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sexta-feira, 10 de julho de 2009

CABO DE POLÍCIA BRUNO - DOCUMENTOS ENTREGUES.

Entregamos a documentação relacionada com a violação dos direitos humanos do Cabo de Polícia Bruno ao Ministério Público da AJMERJ, à Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ e à Comissão de Direitos Humanos da ALERJ.
Agora, devemos esperar a avaliação do Ministério Público e torcer para que as comissões de direitos humanos reconheçam o Policia Militar como CIDADÃO BRASILEIRO e se preocupem tanto com os direitos do menor acusador, quanto com os direitos do Cabo de Polícia execrado publicamente.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 7 de julho de 2009

O JORNAL EXTRA E A EXECRAÇÃO PÚBLICA DO CABO DE POLÍCIA BRUNO.

Hoje o jornal Extra prosseguiu execrando o Cabo de Polícia Bruno (39o BPM), como já comentamos, colocando a su foto de corpo inteiro e de frente, demonstrando o menospreso pelo cidadão Policial Militar.
A leitora Joana comentou com muita propriedade que o jornal Extra esqueceu-se de um fato de extrema importância e gravidade, ou seja, a realidade do número de Policiais Militares que são assassinados quando estão de folga no Estado do Rio de Janeiro. Um número que supera muito os 66 Policiais Militares que foram assassinados em serviço, no governo Sérgio Cabral (PMDB), isso até o dia 31 de março de 2009.
Salvo melhor juízo, o Policial Militar agora pode ser facilmente identificado por criminosos e ainda, foi esteriotipado como torturador de menores e de mulheres.
Assim sendo, recomendamos ao Cabo de Polícia Bruno que acione o seu advogado e caso não o possua, por favor, entre em contato com o Movimento Cívico Juntos Somos Fortes, utilizando o blogfone (93519540), para que sejam adotadas as medidas judiciais cabíveis.
Na mesma linha, consideramos adequado que o novo comando da Polícia Militar se preocupe diretamente com a situação do Policial Militar, demonstrando que a nova administração irá se dedicar ao dito patrimônio da PMERJ, o Policial Militar.
O Cabo de Polícia Bruno merece e precisa de assessoramento jurídico e de acompanhamento.
Obviamente, ele responderá as acusações que foram feitas em seu desfavor, porém responderá amparado por sua cidadania.
Amanhã será entregue no Ministério Público da AJMERJ, na Comissão de Direitos Humanos da ALERJ e na Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ uma comunicação sobre a execração pública do Cabo de Polícia Bruno, que será publicada na íntegra nesse espaço democrático, quando devidamente recibada.
E, apenas para esclarecer ainda mais os fatos, apesar de preso em flagrante e preso disciplinarmente, ao chegar na 54a DP, o Cabo de Polícia Bruno foi liberado pela inexistência de flagrante, tendo sido feito um registro de ocorrência para posterior apuração e ao chegar ao quartel, o Cabo de Polícia Bruno teve a sua prisão disciplinar relaxada.
Nós, Policiais Militares precisamos fazer com que todos aprendam de uma vez por todas, que nós somos cidadãos plenos.
Nenhum dos nossos regulamentos nos priva da cidadania plena.
Não podemos ser humilhados; não podemos ser presos ilegalmente; não podemos ser condenados sem julgamento; não podemos ter nossa imagem exposta de forma vexatória ou caluniosa; temos direito à presunção de inocência; temos direito a ampla defesa; temos direito ao contraditório e temos direito a responder os Documentos de razão de Defesa em cinco dias utéis, o que muitos ainda não sabem.
Podemos participar de atos cívicos, estando de folga, em trajes civis e desarmados, inclusive na proximidade de aquartelamentos.
Somos cidadãos brasileiros!
E, somos cidadãos especialíssimos, pois arriscamos a vida em defesa de outros cidadãos.
Somos heróis e temos que ser reconhecidos como heróis, tratados como heróis e remunerados como heróis.
Rogamos para que todos os órgãos de Defesa dos Direitos Humanos aprendam essa verdade e nos respeitem como cidadãos, a Polícia Militar já é extremamente rigorosa para apurar os nossos desvios de conduta, como demonstram os números da nossa Corregedoria Interna, que não encontram similar de rigor em nenhum outro órgão de controle interno institucional do Estado do Rio de Janeiro.
Quem duvida, que busque os dados relativos as punições administrativas concretizadas pelas outras Corregedorias e Ouvidorias.
Cabo de Polícia Bruno não permita que violem os seus direitos impunemente, pois quem é submisso, cai de joelhos, como caiu a nossa heróica, gloriosa e bicentenária Polícia Militar.
Vamos ajudá-la a se erguer, contra tudo e contra todos.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

JORNAL EXTRA SEGUE EXECRANDO O CABO DE POLÍCIA BRUNO.

O jornal Extra prossegue execrando o Cabo de Polícia Bruno (capa e 12a página), agora citado como tendo sido alvo de outra denúncia, anterior ao fato que teve grande repercussão apenas no jornal Extra de sábado.
Mais uma vez a foto do Policial Militar é exibida e dessa vez de frente, permitindo que o Cabo de Polícia Bruno seja facilmente identificado.
É lamentável e condenável a insistência do jornal Extra em desrespeitar os direitos constitucionais (humanos) do Policial Militar, uma postura que deve ofender a todos os Policiais Militares, que podem se considerar vítimas potenciais da mesma execração pública, diante de uma acusação em seu desfavor.
Amanhã, encaminharemos documentos ao Ministério Público e a órgãos de defesa dos direitos humanos relatando, o que em nossa opinião constitui flagrante violação de normas nacionais e internacionais que resguardam os direitos de todos os seres humanos.
Interessante destacar que não recordamos de ter lido no jornal Extra, uma referência de igual proporção com relação ao fato da gestão Sérgio Cabral, estar atingindo o número macabro de 70 (setenta) Policiais Militares assassinados, apenas em serviço, sendo o número muito maior o de Policiais Militares assassinados quando estavam de folga.
Nessa mesma linha de não informação, ainda não lemos que o desastre da gestão da segurança pública, pode ser comprovado pelo fato de na gestão Sérgio Cabral (PMDB) a Polícia Civil já ter tido dois chefes e a Polícia Militar caminha para o seu terceiro comandante, sendo que o secretário de segurança continua o mesmo.
Diante dessa verdade, perguntamos onde estará a origem do insucesso da segurança pública, nas instituições policiais ou na secretaria de segurança?
A resposta não parece difícil e reforça um boato que circula pelos corredores, já reportado nesse espaço democrático, o secretário é “imexível”.
Ainda tentando entender a postura do jornal Extra, não lemos ainda em suas páginas que em 2009, a gestão Sérgio Cabral (PMDB) deverá atingir o número de 15.000 cidadãos assassinados ou desaparecidos em um único ano.
Isso não deve ser relevante, afinal, um cidadão fluminense é assassinado ou desaparece a cada hora, já virou rotina, não dá manchete, se tratando de notícia velha.
E, voltando ao tema central, o jornal Extra parece desconhecer a diferença entre acusado e condenado, bem como, não conhece o princípio constitucional da presunção de inocência e muito menos o direito ao contraditório e a ampla defesa.
A matéria é assinada pelo repórter Paulo Carvalho, o que permite uma ação judicial direta contra o autor da reportagem, por parte do acusado que ainda não é condenado.
Por derradeiro, deixamos uma pergunta para o jornal Extra:
- O Coronel de Polícia que prendeu em flagrante e prendeu disciplinarmente o Cabo de Polícia Bruno já foi acusado de cometer alguma arbitrariedade?
Se foi, o Extra noticiou com grande destaque?
Aguardemos as respostas da reportagem investigativa do jornal Extra?
POLICIAL MILITAR É CIDADÃO, EMBORA ALGUNS NÃO QUEIRAM RESPEITAR ESSA VERDADE, MAS TERÃO QUE APRENDER!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO