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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

COVARDIA EM FORTALEZA – IVO SALVANY.

Covardia em Fortaleza
A reação de medo, pânico e covardia das pessoas do bem de Fortaleza, nesta semana, se trancando e se acuando em suas casas, mostrou o terror que uma minoria de bandidos sabidamente armados impõe à população. Daí se provar a falácia e covardia do desarmamento, mais ainda, que os homens do bem, livres e de coragem têm que ter suas armas em casa e nas ruas, prontas para serem empregadas contra qualquer tentativa criminosa contra a integridade de sua família, sua liberdade e sua própria vida. Os homens do bem e de coragem , a maioria absoluta da população, não podem ficar acuados e reféns diante de bandidos e terroristas que menosprezam essas covardes campanhas de desarmamento promovidas por maus políticos, ex terroristas e bandidos de colarinhos brancos. Por isso, minhas armas estão sempre limpas e em permanente uso. Allah akabar.
Ivo Salvany
Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 12 de abril de 2011

CRIMINOSOS COMEMORAM O ANÚNCIO DA NOVA CAMPANHA DO DESARMAMENTO.

EMAIL RECEBIDO:
Criminosos comemoram o anúncio da Nova Campanha do Desarmamento
Escrito por Emmanuel Goldstein
O secretário-geral da Associação Nacional de Criminosos (ANC) comemorou o anúncio feito pelo Ministro da Injustiça, José Eduardo Esquerdozo, de que o (des)governo federal promoverá uma nova Campanha do Desarmamento no Brasil.
“Com o anúncio do governo convoquei uma reunião extraordinária da categoria. Inicialmente somente os assassinos cruéis e os psicopatas delirantes gostaram da idéia. Tivemos algumas dificuldades para convencer companheiros traficantes, assaltantes e seqüestradores. Após o coffee-break, depois de uma calorosa discussão sobre os benefícios do desarmamento, todos concordaram em entregar as suas armas de fogo diretamente ao governo ou nos postos de entrega da ONG Viva Rio”, disse o secretário-geral da ANC.
“Nossas vítimas também estarão desarmadas?”, questionou um assaltante. “Sim, o governo federal está do nosso lado e vai desarmar todas as vítimas”, respondeu o líder dos seqüestradores.
Apesar da desconfiança inicial, os traficantes assinaram uma declaração para consolidar o compromisso de entregar todos os equipamentos (munições, revólveres, pistolas, metralhadoras, morteiros, granadas e fuzis) para o Governo Federal. Na verdade, o entusiasmo dos traficantes foi mais longe: “Para demonstrar nossa sinceridade, cancelaremos todos os pedidos de armas no mercado negro do Paraguai. As encomendas ilegais que já estiverem a caminho serão despachadas para a sede da Polícia Federal em Brasília”, disse o Comissário Geral e Supremo Líder do Tráfico.
Em um pronunciamento feito durante a reunião, o porta-voz dos assassinos cruéis anunciou que a partir daquele momento as armas de fogo não serão mais utilizadas. “Não desanimem, camaradas! As coisas só podem melhorar! Pra que serve uma corda ou uma faca? Se estiver entediado utilize uma foice ou até um martelo! Não esqueçam: Caim matou Abel com uma paulada na cabeça! Sejamos criativos sempre!”, disse o porta-voz.
O secretário-geral da ANC disse ainda estar confiante no trabalho do Governo Federal: “O Ministro da Injustiça está coberto de razão. Uma população armada é uma população violenta. Vários assassinos são baleados todos os anos durante a invasão de casas. Onde estão as ONGs e os direitos humanos que não se preocupam conosco? Essa matança precisa acabar”, concluiu.
COMENTO:
Piadas de um lado, realidade do outro, não podemos esquecer que em tese todo desarmamento seria positivo, desde que os governantes conseguissem controlar a criminalidade violenta, algo que no Brasil e no Rio de Janeiro, especificamente, está muito longe de acontecer.
O cerne da questão é o DIREITO de se defender e de defender seus entes queridos, diante da verdade de que o ESTADO não defende ninguém.
Imaginem: O trânsito no Brasil mata mais que as guerras convencionais, implantada uma política de cerceamento de direitos, logo uma associação que defende as vítimas do trânsito, poderá lançar a campanha de "descarreamento" da população.
O fato é que, mais uma vez, os governantes mostraram o seu despreparo e a sua ineficácia como gestores públicos e querem tampar o sol com uma peneira.
É hora de levar à sério a segurança pública, algo que no Rio de Janeiro nem começou a acontecer, pois não temos nem mesmo uma política de segurança, temos apenas um projeto eleitoreiro sustentado pela mídia que tem o governo estadual como principal cliente.
Seriedade, por favor.
Respeito ao povo, por favor.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

UM ESTADO QUE NÃO GARANTE A SEGURANÇA PÚBLICA, NÃO PODE QUERER DESARMAR O CIDADÃO DE BEM, RETIRANDO DELE O DIREITO DE DEFESA.

REVISTA VEJA
Blog do jornalista Reinaldo Azevedo
11/04/2011 às 21:28
Viva Rio tem de dizer o que pensa sobre espinhela caída e unha encravada
Há pouco, o JN exibiu uma reportagem sobre a campanha do desarmamento, com direito a depoimento de José Sarney (PMDB-AP), presidente do Senado. Todos se dispensaram de dizer o que uma coisa — a posse legal de armas — tem a ver com outra: a tragédia havida no Rio. Assim, a violação da lógica fica apenas como algo subentendido. Pessoas que eventualmente se oponham à proposta não foram ouvidas. Ainda que se tivesse tentado ouvi-las — pelo encadeamento da reportagem, acho que não —, o provável é que não se tivesse encontrado ninguém. Afinal, convenham: se os que querem a campanha são a favor da paz e estão horrorizados com a morte das escolas, que papel restaria a quem é contra? Trata-se de um exemplo da “ditadura benigna de opinião”. Notável!
Um senhor da Viva Rio — entidade que opina sempre sobre tudo, até sobre espinhela caída e unha encravada — afirmou que 60% das armas apreendidas no Rio foram compradas legalmente e roubadas pela bandidagem. Desconfio desses números, deixo claro, mas, ainda que verdadeiros, eles não dizem nada.
Em primeiro lugar, armas apreendidas não são representativas das armas não-apreendidas. Como eu sei? Além da lógica furada, o número ridículo das armas capturadas pela Polícia na Vila Cruzeiro e no Morro do Alemão o demonstra. Em segundo lugar, o Rio não é o Brasil. Em terceiro lugar, um estado que proíbe, como princípio, que o indivíduo tenha uma arma para se proteger está moralmente obrigado a garantir a sua segurança. O nosso garante?
O governo faça a campanha que quiser. Isso é o de menos. Cresce um movimento para que se criem leis para restringir o posse de armas de pessoas de bem. Os “humanistas” mais exacerbados não querem nem referendo sobre o assunto. Os moderados, como Sarney, querem fazer uma nova consulta popular. É o modelo Chávez: referendo bom é aquele que dá o resultado esperado pelos bacanas. Se não for como eles querem, faz-se uma nova consulta, até que o povo “diga” o que eles querem ouvir.
Por Reinaldo Azevedo
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

ARMAS DESAPARECEM NA POLÍCIA FEDERAL.

O GLOBO:
Desvio
No Rio Grande do Sul, PF investiga sumiço de armas entregues na campanha do desarmamento.
PORTO ALEGRE - A Polícia Federal (PF) investiga sumiço de armas entregues durante a campanha do desarmamento. Revólveres e pistolas encaminhados à instituição foram desviados por funcionários e antigos proprietários tiveram nomes envolvidos em crimes mesmo depois de repassar armamento.
Um empresário de Porto Alegre entregou ano passado um revólver à PF. No entanto, no início do mês, ele recebeu uma intimação para depor em uma delegacia da cidade. Motivo: a arma de sua propriedade foi apreendida após a prisão de criminosos durante um roubo a estabelecimento comercial.
O problema é que este empresário tem todos os documentos que comprovam o encaminhamento do revólver à PF, inclusive com ressarcimento.
O empresário não quis que seu nome fosse revelado. O advogado dele entrou em contato com a PF para resolver a situação.
O superintendente da PF, delegado Ildo Gasparetto, confirmou o desvio de armas da instituição. Ele destacou que foi instaurado neste ano inquérito e sindicância, sendo que dois funcionários foram demitidos no primeiro semestre:
- Tomamos as medidas imediatamente e todos foram identificados. Assim como acontece com contratados, acontece com agente, com delegado. Nosso objetivo é cortar na carne e foi isso que fizemos neste caso.
Gasparetto destacou que as investigações continuam para tentar localizar mais armas. Ao todo, 14 foram desviadas e sete já foram apreendidas. Além dos dois funcionários, mais dez pessoas foram indiciadas no inquérito. Duas delas foram presas. Os envolvidos são da Capital e de Viamão. Os crimes são de peculato, quando funcionário público usa o cargo para favorecimento próprio, receptação e contrabando.
Desde 2004, a PF recebeu no Estado mais de 43 mil armas durante a campanha do desarmamento. Devido ao desvio identificado este ano, o sistema de recebimento e envio para o Exército foi modificado para evitar novos problemas.
O desvio de armas ocorre também em outras instituições gaúchas. Há dois anos, 63 armas sumiram do Fórum de Esteio. Quatro meses atrás, outras 24 desapareceram da delegacia de Polícia da cidade. Em Canoas, três armas foram desviadas da primeira delegacia e 38 no mês de junho do terceiro distrito.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO