Mostrando postagens com marcador Régis Fichtner. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Régis Fichtner. Mostrar todas as postagens

sábado, 19 de março de 2011

GOVERNO SÉRGIO CABRAL - CASA CIVIL - RECORDAR É VIVER - 2007.

ÚLTIMO SEGUNDO
Operação Furacão: coronel do (Corpo de Bombeiros) Rio é exonerado

17/05 - 07:04 - Agência Estado
Apanhado em um grampo da Polícia Federal em uma conversa telefônica com o juiz do Trabalho Ernesto da Luz Pinto Dória, preso pela Polícia Federal na Operação Furacão, o coronel do Corpo de Bombeiros Cláudio Rosa da Fonseca foi exonerado ontem do cargo de subchefe da coordenadoria militar do Gabinete do governador Sérgio Cabral Filho. O secretário da Casa Civil, Régis Fichtner, disse que o coronel responderá a uma sindicância do Corpo de Bombeiros.
Fichtner explicou que Fonseca era um dos subchefes da coordenadoria, responsável pelos bombeiros que trabalham no Palácio Guanabara, sede do governo.
A conversa entre Dória e o coronel ocorreu em 28 de fevereiro. O juiz procurou o subchefe no Palácio Guanabara para pedir sua ajuda na liberação de uma indenização de R$ 300 mil que sua mulher, Nadir Maria Dória, ganhou do Metrô na Justiça. Na gravação, Dória usa o nome do governador e oferece a Fonseca 25% do valor da indenização, que até hoje não foi paga.
"Eu não deixei tirar a carta precatória porque eu falei com o Sérgio e o Sérgio disse assim: Ernesto, eu estou assumindo o governo. Não deixa tirar a carta precatória", disse o juiz em um dos trechos gravados. "O Sérgio viu uma forma, a assessoria jurídica, de fazer o pagamento", acrescentou Dória, que em seguida combina um encontro com o coronel, que o chama de "chefe". "Você está no meu esquema", disse ainda o juiz para Fonseca.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

AFUNDANDO LITERALMENTE...

O Estado de S. Paulo
Mulher de Cabral defende fornecedor em 28 processos
De Alfredo Junqueira:

Um dos principais fornecedores do Estado do Rio e amigo do governador Sérgio Cabral (PMDB), Arthur Cesar de Menezes Soares Filho, dono do grupo Facility, foi buscar no Coelho, Ancelmo e Dourado Advogados sua defesa para litígios na Justiça Trabalhista.
O escritório tem como sócia a primeira-dama do Rio, Adriana Ancelmo Cabral, que também é advogada da empresa concessionária do Metrô do Rio - conforme o Estado revelou ontem.
Levantamento feito no 1º Tribunal Regional do Trabalho (TRT) identificou 28 processos nos quais Adriana e seus colegas defendem a empresa Service Clean, integrante do grupo Facility.
Só na gestão Cabral, a Service Clean recebeu R$ 57,8 milhões em aditivos a contratos assinados com a administração estadual, de acordo com o Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e Municípios (Siafem) do governo do Rio.
A empresa atua nas secretarias de Educação e de Ciência e Tecnologia, fazendo serviços administrativos, limpeza, dedetização e distribuição de alimentos.
O faturamento do grupo Facility nas terceirizações da administração estadual supera R$ 1,2 bilhão nos últimos seis anos, diz o deputado estadual Alessandro Molon (PT) - que propôs criação de CPI na Assembleia Legislativa.
"Quando levantei dados da empresa no governo Rosinha (2003-06), a concentração de contratos já me parecia suspeita", afirma. "A concentração aumentou no governo Cabral. Isso precisa ser apurado."
Em pelo menos quatro processos contra a Service Clean, o Estado do Rio e o Departamento de Trânsito (Detran) constam como corréus, na categoria de responsáveis subsidiários.
Sócio e ex-marido de Adriana, o advogado Sérgio Coelho confirmou que a Service Clean é "cliente antiga" do escritório. "Não acredito que alguém possa imaginar que 28 ações trabalhistas, cobradas em valor de mercado, possam ter relevância ou alguma relação com a concessão de serviços", alegou.
Para ele, não há impedimento legal de Adriana ou qualquer pessoa de seu escritório atuarem nessa causa. O secretário da Casa Civil, Régis Fichtner, não vê problema no fato de o escritório da primeira-dama representar uma das principais prestadoras de serviço para o Estado.
O grupo Facility informou que seu contrato com o Coelho, Ancelmo e Dourado Advogados existe muito antes de Cabral ser governador: "Qualquer ilação é, no mínimo, desrespeitosa."
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 16 de agosto de 2009

PMDB = JOSÉ SARNEY = SÉRGIO CABRAL = RÉGIS FICHTNER = PAULO DUQUE.


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

ARTIGO DE DOMINGO - O TRAMA DO PT E DO PMDB.

O PT está tonto...
A candidatura da ex-ministra Marina Silva foi a pá de cal nas pretensões do PT de continuar no poder, com a eleição da guerrilheira Dilma Rousseff.
Lula, dizem, não ouviu ninguém quando escolheu a sua sucessora, alguém de passado criminoso e de pouca expressão no cenário nacional.
A partir dessa escolha equivocada o Planalto estava fazendo de tudo para viabilizar Dilma, investindo na máxima:
- "Brasileiro não vota, dá palpite".
Portanto, ela precisa aparecer, ser conhecida.
Diante dessa verdade, Dilma correu o país de ponta à ponta, "pariu" o PAC, fez plástica, mudou o tom, etc. Uma autêntica maquiagem política.
Apesar de tudo, Dilma não decolou.
Agora, surgindo como uma vingadora, Marina Silva destrói as pretensões de Lula.
Resta ao PT tirar da cartola um novo candidato, criando uma estória de cobertura para o afastamento de Dilma, o que não deve ser difícil.
Essa decisão pode ser um suicídio político ou um renascimento.
É risco puro.
Vamos aguardar.
No Rio de Janeiro, o PMDB vive drama semelhante.
Cabral vai muito mal das pernas.
O seu índice de reprovação é um maremoto político.
Apesar do apoio das máquinas federal, estadual e municipal, ele não decola.
Nunca o Rio de Janeiro recebeu tanto dinheiro federal, custeando obras e mais obras, além do PAC.
Mas nada faz Cabral chegar aos 30% nas intenções de voto.
A situação é mais grave ainda se considerarmos que alguns partidos (coalizões) não definiram seus candidatos.
Wagner Montes (PDT) se candidatará ou "cederá" novamente sua candidatura, como fez para prefeito em 2008?
Gabeira (PV) ou Cesar Maia (DEM), quem será o candidato da forte coalização?
Lindberg (PT) será candidato?
A única coisa certa é que Cabral (PMDB) vai muito mal, apesar de todos os esforços.
A última tentativa do PMDB, após o fracasso das UPAs, são as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), seguindo o modelo das já instaladas na Zona Sul do Rio de Janeiro.
As Organizações Globo, fortíssima aliada de Cabral, têm feito a sua parte todo dia.
O jornal O Globo publicou em dezenas de páginas, um apoio integral ao projeto das UPPs, na série "Democracia nas Favelas".
A série terminou hoje no jornal, todavia vai continuar na internet.
Cabral tem na parceria com o Complexo Globo sua principal arma, que em setembro será reforçada, com o retorno das propagandas eleitorais na mídia.
Infelizmente para Cabral, a Globo e a Record trocam acusações, declararam guerra, na luta por audiência. A Record tem crescido de forma ameaçadora e não poupará Cabral nessa luta, pois ele é um alvo muito fácil.
Assim resta ao PMDB escolher outro candidato ou continuar investindo no fracassado Cabral, que como senador faltou a mais de 170 sessões no Senado Federal.
Cabral não consegue se afastar da fama de NÃO GOSTAR DE TRABALHAR.
É de domínio público que ele só assina os documentos que são elaborados e analisados pelo Chefe da Casa Civil, Régis Fichtner, seu suplente no Senado, que não assumiu e colocou Paulo Duque, O ARQUIVADOR, na cadeira.
Essa fama é destruidora para um político, sobretudo para alguém que já bateu todos os recordes de viagens internacionais. Mesmo se Cabral parasse de viajar em setembro, ainda seria o mais viajante, alguém que adora viajar e não gosta de trabalhar.
Toda a população fluminense já aprendeu que Cabral está no Palácio Guanabara à passeio, nada mais. Aliás, ele também esteve passeando no Senado Federal.
Vamos aguardar.
Quem o PMDB tirará da cartola mágica?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CRONEL BARBONO