segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
ALAGOAS - CAOS NO CORPO DE BOMBEIROS.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
CAPITÃO PM PRESO - GOVERNO DE ALAGOAS SEGUE LINHA DITATORIAL DO GOVERNO DO RIO.
Capitão PM é preso após manifestação de servidores em Maceió
Marcelo Ronaldson disse à Rádio Gazetaweb que foi detido por se pronunciar durante protesto.
O capitão PM Marcelo Ronaldson foi detido, no início da noite desta quarta-feira (1º), após manifestação dos servidores públicos estaduais realizada no centro de Maceió. Em entrevista exclusiva à Rádio Gazetaweb, o capitão disse que foi preso por falar durante o protesto sobre seu posicionamento a favor da participação dos militares na escolha do comandante geral da Polícia Militar.
“O comando é um elo de ligação da tropa com o governo. Ele serve para representar a classe, ajudar a expressar nossos anseios e reivindicações, mas, infelizmente isso não ocorre. O governo promove quem quer. O comandante passa a ser mais um comandado do governador e esquece a tropa em detrimento de benefícios do Executivo” – desabafou o capitão que está detido na academia de Polícia Militar.
Segundo o capitão, a ordem partiu do comandante geral, coronel Luciano Silva. “Legalmente eu não poderia ser preso porque sou diretor da Associação dos Oficiais Militares de Alagoas (Assomal) e estava discursando como representante da categoria” – explicou.
Ele ressaltou ainda que em nenhum momento foi ouvido e alegou que sofre perseguições há muito tempo. “Qualquer tipo de lei que fira a constituição não é válida. Tenho férias acumuladas para tirar, mas não me dão. Fui transferido para o interior por lutar por direitos. É perseguição em cima de perseguição. Mas não vou recuar” – finalizou.
Para o presidente da Associação dos Oficiais Militares de Alagoas (Assomal), major PM Fragoso, a prisão do amigo foi um ato de arbitrariedade do comando geral da PM. “Acredito que alguém só pode ser preso em flagrante delito. O capitão Marcelo não cometeu nenhum crime. Ele falou como diretor de associação e não destratou ninguém. A Constituição brasileira garante o direito pela liberdade de pensamento e expressão. O tempo da ditadura militar acabou. A liberdade está prevista, inclusive, pelo Ministério da Justiça. Não podemos permitir esse abuso” – disparou o major.
O presidente da associação enfatizou ainda que a atitude mais correta seria abrir um procedimento para apurar as falas do capitão e não ordenar sua prisão de imediato.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
segunda-feira, 4 de abril de 2011
FALAR A VERDADE É "CRIME" EM ALAGOAS.
Hoje eu irei ao Quartel dos Barbonos (Quartel General) apanhar o Documento de Razões de Defesa (DRD) extraído em meu desfavor por fazer as mesmas críticas com relação à Polícia Militar. Eu fui investigado através de uma Averiguação em razão de uma participação feita por um coronel PM que trabalha na Coordenadoria Militar da Casa Civil do governo Sérgio Cabral, local onde também trabalharia a porta bandeira da Beija Flor de Nilopólis, Selminha Sorriso, Cabo do Corpo de Bombeiros.
Vida que segue.
Eu continuarei protestando, punido ou não, esse é meu dever de ofício, gostem ou não gostem, não posso me omitir, sou CORONEL de Polícia.
Major é preso por reclamar da estrutura dos Bombeiros em Alagoas
Rio - Após reclamar da falta de estrutura do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) no combate ao incêndio no Pavilhão do Artesanato, na praia de Pajuçara, em Maceió (AL), na sexta-feira, o major Carlos Burity foi preso por 72 horas, no quartel do CBM, no Trapiche da Barra. A assessoria do secretário de Defesa Social, coronel Dário César, confirmou a prisão. "Ele colocou assuntos da corporação em público, sem autorização", disse a assessoria. A falta rende processo disciplinar e está no regulamento do Código Policial Militar.
Por meio do microblog Twitter, o major comentou a decisão. "Decência, personalidade, capacidade! Repressão é termo usado na ditadura! Cumpro determinação e me encontro preso junto com meu filho no QCG", afirmou. "No quartel QCG PRESO! PRESO! Falei algo demais? Devo mentir? Tô conversando aqui com meu filho!", escreveu.
No incêndio de sábado, comerciantes vaiaram a ação dos bombeiros porque o carro deslocado para apagar as chamas não tinha água suficiente e teve de ser abastecido. "Há 16 anos venho sendo feito de palhaço", disse. "Todos sabem que faltam viaturas e equipamentos e somos nós que escutamos as reclamações da população como as de hoje. É preciso que todos saibam que a tropa é dedicada e faz o impossível para prestar o serviço ao alagoano", disse o major.
Também pelo Twitter, o secretário de Defesa Social, coronel Dário César, pediu respeito a hierarquia militar. "As org (organizações) militares são fundadas na hierarquia e disciplina através dos séculos. Qualquer tentativa de sua inobservância tem que ser reprimida!", disse. O Comando do CB ainda não se pronunciou sobre as críticas do major.
Carlos Burity já havia sido preso em abril de 2005 por distribuir aos veículos de comunicação mensagem eletrônica reclamando da falta de estrutura da corporação. O pedido de prisão foi feito pelo então governador, Ronaldo Lessa (PDT).
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
sábado, 11 de setembro de 2010
POLÍCIA MILITAR DE ALAGOAS RECEBE NOVOS SOLDADOS.
A Polícia Militar de Alagoas recebe nesta segunda-feira, 13, 592 novos soldados. A aula inaugural está marcada para às 8h, no Teatro Gustavo Leite, localizado no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso (antigo Centro de Convenções).
O presidente do Conselho de Segurança em Alagoas, Delson Lyra, realiza uma palestra para os alunos, que frequentarão o Curso de Formação de Praças pelo período de seis meses. Após esse prazo, estarão aptos para reforçarem o policiamento ostensivo em todo o Estado.
Os soldados vão assistir ao vídeo institucional da corporação e receberão informações importantes referentes ao curso.
Na entrada do teatro, bases montadas do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), Batalhão de Trânsito (BPTran), Batalhão Ambiental (BPA) e do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) apresentarão aos alunos um pouco das diversas atividades desenvolvidas pela corporação atualmente.
Também serão entregues panfletos com dicas importantes que ajudarão os novos recrutas a se familiarizarem com o ambiente militar.
O novo contingente é formado por candidatos classificados no último concurso realizado em 2006, validado até junho deste ano. Este número, somado aos 1.000 incorporados há quatro anos, totalizam 1.592 convocações.
Fonte e foto: Agência Alagoas
http://twitter.com/policialvelames
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
terça-feira, 20 de abril de 2010
ALAGOAS - POLÍCIA MILITAR AQUARTELADA.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
PMs fazem greve em Alagoas, o Estado com mais homicídios
do pagamento de 7% de resíduos trabalhistas, firmados com o Governo, e a diminuição da escala de trabalho para 40 horas semanais. Eles fazem protesto em frente à Assembleia Legislativa.
"O número de militares nas ruas está reduzido, basta observar se tem alguma viatura nas ruas", afirmou o major Welington Fragoso, presidente da Associação dos Oficiais Militares de Alagoas, sobre a negativa do alto comando da PM de que haveria abandono das funções por todos os policiais. "Eles estão fazendo o papel deles dizendo que não houve aquartelamento, mas estamos aquartelados sim porque isso ficou decidido desde o dia 30", disse o presidente da Associação dos Cabos e Soldados, Wagner Simas.
No final da manhã, o governador de Alagoas, Teotonio Vilela Filho (PSDB), confirmou a greve dos policiais. "Faço um apelo para que os policiais retornem ao trabalho", disse Vilela. Ele descartou pedir auxílio da Força Nacional. "Estamos com o controle da situação. Nosso plano é que os policiais voltem ao trabalho".
O secretário de Defesa Social, Paulo Rubim, fez um desafio. "Eles falam em salários, mas quero que eles mostrem quanto recebem. São R$ 1,8 mil. Em Pernambuco, os policiais entraram em greve para receber este valor e em Alagoas os policiais recebem isso. É um dos melhores salários do Brasil".
Sem PMs, trabalhadores rurais sem-terra e funcionários públicos ocuparam a Secretaria da Fazenda sem dificuldades. Eles protestam, na capital, pela tramitação na Assembleia de um projeto do Executivo que privatiza áreas públicas, como a Saúde. O Governo nega que o projeto privatize hospitais. Conforme o executivo. O projeto flexibiliza a gestão, permitindo que entidades administrem hospitais com dinheiro repassado pelo Governo.
Os efeitos da falta de policiais podem ser sentidos no interior. Oito homens armados invadiram uma agência bancária na cidade de Passo de Camaragibe, litoral norte de Alagoas, e levaram um caixa eletrônico. Eles metralharam a delegacia e a única viatura. Ninguém se feriu.
É uma hipocrisia dizer que é um dos melhores enquanto a tabela nacional contraria a situação e ainda coloca a PM pernambucana como se estivesse satisfeita com a proposta aprovada na ALEPE ( Assembléia Legislativa de Pernambuco).
Fonte: Email enviado pelo Sd Chrislei 5º BPM PMPE
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
domingo, 10 de janeiro de 2010
OS MILITARES ESTADUAIS DE SÃO PAULO CONTINUAM PARADOS, MAS O BRASIL CONTINUA SE MEXENDO...
Esse blog foi criado em prol dos colegas.
Uma mensagem a todos os membros de Policial Velames
Assomal aponta descaso do governo com a segurança pública

Foto: Presidente da Assomal Major Wellington Fragoso
Presidente da entidade especifica problemas, por exemplo, do 3º Batalhão da PM localizado em Arapiraca -, responsável pelo policiamento de mais de 17 cidades da zona da mata, e que tem um efetivo previsto de 1.048 soldados. Mas, conta apenas com 193 soldados.
Insatisfeitos com a atual situação da Segurança Pública do Estado de Alagoas com o descaso e ineficácia do Governo atual, sobretudo com os militares estaduais que até o momento não tiveram nenhuma de suas reinvidicações atendidas, referente ao cumprimento da Lei Estadual 6.823, que trata da data-base dos militares e da reposição do resíduo de 7% devido. Dirigentes da Associação dos Oficiais Militares de Alagoas (Assomal) anunciam para os próximos dias uma reunião geral com os segmentos de entidades representativas de classes dos militares e com todos os demais órgãos que compõem a segurança pública do Estado.
Segundo o presidente da entidade, Major PM Wellington Fragoso, a situação é mais séria do que todos imaginam, de acordo com o oficial, a falta de compromisso do Governo com os militares que trabalham exaustivamente para tentar tirar Alagoas desse quadro, é notória. “Estes militares estão sacrificando suas famílias e até mesmo suas vidas em prol da segurança dos alagoanos, e não tem o apoio moral do Estado, que insiste em colocar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), como pressuposto para deixar de cumprir a lei da data-base dos militares, promulgada por este governo em 2007”, disse.
De acordo com o Major Fragoso, o último reajuste que os oficiais superiores tiveram foi em 2006, no ano final do Governo passado. Já os oficiais intermediários e subalternos tiveram este mesmo reajuste esfacelado em diversos meses pelo atual governo, mesmo com a determinação da Justiça alagoana, através de sentença, e que passados quatro anos de seus vencimentos já perderam o poder de compra, devido à inflação acumulada ao longo desses anos.
Fonte: Assessoria Assomal
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
POLÍCIA MILITAR DE ALAGOAS - MOBILIZAÇÃO.
Policial Velames.
Militares ameaçam novas mobilizações em fevereiro.
PM’s querem implantação de hora extra, promoções dos sargentos, resíduo de 7% e jornada de trabalho de 40 horas semanais
Os policiais militares que pertencem às classes dos subtenentes e sargentos ameaçam fazer novas mobilizações, a partir do mês de fevereiro, contra uma promessa, ainda não cumprida, do governo do estado que se comprometeu em analisar a pauta de reivindicações apresentada pela categoria, mas ainda não se posicionou sobre o assunto.
“O que está havendo é um descaso com a Polícia Militar. Vamos aguardar até o início de fevereiro e, se até lá o Executivo não sinalizar positivamente, os subtenentes e sargentos de Alagoas não vão descartar a possibilidade de uma nova mobilização. Queremos uma resposta relativa à implantação de hora extra, promoções dos sargentos, resíduo de 7%, jornada de trabalho de 40 horas/semanais, qualificação profissional e estrutura de trabalho”, explicou o presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos Militares de Alagoas (Assmal), sargento Teobaldo de Almeida.
‘Escala desumana’... (leia).
O Brasil se mobiliza, os Policiais Militares e os Bombeiros Militares lutam pelos seus direitos de cidadãos.
