para os iniciantes?
Simples, apesar da sua missão constitucional (artigo 144 da Constituição Federal) demandar um efetivo de mais de 100 Policiais Federais, a Polícia Federal mantém um efetivo reduzidíssimo, assim sendo, pode pagar muito bem.
Não esqueçam, quanto mais gente para comer o bolo, menor a fatia.
Enquanto a Polícia Federal ganha esses justos salários e não tem condições de cumprir as suas missões constitucionais em razão do pequeno efetivo, no Rio de Janeiro, por exemplo, um delegado da Polícia Federal determina que os Policiais Militares e os Policiais Civis cumpram a missão da Polícia Federal, tentando prevenir e reprimir o tráfico de drogas ilegais e o contrabando de armas.
E, os Policiais Militares e os Policiais Civis morrem em combate cumprindo missões da Polícia Federal, deixando viúvas e órfãos com pensões miseráveis.
Além dos policiais morrerem, a Polícia Civil e a Polícia Militar acabam sendo responsabilizadas pelo não cumprimento por parte da Polícia Federal de suas missões constitucionais.
Eles ganham muito bem e não cumprem as suas missões, nós ganhamos muito mal para realizarmos as missões deles e ainda morreremos.
Para eles os ótimos salários, para nós todos os ônus.
Se as comunidades carentes do Rio de Janeiro estão infestadas de traficantes armados com armas de guerra e vendendo drogas ilegais, a culpa não é da Polícia Ostensiva e de Preservação da Ordem Pública ou da Polícia Investigativa, basta lermos a Constituição Federal, artigo 144, que os culpados são logo identificados.
Policial Militar não seja burro!
Policial Civil não seja burro!
No Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB) para promover o seu projeto eleitoreiro das Unidades de Polícia Pacificadora, abrirá completamente as portas da Polícia Militar para milhares de novos Soldados e nós iremos ganhar cada vez menos, continuando a fazer o trabalho da Polícia Federal, que pagará cada vez melhor.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO