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sábado, 3 de dezembro de 2011

PRISÃO DO CORONEL PAÚL - SEIS MESES DE INÉRCIA DO PODER PÚBLICO.

Prezados leitores, hoje, dia 03 DEZ 2011, completam seis meses do cerceamento ilegal dos meus direitos à liberdade de locomoção, à liberdade de expressão, à propriedade, além disso, fui difamado. Fui preso em frente ao Quartel General do Corpo de Bombeiros, cerca de uma hora após os Bombeiros Militares terem invadido o aquartelamento, embora tivesse apenas filmado a mobilização desde a concentração na ALERJ e não ter entrado no quartel. Comuniquei por escrito as ilegalidades ao Ministério Público, Corregedoria Geral Unificada, Secretaria de Segurança Pública e Polícia Militar, entre outros órgãos públicos.  Seis meses depois do fato eu não tenho conhecimento da instauração de qualquer investigação.
Pergunto:
Qual a motivação para essa inércia injustificável?
Com a palavra o Procurador Geral de Justiça do RJ, o Corregedor Geral Unificado, o Secretário de Segurança e o Comandante Geral da Polícia Militar.
Lembro que o agente público tem o PODER-DEVER de agir, no caso determinando a instauração do procedimento apuratório.
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

MINISTÉRIO PÚBLICO AFASTA PROMOTORA ACUSADA DE ACOBERTAR POLICIAIS MILITARES.

O GLOBO:
RIO - A promotora Beatriz Leal de Oliveira foi afastada da comarca de Santa Maria Madalena, revelam Jaciara Moreira e Sérgio Ramalho na edição desta segunda-feira de O GLOBO. A medida, que será publicada no "Diário Oficial do Ministério Público do Estado", foi tomada após O GLOBO revelar, neste domingo, o suposto envolvimento da promotora num esquema para acobertar crimes (incluindo execuções) praticados por PMs em Cachoeiras de Macacu, onde Beatriz Leal atuava até maio passado.
Inicialmente, a promotora será afastada do cargo por um período de 60 dias. No entanto, o MP já iniciou uma investigação criminal que poderá resultar no afastamento dela por tempo indeterminado e também numa ação penal.
- Não podemos ser levianos e tirar conclusões precipitadas, mas, independentemente do resultado das investigações, esse fato é muito negativo para o Ministério Público - afirmou o procurador-geral de Justiça, Cláudio Soares Lopes.
" Não podemos ser levianos, mas, independentemente do resultado das investigações, esse fato é muito negativo para o MP ".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

JORNAL EXTRA - BLOG CASOS DE POLÍCIA - AUTOS DE RESISTÊNCIA.

Direitos Humanos
Human Rights Watch pede rigor na investigação de autos de resistência
"O procurador-geral de Justiça, Cláudio Lopes, recebeu em seu gabinete, nesta quinta-feira, o Diretor da Divisão das Américas da Human Rights Watch (HRW), José Miguel Vivanco, acompanhado pelo representante da direção do organismo, Daniel Wilkson, e pelo pesquisador da entidade no Brasil, Fernando Ribeiro Delgado. A HRW, com sede em Nova Iorque, é uma organização independente, dedicada à defesa e proteção dos direitos humanos no mundo inteiro. O diretor da entidade veio conhecer o funcionamento do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e pedir ao procurador-geral maior empenho no combate aos “autos de resistência”, como são registrados pela polícia os casos de morte de civis em supostos confrontos com policiais.
Cláudio Lopes relatou aos representantes da entidade as ações do Ministério Público na elucidação desses casos e falaram sobre as dificuldades legais na atuação da Instituição no combate aos abusos e à violência praticados pela polícia. Vivanco felicitou Lopes pela criação do Núcleo de Combate ao Crime Organizado e pela atuação no combate às milícias. Assinalou que é preciso, no entanto, refletir sobre as causas que impedem uma maior elucidação dos casos de autos de resistência, lembrando que, em 2008, morreram cerca de 1.100 pessoas em supostos confrontos com forças policiais.
Cláudio Lopes frisou que o MP fluminense tem uma Subprocuradoria-Geral de Direitos Humanos exclusiva, o que é inédito no Brasil, e observou que a Instituição não é ingênua a ponto de achar que não há no Brasil excessos e abusos praticados por policiais. Entre os problemas enfrentados pelo Ministério Público, segundo Lopes, estão a indefinição quanto à continuidade do poder de investigação ministerial, ainda sub judice no STF; o fato de a investigação dos casos de abusos ser da atribuição da própria polícia; e a demora no envio dos procedimentos policiais ao Promotor de Justiça com atribuição, que é de 30 dias nos casos em que não haja prisão em flagrante.
O procurador-geral de Justiça frisou, ainda, que o MP vem procurando as chefias das Polícias Civil e Militar para aumentar o entrosamento entre as instituições. Lopes informou que o projeto do inquérito virtual, pelo qual os promotores poderão acompanhar em tempo real o andamento dos procedimentos, já está implantado em duas Promotorias de Investigação Penal, e será estendido a todo o Estado. Também está em estudos a disponibilização do termo das ocorrências feito pelo policial militar no local do crime".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quinta-feira, 16 de julho de 2009

CARTA ÀS AUTORIDADES PÚBLICAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - ÚLTIMO AVISO DE RECEBIMENTO.

O último aviso de recebimento da carta encaminhada ao governador; ao presidente da ALERJ; ao presidente do Tribunal de Justiça; ao procurador geral de justiça e à procuradora geral do estado, chegou nesta quinta-feira.
Vamos aguardar...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 30 de junho de 2009

SÉRGIO CABRAL (PMDB) - UMA PROMESSA DE MAIS DE 50% E UMA REALIDADE DE 12% EM 30 MESES DE GOVERNO.

Em 2006, na campanha eleitoral, o então candidato Sérgio Cabral se comprometeu a repor as perdas salarias dos Policiais Militares, durante uma reunião na AME/RJ, antigo Clube dos Oficiais da PM e do BM.
A promessa foi gravada e está disponível na internet.
As nossas perdas já eram superiores a 50% em 2006 e o candidato disse conhecê-las, quando prometeu resolver o problema.
Trinta meses depois de eleito, Sérgio Cabral (PMDB), nem chegou perto de cumprir a sua promessa de campanha.
Sem dúvida, estamos diante de mais um "estelionato eleitoral".
Enquanto isso, a ALERJ, o Tribunal de Justiça e a Procuradoria Geral de Justiça, descansam em berço esplêndido.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO