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quarta-feira, 6 de abril de 2011

O CASO DO FALSO TENENTE CORONEL QUE ASSESSORAVA BELTRAME.

No blog do deputado federal Garotinho surgiu uma novidade sobre quem é o responsável pela contratação do falso Tenente Coronel do Exército que assessorava o secretário de segurança pública José Mariano Benicá Beltrame, um segredo que nem uma Sindicância instaurada na SESEG/RJ conseguiu desvendar considerando o que foi divulgado pela mídia.
A falsidade foi descoberta graças a ação de um Praça da Polícia Militar que denunciou o fato, caso isso não tivesse ocorrido, provavelmente o falso Tenente Coronel ainda estaria ditando cátedra na secretaria de segurança e recebendo dos cofres públicos.
Garotinho informa que foi o delegado de Polícia Federal Roberto Sá, ex-PM, o responsável pela solicitação de contratação do falsário (leiam).
O que falta?
Responsabilizar, afinal o dinheiro público foi jogado no lixo.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

RIO DE JANEIRO: OS HOMICÍDIOS AUMENTAM E A SOLUÇÃO SERÁ O SEMÁFORO.

G1:
Secretaria de Segurança não atinge meta de redução de homicídios no Rio
Objetivo era queda de 11,7%, mas índice subiu 1,3% em 2009.Instituição vai usar nova metodologia para medir índice até 2014.
Aluízio Freire
"O índice de homicídio doloso no estado do Rio, em 2009, teve um aumento de 1,3%, em relação ao ano anterior. Ou seja, passou de 5.717 para 5.794 ocorrências. Cresceu em ritmo menor, mas ficou abaixo da meta.
Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (8) pelo secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, que lamentou não ter atingido a meta de redução em 11,7% dos casos, como estava previsto.
Em 2009, o número de homícídios chegou a ter uma queda de 9% no segundo semestre, mas, quando contabililizado o ano inteiro, essa redução não foi suficiente para atingir a meta estabelecida. Em vez de cair, o índice acabou crescendo 1,3%.
Com isso, os gestores do planejamento estratégico da secretaria resolveram mudar a metodologia para atingir o objetivo até 2014, ano em que o país será sede da Copa do Mundo. Segundo o subsecretário operacional Roberto Sá, quando o índice fica dentro de 5% da meta estabelecida “o farol fica amarelo” e não vermelho. “Nosso objetivo era de 11,7%, mas só conseguimos 9% de redução. Acendeu o amarelo”, acrescenta.
“Era um número muito ousado. Com base em dados científicos, estamos fazendo um planejamento estratégico que está em teste para 2014. Pelo cenário e tendências, a meta que se imagina é de 6,33% ao ano até 2014”, explicou Sá. Para ele, a mudança de metodologia não significa que será “mais fácil” atingir a meta estabelecida, mas uma forma de conquistar o objetivo de forma gradual.
“É um planejamento estratégico de 2010 até 2014 para que todos os indicadores de criminalidade diminuam a patamares que consideramos racionais”, afirmou. Beltrame afirmou que a secretaria está trabalhando com gestão de resultados para medir o desempenho da instituição, como as empresas privadas. “São ações concretas, que estamos enfrentando com técnicas”, disse. Ao ser questionado por que a secretaria demorou a adotar esses recursos, argumentou: “É preciso tempo para fazer isso. Estamos falando de planejamento estrutural, uma proposta para daqui a quatro anos. O Rio de Janeiro não tinha uma estratégia técnica planejada”. Os quatro principais indicadores de criminalidade divulgados pela secretaria na comparação entre 2008 e 2009 são: homicídio doloso (aumento de 1,3%); roubos de rua (aumento de 2,2%, que inclui delitos como roubo a transeunte, de celulares e a coletivos); roubos de veículos (queda de 10,1%) e latrocínio (roubo seguido de morte, queda de 6%). Na coletiva de imprensa, que contou com a presença do chefe de Polícia Civil, Allan Turnowski, do chefe do Estado Maior da PM, Álvaro Rodrigues Garcia, e do diretor presidente do Instituto de Segurança Pública (ISP), Paulo Augusto de Souza Teixeira, o secretário anunciou ainda os prêmios para batalhões e delegacias que atingiram suas metas no período. As gratificações variam de R$ 1,5 mil a R$ 500."
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA SÓ AUMENTA.

Blog Reporter do crime
Queda do helicóptero
Cabral monta gabinete para gerenciar crise na segurança
"Desde os ataques do tráfico, que resultaram na queda de um helicóptero da PM e na morte de 29 pessoas -entre as quais 3 inocentes e três policiais - a Secretaria de Segurança ainda não conseguiu assumir o controle da situação e dar uma resposta à altura da afronta praticada pelos bandidos. A situação é tão crítica que a colunista de economia, Mìriam Leitão, virou repórter de crime hoje no Bom Dia Brasil e na CBN, fazedo uma análise básica mas fundamental da conjuntura. Reproduziu, assim como Arnaldo Jabor fez no Jornal da Globo de ontem, o discurso de Beltrame, de que o governo federal precisa entrar na guerra ao narcotráfico.
Como não há evidências de sucesso do gerenciamento da crise pelo gabinete chefiado pelo comandante-geral da PM, a cúpula do governo do estado montou ontem seu próprio gabinete para gerenciar a crise, no Palácio Guanabara. O resultado disso foi a reunião esta manhã da cúpula da segurança pública, anunciado como análise da situação. É muita cúpula para pouco índio. Enquanto isso, até os bandidos estão empregando táticas de inteligência, com a difusão de boatos, que levaram pânico a uma parte da Zona Norte, ontem à noite.
As declarações de Beltrame - que atacou o governo Lula, aliado de seu chefe - jogaram mais lenha na fogueira. Beltrame tem toda razão, mas suas críticas nesse momento revelam que a situação é de desespero. Essas críticas já deveriam ter sido feitas há mais feito e a busca pela integração com a Polícia Federal também. Uma das regras do gerenciamento de crise, segundo os especialistas, é deter o controle da situação, sem atrair novos atores para o conflito.
No gerenciamento da crise o subsecretário de Segurança, Roberto Sá, foi consultado sobre a necessidade de substituição do atual comando da PM. Ficou em dificuldades porque afinal foi ele o principal responsável pela condução do coronel Mário Sérgio ao cargo. E, cá entre nós, substituir comando agora é botar mais gasolina no incêndio".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO