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segunda-feira, 27 de abril de 2009

FECHE OS OLHOS, VOCÊ ESTÁ NO MUNDO DA FANTASIA.

Cidadão fluminense, convido você a aproveitar uma das raras vantagens de morar em um mundo encantado, o Reino do Faz de Conta do Brasil, a possibilidade de sonhar, alternar a realidade com a fantasia.
Feche os olhos, imagine que você viva no mundo civilizado, agora abra os olhos, pronto.
Ontem, o seu médico disse que você precisava realizar um exame de ressonância magnética, exame que agendou através da internet, logo ao chegar a casa e hoje, irá realizar o solicitado.
O hospital é amplo, os atendentes educados e a aparelhagem de última geração. Na hora agendada, você realiza o exame e poucos minutos depois, deixa o local com o original do exame, sendo que uma cópia foi encaminhada para o médico solicitante pela grande rede.
Logo, você estará curado!
Cidadão fluminense, mais uma vez, feche os olhos, imagine que você vive no Iraque e que um médico de um posto de saúde pública tenha solicitado o mesmo exame, isso há cinco meses atrás.
Hoje, após três ou quatro idas a um hospital distante, você conseguiu agendar e irá realizar o aguardado exame de ressonância.
Ia, a “máquina tá quebrada” e você terá que voltar quinze dias depois.
Faça o tempo voar na sua fantasia, feche e abra os olhos, e após os quinze dias, você está de volta ao hospital.
A confusão é grande, gente por todo canto, macas repletas de pacientes que agonizam em corredores, aguardando atendimento, enquanto, os poucos médicos e enfermeiros tentam contornar o caos, escolhendo quem vai para a única vaga disponível no CTI.
Quem não vai, sai da fantasia.
O prédio parece ter sido alvo de bombardeiros, tamanha a má conservação.
O esforço dos médicos e enfermeiros é heróico.
Após algumas horas, finalmente, você é atendido por uma enfermeira de boa vontade, que lhe entrega um questionário para ser preenchido e lhe empresta a própria caneta, recomendando que não a perca, pois é a única.
Ao chegar à quinta pergunta, você se assusta!
Pergunta 5) Você já teve algum ferimento causado por objetos metálicos ou por algum corpo estranho (balas de revólver, estilhaços metálicos, etc.).
Você vive em uma guerra, não deveria se espantar, considerando os confrontos armados de todo instante e as terríveis balas perdidas, todavia, fica incomodado a tal ponto que sai do mundo da fantasia e entra no mundo real, o Iraque é aqui e agora, você está na rede pública de saúde do Estado do Rio de Janeiro.
Cidadão fluminense, por que nos tratam tanto mal e por que não valorizam os funcionários públicos, responsáveis por cuidar de nós, neste Estado de natureza tão bela?
Não sei, quem sabe não falte a tal “vontade política”, tendo em vista que servir à população não parece prioridade governamental.
A enfermeira pede a caneta de volta e você vai para a fila de espera, torcendo “prá máquina não quebrar”.
Caro leitor, hoje eu compareci a um laboratório de uma das maiores redes de exames do Brasil e fiquei espantado com a atualidade do questionário que me foi apresentado.
Lá estava a pergunta:
Pergunta 5) Você já teve algum ferimento causado por objetos metálicos ou por algum corpo estranho (balas de revólver, estilhaços metálicos, etc.).
Indubitavelmente, eles precisam saber se o paciente não foi vítima de projétil de arma de fogo, nessa terra onde os confrontos armados ocorrem em vias públicas e as balas perdidas ceifam vidas, onde a tática (não chame de política, isso é erro crasso) de segurança é o confronto armado.
Perfeito, a preocupação é mais do que pertinente.
O Iraque é o Rio de Janeiro, o Rio de Janeiro é o Iraque, onde ocorrem mais homicídios do que em anos de guerras pelo mundo.
Finalizo, com um questionamento, por favor, quem souber responda:
- Será que no Iraque um policial ganha o equivalente a R$ 30,00 por dia para arriscar a sua própria vida?

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sexta-feira, 24 de abril de 2009

O CHEIRO DO POBRE, POBRE POVO...

EPIDEMIA DE DENGUE.
CARTA DE UMA PEDIATRA AO GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL FILHO.
Sabe governador, somos contemporâneos, quase da mesma idade, mas vivemos em mundos bem diferentes.
Sou classe média, bem média, médica, pediatra, deprimida e indignada com as canalhices que estão acontecendo.
Não conheço bem a sua história pessoal e certamente o senhor não sabe nada da minha também.
Fiz um vestibular bastante disputado e com grande empenho tive a oportunidade de freqüentar a Universidade do Estado do Rio de Janeiro, hoje esquartejada pela omissão e politiquices do poder público estadual.
Fiz treinamento no Hospital Pedro Ernesto, hoje vivendo de esmolas emergenciais em troca de leitos da dengue.
Parece-me que o senhor desconhece esta realidade.
O seu terceiro grau não foi tão suado assim, em universidade sem muito prestígio, curso na época pouco disputado, turma de meninos Zona Sul ...
Aprendi medicina em hospital de pobre, trabalhei muito sem remuneração em troca de aprendizado.
Ao final do curso nova seleção, agora para residência. Mais trabalho com pouco dinheiro e pacientes pobres, o povo.
Sempre fui doutrinada a fazer o máximo com o mínimo.
Muitas noites sem dormir, e lhe garanto que não foram em salinhas refrigeradas costurando coligações e acordos para o povo que o senhor nem conhece o cheiro ou choro em momento de dor. No início da década de noventa fui aprovada num concurso para ser médica da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro'. A melhor decisão da minha vida, da qual hoje mais do que nunca não me arrependo, foi abandonar este cargo.
Não se pode querer ser Dom Quixote, herói ou justiceiro. Dói assistir a morte por falta de recursos. Dói como mãe de quatro filhos, ver outros filhos de outras mães não serem salvos por falta de condições de trabalho.
Fingir que trabalha, fingir que é médico, estar cara-a-cara com o paciente como representante de um sistema de saúde ridículo, ter a possibilidade de se contaminar e se acostumar com uma pseudo-medicina é doloroso, aviltante e uma enorme frustração. Aprendi em muitas daquelas noites insones tudo o que sei fazer e gosto muito do que eu faço. Sou médica porque gosto. Sou pediatra por opção e com convicção. Não me arrependo. Prometi a mim mesma fazer o melhor de mim.
É um deboche numa cidade como o Rio de Janeiro, num estado como o nosso assistir políticos como o senhor discursarem com a cara mais lavada que este é o momento de deixar de lenga-lenga para salvar vidas.
Que vidas, senhor governador?
Nas UPAS? tudo de fachada para engabelar o povão!!!!
Por amor ao povo o senhor trabalharia pelo que o senhor paga ao médico?
Os médicos não criaram os mosquitos. Os hospitais não estão com problema somente agora. Não faltam especialistas. O que falta é quem queira se sujeitar a triste realidade do médico da SES para tentar resolver emergencialmente a omissão de anos.
A mídia planta terrorismo no coração das mães que desesperadas correm a qualquer sintoma inespecífico para as urgências.
Não há pediatra neste momento que não esteja sobrecarregado. Mesmo na medicina privada há uma grande dificuldade em administrar uma demanda absurda de atendimentos em clínicas, consultórios ou telefones. Todos em pânico.
E aí vem o senhor com a história do lenga-lenga.
Acorde governador!
Hoje o senhor é poder executivo. Esqueça um pouco das fotos com o presidente e com a mãe do PAC, esqueça a escolha do prefeito, esqueça a carinha de bom moço consternado na televisão.
Faça a mudança.
Execute.
"Lenga-lenga" é não mudar os hospitais e os salários. Quem sabe o senhor poderia trabalhar como voluntário também. Chame a sua família. Venha sentir o stress de uma mãe, não daquelas de pracinha com babá, que o senhor bem conhece, mas daquelas que nem podem faltar ao trabalho para cuidar de um filho doente. Venha preparado porque as pessoas estão armadas, com pouca tolerância, em pânico.
Quem sabe entra no seu nariz o cheiro do pobre, do povo e o senhor tenta virar o jogo.
A responsabilidade é sua, governador.
Afinal, quem é, ou são, os vagabundos, Governador?

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sábado, 18 de abril de 2009

CORPOS "ESQUECIDOS" DESDE 2005!

JORNAL DO BRASIL:
JUSTIÇA AUTORIZA SEPULTAMENTO DE 21 CORPOS "ESQUECIDOS" NO HOSPITAL LOURENÇO JORGE (clique e leia).


GOVERNO DO PMDB

SOMANDO CORPOS

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 12 de abril de 2009

INSPIRADO NA PROPAGANDA DO PMDB...

PARA SABER O QUE ESTÁ MUDANDO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO NOS ÚLTIMOS DOIS ANOS...

PRECISE DE UM NEUROCIRURGIÃO NA REDE PÚBLICA DE SAÚDE!

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL DE POLÍCIA

segunda-feira, 30 de março de 2009

A MILITARIZAÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO RIO DE JANEIRO.

Ao jornal O DIA:
Sra. Redatora:
Conforme entrevista do Sr. Sergio Côrtes sobre o assunto, o Sr. Governador até poderia estar iluminado quando juntou o melhor (o Corpo de Bombeiros) ao pior, no caso a Saúde estadual; somente esqueceram que "militarizar" a saúde é um grande êrro estratégico e fere as Constituições Federal e Estadual, nos artigos que definem a subordinação dos Corpos de Bombeiros Militares. Agride, além da lei, o bom senso.
Atendimento médico com sucesso começa por se pagar dignamente os médicos e profissionais de saúde, e disso o Sr. Sérgio Côrtes não falou.
JOSÉ CARLOS DIAS
CORONEL BOMBEIRO MILITAR
(assinante)
kayodias@hotmail.com


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sexta-feira, 11 de julho de 2008

MODISMO POLÍTICO: O GOVERNO FALAR MAL DO PRÓPRIO GOVERNO.

O Brasil tem sido invadido por um modismo político que parecia estar dando muito certo e que começou no planalto central.
O Governo passou a falar mal do próprio Governo, criticando duramente fatos que aconteciam sob as suas vistas e assim o Governo conseguia ficar de fora do problema, embora todos caíssem ao seu redor.
E olha que esta estratégia, somada a estratégia do "EU NÃO SABIA", a estratégia do "ACEITE AS MINHAS SINCERAS DESCULPAS" e a estratégia do "NUNCA SE INVESTIGOU TANTO NESTE PAÍS", estava sendo um sucesso absoluto, a tal ponto que passou a se espalhar pelo país e chegou a nossa caixa de ressonância nacional - o Rio de Janeiro.
Porém, não existe mal que dure para sempre e bem que nunca se acabe, como ensina o ditado popular e a estratégia começou a perder força diante da sua utilização sistemática.
A mídia finalmente começou a focar no governo a responsabilidade pelas tragédias resultantes da crise na segurança pública vivenciada no Rio de Janeiro.
E melhor, a sociedade fluminense começa a estruturar uma grande mobilização com a união de diferentes vetores sociais, exatamente para cobrar a responsabilidade governamental.
Nós sabemos, nós que não somos "sindicalistas", "insanos", "despreparados" ou "débeis mentais" - palavras ofensivas usadas na estratégia citada - que outra estratégia surgirá para que o Governo possa repassar as suas responsabilidades para outras pessoas, esta é a regra atual na política brasileira, o Governo não faz parte do problema.
Dezoito meses se passaram e as prioritárias áreas da Educação, da Saúde e da Segurança não apresentaram qualquer melhora significativa.
O funcionalismo público teve um reajuste de 4%!
Um Soldado da Polícia Militar teve cerca de R$ 30,00 de reajuste e continua tendo que exercer uma segunda atividade (o bico), quando deveria estar descansando e sendo melhor qualificado. O resultado é um homem desgastado física e emocionalmente, armado com uma arma de guerra, patrulhando as vias públicas e tendo que decidir com um total equilíbrio, quando empregá-la!
E não podemos esquecer que o funcionário público atende às classes mais necessitadas, que precisam buscar o serviço público, pois não podem matricular seus filhos em escolas particulares, pagar um plano de saúde ou blindar seus veículos e contratar seguranças.
A matéria do Extra online transcrita a seguir, a respeito de mais uma grande tragédia, contém este grito de "CHEGA DE DESCULPAS!"
EXTRA ONLINE.
João Roberto: Mãe de menino morto afirma que não aceita desculpas de autoridades.
Ediane Merola - O Globo e O Globo Online.
RIO - "A mãe do menino João Roberto, de 3 anos, que morreu depois de ser baleado na Tijuca , afirmou que não aceita as desculpas das autoridades pelos erros que causaram a morte de seu filho. Em entrevista ao programa 'Mais Você', da TV Globo, a advogada Alessandra Soares teve uma crise de choro ao lado do pai da criança, o taxista Paulo Soares, e lembrou que antes de ser atingido pelos tiros, disparados por PMs, ela chegou a pedir ao filho para abaixar. De acordo com a assessoria direta do governador Sérgio Cabral, ele não se pronunciará sobre a entrevista , e o secretário José Mariano Beltrame, que também esteve no programa, disse que a polícia não pode ser tratada como 'Geni'. ( Confira as imagens da câmera de segurança do prédio em frente ao local onde o carro foi atingido )
- Não tem desculpa de secretário, governador. Só eu sei o que estou passando. A sensação que eu tenho é que ele terá que dar desculpa para outras pessoas. Tenho outro filho e temo muito pela vida desse outro filho. Eu não desculpo. Mamãe te ama. Eu disse pelo amor de Deus, meu filho, abaixa. E ele perguntou por quê mamãe? - dissa Alessandra, que ainda chorando muito disse à apresentadora Ana Maria Braga:
- O nome dele é João Roberto, não é um número, não é uma estatística. Ele é um menino, criado com muito amor, que tiraram de mim, disse ao lado do pai do menino que, bastante emocionado, ele voltou a pedir justiça pela morte de João Roberto.
No mesmo programa, a apresentadora recebeu o secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame. Visivelmente abalado, ele afirmou que os policiais envolvidos, que na terça-feira
foram presos temporariamente na terça-feira por determinação da Justiça , serão expulsos, e chamou o ato de insano. O secretário, no entanto, afirmou saber que a não há justificativa plausível, e reconheceu que a expulsão dos policiais é apenas um paliativo, mas defendeu a instituição da Polícia Militar como um todo.
- Não podemos aceitar que a PM vire a "Geni" - disse Beltrame, se referindo à música do compositor Chico Buarque.
O secretário disse ainda que não acredita que policiais
cheguem nas ruas sem ter dado um tiro sequer durante o treinamento, conforme denúncias feitas em reportagem exclusiva do GLOBO ONLINE , e anunciou medidas para melhorar o treinamento da tropa, como turnos extras de aulas, a compra de armamentos não-letais e a compra de dois simuladores de tomadas de decisões, que cria situações de perigo que avaliam a decisão tomada pelo policial.
Mais tarde, o secretário de Segurança Pública disse, após deixar a 19ª DP (Tijuca), que entende a atitude da advogada ao não aceitar as desculpas pela morte de seu filho. Beltrame disse que vai tentar se encontrar com essa família para conversar sobre o episódio. O secretário acrescentou, ainda, que viu as declarações da advogada na TV e percebeu que ela não critica a instituição, mas sim a maneira de agir dos policiais. Tiros também podem ter vindo de bandidos
A perícia deve concluir nesta quinta-feira a análise no carro da mãe de João Roberto. Até agora, os peritos constataram 17 perfurações na traseira do carro. No interior do veículo foram, encontrados 16 fragmentos de balas, que serão comparados com as armas dos PMs.
Três perfurações, no entanto, chamaram a atenção dos peritos: foram feitos no vidro dianteiro do carro da família . As marcas sugerem que pode ter havido, pelo menos, dois disparos vindos do lado oposto de onde estavam os policiais."

segunda-feira, 21 de abril de 2008

O DIA - 21/04/2008 - MAIS DOIS PMs MORTOS


COMENTÁRIOS:
JUNTOS SOMOS FORTES!
R$ 30,00 POR DIA!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

quinta-feira, 20 de março de 2008

O DIA ON LINE - 20/03/2008 - SINDICATO DOS MÉDICOS PROCESSA PODER PÚBLICO POR OMISSÃO

20/3/2008 01:06:00
Sindicato dos Médicos processa poder público por omissão

Rio - O presidente do Sindicato dos Médicos, Jorge Darze, afirmou ontem que segunda-feira entrará no Ministério Público Federal e no Estadual com notícia-crime contra os governos municipal, estadual e federal por omissão no combate à dengue. “A situação em que se encontra a saúde é um crime. Todas as emergências estão superlotadas, com aumento de inúmeras doenças contagiosas e déficit de profissionais. Considero epidemia o que está ocorrendo no Rio. Uma epidemia anunciada”, afirmou. Principalmente a partir de outubro, especialistas e o próprio ministro da Saúde, José Gomes Temporão, fizeram alertas para o crescimento da doença.
OUTUBRO
1.262 casos no Estado do Rio. O ministro Temporão informa que o Brasil já registrou 481 mil casos da doença, o que representa um aumento de mais de 50% em relação ao mesmo período de 2006. Já na época, ele usava o termo epidemia, falando do País. “É epidemia mesmo. Neste ano, 121 pessoas já morreram. Eu diria que nós estamos perdendo a guerra para a doença.”
NOVEMBRO
2.777 casos no Estado do Rio. O pesquisador da Fiocruz Anthony Érico Guimarães diz que o Rio pode ter epidemia de dengue tipo 1 ou 2, caso a infestação continuasse aumentando.
DEZEMBRO
4.053 casos no Estado do Rio. “Se nada for feito, nem por parte da população nem por parte das autoridades, o Rio corre o sério risco de enfrentar uma epidemia igual ou até pior do que aquela (de 2002)”, alertou Victor Berbara, superintendente de Vigilância em Saúde do Estado.
JANEIRO
12.519 casos no Estado do Rio. O Ministério da Saúde informa que, ao contrário da maioria das outras regiões do País, o estado do Rio registrou aumento no número de casos de dengue em janeiro em relação ao mesmo período de 2007.
FEVEREIRO
10.066 casos no Estado do Rio. O governador Sérgio Cabral anuncia projeto de lei que determina a entrada de agentes de saúde em locais, públicos ou particulares, que são considerados de risco para criadouros do mosquito. O projeto prevê multas e o arrombamentos. A maior parte dos óbitos registrados no estado foram de crianças e adolescentes.
MARÇO
3.193 casos só no município do Rio. O prefeito César Maia nega que a cidade viva epidemia de dengue e diz que os números estão numa “curva declinante”.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

O GLOBO E O DIA - 19/03/2008


O GLOBO
"Japão, França e Alemanha"

O DIA

JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

domingo, 16 de março de 2008

JORNAL O DIA - 16/03/2008 - FORÇA NACIONAL TERÁ CORREGEDORIA - THIAGO PRADO

A REPORTAGEM DO JORNAL O DIA RATIFICA A "SÍNDROME NACIONAL DA CRIAÇÃO DE ÓRGÃOS, DE PROGRAMAS E DE CARGOS COMISSIONADOS EM DETRIMENTO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS E DOS SERVIDORES PÚBLICOS.
UMA PERGUNTA FUNDAMENTAL PARA CURAR ESSA "SÍNDROME" CONTINUA SEM RESPOSTA:
QUANDO VAMOS CRIAR FÓRUNS NACIONAIS MULTIDISCIPLINARES PARA DECIDIR O USO DO DINHEIRO PÚBLICO NA SEGURANÇA PÚBLICA, NA SAÚDE PÚBLICA E NA EDUCAÇÃO PÚBLICA, PELO MENOS?



"Aumento de desvios de conduta leva Senasp a criar estrutura para reforçar a disciplina da tropa"


E mais dinheiro público é investido no programa federal da Força Nacional de Segurança, com a criação de novos cargos comissionados...
Enquanto isso os SERVIDORES PÚBLICOS (CONCURSADOS) - Policiais Militares e Policiais Civis - ficam apartados da cidadania no Rio de Janeiro!


JUNTOS SOMOS FORTES!

DEUS ESTÁ NO COMANDO!

PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

JORNAL EXTRA - 16/03/2008 - SERVIDORES - PROMOÇÃO POLÊMICA

JUNTOS SOMOS FORTES!
DEUS ESTÁ NO COMANDO!


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

domingo, 24 de fevereiro de 2008