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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

GUERRA DO RIO: MÁRIO SÉRGIO NO TOPO.

O GLOBO
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 20 de maio de 2010

SOCORRO!

JORNAL EXTRA:
"O anúncio da Secretaria de Segurança Pública do Rio de que pretende substituir os 12 caveirões da polícia fluminense por modelos mais ágeis gerou controvérsia no mercado brasileiro. Isso porque um dos modelos cotados - o russo Tigre GAZ 2330, espécie de jipe que custa cerca de R$ 530 mil - sairia mais caro do que outros semelhantes produzidos pela indústria brasileira, segundo um empresário do setor.
O modelo russo tem capacidade para transportar nove policiais, blindagem resistente a fuzil e pesa cerca de seis toneladas - ou seja, sem qualquer nova tecnologia que nossa indústria já não ofereça, segundo Ricardo Barros, diretor da AutoLife Blindagens, empresa que já desenvolveu projetos militares para o Exército brasileiro e polícias de vários estados, entre eles o Rio. Outro ponto questionado, além do alto custo, é a manutenção e reposição de peças".
Não custa que o Coronel de Polícia Pinheiro Neto viajou para a Rússia no ano passado.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 6 de setembro de 2009

LEIA COM ATENÇÃO...

JORNAL BRASIL DE FATO ONLINE:
No Rio, o terrorismo contra a pobreza
Comunidades pobres e organizações de direitos humanos denunciam práticas terroristas nas operações em que blindado militar da PM do Rio é usado para entrar nas favelas
Júlia Gaspar,Rio de Janeiro (RJ)
O medo que as crianças tinham do Bicho Papão caiu em desuso; o monstro da vez é o Caveirão. Mas este não foi extraído de um conto de fadas. É algo bem verdadeiro e assustador até para adultos: trata-se de um carro blindado do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope) do Rio de Janeiro que tem o desenho de uma caveira com duas pistolas cruzadas e uma faca enfiada na cabeça, além de uma série de fuzis que eventualmente dão tiros para todos os lados de forma aleatória.
Esse típico veículo de guerra entra nas favelas do Rio de Janeiro todos os dias com um alto-falante que faz ameaças aos moradores: "Sai da rua"; "Vai dormir"; "Vim buscar sua alma". Quem é pego de surpresa, precisa encarar ou pode ser morto na tentativa de se esconder.
Essa conduta da polícia militar carioca está mobilizando movimentos sociais e Organizações Não-Governamentais (ONGs), como a Anistia Internacional, o Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis, a Justiça Global e a Rede de Comunidades e Movimentos Contra a Violência. Juntas, essas entidades preparam um abaixo-assinado que reivindica à governadora do Estado do Rio de Janeiro, Rosinha Matheus (PMDB), a suspensão do Caveirão, definindo-o como um "instrumento de terrorismo, inconstitucional e contrário aos mais elementares direitos humanos". Além das assinaturas no Brasil, a governadora vai receber de 72 países cartões postais com a foto do Caveirão e um texto em repúdio ao veículo.
Até o momento, a polícia militar possui oito blindados deste tipo - três de uso do Bope e cinco dos comandos regionais. O tenente coronel Aristeu Leonardo Tavares, chefe do setor de Relações Públicas da Polícia Militar do Rio de Janeiro, afirma que a experiência possui resultados tão compensatórios que policiais militares de outro estados buscam implementar o sistema. Ele também diz que o Caveirão é uma das causas da diminuição drástica do número de policiais mortos em serviço. Mas Marcelo Freixo, da ONG Justiça Global, explica que a quantidade de civis mortos pela PM aumentou muito e acusa a polícia do Rio de Janeiro de ser a mais violenta do mundo.
Muitas das mortes causadas por policiais são registradas como "auto de resistência", que significa que supostamente o indivíduo morreu em conflito com a polícia. O professor Ignácio Cano, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), fez uma pesquisa e constatou que, em 70% dos casos registrados como "auto de resistência", os tiros foram dados pelas costas e a curta distância. Como não há ninguém que troque tiros de costas, foram, na realidade, execuções sumárias. Na maioria dos casos, cabe apenas à família provar a inocência do morto, dizendo que não enfrentou a polícia. O confronto fica resumido à palavra do morador do morro versus a palavra do policial.
Terrorismo social
A maioria das vítimas de violência policial é de moradores da favela. E, apesar de os bandidos serem minoria nas favela (no Rio de Janeiro como em outras metrópoles), isso é o suficiente para legitimar, nas políticas de segurança pública, a criminalização de toda uma comunidade. "Ocorre que não está se criminalizando o crime, mas sim a pobreza", afirma Marcelo Freixo.
O ativista também critica o "mandato de busca genérico", instrumento pelo qual um juiz autoriza a polícia a entrar na casa de qualquer pessoa de uma comunidade inteira. Ou seja, toda a favela é suspeita. A justificativa que consta de um desses mandados é mais que preconceituosa: "para contribuir com os incorruptíveis policiais do RJ (...) e combater o lixo genético da sociedade".
O conceito de que bandido e favelado são sinônimos vem desde as músicas cantadas durante o treinamento de membros da divisão de elite do Bope. O relatório "Eles entram atirando", divulgado pela Anistia Internacional, descreve algumas dessas canções:
"O interrogatório é muito fácil de fazer
pega o favelado e dá porrada até doer.
O interrogatório é muito fácil de acabar
pega o favelado e dá porrada até matar".
Outra dessas músicas citadas no documento:
"Bandido favelado
não varre com vassoura
se varre com granada
com fuzil, metralhadora".
Repressão
"A primeira coisa que a polícia faz é acusar as pessoas de traficantes, e a mídia reproduz", diz Deley, morador da Favela de Acari, na capital fluminense. Deley é professor de futebol e conta que estava em aula com seus alunos, quando ouviram que o Caveirão estava subindo o morro, então todos correram, apavorados. Ele lembra também de uma das vezes em que a polícia invadiu a favela, porque os traficantes não tinham pagado a propina dos policiais. E fala que, em represália, os PMs mataram um garoto, prenderam em frente ao Caveirão, rodaram pela área esperando trazerem o dinheiro e ameaçaram colocar mais cinco corpos em cima do blindado. Para Marcelo Freixo, a luta de direitos humanos é pedagógica, é a construção de uma cultura de direitos. Por isso, a campanha contra o Caveirão faz uma crítica à política de segurança pública e leva a sociedade a discutir a realidade em que vive".
Esse texto é de 01/12/2006.
Você o considera atual?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE DPOLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INETRNO

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

VEÍCULO BLINDADO DO COMANDANTE - COMENTÁRIO.

COMENTÁRIO POSTADO:
"É, no mínimo, suigeneris, a providência,mas oportuna para se perguntar se a elevada responsabilidade da função de cada soldado, cada cabo, cada sargento, cada tenente...enfim....de todos os policiais-militares que, diuturnamente, arriscam suas vidas, e o futuro de suas famílias, também não condiz com a necessidade de o Governo, pelo menos, prover salários decentes a esses que, de fato, deveriam ser o principal objeto de preocupação e providências quanto à preservação de suas vidas? Não deveriam ser também blindadas as viaturas nas quais, com muito mais frequência, os policias se expõem?"
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

MÁRIO SÉRGIO ESTÁ ACERTO, AFINAL VIVER NO RIO É UM PERIGO.


Do Blog da segurança.
Licitação para carro blindado de comandante da PM provoca polêmica
"A divulgação do pregão eletrônico para o aluguel de um carro blindado para o comando-gerla da PM - noticiada pelo Blog da Segurança, do Dia Online - gerou polêmica entre os internautas. Muitos questionaram o motivo da locação do veículo, que será usado ...nos deslocamentos do coronel Mário Sérgio Duarte.
De acordo com a PM, o comandante já utiliza carro blindado, mas agora será feito um contrato mais longo, no prazo de um ano, e que pode ser renovado ou cancelado. A necessidade do veículo, de acordo com a corporação, se deve à importância do cargo ocupado por Mário Sérgio.
Ele explicou que a decisão foi, na verdade, uma economia de recursos e de pessoal. "Todas as autoridades do estado usam carro blindado. Não é um privilégio, mas uma questão lógica, já que estamos adquirindo um equipamento adequado para a minha segurança, mas que vai permitir a diminuição dos gastos e disponibilizar parte do efetivo empregado neste serviço, como temos feito em vários setores", explicou o comandante.
O pregão, que acontecerá terça-feira, foi publicado no Diário Oficial do Estado dia 19. Qualquer empresa pode se candidatar, desde que o veículoa apresentado atenda a algumas exigências feitas pela PM. O valor estipulado foi de R$ 137.960,04, já incluída a manutenção do veículo e o pregão é de competência do Banco do Brasil. Na disputa, vencerá a empresa que oferecer o serviço pelo menor valor".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 10 de junho de 2009

CIDADÃO FLUMINENSE, VOCÊ CONSIDERA QUE A SESEG PASSOU NA PROVA? FOI REPROVADA? OU FICOU EM RECUPERAÇÃO?

JORNAL EXTRA:
CAVEIRÕES NA FAVELA
Secretaria de Segurança diz que denúncia não tem dados consistentes
Após a publicação da reportagem sobre a suspeita de corrupção no 22º BPM (Maré), a Secretaria Estadual de Segurança (Seseg) afirmou que não há investigação porque “a única informação que chegou veio do Disque-denúncia prontamente desqualificado pelos especialistas da Inteligência.”
A Secretaria não especificou qual a técnica policial utilizada. Ao afirmar que “a denúncia não apresenta o mínimo de elementos concretos”, o órgão não leva em consideração que a mesma
informa o local, o dia e o modo como os policiais teriam atuado. A denúncia informa até o valor, supostamente, envolvido.
CASOS DE POLÍCIA: Como a informação recebida via Disque-denúncia foi desqualificada pelos especialistas da Inteligência?
SESEG: Pela técnica policial.
CASOS DE POLÍCIA: Por que essa denúncia não deu origem a uma investigação?
SESEG: Porque a denúncia recebida não produziu dados consistentes.
CASOS DE POLÍCIA: Blindados participaram da operação, no domingo, dia 31 de maio. Como garantir que não houve corrupção policial, sem abrir uma investigação?
SESEG: Os blindados foram enviados ao local a pedido do Comando Geral. A investigação só pode existir com uma denúncia que apresente o mínimo de elementos concretos.
CASOS DE POLÍCIA: Qual a avaliação que a Secretaria de Segurança faz das informações recebidas via Disque-denúncia?
SESEG: O Disque-denúncia é um grande parceiro da Subsecretaria de Inteligência. Ele recebe a informação bruta e anônima, que depois é tratada pelos filtros da Inteligência.
Leia a matéria completa
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO