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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

OS DOIS RIOS DE JANEIRO.

Estou em Copacabana, Zona Sul do Rio, acabei de fazer um tour muito interessante saindo do Méier, passei pela Zona da Leopoldina e alcancei a Zona Sul.
Em pouco mais de uma hora eu percorri dois mundos completamente diversos, a Zona Norte + Zona da Leopoldina e a Zona Sul. Se eu estivesse acompanhado de uma pessoa que não conhecesse o Rio, ela teria perguntado qual das metades era o famoso Rio de Janeiro, cantado em verso e em prosa.
O abandono da Zona da Leopoldina é um imenso contraste com a situação da Zona Sul, onde tudo é diferente, em termos de conservação urbana.
O Rio é uma cidade partida, eis uma verdade que não pode ser contestada.
Penso que a saída seja a população eleger políticos que não morem na Zona Sul e na Zona Oeste (Barra e Recreio), sobretudo para os cargos de prefeito e de governador.
Quem sabe o nosso próximo prefeito não seja um morador de Madureira, Olaria ou Bangu?
JUNTOS SOMOS FORTE!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

RIO SEM TRANSPORTE, SEM ESCOLA E SEM PAZ.


Em frente à Central do Brasil, dezenas de pessoas ficam a pé: ônibus mais cedo nas garagens | Foto: Alexandre Brum / Agência O Dia

JORNAL O DIA:
Medo para a cidade: Sem transporte, escola e paz

Dezenas de pessoas ficam sem ônibus, shoppings da Zona Norte fecham as portas cedo e mais de 38 mil estudantes não foram às aulas na capital
Rio - O clima de guerra que tomou conta do Rio alterou a rotina dos cariocas. Ontem, escolas foram fechadas, ônibus saíram de circulação, funcionários de repartições públicas deixaram o trabalho mais cedo e hospitais funcionaram em esquema especial. O comércio também fechou as portas, até em grandes shoppings da Zona Norte.
Os transtornos começaram cedo. Ao todo, 159 escolas municipais não funcionaram, deixando mais de 38.500 alunos sem aulas, a maioria na Zona Norte. Na rede estadual, 21 unidades ficaram fechadas.
Trabalhadores ficaram sem condução na hora de voltar para casa. No fim da tarde, linhas de ônibus com destino à Baixada Fluminense cancelaram a integração com o Metrô. No fim da noite, empresas de ônibus recolheram os veículos e milhares de passageiros ficaram a pé. “Estou há quase seis horas tentando chegar à Penha, mas não consigo. Vans e Kombis estão cobrando três vezes o valor da passagem”, disse o funcionário público Paulo Marquês, 50 anos, que esperava condução no Terminal Procópio Ferreira, no Centro (leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 3 de julho de 2009

O QUE FAZ A SECRETARIA DE ORDEM PÚBLICA DO "XERIFE" RODRIGO BETHLEM.

Hoje o Excluído Fardado constatou que a Secretaria Municipal de Ordem Pública do Município do Rio de Janeiro, anda correndo atrás demais de camelôs e derrubando muitas moradias, pois não tem tido tempo de cuidar do patrimônio público.
Rodrigo Bethlem, que recebeu o codinome de "Xerife do Rio" parece desconhecer os verbos preservar e consertar, ele só conjulga bem os verbos destruir e apreender.
O codinome atribuído a ele pela "mídia chapa branca" perdeu muito da força quando ele foi apanhado cometendo irregularidades administrativas (trânsito), sumindo um pouco da frente dos holofotes.
No intuito de colaborar, considerando que Eduardo Paes já completou 5 (cinco) meses de governo, o Excluído Fardado tirou algumas fotos da Praça XV.
A escada rolante do "mergulhão" não tem degraus, demonstrando um total abandono.

A imagem mais impressionante é a do banheiro químico que está "instalado" no meio da praça, uma praça que não é do povo, pelo visto. Observem que ele está parcialmente destruído e que está afixado nele um cartaz inusitado, que demonstra o descaso de 5 (cinco) meses de administração, pois mesmo que o banheiro tenha sido instalado por administrações anteriores, é inadmissível que a super-estrutura comandada por Rodrigo Bethlem não tenha providenciado uma solução.



Em qualquer parte do mundo civilizado, o responsável pela colocação de um banheiro químico, em uma praça pública, sem antes providenciar as instalações de água e esgoto, seria duramente responsabilizado. No Brasil, não vai acontecer nada, pois o dinheiro público brasileiro não é de ninguém.

JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

CORONEL BARBONO