O jornal O Globo publica nesse sábado um artigo do jornalista Guilherme Fiúza, intitulado “O FUZIL E O BASEADO”, na página 7 (OPINIÃO).Preliminarmente, peço desculpas ao jornalista por não transcrever na íntegra o seu artigo e alerto aos leitores desse artigo para não tomarem a parte pelo todo, considerando que eu extraí apenas alguns trechos e algumas frases da referida publicação.
Leiam o artigo na íntegra, não formem opinião pelas frases soltas inseridas nesse artigo, isso provocaria um grave erro de avaliação.
E vamos aos trechos e às frases extraídas do artigo “O FUZIL E O BASEADO”.
“Em algum momento da história, tem sempre alguém despertando para os poderes mágicos da virtude. Se todo mundo parar de cheirar e fumar, acaba a munição dos AR-15. Se todo mundo parar de andar de van, somem os empreendedores piratas e violentos.”
“O consumidor de drogas ilegais dá dinheiro para o crime não há dúvida. Por outro lado um sistema perverso dá dividendos sujos – violentos ou não – à sociedade que criminalizou essas substâncias. Qual é o pecado original? O do consumo ou o do sistema?”
“Se a sociedade quer tomar uma posição conjunta e responsável sobre esse tema, o movimento de estigmatizar o usuário de drogas, de constrangê-lo perante a sociedade, é um péssimo começo.”
“Talvez seja o momento de se começar a entender que um baseado e um fuzil não estão necessariamente na mesma equação.”
Ratifico a necessidade imperiosa da leitura do artigo, sendo precipitada qualquer avaliação feita apenas considerando os trechos e frases extraídas por mim.
Obviamente, eu li todo o artigo e concordo com o jornalista Guilherme Fiúza quando trata da necessidade imperiosa da sociedade tomar uma posição conjunta e responsável sobre o tema – DROGAS ILEGAIS – antes de nos submetermos a qualquer tendência, interpretação ou decisão parcial.
E concordo quando ratifica uma verdade inquestionável, se é que existe alguma verdade inquestionável, o consumidor de drogas ilegais dá dinheiro para o crime.
Entretanto, discordo visceralmente quando o jornalista Guilherme Fiúza encerra o artigo com a frase “talvez seja o momento de se começar a entender que um baseado e um fuzil não estão necessariamente na mesma equação.”
Eu já me manifestei sobre a TURMA DO OBA e a TURMA DO EPA!
http://celprpaul.blogspot.com/2007/12/turma-do-epa-versus-turma-do-oba.html
Eu sou da TURMA DO EPA!
Da TURMA DO ESSA NÃO!
http://celprpaul.blogspot.com/2007/12/turma-do-epa-versus-turma-do-oba.html
Eu sou da TURMA DO EPA!
Da TURMA DO ESSA NÃO!
Sempre respeitando as opiniões contrárias, desde que fundamentadas adequadamente.
Os fuzis e as drogas ilegais estão na mesma equação.
Os fuzis e as drogas ilegais estão na mesma equação da matemática social.
Aliás, os fuzis, as drogas ilegais, as pistolas e as granadas estão nessa perversa equação.
A equação estaria mais completa se afirmássemos que os fuzis, as drogas ilegais, as pistolas, as granadas, os roubos de veículos, as vans e os moto-táxis clandestinos fazem parte dela.
Pior, essa equação não para de aumentar os seus fatores.
Atualmente, alguns acreditam que essa equação da matemática social vai muito além dos fuzis e das drogas ilegais.
Os seus principais fatores seriam os fuzis, as drogas ilegais, as pistolas, as granadas, os roubos de veículos, as vans clandestinas, os moto-táxis clandestinos, os carros alegóricos, o jogo dos bichos, a corrupção policial, as fantasias luxuosas, as milícias armadas, a corrupção política e as baterias.
Uma equação que só cresce e que tem um único responsável por solucioná-la, o POLICIAL – esse meio cidadão – que arrisca a vida diariamente em defesa da sociedade, ganhando menos de R$ 30,00 (trinta reais) por dia.
Os fuzis, as pistolas e as granadas escolhem o POLICIAL como alvo prioritário, ele é o único que ameaça solucionar essa equação macabra de destruição social.
Uma equação que simboliza perfeitamente a degradação social e a desorganização do Estado Brasileiro.
Assim sendo, em minha opinião, que pode estar errada, o usuário - o cliente - é o fator catalisador dessa reação.
Ele alimenta o sistema, sem ele o sistema definha o que facilitaria em muito o trabalho do único solucionador da equação – O POLICIAL.
O usuário não pode ser tratado como uma vítima do sistema, isso é um erro grosseiro de interpretação e de avaliação.
O usuário não se reduz ao pobre favelado – o excluído – o usuário também é rico e usa a droga para alegrar a si e aos seus convidados.
Tolos sustentam que a droga ilegal só produz efeitos no usuário, como o álcool ou o cigarro, e que a pena do usuário seria a própria dependência – o vício.
Na verdade o “baseado” – as drogas ilegais – tem o poder devastador das granadas, a força impactante dos projéteis disparados de pistolas .40 e .45 e o alcance útil de milhares de metros dos projéteis disparados pelos fuzis - armas de guerra – que invadem as nossas ruas e os nossos lares.
As balas perdidas poderiam ser substituídas simbolicamente por cigarros de maconha ou papelotes de cocaína voadores.
Fumar um baseado ou cheirar uma trilha aciona o gatilho de uma bomba atômica que espalha a sua radiação por todo tecido social.
Os fuzis e as drogas ilegais estão na mesma equação.
Os fuzis e as drogas ilegais estão na mesma equação da matemática social.
Aliás, os fuzis, as drogas ilegais, as pistolas e as granadas estão nessa perversa equação.
A equação estaria mais completa se afirmássemos que os fuzis, as drogas ilegais, as pistolas, as granadas, os roubos de veículos, as vans e os moto-táxis clandestinos fazem parte dela.
Pior, essa equação não para de aumentar os seus fatores.
Atualmente, alguns acreditam que essa equação da matemática social vai muito além dos fuzis e das drogas ilegais.
Os seus principais fatores seriam os fuzis, as drogas ilegais, as pistolas, as granadas, os roubos de veículos, as vans clandestinas, os moto-táxis clandestinos, os carros alegóricos, o jogo dos bichos, a corrupção policial, as fantasias luxuosas, as milícias armadas, a corrupção política e as baterias.
Uma equação que só cresce e que tem um único responsável por solucioná-la, o POLICIAL – esse meio cidadão – que arrisca a vida diariamente em defesa da sociedade, ganhando menos de R$ 30,00 (trinta reais) por dia.
Os fuzis, as pistolas e as granadas escolhem o POLICIAL como alvo prioritário, ele é o único que ameaça solucionar essa equação macabra de destruição social.
Uma equação que simboliza perfeitamente a degradação social e a desorganização do Estado Brasileiro.
Assim sendo, em minha opinião, que pode estar errada, o usuário - o cliente - é o fator catalisador dessa reação.
Ele alimenta o sistema, sem ele o sistema definha o que facilitaria em muito o trabalho do único solucionador da equação – O POLICIAL.
O usuário não pode ser tratado como uma vítima do sistema, isso é um erro grosseiro de interpretação e de avaliação.
O usuário não se reduz ao pobre favelado – o excluído – o usuário também é rico e usa a droga para alegrar a si e aos seus convidados.
Tolos sustentam que a droga ilegal só produz efeitos no usuário, como o álcool ou o cigarro, e que a pena do usuário seria a própria dependência – o vício.
Na verdade o “baseado” – as drogas ilegais – tem o poder devastador das granadas, a força impactante dos projéteis disparados de pistolas .40 e .45 e o alcance útil de milhares de metros dos projéteis disparados pelos fuzis - armas de guerra – que invadem as nossas ruas e os nossos lares.
As balas perdidas poderiam ser substituídas simbolicamente por cigarros de maconha ou papelotes de cocaína voadores.
Fumar um baseado ou cheirar uma trilha aciona o gatilho de uma bomba atômica que espalha a sua radiação por todo tecido social.
Eis a verdade, pelo menos, a minha verdade.

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORREGEDOR INTERNO
