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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

GUERRA DO RIO: BANDIDO PRESO NA CASA DE PM QUE TRABALHA NO GABINETE DO COMANDANTE GERAL.

TERRA NOTÍCIAS
Agentes da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) do Rio de Janeiro prenderam na segunda-feira mais um foragido da quadrilha que controlava os complexos do Alemão e da Penha, na zona norte da cidade. Edson Ventapane da Silva, o Mãozinha, estava escondido na casa de um policial militar, que seria seu primo. O parente do acusado é lotado no gabinete do Comandante Geral da corporação, coronel Mario Sérgio Duarte.
O criminoso é irmão de Emerson Ventapane da Silva, o Mão, que na semana passada já havia sido preso por agentes da 21ª DP (Bonsucesso). Segundo a polícia, a dupla integrava um dos grupos de assaltantes de carros e cargas mais violentos do Rio. Eles são suspeitos de participar de dezenas de assassinatos de policiais.
Um casaco da Polícia Militar foi apreendido com Mãozinha, contra quem já havia um mandado de prisão expedido pela Justiça. O bandido será apresentado a partir das 10h desta terça-feira, na sede da DRF, em Pilares.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 1 de junho de 2010

ESTADO MAIOR DA PMERJ VAI TORCER PELO BRASIL NA ÁFRICA DO SUL.

Cinco Oficiais da Polícia Militar viajarão para a África do Sul para "intercâmbio e absorção de experiência em segurança para grandes eventos", conforme publicação contida no boletim interno número 093, 28 MAI 2010.
Millan chefiará uma delegação e Álvaro Garcia a outra.
Interessante destacar que a experiência possivelmente absorvida por eles não poderá ser utilizada na Copa de 2014, pois não estarão mais no serviço ativo da PMERJ.
Aliás, a viagem é muito oportuna e plenamente justificável, pois a PMERJ não posssui experiência em grandes eventos, sobretudo de futebol, coisa rara pelo Rio de Janeiro, cidade que ainda não realizou nem mesmo um Pan...
Todas as despesas correrão por conta do dinheiro público.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 1 de março de 2010

A IMPORTÂNCIA DO JULGAMENTO DO ESTOURO DA FORTALEZA DO BICHEIRO CASTOR DE ANDRADE.

O GLOBO

Há muito anos atrás...
Parece o início de uma estória de conto de fadas, mas não é, na verdade é um grande pesadelo.
Há muitos anos atrás equipes da Corregedoria Interna e do Serviço Reservado participaram de uma grande operação policial que resultou no estouro da fortaleza do bicheiro Castor de Andrade, quando foram apreendidas listas que seriam referentes ao pagamento do PP do jogo dos bichos (propina), com nomes de várias autoridades, assim como de Oficiais da Polícia Militar.
O volumoso processo se arrasta até hoje sem uma decisão final sobre culpados ou inocentes e corre o risco de ser extinto sem que essa situação importantíssima seja esclarecida.
Isso não pode ocorrer, pois sem a decisão do poder judiciário o nome dos Oficiais continuará manchado para sempre diante da dúvida: culpado ou inocente.
Isso é tão grave que hoje O Globo revive esse fato para colocar mais peso ainda na tragédia que se abateu sobre a Polícia Militar, com o homicídio de um Policial Militar, em fato que envolve o Coronel Carlos Henrique, um dos Oficiais que o nome consta na lista do Castor.
BLOG REPÓRTER DE CRIME.
CORONEL QUE NEGOCIA COM BANDIDOS JÁ FOI ACUSADO DE LIGAÇÃO COM O BICHO.
(...) Lamentável a Polícia Militar do Rio ter no comando de unidades um oficial como esse. No ano passado, a OAB de Cabo Frio, por meio de seu presidente, Eisenhower Dias Mariano, já havia alertado que o coronel Carlos Henrique não deveria assumir o batalhão de Cabo Frio porque tem uma mancha em seu currículo - um processo criminal, no qual foi acusado de ligações com o bicheiro Castor de Andrade.
- Esse novo comandante já chega com uma mancha do passado, com a vinculação no jogo do bicho. Nós não queremos mais ninguém com passado no comando, queremos pessoas que possam efetivamente assegurar a segurança pública para a sociedade de Cabo Frio - disse Eisenhower, à época
(
leia).
Além de Carlos Henrique outros Oficiais que ocupam funções muito importantes se encontram na mesma situação, ou seja, sejam nomes constam das listas do Castor, portanto, urge que o processo tenha um fim:
- Culpados ou inocentes.
Obviamente, com esses Oficiais no exercício de funções relevantes, qualquer fato os envolvendo, trará de volta o estouro da fortaleza do Castor.
Isso é muito triste para esses Oficiais, seus familiares e para a combalida Polícia Militar.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

POLÍCIA MILITAR: UM PINGO É LETRA

O DIA
INTERNA CORPORIS...

- O final da atual gestão será complicado...

- No final de semana um órgão da imprensa deve tratar do gás.

- O contrato de terceirização de viaturas da PMERJ é tema proibido na mídia fluminense e ao que parece, na mídia paulista também.

- Indícios dão conta que Sérgio Cabral, novamente, não irá respeitar os interesses da Polícia Militar nas promoções por merecimento dos Oficiais, como ele já fez nas promoções de agosto desse ano, a primeira da gestão da modernidade. Após a publicação do ordenamento do Quadro de Acesso por Merecimento – QAM -, a ordem simboliza o interesse institucional e só o governador pode promover fora dessa ordem. e agindo assim contraria a instituição, fazendo valer os seus interesses. Cabral não respeitou a ordem em agosto, embora tenha declarado em Petrópolis que não tinha interferência nas promoções da PMERJ, dias após a assinatura das promoções.

- Não se surpreendam se voltarem a ocorrer promoções por “bravura” na Polícia Militar, a turma que apóia o “tiro, porrada e bomba” está se mexendo. Praças poderão ser promovidos.

- Houve uma triste época na Polícia Militar quando para não afastar comandantes de batalhão, em face de interesses políticos, o Curso Superior de Polícia foi realizado sem prejuízo do serviço. Assim, os Oficiais continuaram “comandando” mesmo sendo alunos do curso. Parece que essa maluquice pode voltar a ocorrer em 2010, ano eleitoral.

- É excelente o relacionamento entre os Coronéis Millan e Álvaro, ambos chefes do Estado Maior Geral, com os Tenentes Coronéis Quemento e Luigi.

- Só os Policiais Militares que estão na Polícia Militar receberão as cestas de natal, essa é a regra! Será que os adidos na Secretaria de Segurança e na Coordenadoria Militar do Gabinete Civil ficarão sem o bacalhau?

- Notícias dão conta que todos os Bombeiros Militares receberão os R$ 350,00.

- No dia 17 de dezembro, o final da festa do QOA não foi dos mais agradáveis...

Amanhã, Dia do Fora Cabral – Ato I, vista a sua camisa com a frase Fora Cabral e passeie pela cidade. Mande filmes e fotos que publicaremos na internet.

JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O EXCLUÍDO FARDADO NO CALÇADÃO DE BANGU E O JULGAMENTO NA AJMERJ.

Hoje o Excluído Fardado estará no Calçadão de Bangu, a partir das 11:00 horas.
Divulgue e participe.
Está previsto para amanhã um julgamento muito importante na AJMERJ, relativo ao processo no qual são acusados Oficiais da Polícia Militar de terem recebido propina do "jogo dos bichos", esse escândalo que diarimante ofende o poder público (federal, estadual e municipal) no Rio de Janeiro.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

domingo, 25 de outubro de 2009

SÉRGIO CABRAL (PMDB), O FRACASSO COMPLETO NA SEGURANÇA PÚBLICA.

O GLOBO - 12 DE FEVEREIRO DE 2008
FOTO HISTÓRICA
ESTADÃO:
Gestão Cabral apreende menos e prisões diminuem
Por Wilson Tosta, no Estadão:
Uma comparação de números brutos de segurança pública de 32 meses do atual governo do Rio com dados de igual período da administração passada indica contradições entre a política de confronto com o crime, propalada pelo governador Sérgio Cabral Filho (PMDB), e os resultados reais. O levantamento, feito pelo Estado no site do Instituto de Segurança Pública (ISP), mostra que nesta gestão as polícias fizeram 33,56% menos apreensões de armas, 13,87% menos de drogas e 20,2% menos prisões em comparação com a anterior, de Rosinha Garotinho (PMDB), criticada por sua política e resultados na área de segurança.
Na outra ponta, subiram roubos a ônibus (53,91%) e a transeuntes (183,1%). O atual governo, porém, diz que homicídios e roubos de veículos caem e lembra que os dados de apreensão de drogas não são por peso.
A comparação mostra que, no governo Cabral, foram apreendidas 26.706 armas, ante 40.198 no período correspondente da gestão anterior. Por mês, isso significou recuo nas médias de 1.256,18 para 834,56 armas apreendidas. Em drogas, o número de apreensões caiu de 31.803 para 27.390. A diminuição nas prisões foi de 58.706, em 32 meses da gestão passada, para 46.840 no governo atual. Mensalmente, o recuo na média foi de 1.834,56 para 1.463,75 suspeitos presos. Ou seja, a cada mês do governo Rosinha (janeiro de 2003 a agosto de 2005), foram recolhidas 421,62 armas ilegais a mais e acabaram presas 370,8 pessoas também a mais, na comparação com período equivalente do governo Cabral.
Aqui
Artigo do Blog Reinaldo Azevedo - http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo
Link para o artigo:
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

POLÍCIA MILITAR: MAIS UM CHEFE DO ESTADO MAIOR GERAL ACUSADO.

O GLOBO
O GLOBO:
Mais dor de cabeça para a PM: Chefe administrativo do Estado-Maior é um dos réus de novo julgamento da lista do bicho.
Publicada em 24/10/2009 às 20h26m
Sérgio Ramalho.
RIO - O comando da PM já não enfrenta um bom momento, devido ao fato de policiais terem liberado os assassinos do coordenador de Projetos Sociais do AfroReggae, Evandro João da Silva, e por causa da violência do tráfico, que derrubou um helicóptero da corporação em Vila Isabel, mais um golpe está a caminho. No próximo dia 6, acontecerá o novo julgamento de 41 oficiais da Polícia Militar citados na lista do bicho, apreendida há 15 anos numa fortaleza de Castor de Andrade, em Bangu. Entre os réus por corrupção passiva, figura o chefe administrativo do Estado-Maior da corporação, coronel Carlos Eduardo Millan Guimarães. À época capitão, ele tinha ao lado de seu nome na contabilidade da contravenção a expressão "PPFixo".
Ao longo do processo, Millan negou ter recebido qualquer quantia da contravenção. Submetido na época a um conselho de justificação, o então capitão foi absolvido, em virtude de os oficiais responsáveis não terem encontrado em suas contas depósitos com os valores citados na lista. Na ocasião, os tenentes Dilo Pereira Soares Júnior (hoje major, investigado por suspeita de ligação com milícias) e Álvaro Lins (ex-chefe de Polícia Civil e deputado estadual cassado) foram absolvidos, com o mesmo argumento.
O processo da lista do bicho foi julgado pela primeira vez em maio de 1998. Na época, foram condenados 21 dos 45 réus, entre eles o coronel Gentil Pitta Lopes, irmão do coronel Gilson Pitta, ex-comandante-geral da PM. Os outros 24 oficiais foram absolvidos, por dúvida, mas a sentença acabou anulada.
Antes de ser marcada uma nova data para o julgamento, o processo foi remetido ao Tribunal de Justiça, em virtude de um dos réus, Álvaro Lins, ter sido eleito deputado estadual, cargo que lhe garantia foro especial. O processo voltou à pauta de julgamento na Auditoria de Justiça Militar na última semana. Quatro dos 45 réus já morreram, 35 foram para a reserva, dois deixaram a corporação e três oficiais, além do coronel Millan, ocupam cargos de comando na PM.
Propinas eram para liberar contravenção
Na época da descoberta da lista do bicho, Millan atuava no 18 BPM (Jacarepaguá). De acordo com as anotações, ele teria recebido valores mensais em 1993. Um trecho da denúncia do Ministério Público diz que o exame dos livros contábeis atestou "a disseminação da corrupção patrocinada pelos banqueiros do jogo do bicho entre os agentes da lei, constando-se que a uns se distribuíam as propinas de forma habitual e reiterada, o chamado PPFixo, enquanto outros recebiam ocasionalmente".
Segundo a denúncia, as quantias eram pagas para que oficiais não reprimissem a contravenção. Os valores foram destinados mensalmente, de fevereiro de 1989 até 1994, a oficiais de diversões batalhões: 6 BPM (Tijuca), 9 BPM (Rocha Miranda), 14 BPM (Bangu), 18 BPM (Jacarepaguá), 19 BPM (Copacabana) e 23 BPM (Leblon), além do Comando de Policiamento de Interior, do Núcleo de Operações e até do quartel-general da PM. Além de "PPFixo", aparecia ainda ao lado de alguns nomes de oficiais a anotação "despesas de refeição".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO