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terça-feira, 12 de abril de 2011

GUARDAS MUNICIPAIS PROTESTARÃO NA CINELÂNDIA.

No dia 20 de abril de 2011, às 10:00 horas, GUARDAS MUNICIPAIS do Rio de Janeiro, protestarão na Cinelândia, no Centro do Rio, na luta para melhor servir melhor à sociedade. Eles querem o cumprimento da LC 100.
Penso que seja uma ótima oportunidade para divulgar a luta para que um Guarda Municipal assuma a superintendência da GM-Rio, pondo fim a nomeação de Coronéis da Polícia Militar para tal função e para a diretoria da corporação.
A Guarda Municipal cresceu,
possui a sua identidade corporativa estruturada, os Guardas Municipais se prepararam adequadamente ao longo dos anos, portanto, não existe qualquer justificativa que valide o fato do prefeito Eduardo Paes continuar nomeando Coronéis do serviço ativo da Polícia Militar para dirigir a GM-Rio.
Lugar de Policial Militar do serviço ativo é na Polícia Militar, ganham dos cofres públicos para trabalharem na PMERJ e não na GM-Rio.
É hora de mudar e a hora é agora.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 31 de março de 2011

EXEMPLOS DE SERGIPE.

Blog Abordagem Policial.
PM DE SERGIPE

Uma situação perversa que ocorre em muitas polícias e bombeiros militares no Brasil é a atuação irregular dos motoristas de viaturas e demais veículos de emergência. O Código de Trânsito Brasileiro, em seu artigo 145, diz o seguinte:
Art. 145 – Para habilitar-se nas categorias D e E ou para conduzir veículo de transporte coletivo de passageiros, de escolares, de emergência ou de produto perigoso, o candidato deverá preencher os seguintes requisitos:
IV - ser aprovado em curso especializado e em curso de treinamento de prática veicular em situação de risco, nos termos da normalização do CONTRAN.
Apegados ao fato de que muitos policiais dirigem sem possuir essa qualificação técnica, alguns até possuindo a Carteira de Habilitação (CNH) vencida, os policiais militares do Estado de Sergipe resolveram deixar de dirigir as viaturas, alegando esta falta de qualificação. Além disso, os policiais que não são dotados de arma da Corporação nem coletes balísticos dentro da validade também estão se recusando ir às ruas trabalhar nessas condições. Para completar, policiais militares que estavam trabalhando em delegacias e presídios deixaram de fazê-lo, pela flagrante ilegalidade que há através do DESVIO DA FUNÇÃO.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

RIO: POLÍCIA CIVIL - GRAVÍSSIMO - HÁ ESPAÇO SOBRANDO NO BANCO DOS RÉUS.

SITE G1
‘Nunca havia disparado o fuzil’, diz policial de blitz em que juiz foi baleado
Policiais presos apontam falhas no treinamento da academia de polícia.
Magistrado diz crianças feridas lhe deran forças para ir ferido até o hospital.
Presos depois que uma perícia apontou suas armas como a origem dos tiros que feriram o juiz Marcelo Alexandrino e sua enteada, de 8 anos, em uma blitz na autoestrada Grajaú-Jacarepaguá, no Rio, policiais criticam o treinamento que receberam na Academia de Polícia Civil. “Nunca havia disparado com aquele fuzil”, conta Souza, um dos policiais presos pelo crime na última sexta-feira (8). A perícia ainda não identificou de onde partiu a bala que atingiu o filho do juiz, de 11 anos.
“Eu tenho dois meses de polícia. Foi a primeira situação minha de confronto real. Treinamento pra blitz, nós não tivemos nenhum. Dentro da academia, isso não foi dado. Nós tivemos treinamento de uma semana de abordagem e progressão, uma semana pra tiro, sendo que desse tiro foi um dia de fuzil, com 50 disparos. Isso está dentro da nossa carga horária, que é publicada em Diário Oficial do nosso curso de formação”, explica ele.
“Se a Academia de Policia não prepara, a preparação deles é deficiente: senhor diretor da Academia de Policia, por favor, reveja seu programa. Se o delegado não os instruiu, na academia vocês não tiveram aula de como montar uma blitz, eu vou dizer pra vocês antes de vocês irem pra rua: senhores delegados, passem a fazer isso. As responsabilidades são várias”, rebate o juiz.
Procurada pelo G1, a assessoria de imprensa da Polícia Civil do Rio de Janeiro não foi encontrada para comentar a atuação de sua Academia de Polícia.
‘Dei três tiros: bum, bum, bum’, diz policial
Dos seis policiais que participavam da ação da Polícia Civil, só ele e outro colega foram indiciados. Segundo o órgão, a ação fora montada para coibir arrastões. Eles afirmam que houve uma troca de tiros no local e, por isso, teriam disparado.
“Tava ali porque eu recebi ordem de tá ali, que a gente tinha que interceptar os bondes que estavam passando na região”, afirma Souza, que conta em detalhes: “Eu gritei: para, polícia! Aí a situação começou a se desencadear, tudo muito rápido. Eles começaram a dar ré. Eu gritei ‘vem, vem, vem’, pra minha equipe. E a gente começou a progredir, começou a subir. Quando começamos a subir, esse carro começou a fazer um balão pra vir na contramão, e já escutamos os dois primeiros disparos, vindo lá de cima. Dois disparos: pá, pá”. Depois, conta ele, atirou para o alto e, em seguida, para baixo, na direção dos carros (leia).
COMENTO:
Eu tenho escrito que a Polícia Civil é uma polícia investigativa e que não está preparada para realizar operações policiais. Basta filmar uma destas operações para constatar tal realidade, uma verdade que agora é exposta da forma mais cruel.
Há espaço sobrando no banco dos réus.
É hora de cobrar responsabilidades de quem determinou que uma polícia investigativa atuasse em operações policiais ostensivas.
Como eu escrevi em artigos anteriores, caso fosse advogado dos Policiais Civis, convocaria como testemunhas de defesa o governador, o secretário de segurança e o chefe da Polícia Civil. Um deles teria que dizer de quem partiu a ordem para este desvio funcional, para o qual os Policiais Civis não estão preparados.
Na verdade, o dedo que puxou o gatilho não foi o dedo do Policial Civil. Ele não deveria estar ali, deveria estar investigando, a sua única missão constitucional.
Repito: Há espaço sobrando no bando dos réus.
Parabéns aos Policiais Civis por falarem a verdade e alertarem o povo fluminense sobre o risco que todos correm.
JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 5 de outubro de 2010

POLICIAIS MILITARES DESVIADOS DE FUNÇÃO TEM DIREITO À GRATIFICAÇÃO.

Marcos Barros Espínola - Advogado
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

A POLÍCIA INVESTIGATIVA DE SÉRGIO CABRAL (PMDB).

EMAIL RECEBIDO:
Coronel Paúl, olha só o que eu estava comentando com você sobre a polícia judiciária do Rio de Janeiro, sobre a falte de mão-de-obra nas delegacias e a elite da polícia civil. O vídeo mostrado no programa do governador, exemplifica isso de maneira bem clara, onde mulheres tem feito o trabalho que não é da sua responsabilidade constitucional, criando-se assim na delegacia um verdadeiro caos para se registrar ocorrências, mas não que eu seja contra as mulheres entrarem para essa unidade, mas é preciso de mais agilidade nas delegacias porque muitas das delegacias que foram contempladas com o programa DEDIC do governo estadual, onde pode-se agendar uma visita na casa do cidadão são em áreas nobres como zona sul e Nitéroi, deixando o povo que não mora em áreas nobres fique sem o atendimento que as elites tem. Aqui vai o vídeo:

Agradeço o email encaminhado.
O vídeo enaltece a presença feminina na polícia, algo que é uma realidade muito positiva há muitos anos. A mulher conquista cada dia mais espaço no mundo profissional, avançando para uma igualdade ainda distante, infelizmente, pois muitas mulheres recebem salários menores embora exerçam as mesmas atividades que os homens. Igualdade, talvez, só no serviço público.
Aliás, as mulheres policiais são mais resistentes à corrupção, uma virtude.
A capacidade profissional das mulheres entrevistadas para a propaganda eleitoral é merecedora de elogios, o que nosso leitor reconhece, porém ele chama atenção para uma grave situação que está crescendo no Rio de Janeiro, o DESVIO DE FUNÇÃO da Polícia Investigativa, a Polícia Civil, que se afasta de sua MISSÃO CONSTITUCIONAL (artigo 144, parágrafo 4o).

Obviamente, poderia ser considerada positiva a presença da polícia investigativa, auxiliando no policiamento à pé (POG); no atendimento de ocorrências (Rádio Patrulha) e nas ações especiais (BOPE), caso estivesse ociosa, com tempo livre, o que não é o caso. A sua missão, INVESTIGAÇÃO, vai MUITO MAL no Rio de Janeiro, onde a taxa de elucidação de homícidios mal sai de zero, portanto, o INTERESSE PÚBLICO determina que a Polícia Civil invista em investigadores e não em guerreiros (as), invista em laboratórios e não em veículos blindados de transporte de tropa.
O agravamento do DESVIO FUNCIONAL da PCERJ é um dos símbolos da péssima gestão da segurança pública no Rio.
Em outra observação, nosso leitor trata do elitismo do governo Sérgio Cabral, algo conhecido e que na implantação das UPPs o exemplo mais gritante.
Parabéns as mulheres da Polícia Civil que aparecem no vídeo, o problema é que estão na instituição errada, na PCERJ seriam muito mais utéis realizando investigações, por exemplo, infiltradas em quadrilhas, de traficantes de drogas, desbaratando e prendendo seus integrantes.
Coragem para isso não falta, como demonstraram no vídeo.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PALO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

SERGIPE: POLICIAL MILITAR SE RECUSA A TRABALHAR COMO AGENTE PENITENCIÁRIO E É PRESO!

Blog do deputado federal Mendonça Prado:
Mendonça critica autoritarismo do Governo por prender sargento.
"O deputado federal Mendonça Prado criticou a atitude do governo de Sergipe de prender o sargento da Polícia Militar, Ataide Mendonça, por se recusar a fazer segurança de um presídio. “O governo precisa se habituar a nova PM que sabelutar pelos seus direitos. Seu trabalho não é no presídio, é fazendo opoliciamento ostensivo. Os agentes penitenciários é que devem fazer esse trabalho”, afirma Prado.
O deputado afirmou que está trabalhando para que PEC 308/2004 que cria a PolíciaPenal federal e estaduais seja votada o mais breve possível em Plenário. A Proposta já foi aprovada em todas as comissões, inclusive ele foi membro dacomissão especial. Com a aprovação dessa PEC, só em Sergipe, 600 PMs deixarão o presídio e voltarão a atuar nas ruas. “Assim os policias voltam para seutrabalho devido e os agentes penitenciários ganham o reconhecimento e alegitimidade para exercerem a função, inclusive, com poder de polícia”, informa.
Mendonça presta sua solidariedade ao sargento e espera que todos os PMs tenhama mesma postura do sargento. “Trata-se de um governo autoritário, que deve se enquadrar no que determina a Constituição Federal. E os PMs estão agindo corretamente ao fazer uma vigília em frente ao Presmil. É um governo inconseqüente que não leva em consideração nem o estado de saúde de Ataide que está internado com problemas psicológicos por defender seus direitos”, criticou Mendonça".
No Rio de Janeiro também vivemos esse absurdo, centenas de Policiais Militares que deveriam estar nas ruas do Rio de Janeiro atuando no policiamento ostensivo, trabalham cuidando de presidiários.
O nosso apoio ao Sargento de Polícia Ataíde Mendonça.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

GOVERNO SÉRGIO CABRAL (PMDB): POLÍCIA MILITAR EMPREGADA COMO SEGURANÇA PRIVADA.

A crise na segurança pública no Estado do Rio de Janeiro segue produzindo fatos bizarros!
Somos motivo de chacota para o resto do Brasil.
O pudor parece ter saído inteiramente de moda.
O jornal O Globo publicou na coluna Gente Boa dessa segunda-feira, em forma de gozação, uma gravíssima denúncia, o uso de uma viatura da Polícia Militar especificamente para proteger a residência do irmão do governador Sérgio Cabral (PMDB).
A nota contém a prova da destinação exclusiva, pois bastou o irmão do governador se mudar para a Rádio Patrulha desaparecer.
O Ministério Público deverá cobrar responsabilidades por esse desvio funcional, com violação dos direitos humanos mais elementares, tendo em vista que a Guarnição deixou de proteger milhares para se dedicar a uma única família.
Cabral tem quase um batalhão a disposição de sua família, enquanto as ruas do Rio de Janeiro carecem de policiamento ostensivo.
De que será que o governador tem tanto medo?
Afinal, ele é o Chefe da Segurança Pública.
E o medo parece ser contagiante, pois pela primeira vez na história da Polícia Militar, um comandante geral solicitou um veículo blindado.
Fato muito estranho considerando que Mário Sérgio é "caveira".
Para suprir a deficiência de efetivo, Policiais Militares que atuam em atividades essenciais, como na Corregedoria Interna, estão sendo transferidos para Unidades Operacionais, quebrando uma regra primária, não expor os investigadores aos investigados.
Eis a realidade da segurança pública, um despudorado e privilegiado caos.
O GLOBO
Só nos resta aguardarmos as providências do Ministério Público.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO