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quarta-feira, 16 de abril de 2008

O DIA ON LINE - 16/04/2008 - MULHER É BALEADA EM TIROTEIO NA CHATUBA

16/4/2008 19:27:00
Mulher é baleada em tiroteio na Chatuba
Bartolomeu Brito e Thiago Prado
"Rio - Uma mulher foi baleada durante os confrontos entre traficante e policiais no Morro da Chatuba, Complexo da Penha, na Zona Norte, na tarde desta quarta-feira. A doméstica Ruth do Nascimento, 54 anos, levou um tiro de raspão no abdômem enquanto trabalhava na casa da patroa, na Rua Maragogi 88, que fica próxima a região. Ela foi levada para o Hospital Getúlio Vargas, onde está em observação. Seu estado de saúde é estável.O pequeno comércio existente na Rua do Cajá - que é estritamente residencial - fechou as portas. Os ônibus que fazem ponto final no fim da rua pararam de circular. Muita gente que ia sair de casa para trabalhar foi obrigada a retornar.
No início da tarde, o tiroteio causou pânico nos médicos e pacientes que estavam na tenda de hidratação do Parque Ary Barroso, nos fundos do Hospital Getúlio Vargas. Enfurecidos por estarem sendo filmados e fotografados, começaram a atirar contra os repórteres que estavam na esquina das ruas do Cajá com Jaci. Todos tiveram de se abrigar para evitar serem atingidos. Durante o tiroteio, as pessoas que estavam sendo atendidas, assim como os profissionais que ali trabalham, se jogaram no chão. Uma moça que estava com o filho de 10 meses no soro correu para o hospital levando a criança com o soro.
Segundo os funcionários que trabalham na tenda, os atendimentos foram suspensos por cerca de 30 minutos. O tenente-coronel Sérgio Ângelo da Rocha, comandante do 28º GBM (Grupamento de Bombeiros Militar), ajudou a controlar a situação, orientando as pessoas a se esconderem dentro do hospital. Alguns chegaram a ter crise nervosa devido aos tiros. Três pessoas tiveram que ser medicadas.
“Quando cheguei a situação era dramática, quase todo mundo no chão e um desespero geral. Procurei acalmar a todos e pegamos as pessoas e aglomeramos em um espaço menor, junto ao muro que dá para os fundos da Tenda”, explicou Rocha. “Três pessoas tiveram crises de hipertensão e foram encaminhadas para o Hospital Getúlio Vargas. Até uma enfermeira do Corpo de Bombeiros passou mal e foi levada para o HGV”, disse o tenente.
A operação na Chatuba começou quando Policiais Militares invadiram o morro e trocaram tiros com traficantes. Cerca de 100 homens e quatro carros blindados participaram da ação, que teve até explosão de granada."
JUNTOS SOMOS FORTES!
MOVIMENTO SEGURANÇA CIDADÃ!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

domingo, 6 de abril de 2008

O DIA - 06/04/2008 - CARRO DA PM DÁ CARONA PARA O PERIGO



DESTACO:
"LEVANTAMENTO FEITO POR O DIA NA SEMANA PASSADA MOSTROU, POR EXEMPLO, QUE O BATALHÃO DE BOTAFOGO (Segundo Batalhão) TEM 30 CARROS PARA RODAR EM 15 Km2, ENQUANTO O DÉCIMO QUINTO BATALHÃO (Duque de Caxias) TEM 29 VIATURAS PARA CIRCULAR EM 468,3 Km2."

JUNTOS SOMOS FORTES!
VAMOS MUDAR A SEGURANÇA PÚBLICA!
POVO E POLÍCIA!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

segunda-feira, 31 de março de 2008

O DIA - 31/03/2008 - MENOS 6 MIL POLICIAIS


JUNTOS SOMOS FORTES!
VAMOS MUDAR A SEGURANÇA PÚBLICA!
POVO E POLÍCIA!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

domingo, 30 de março de 2008

O DIA - 30/03/2008 - ÁREAS VIOLENTAS ESQUECIDAS

DIA ON LINE - 30/3/2008 01:40:00
Áreas violentas esquecidas
Distribuição de equipamentos da Polícia Militar, como viaturas e cabines, está muito abaixo da necessidade de combate ao crime em regiões com maiores extensões, população e criminalidade
Paula Sarapu e Thiago Prado

"Rio - Privilegiados na distribuição do efetivo da Polícia Militar, os batalhões da Zona Sul e do Centro também concentram o maior número de viaturas, em detrimento de áreas com índices de criminalidade, população e extensão territorial mais altos. Levantamento feito por O DIA nos batalhões da Região Metropolitana mostra que a Zona Sul tem 62 viaturas para percorrer os 41,8 quilômetros quadrados dos bairros policiados por três unidades. Para se ter uma idéia da disparidade, o batalhão de Botafogo (2º BPM) dispõe de 30 carros para rodar em 15 quilômetros quadrados, enquanto o 15º BPM (Duque de Caxias) tem 29 viaturas para circular em 468,3 quilômetros quadrados.
As proporções desiguais de homens e recursos para garantir a segurança nas ruas se reflete na criminalidade. Caxias teve no ano passado 501 homicídios, quase 10 vezes mais que na Zona Sul. A PM, mais uma vez, não quis se pronunciar sobre os critérios para a distribuição dos recursos de logística da corporação. Desde terça-feira, O DIA vem mostrando que a balança do efetivo da PM pesa mais para os bairros de maior poder aquisitivo.
Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), usados oficialmente para planejar a segurança, mostram que a população e os índices de criminalidade nas zonas Norte e Oeste, na Baixada Fluminense, em Niterói e São Gonçalo são mais elevados que os Zona Sul.
O Leblon, por exemplo, tem o maior número de cabines do Rio: são 19, distribuídas pela orla e também pelos bairros de Ipanema e de São Conrado. Apesar de ter somente 14 viaturas, a região — de 21,5 quilômetros quadrados — ganha em número de policiais que fazem patrulhamento a pé, contribuindo para a sensação de segurança dos moradores. Na área atuam, ao todo, 913 PMs, 185 a mais que o batalhão de Rocha Miranda (9º BPM).
A unidade do subúrbio tem números superiores em todos os quesitos analisados para se planejar o policiamento: tamanho da região, população e favelas. Na área, em 2007, 25.324 roubos e furtos e 454 homicídios. Já o Leblon contabilizou 7.376 roubos e furtos e 28 homicídios.
‘ESPELHO INVERTIDO’
Para a coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania, da Universidade Cândido Mendes (Cesec), Sílvia Ramos, o mapa de distribuição de policiais e equipamentos é um “espelho invertido” do mapa que registra a taxa de assassinatos na Região Metropolitana. “A Zona Sul apresenta padrão de Primeiro Mundo, enquanto regiões do 16º BPM (Olaria), 22º (Maré) e Santa Cruz (27º BPM) vivem um terror”, compara.
“Tudo indica que há outra lógica para nortear essa distribuição que não a lógica de proteção de vidas. Privilegia-se a proteção do patrimônio, com compromisso com o poder aquisitivo e a capacidade de pressão de pessoas desses setores”, critica. Em Mesquita, Nova Iguaçu e Nilópolis, policiadas pelo 20º BPM, a situação se repete. Lá, há apenas uma cabine e 30 carros para dar segurança e coibir crimes num espaço de 581,5 quilômetros quadrados — uma viatura para cada 19,38 quilômetros quadrados. Copacabana, por sua vez, tem uma viatura em cada 290 metros quadrados, na medida em que são 18 carros circulando em pouco mais de 5 quilômetros quadrados. Em um ano, o 20º BPM viu o roubo a pedestres subir de 2.761 para 4.108 ocorrências. Copacabana teve, no mesmo período, 978 casos.
Carências na região de Niterói
Niterói, São Gonçalo e Itaboraí lideram o ranking de carência de viaturas por área patrulhada: um carro para cada 32,55 quilômetros quadrados. A região, ao contrário da tendência de todo o estado, conviveu, ano passado, com aumento no índice de veículos roubados: 1.156 carros foram levados, ante 1.043 em 2006.Os batalhões da Zona Oeste, que enfrentam problemas como tráfico de drogas e milícias, também acabam prejudicados na matemática da distribuição. A área do Centro, repleta de agências bancárias e sedes empresariais, conta com o dobro de viaturas que a região do 14º BPM (Bangu), que tem 20 carros para patrulhar uma área gigantesca. “Aqui na Zona Oeste até temos mais viaturas, mas não há efetivo suficiente para usá-las”, admite o comandante do 2º Comando de Policiamento de Área (Zona Oeste), coronel Paulo César Lopes. Hoje, o batalhão de Bangu tem 650 PMs. Lopes diz que o Quadro de Distribuição do Efetivo (QDE) de 1977 aponta que a unidade deveria ter 1.470 homens. Na região de Campo Grande, patrulhada pelo Regimento de Polícia Montada (RPMont), há um carro a cada 12,44 quilômetros quadrados.
Jacarepaguá e Barra também não são contempladas com a melhor distribuição. As duas unidades têm 861 PMs, 61 viaturas e nove cabines para policiar uma área de 282,5 quilômetros quadrados. Na região, também contrariando a tendência do estado, houve forte aumento de roubo de carros — passou de 497 para 626 casos.
EFETIVO CONCENTRADO NO PALÁCIO
Atualmente, o local do Rio mais protegido pela PM está, sem dúvida, na Zona Sul. Dados do Departamento Geral de Pessoal (DGP) da PM mostram que o Palácio Guanabara tem hoje 255 policiais para cuidar do patrimônio da casa. Os homens fazem parte da 1ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM).
O número cresce ainda mais se contabilizados os policiais cedidos para secretarias e gabinetes que ficam dentro do Palácio. A Casa Civil, por exemplo, que é sediada no local, tem 342 PMs, segundo levantamento de O DIA publicado em fevereiro. Na época, a estatística revelava que havia 2.311 PMs lotados em órgãos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário das esferas municipais, estaduais e federais. Procurado, o chefe da Casa Civil, Régis Fichtner, não foi encontrado para se pronunciar sobre o elevado número de PMs longe do patrulhamento das ruas. A assessoria da Secretaria de Segurança preferiu não retornar as ligações para esclarecer.
Há ainda na PM os casos de unidades que nada têm a ver com o policiamento ostensivo e que conta com muitos praças e oficiais nos seus quadros. É o caso, por exemplo, do Hospital Central da Polícia Militar, que, segundo dados do ano passado, tinha 950 homens. Para lá, são encaminhados policiais e seus parentes com problemas de saúde.
A Companhia de Música da PM, responsável por treinar as bandas que se apresentam em solenidades da tropa, tem 145 homens. Já o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças, que qualifica os recrutas da corporação, tem 831 militares. Mas o que impressiona é o número de PMs na ‘geladeira’ da corporação, o DGP: há 2.510 policiais nessa situação, recebendo salários mas fora do dia-dia do trabalho."
Um Soldado da Polícia Militar que trabalha nas ruas do Rio de Janeiro ganha menos de R$ 30,00 (trinta reais) por dia, metade do que recebe uma diarista, para arriscar a sua vida em defesa da vida do cidadão fluminense.
Valorizar o Soldado de Polícia Militar eis a solução!
"No mínimo, o mínimo regional, como soldo!"
JUNTOS SOMOS FORTES!
VAMOS MUDAR A SEGURANÇA PÚBLICA!
POVO E POLÍCIA!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

quinta-feira, 27 de março de 2008

O DIA - 27/03/2008 - VIGILANTES NO LUGAR DE PMs




DESTACO:
PISO SALARIAL DOS VIGILANTES: R$ 690,64.
ENQUANTOA SEGURANÇA PÚBLICA DEFINHA, COM A NÃO VALORIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA (POLICIAL MILITAR E CIVIL), A SEGURANÇA PRIVADA CRESCE.
EM CONSEQUÊNCIA, O CIDADÃO FLUMINENSE QUE PAGA OS SEUS IMPOSTOS E QUE DEVERIA TER COMO CONTRAPARTIDA, UMA SEGURANÇA PÚBLICA DE QUALIDADE, TERMINA POR TER QUE PAGAR POR UMA SEGURANÇA PRIVADA.
A QUEM INTERESSA ESSA REALIDADE?
CERTAMENTE, NÃO AO CIDADÃO FLUMINENSE - PATROCINADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.
JUNTOS SOMOS FORTES!
POVO E POLÍCIA!
VAMOS MUDAR A SEGURANÇA PÚBLICA DO RJ!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

quarta-feira, 26 de março de 2008

O DIA - 26/03/2008 - MENOS PMs, MAIS VIOLÊNCIA



JUNTOS SOMOS FORTES!
VAMOS MUDAR A SEGURANÇA PÚBLICA NO RJ!
VALORIZAÇÃO DO POLICIAL MILITAR!
SALÁRIOS DIGNOS!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

terça-feira, 25 de março de 2008

O DIA - 25/03/2008 - O COBERTOR CURTO DA PM


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

O DIA ONLINE - 25/03/2008 - O COBERTOR CURTO DA PM

DIA ONLINE
25/3/2008 01:05:00
O cobertor curto da PM.
Maioria das unidades da Polícia Militar tem efetivo aquém do considerado ideal. Quadro é mais grave nos batalhões de bairros do subúrbio e da Zona Norte.
Andréa Uchôa
Thiago Prado

"Rio - Na distribuição de efetivo na capital, a Polícia Militar privilegia a Zona Sul e as área centrais em detrimento do subúrbio e Zona Norte. Dos 16 batalhões no Rio, apenas quatro obedecem à distribuição de um PM para cada 250 habitantes — considerada a ideal, segundo estudos de órgãos de segurança nacionais e internacionais. As unidades do Centro (Praça da Harmonia e Tiradentes), onde existem sedes de empresas e bancos e há grande população que só fica no horário de trabalho, estão entre elas. Enquanto isso, os batalhões do Méier, Rocha Miranda, Bangu e Olaria — localizados em áreas com forte atuação do tráfico de drogas e milícias — estão muito longe de atingir o padrão satisfatório.
Dados a que O DIA teve acesso no Departamento Geral de Pessoal (DGP) da PM mostram ainda que nem o efetivo divulgado constantemente pela corporação está correto: ao contrário dos 39 mil homens anunciados pelas autoridades, a PM tem hoje exatos 37.802 praças e oficiais para patrulhar as ruas. Solicitadas, as informações da distribuição do efetivo foram negadas pela assessoria da PM. A Secretaria de Segurança informou que não cabe à imprensa discutir o assunto “estratégico”.
No quesito PM por habitante, por pouco os batalhões do Leblon (23º BPM), Copacabana (19º BPM) e Botafogo (2º BPM) não atingem o patamar ideal. A renda per capita dos três bairros está entre as maiores da cidade. Para a socióloga Julita Lemgruber, diretora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, o correto seria distribuir os PMs de acordo com os índices de criminalidade:
"Nas áreas turísticas eles acabam concentrando efetivo maior e a polícia não nega isso. Até porque as autoridades são as primeiras a dizer que um crime na Zona Sul tem repercussão muito maior na mídia do que em outros lugares”, afirmou, em referência a uma frase dita no ano passado pelo secretário José Mariano Beltrame.
Batalhões da Baixada Fluminense e Interior do Estado também têm índices de ostensividade bem baixos. Belford Roxo e Mesquita, que são os campeões da falta de policiais por habitante, ainda perderam homens na comparação de março deste ano com o mesmo mês de 2007. Duque de Caxias e São Gonçalo completam a parte inferior do ranking."
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

segunda-feira, 24 de março de 2008

O DIA - 24/03/2008 - MAIS VIGIAS CLANDESTINOS DO QUE PMs


A QUEM INTERESSA A PROLIFERAÇÃO DA "SEGURANÇA PÚBLICA CLANDESTINA"?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

domingo, 23 de março de 2008

O DIA - 23/03/2008 - CRIME AVANÇA E POLÍCIA RECUA NA TIJUCA



ENQUANTO ISSO, MAIS DE 2300 POLICIAIS MILITARES ESTÃO FORA DAS RUAS!

JUNTOS SOMOS FORTES!
VAMOS MUDAR A SEGURANÇA PÚBLICA NO RJ!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

domingo, 16 de março de 2008

JORNAL O DIA - 16/03/2008 - FORÇA NACIONAL TERÁ CORREGEDORIA - THIAGO PRADO

A REPORTAGEM DO JORNAL O DIA RATIFICA A "SÍNDROME NACIONAL DA CRIAÇÃO DE ÓRGÃOS, DE PROGRAMAS E DE CARGOS COMISSIONADOS EM DETRIMENTO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS E DOS SERVIDORES PÚBLICOS.
UMA PERGUNTA FUNDAMENTAL PARA CURAR ESSA "SÍNDROME" CONTINUA SEM RESPOSTA:
QUANDO VAMOS CRIAR FÓRUNS NACIONAIS MULTIDISCIPLINARES PARA DECIDIR O USO DO DINHEIRO PÚBLICO NA SEGURANÇA PÚBLICA, NA SAÚDE PÚBLICA E NA EDUCAÇÃO PÚBLICA, PELO MENOS?



"Aumento de desvios de conduta leva Senasp a criar estrutura para reforçar a disciplina da tropa"


E mais dinheiro público é investido no programa federal da Força Nacional de Segurança, com a criação de novos cargos comissionados...
Enquanto isso os SERVIDORES PÚBLICOS (CONCURSADOS) - Policiais Militares e Policiais Civis - ficam apartados da cidadania no Rio de Janeiro!


JUNTOS SOMOS FORTES!

DEUS ESTÁ NO COMANDO!

PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

sábado, 2 de fevereiro de 2008

RECADOS OUVIDOS - RECADOS DADOS


O DIA ONLINE

2/2/2008 02:06:00

Pitta tenta reconciliação.

Novo corregedor da PM, escolhido por comandante-geral, mantém antiga equipe de oficiais.
Andréa Uchôa, Paula Sarapu e Thiago Prado.


Rio - Após a exoneração dos principais líderes dos Barbonos, o comandante-geral da PM, Gilson Pitta Lopes, tratou de acalmar os ânimos no maior foco de insatisfação dentro da corporação: a Corregedoria. Nomeado para o posto antes ocupado pelo coronel Paulo Ricardo Paúl, o também coronel Mauro Assad Couto disse ontem, em reunião no Quartel-General (QG), que vai manter os quatro chefes das Delegacias de Polícia Judiciária Militar (DPJM). Três deles haviam colocado os cargos à disposição quarta-feira em solidariedade ao movimento que luta por melhores salários.
Ontem, Pitta afirmou que não entende como rejeição o pedido de exoneração de diversos oficiais. Ele ainda tentou debelar a crise no plano pessoal com Paúl. Amigos há 32 anos, os dois tiveram a relação estremecida desde que Pitta — que participava de reuniões dos Barbonos — aceitou o convite para assumir o comando-geral. Na noite de quinta-feira, no Clube dos Oficiais da PM, o ex-corregedor disse que se sentia “completamente enganado” com a situação. “Não quero falar sobre tom de acusações. Nunca deixei de ser amigo de Paúl e ele sabe disso. Temos uma verdadeira amizade”, declarou Pitta.
Apesar da tentativa de aproximação, amigos de Paúl confidenciaram que ele quer distância da nova cúpula. De tão atônito com os acontecimentos dos últimos dias, ele chegou a cogitar se mudar. Vizinho do novo comandante-geral em um bairro da Zona Norte, o ex-corregedor estaria receoso de ter seus passos conhecidos. Ontem, Paúl foi ao Ministério Público para pedir garantias de vida ao Estado.
REAJUSTE EM DISCUSSÃOO secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, disse ontem que vai participar das negociações salariais, mesmo que a Associação dos Militares do Estado (AME) tenha pedido seu afastamento das discussões. “As propostas estão sendo analisadas e o governo ainda não se manifestou, mas acho o pedido de equiparação salarial (com a Polícia Civil) inconstitucional. Temos que mudar a lei e precisamos, no mínimo, de uma ampla discussão. Eu vou participar das negociações”, afirmou.
Na reunião pela manhã no QG para discutir detalhes do novo comando da Corregedoria, participaram, além de Assad, os tenentes-coronéis Joselson Franco Nunes (1ª DPJM), Mauro Reis (2ª DPJM), Sérgio Alexandre Rodrigues do Nascimento (3ª DPJM) e José Guilherme Xavier Saraiva (4ª DPJM). Desses, apenas Reis não havia colocado o cargo à disposição esta semana. Fontes afirmam ainda que Assad estaria constrangido em assumir o cargo de Paúl.
Por enquanto, o nome do novo corregedor não foi publicado no Boletim Interno da PM. Provisoriamente está na função o tenente-coronel Adailton Moura Mendonça, ex-subchefe de Paúl.
PROTESTO NA PRAIA DE COPACABANA LEMBRA 586 POLICIAIS MORTOS
As areias da Praia de Copacabana, em frente ao Copacabana Palace, se transformaram ontem em um ‘cemitério’. Os 586 PMs mortos em serviço no Rio entre 2004 e 2007 foram ‘sepultados’ simbolicamente durante a madrugada por oficiais da Associação de Militares Estaduais (AME). Eles colocaram uma cruz representando cada PM morto e 10 quepes, como forma de chamar a atenção da população para a luta da tropa por reajuste salarial.“A imagem da PM deve ser construída em cima do exemplo desses homens, que morreram para defender a população por menos de R$ 30 ao dia”, afirmou o presidente da AME, coronel Dilson Anaide.O protesto emocionou policiais e parentes de PMs, que, assim como cidadãos comuns, depositaram rosas junto às cruzes. “Somos apenas meia dúzia que ninguém dá valor”, disse, aos prantos, uma policial, sem se identificar.
Cariocas e turistas que caminhavam pela orla se surpreenderam com o número de militares mortos. “Nunca pensei que fossem tantos mortos assim. Fiquei revoltada em saber que ganham menos que uma faxineira para nos defender”, comparou, indignada, a aposentada Judit Bruckner, 76 anos.
Comandante do 6º BPM (Tijuca), o tenente-coronel Roberto Alves de Lima, que pediu exoneração do cargo quarta-feira, foi o único policial fardado no protesto. Ele saiu do batalhão para ir prestar homenagem a oito PMs de sua equipe mortos nos últimos três anos. “Decidi sair em razão de declarações publicadas em O DIA domingo, em que disseram que a PM não é confiável. Eu acho que a tropa é o reflexo do comandante. Não posso comandar uma tropa que não é confiável. Então, pedi para sair”, justificou. A reportagem citada por ele foi a entrevista exclusiva concedida pelo secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, a O DIA, onde ele questiona a confiabilidade e credibilidade da PM.Outro oficial presente foi o coronel Dario Cony, que preferiu se aposentar a ir para a Diretoria Geral de Pessoal, a ‘geladeira’ da PM. “Deixo a atividade alegre porque saí exonerado por lutar por melhores salários”, afirmou o coronel, deixando claro que, se não fosse a crise na corporação, continuaria na ativa.O comandante-geral da PM, coronel Gilson Pitta, declarou que esta foi uma singela homenagem, como tantas outras feitas às vítimas da violência.
Ironias à greve dos presos
O coronel Pitta foi duro ontem com os policiais presos no Batalhão Especial Prisional (BEP), que fazem greve de fome contra as mudanças no comando da corporação e a qualidade da comida servida na unidade: “Sempre falo da hierarquia e disciplina. Eles se encontram onde? Isso já diz o que penso”. Na noite de quarta-feira, os policiais iniciaram o protesto. A mobilização tem apoio do comandante do BEP, coronel Fernando Príncipe, que foi um dos 45 oficiais que entregaram o cargo após a exoneração de Ubiratan Angelo. Ao todo, 330 PMs presos no BEP estariam fazendo greve de fome.
“Os presos fizeram reivindicações sobre a alimentação servida e esperam ser atendidos. De qualquer forma, é uma manifestação para apoiar o protesto dos oficiais”, afirmou Príncipe.
Ontem, os policiais continuaram protestando como na quinta-feira. Promoveram um panelaço, exibiram pratos vazios e estenderam faixas pedindo melhores salários. A previsão é que a manifestação dure até a terça-feira após o Carnaval.
Sem acesso ao Sambódromo
Depois da polêmica em torno da nomeação e da posse a portas fechadas, o novo comandante-geral da PM, coronel Gilson Pitta, pode passar por mais uma situação embaraçosa. Até ontem, dia da abertura oficial do Carnaval, seu nome e o do chefe do Estado-Maior, coronel Suarez David, não constavam na lista de credenciados para o camarote da Polícia Militar no Sambódromo. No lugar dos novos comandantes, ainda estavam os nomes dos coronéis Ubiratan Angelo, ex-comandante-geral, e Samuel Dionísio, ex-chefe do Estado-Maior, além de outros oficiais, assessores e ajudantes mais próximos de Ubiratan e Dionísio. Ambos ainda não haviam assinado a lista de credenciamento até ontem à noite, o que não confirma a presença deles.
O coronel Pitta, que só tem falado com a imprensa em eventos oficiais da corporação, não informou se vai comparecer aos desfiles. Desde que assumiu a nova função, o comandante tem declinado de uma lista de pedidos de entrevistas sobre a nova gestão da PM."


Parabéns ao DIA ON LINE!
Caro Coronel de Polícia ASSAD:

Nós sabemos o que está acontecendo.
Trabalhe duramente na Corregedoria Interna, se esforce ao máximo, logo tudo voltará ao normal.
Os Chefes das quatro Delegacias de Polícia Judiciária Militares devem agir da mesma forma - bem como - o Chefe do Centro de Criminalística.
Todo o efetivo correcional deve se dedicar as suas atividades, cumprindo a sua nobre missão.
Paulo Ricardo Paúl
Coronel de Polícia
Cidadão Brasileiro Pleno


Ao Coronel Gilson Pitta Lopes:

Não tenha dúvida, eu só aceitarei que você realmente "decidiu" aceitar o lugar do Comandante Geral da Polícia Militar Coronel Ubiratn de Oliveira Angelo, quando ouvir da sua própria boca a resposta a pergunta que farei (a mídia tem sido gravado), quando estivermos juntos no Quartel General, logo após o Carnaval, pois agendarei uma entrevista com você.
Estou muito desgastado, mas você sabe que eu não vou parar, você sabe que muitos não irão parar, porém deixo claro que não vou deixar de perguntar a você e ao Coronel de Polícia David.
Olho no olho, verei a verdade.
Eu tenho a minha versão para o que está acontecendo - e tenho todo esse direito - porém não farei acusações, enquanto não puder comprová-las.
Não esqueça Pitta, eu sou um investigador, um bom investigador, tenho certeza.
Leve o meu apoio aos seus familiares e aos familiares do Coronel David, que devem estar sofrendo tanto quanto os familiares dos execrados.
Você sabe que eu não posso ficar sem segurança e que eles precisam de uma viatura.
DEUS ESTÁ NO COMANDO!
Toda a verdade será esclarecida.
Quem traiu, quem não traiu.
Quem se posicionou, quem ficou em cima do muro (nesse caso não existe muro, falei isso para alguns Comandantes, tem um lado ou o outro) e quem não teve a exoneração aceita.
Nós temos a lista de todos os Comandantes, Chefes e Diretores que pediram exoneração, a mídia também.
E quero perguntar diretamente a você e ao David.
As imagens exibidas são muito fortes, as falas são cruéis, porém quero ouvir de vocês - olho no olho.
Você deve imaginar o nível de estresse que estou vivenciando, o que certamente prejudica em alguns momentos as minhas avaliações.
O carnaval vai passar e ninguém poderá impedir um Coronel de Polícia Militar de ter uma audiência - em separado - com o Comandante Geral da Polícia Militar e com o Chefe do Estado Maior da Polícia Militar, no Quartel General da Polícia MIlitar do EStado do Rio de Janeiro.
Paulo Ricardo Paúl.
Coronel de Polícia
Cidadão Brasileiro Pleno

Ao Coronel Ubiratan de Oliveira Angelo:

Meu irmão, eu preciso falar com você.
O mais rapidamente possível.
Você lembra o que eu falei sobre um "guindaste" para arrancá-lo do seu lugar de direito.
Nós estamos descobrindo esse "guindaste", pois não é fácil esconder um "guindaste".
Dentro do possível, mantenha a sua sobriedade, a sua hora de falar chegará e estaremos todos no Pátio do Quartel General da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, para ouvi-lo, como fizemos na sua solenidade de posse.
Nós, os Militares de Polícia, formados em sua homenagem, cantaremos o hino nacional, a canção do Policial Militar e desfilaremos.
A Sociedade Fluminense estará presente.
A pátria estará presente com o símbolo maior tremulando.
DEUS ESTÁ NO COMANDO!


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO