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terça-feira, 25 de março de 2008

O DIA - 25/03/2008 - O COBERTOR CURTO DA PM


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

O DIA ONLINE - 25/03/2008 - O COBERTOR CURTO DA PM

DIA ONLINE
25/3/2008 01:05:00
O cobertor curto da PM.
Maioria das unidades da Polícia Militar tem efetivo aquém do considerado ideal. Quadro é mais grave nos batalhões de bairros do subúrbio e da Zona Norte.
Andréa Uchôa
Thiago Prado

"Rio - Na distribuição de efetivo na capital, a Polícia Militar privilegia a Zona Sul e as área centrais em detrimento do subúrbio e Zona Norte. Dos 16 batalhões no Rio, apenas quatro obedecem à distribuição de um PM para cada 250 habitantes — considerada a ideal, segundo estudos de órgãos de segurança nacionais e internacionais. As unidades do Centro (Praça da Harmonia e Tiradentes), onde existem sedes de empresas e bancos e há grande população que só fica no horário de trabalho, estão entre elas. Enquanto isso, os batalhões do Méier, Rocha Miranda, Bangu e Olaria — localizados em áreas com forte atuação do tráfico de drogas e milícias — estão muito longe de atingir o padrão satisfatório.
Dados a que O DIA teve acesso no Departamento Geral de Pessoal (DGP) da PM mostram ainda que nem o efetivo divulgado constantemente pela corporação está correto: ao contrário dos 39 mil homens anunciados pelas autoridades, a PM tem hoje exatos 37.802 praças e oficiais para patrulhar as ruas. Solicitadas, as informações da distribuição do efetivo foram negadas pela assessoria da PM. A Secretaria de Segurança informou que não cabe à imprensa discutir o assunto “estratégico”.
No quesito PM por habitante, por pouco os batalhões do Leblon (23º BPM), Copacabana (19º BPM) e Botafogo (2º BPM) não atingem o patamar ideal. A renda per capita dos três bairros está entre as maiores da cidade. Para a socióloga Julita Lemgruber, diretora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, o correto seria distribuir os PMs de acordo com os índices de criminalidade:
"Nas áreas turísticas eles acabam concentrando efetivo maior e a polícia não nega isso. Até porque as autoridades são as primeiras a dizer que um crime na Zona Sul tem repercussão muito maior na mídia do que em outros lugares”, afirmou, em referência a uma frase dita no ano passado pelo secretário José Mariano Beltrame.
Batalhões da Baixada Fluminense e Interior do Estado também têm índices de ostensividade bem baixos. Belford Roxo e Mesquita, que são os campeões da falta de policiais por habitante, ainda perderam homens na comparação de março deste ano com o mesmo mês de 2007. Duque de Caxias e São Gonçalo completam a parte inferior do ranking."
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

segunda-feira, 24 de março de 2008

O DIA - 24/03/2008 - MAIS VIGIAS CLANDESTINOS DO QUE PMs


A QUEM INTERESSA A PROLIFERAÇÃO DA "SEGURANÇA PÚBLICA CLANDESTINA"?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

domingo, 23 de março de 2008

O DIA - 23/03/2008 - CRIME AVANÇA E POLÍCIA RECUA NA TIJUCA



ENQUANTO ISSO, MAIS DE 2300 POLICIAIS MILITARES ESTÃO FORA DAS RUAS!

JUNTOS SOMOS FORTES!
VAMOS MUDAR A SEGURANÇA PÚBLICA NO RJ!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

terça-feira, 18 de março de 2008

JORNAL O DIA - 18/03/2008 - FOGOS NO PRIMEIRO DIA DO PAC


DESTACO UMA CONTROVÉRSIA:
O DIA
"LÍDERES COMUNITÁRIOS ESCOLTAM POLICIAIS ATÉ O POSTO DA PM PARA EVITAR CONFRONTO COM BANDIDOS DO ALEMÃO, MINUTOS ANTES DA CHEGADA DO VICE-GOVERNADOR AO CANTEIRO DE OBRAS DA FAZENDINHA"
CORONEL MARCUS JARDIM
"OS PMs SOBEM E DESCEM TODOS OS DIAS E NÃO TÊM QUE DAR SATISFAÇÃO
A NENHUM LÍDER COMUNITÁRIO. A PM NÃO FAZ ACORDO"
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

domingo, 24 de fevereiro de 2008

O DIA ON LINE - ATAQUE A CABINE DA PM DEIXA TRÊS FERIDOS NA PENHA


DIA ON LINE - 23/2/2008 10:46:00

Andréa Uchôa

Rio -Três funcionários de uma lanchonete foram baleados neste sábado, por volta das 6h30, na Rua dos Romeiros, no centro comercial da Penha, onde uma cabine da PM (foto) foi atacada a tiros por bandidos armados com fuzis. Momentos antes, os mesmos criminosos efetuaram disparos contra uma patrulha da PM no Viaduto Cosme e Damião, em Ramos.
Nenhum policial ficou ferido. Dos baleados, Raimundo Renato Duarte e Leonardo Nascimento da Silva, receberam atendimento e foram liberados do Hospital Getúlio Vargas, na Penha. Já Marinalvo da Silva Souza, ferido com um tiro no abdômen, permanece internado. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, o estado da vítima não é grave, pois o projétil não atingiu nenhuma cavidade. Outras duas vítimas, Raimundo Renato Duarte e Leonardo Nascimento da Silva, receberam atendimento e foram liberadas. Eles sofreram escoriações em conseqüênca dos estilhaços das balas.

Colaborou: Flavia Salme
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

sábado, 2 de fevereiro de 2008

RECADOS OUVIDOS - RECADOS DADOS


O DIA ONLINE

2/2/2008 02:06:00

Pitta tenta reconciliação.

Novo corregedor da PM, escolhido por comandante-geral, mantém antiga equipe de oficiais.
Andréa Uchôa, Paula Sarapu e Thiago Prado.


Rio - Após a exoneração dos principais líderes dos Barbonos, o comandante-geral da PM, Gilson Pitta Lopes, tratou de acalmar os ânimos no maior foco de insatisfação dentro da corporação: a Corregedoria. Nomeado para o posto antes ocupado pelo coronel Paulo Ricardo Paúl, o também coronel Mauro Assad Couto disse ontem, em reunião no Quartel-General (QG), que vai manter os quatro chefes das Delegacias de Polícia Judiciária Militar (DPJM). Três deles haviam colocado os cargos à disposição quarta-feira em solidariedade ao movimento que luta por melhores salários.
Ontem, Pitta afirmou que não entende como rejeição o pedido de exoneração de diversos oficiais. Ele ainda tentou debelar a crise no plano pessoal com Paúl. Amigos há 32 anos, os dois tiveram a relação estremecida desde que Pitta — que participava de reuniões dos Barbonos — aceitou o convite para assumir o comando-geral. Na noite de quinta-feira, no Clube dos Oficiais da PM, o ex-corregedor disse que se sentia “completamente enganado” com a situação. “Não quero falar sobre tom de acusações. Nunca deixei de ser amigo de Paúl e ele sabe disso. Temos uma verdadeira amizade”, declarou Pitta.
Apesar da tentativa de aproximação, amigos de Paúl confidenciaram que ele quer distância da nova cúpula. De tão atônito com os acontecimentos dos últimos dias, ele chegou a cogitar se mudar. Vizinho do novo comandante-geral em um bairro da Zona Norte, o ex-corregedor estaria receoso de ter seus passos conhecidos. Ontem, Paúl foi ao Ministério Público para pedir garantias de vida ao Estado.
REAJUSTE EM DISCUSSÃOO secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, disse ontem que vai participar das negociações salariais, mesmo que a Associação dos Militares do Estado (AME) tenha pedido seu afastamento das discussões. “As propostas estão sendo analisadas e o governo ainda não se manifestou, mas acho o pedido de equiparação salarial (com a Polícia Civil) inconstitucional. Temos que mudar a lei e precisamos, no mínimo, de uma ampla discussão. Eu vou participar das negociações”, afirmou.
Na reunião pela manhã no QG para discutir detalhes do novo comando da Corregedoria, participaram, além de Assad, os tenentes-coronéis Joselson Franco Nunes (1ª DPJM), Mauro Reis (2ª DPJM), Sérgio Alexandre Rodrigues do Nascimento (3ª DPJM) e José Guilherme Xavier Saraiva (4ª DPJM). Desses, apenas Reis não havia colocado o cargo à disposição esta semana. Fontes afirmam ainda que Assad estaria constrangido em assumir o cargo de Paúl.
Por enquanto, o nome do novo corregedor não foi publicado no Boletim Interno da PM. Provisoriamente está na função o tenente-coronel Adailton Moura Mendonça, ex-subchefe de Paúl.
PROTESTO NA PRAIA DE COPACABANA LEMBRA 586 POLICIAIS MORTOS
As areias da Praia de Copacabana, em frente ao Copacabana Palace, se transformaram ontem em um ‘cemitério’. Os 586 PMs mortos em serviço no Rio entre 2004 e 2007 foram ‘sepultados’ simbolicamente durante a madrugada por oficiais da Associação de Militares Estaduais (AME). Eles colocaram uma cruz representando cada PM morto e 10 quepes, como forma de chamar a atenção da população para a luta da tropa por reajuste salarial.“A imagem da PM deve ser construída em cima do exemplo desses homens, que morreram para defender a população por menos de R$ 30 ao dia”, afirmou o presidente da AME, coronel Dilson Anaide.O protesto emocionou policiais e parentes de PMs, que, assim como cidadãos comuns, depositaram rosas junto às cruzes. “Somos apenas meia dúzia que ninguém dá valor”, disse, aos prantos, uma policial, sem se identificar.
Cariocas e turistas que caminhavam pela orla se surpreenderam com o número de militares mortos. “Nunca pensei que fossem tantos mortos assim. Fiquei revoltada em saber que ganham menos que uma faxineira para nos defender”, comparou, indignada, a aposentada Judit Bruckner, 76 anos.
Comandante do 6º BPM (Tijuca), o tenente-coronel Roberto Alves de Lima, que pediu exoneração do cargo quarta-feira, foi o único policial fardado no protesto. Ele saiu do batalhão para ir prestar homenagem a oito PMs de sua equipe mortos nos últimos três anos. “Decidi sair em razão de declarações publicadas em O DIA domingo, em que disseram que a PM não é confiável. Eu acho que a tropa é o reflexo do comandante. Não posso comandar uma tropa que não é confiável. Então, pedi para sair”, justificou. A reportagem citada por ele foi a entrevista exclusiva concedida pelo secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, a O DIA, onde ele questiona a confiabilidade e credibilidade da PM.Outro oficial presente foi o coronel Dario Cony, que preferiu se aposentar a ir para a Diretoria Geral de Pessoal, a ‘geladeira’ da PM. “Deixo a atividade alegre porque saí exonerado por lutar por melhores salários”, afirmou o coronel, deixando claro que, se não fosse a crise na corporação, continuaria na ativa.O comandante-geral da PM, coronel Gilson Pitta, declarou que esta foi uma singela homenagem, como tantas outras feitas às vítimas da violência.
Ironias à greve dos presos
O coronel Pitta foi duro ontem com os policiais presos no Batalhão Especial Prisional (BEP), que fazem greve de fome contra as mudanças no comando da corporação e a qualidade da comida servida na unidade: “Sempre falo da hierarquia e disciplina. Eles se encontram onde? Isso já diz o que penso”. Na noite de quarta-feira, os policiais iniciaram o protesto. A mobilização tem apoio do comandante do BEP, coronel Fernando Príncipe, que foi um dos 45 oficiais que entregaram o cargo após a exoneração de Ubiratan Angelo. Ao todo, 330 PMs presos no BEP estariam fazendo greve de fome.
“Os presos fizeram reivindicações sobre a alimentação servida e esperam ser atendidos. De qualquer forma, é uma manifestação para apoiar o protesto dos oficiais”, afirmou Príncipe.
Ontem, os policiais continuaram protestando como na quinta-feira. Promoveram um panelaço, exibiram pratos vazios e estenderam faixas pedindo melhores salários. A previsão é que a manifestação dure até a terça-feira após o Carnaval.
Sem acesso ao Sambódromo
Depois da polêmica em torno da nomeação e da posse a portas fechadas, o novo comandante-geral da PM, coronel Gilson Pitta, pode passar por mais uma situação embaraçosa. Até ontem, dia da abertura oficial do Carnaval, seu nome e o do chefe do Estado-Maior, coronel Suarez David, não constavam na lista de credenciados para o camarote da Polícia Militar no Sambódromo. No lugar dos novos comandantes, ainda estavam os nomes dos coronéis Ubiratan Angelo, ex-comandante-geral, e Samuel Dionísio, ex-chefe do Estado-Maior, além de outros oficiais, assessores e ajudantes mais próximos de Ubiratan e Dionísio. Ambos ainda não haviam assinado a lista de credenciamento até ontem à noite, o que não confirma a presença deles.
O coronel Pitta, que só tem falado com a imprensa em eventos oficiais da corporação, não informou se vai comparecer aos desfiles. Desde que assumiu a nova função, o comandante tem declinado de uma lista de pedidos de entrevistas sobre a nova gestão da PM."


Parabéns ao DIA ON LINE!
Caro Coronel de Polícia ASSAD:

Nós sabemos o que está acontecendo.
Trabalhe duramente na Corregedoria Interna, se esforce ao máximo, logo tudo voltará ao normal.
Os Chefes das quatro Delegacias de Polícia Judiciária Militares devem agir da mesma forma - bem como - o Chefe do Centro de Criminalística.
Todo o efetivo correcional deve se dedicar as suas atividades, cumprindo a sua nobre missão.
Paulo Ricardo Paúl
Coronel de Polícia
Cidadão Brasileiro Pleno


Ao Coronel Gilson Pitta Lopes:

Não tenha dúvida, eu só aceitarei que você realmente "decidiu" aceitar o lugar do Comandante Geral da Polícia Militar Coronel Ubiratn de Oliveira Angelo, quando ouvir da sua própria boca a resposta a pergunta que farei (a mídia tem sido gravado), quando estivermos juntos no Quartel General, logo após o Carnaval, pois agendarei uma entrevista com você.
Estou muito desgastado, mas você sabe que eu não vou parar, você sabe que muitos não irão parar, porém deixo claro que não vou deixar de perguntar a você e ao Coronel de Polícia David.
Olho no olho, verei a verdade.
Eu tenho a minha versão para o que está acontecendo - e tenho todo esse direito - porém não farei acusações, enquanto não puder comprová-las.
Não esqueça Pitta, eu sou um investigador, um bom investigador, tenho certeza.
Leve o meu apoio aos seus familiares e aos familiares do Coronel David, que devem estar sofrendo tanto quanto os familiares dos execrados.
Você sabe que eu não posso ficar sem segurança e que eles precisam de uma viatura.
DEUS ESTÁ NO COMANDO!
Toda a verdade será esclarecida.
Quem traiu, quem não traiu.
Quem se posicionou, quem ficou em cima do muro (nesse caso não existe muro, falei isso para alguns Comandantes, tem um lado ou o outro) e quem não teve a exoneração aceita.
Nós temos a lista de todos os Comandantes, Chefes e Diretores que pediram exoneração, a mídia também.
E quero perguntar diretamente a você e ao David.
As imagens exibidas são muito fortes, as falas são cruéis, porém quero ouvir de vocês - olho no olho.
Você deve imaginar o nível de estresse que estou vivenciando, o que certamente prejudica em alguns momentos as minhas avaliações.
O carnaval vai passar e ninguém poderá impedir um Coronel de Polícia Militar de ter uma audiência - em separado - com o Comandante Geral da Polícia Militar e com o Chefe do Estado Maior da Polícia Militar, no Quartel General da Polícia MIlitar do EStado do Rio de Janeiro.
Paulo Ricardo Paúl.
Coronel de Polícia
Cidadão Brasileiro Pleno

Ao Coronel Ubiratan de Oliveira Angelo:

Meu irmão, eu preciso falar com você.
O mais rapidamente possível.
Você lembra o que eu falei sobre um "guindaste" para arrancá-lo do seu lugar de direito.
Nós estamos descobrindo esse "guindaste", pois não é fácil esconder um "guindaste".
Dentro do possível, mantenha a sua sobriedade, a sua hora de falar chegará e estaremos todos no Pátio do Quartel General da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, para ouvi-lo, como fizemos na sua solenidade de posse.
Nós, os Militares de Polícia, formados em sua homenagem, cantaremos o hino nacional, a canção do Policial Militar e desfilaremos.
A Sociedade Fluminense estará presente.
A pátria estará presente com o símbolo maior tremulando.
DEUS ESTÁ NO COMANDO!


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO