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sábado, 13 de junho de 2009

CADÊ PATRÍCIA, GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL (PMDB)?

REVISTA ÉPOCA



REVISTA VEJA RIO


CADÊ PATRÍCIA, SENHOR GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL (PMDB)?
CADÊ PATRÍCIA, SENHOR SECRETÁRIO DE SEGURANÇA BELTRAME?
CADÊ PATRÍCIA, DELEGADO DE POLÍCIA CIVIL ALLAN TURNOWSKY?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

segunda-feira, 8 de junho de 2009

CADÊ PATRÍCIA?

O GLOBO
Negrito
JORNAL DO BRASIL:
Protesto na Barra lembra o sumiço de engenheira
RIO - A uma semana de se completar um ano do desaparecimento da engenheira Patrícia Mieiro Franco, familiares e amigos fizeram um protesto neste domingo na Barra da Tijuca (Zona Oeste do Rio). Com cartazes, camisetas e faixas, o grupo caminhou pela orla e promoveu um buzinaço em frente ao condomínio Parque da Barra, onde mora o secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, que não recebeu a família.
– Essa passeata é para acordar as autoridades e alertá-las de que ainda estamos esperando por respostas – disse a mãe da engenheira de produção, Tânia Franco.
O pai de Patrícia, Celso Franco, acredita que o caso esteja perto de ser solucionado.
– Fizemos a manifestação hoje porque estamos com esperança de que o caso seja solucionado antes de completar um ano – afirmou.
Segundo ele, as investigações começaram a evoluir somente depois da mudança de chefia na Polícia Civil.
Patrícia desapareceu na madrugada de 14 de junho de 2008, um sábado. Ela voltava de uma festa no Morro da Urca para sua casa em Jacarepaguá (Zona Oeste), onde morava com seus pais. O carro que dirigia foi encontrado amassado à beira do canal de Marapendi. O corpo da engenheira desapareceu e várias pistas afastaram a hipótese de acidente.
Foram identificadas marcas de tiros na lataria do veículo, o cinto de segurança estava ainda afivelado e o banco, deitado; o relógio e as pulseiras de Patrícia foram encontrados dentro do canal mas elas não teriam se soltado sozinhas de seu corpo. Outra suspeita baseia-se em uma pedra de aproximadamente 8 quilos, achada dentro do carro. Um dos policiais que agora estão sob suspeita disse que a teria lançado no vidro frontal para permitir a visão do interior do veículo.
Mesmo quase um ano sem a filha, Tânia Franco mantém viva a esperança.
– Eu sou mãe, preciso acreditar que a minha filha ainda está viva. Trago sempre essa esperança dentro de mim – defendeu a mãe.
Quando a passeata passou em frente ao Hotel Windsor, onde estão os familiares das vítimas do voo 447, da Air France, os manifestantes enviaram mensagem de apoio e solidariedade e rezaram. Os parentes e amigos de Patrícia criaram o site: www.cadepatricia.com.br, que não deixa o caso ser esquecido.


O DIA:
Protesto por sumiço de engenheira
Família e amigos da jovem fazem passeata na Barra para cobrar da polícia solução do caso

POR MAHOMED SAIGG, RIO DE JANEIRO
Rio - Parentes e
amigos da engenheira Patrícia Amieiro de Franco, 24 anos, fizeram ontem manifestação na orla da Barra da Tijuca. Usando camisas com a foto de Patrícia, os cerca de 150 manifestantes promoveram buzinaço em frente ao prédio onde mora o Secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame. Ao passar pelo hotel onde estão hospedados parentes das vítimas do voo 447 da Air France, o grupo fez uma oração.
Manifestantes pararam no prédio do secretário de Segurança, José Beltrame, mas não foram atendidos
Emocionados, os pais da jovem desaparecida desde o dia 14 de junho de 2008 cobraram mais agilidade nas investigações. “Não aguentamos mais viver nessa angústia. Queremos saber o que aconteceu com nossa filha. Precisamos de uma resposta da polícia. Já não estamos nem conseguindo dormir mais”, desabafou o pai de Patrícia, Celso de Franco.
Amparada por
amigas da filha, a mãe de Patrícia, Tânia Amieiro de Franco, disse que mantém as esperanças de reencontrá-la com vida. “Enquanto não tiver alguma coisa me provando do contrário, tenho que ter esperanças”. Angela de Franco, tia da engenheira, não poupou críticas a Beltrame. “Isso só está acontecendo porque não é ninguém da família dele que está desaparecido. Se fosse, tudo já estaria resolvido”. A secretaria de Segurança informou que Beltrame não havia chegado de viagem na hora da manifestação em sua porta e que ele já recebeu a família três vezes.
A passeata foi acompanhada por PM’s do 31º BPM (Recreio), onde estão lotados os policiais suspeitos pelo desaparecimento da jovem, após suposto acidente na Barra.

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

GO HOME! GO HOME! GO HOME!



JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 7 de junho de 2009

ATO CÍVICO CADÊ PATRÍCIA? - ATO CÍVICO DO MOVIMENTO JUNTOS SOMOS FORTES!

Respondendo a um comentário feito, no tocante a presença de 60 pessoas no ato cívico (O Globo), na nossa avaliação, estavam no local entre 80 e 100 cidadãos mobilizados, não contando os que estavam no interior dos veículos que participaram da carreata.
Todavia, o número de presentes não é o mais importante, mas sim a mobilização de todos eles.
Observamos a participação da grande maioria, seja colocando faixas, distribuindo bandeiras e cartazes.
Tudo muito organizado, feito com amor, certamente, o amor que todos nutrem por Patrícia.
Um sentimento transformado em lágrimas em boa parte do percurso.
Emoções que foram materializadas também quando uma senhora, fazendo uso do microfone, em frente ao prédio onde reside o Secretário de Segurança Beltrame, clamou por respostas e pela presença de Beltrame, em vão.
No próximo dia 20, às 10:00 horas, o Movimento Cívico Juntos Somos Fortes!, estará na Praia de Copacabana, cobrando respostas do governo do Estado do Rio de Janeiro.
Seremos ordeiros e pacíficos, entretanto, seremos incisivos, não tenham dúvidas.
Não temos mais qualquer dúvida que o poder político só teme os que são muito fortes, então, seremos os mais fortes!
Cobraremos tudo o que temos direito, Policiais Militares, Bombeiros Militares, demais categorias de Funcionários Públicos do Estado do Rio de Janeiro e sociedade fluminense.
Queremos oferecer à sociedade fluminense, serviços públicos de qualidade e na busca desse objetivo temos que ser valorizados e possuirmos as adequadas condições de trabalho.
Basta de promessas.
É hora de cobrar.
Mais de 10.000 cidadãos fluminenses morrem ou desaparecem por ano.
Mais de 800 cidadãos fluminenses morrem ou desaparecem por mês.
Mais de 25 cidadãos fluminenses morrem ou desaparecem por dia.
Mais de 1 cidadão fluminense morre ou desaparece por hora.
Portanto, mobilize-se cidadão brasileiro, antes que chegue a sua hora.
Ou, que você seja o da hora...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

PARTICIPE DESSA LUTA POR CIDADANIA: CADÊ PATRÍCIA?

O GLOBO:
CADÊ PATRÍCIA?
Rio - Familiares e amigos da engenheira desaparecida na Barra fazem manifesto (clique e leia).
Conheça o site Cadê Patrícia e participe dessa luta (clique e conheça).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

CADÊ PATRÍCIA? - ATO CÍVICO.


O governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho (PMDB), não foi.
O secretário de segurança, Delegado de Polícia Federal José Mariano Benicá Beltrame, não foi.
O comandante geral da Polícia Militar, Coronel de Polícia Gilson Pitta Lopes, não foi.
O chefe da Polícia Civil, Delegado de Polícia Civil, Allan Turnowsky, não foi.
E, não fizeram a menor falta.
O povo fluminense compareceu, assim como a mídia nacional, que certamente dará grande visibilidade ao ato cívico, pacífico e ordeiro, CADÊ PATRÍCIA, uma jovem engenheira, cheia de planos, que desapareceu há mais de um ano e o inquérito policial continua inconclusivo.
O povo está lutando para que Patrícia não se torne mais um número, um componente de uma estatística macabra.
No Rio de Janeiro, morrem ou desaparecem mais de 10.000 cidadãos fluminenses por ano, enquanto a taxa de elucidação de homicídos da Polícia Civil não alcança 2% de casos elucidados.
Essa ineficácia, contribui para a sensação de impunidade, aumentadndo a violência.
Cidadão brasileiro, perceba a grandeza do absurdo, em cada 100 homicídios, apenas em 2 a Polícia Civil consegue chegar a autoria.
E, mesmo diante dessa verdade aterradora, o Governador Sérgio Cabral (PMDB) insiste em colocar a Polícia Civil para fazer guerrilha nas comunidades carentes, desviando a Instituição Policial da sua única missão constitucional, INVESTIGAR.
Os Policiais Civis estão sendo transformados em "guerrilheiros urbanos", prontos para matar ou morrer.
Perguntamos:
- Onde está Patrícia, Polícia Civil?
- Onde está Patrícia, Delegado Allan Turnowsky?
- Onde está Patrícia, Delegado Beltrame?
- Onde está Patrícia, governador Sérgio Cabral Filho (PMDB)?
Por favor, respondam.
A concentração para o ato cívico aconteceu no Posto 6, praia da Barra da Tijuca, onde fica o "bondinho".
Do local, os manifestantes saíram caminhando e em carreata, na direção do Hotel Windsor, onde estão alojados os parentes das vítimas do trágido acidente aéreo que enlutou o mundo.
No caminho, pararam em frente ao prédio onde reside o secretário de segurança, que foi convidado a descer para dar explicações aos familiares de Patrícia, porém, ele não apareceu.
Em seguida, os manifestantes pararam em frente ao Hotel Windsor e rezaram uma Ave Maria em homenagem as vítimas do acidente.
E, desse local, seguiram até o local onde Patrícia desapareceu, há mais de um ano.
O policiamento foi muito eficiente, com homens e viaturas da Polícia Militar e da Guarda Municipal. O comando coube ao Tenente-Coronel de Polícia Quemento, comandante do 31o BPM, que inclusive fez questão de prestar solidariedade aos pais de Patrícia, ele que é pai de 3 filhas.
O nosso espaço democrático esteve presente, representando o Movimento Cívico Juntos Somos Fortes!
Representantes da ONG Viva Rio também compareceram prestando solidariedade.
Os mais diversos órgãos da mídia cobriram o ato cívico que deve ter grande divulgação na imprensa.
O advogado Ricardo Gama, fez inúmeras entrevistas no local e irá disponibilizar os vídeos no seu blog e no youtube.
Ricardo ficou horrorizando quando soube de um Oficial da PM, que um Tenente de Polícia recebe cerca de R$ 1.700,00 por mês.
Cidadãos brasileiros, não esqueçam, dia 20, às 10:00 horas, Praia de Copacabana, você tem um encontro marcado com a cidadania.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sexta-feira, 5 de junho de 2009

ATO CÍVICO - 07 DE JUNHO - JUNTOS SOMOS FORTES! ONDE ESTÁ PATRÍCIA?

Cidadão brasileiro, a dor de cada morte violenta precisa ser a dor de todos nós.
Não importa quem seja a vítima, não importa a sua classe social, não importa onde ocorreu o crime, o que importa é que no Rio de Janeiro são assassinados ou morrem por ano mais de 10.000 cidadãos fluminenses.
Isso é uma tragédia!
Temos comparecido em atos cívicos relacionados a várias dessas mortes violentas, presenciando a dor de cada família, rica ou pobre.
Policial Militar, Policial Civil e Bombeiro Militar, cada um de vocês é um herói social, um funcionário público que deve servir e proteger à vida, portanto, compareçam ao ato cívico, levem a sua solidariedade.
Juntos, Sociedade Civil e Funcionalismo Público, poderemos mudar essa tragédia, evitar que dor tão imensa alcance outras famílias.
É hora de agir, mostrar a nossa cara, fazer ouvir a nossa voz.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

ONDE ESTÁ PATRÍCIA AMIEIRO BRANCO DE FRANCO?

CARTAZ ONG RIO DE PAZ
Um ano depois, o desaparecimento da engenheira Patrícia Amieiro Branco de Franco, continua sendo um mistério para a nossa Polícia Investigativa, a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro.
Patrícia é uma das 10.000 pessoas que morrem ou desaparecem por ano no Rio de Janeiro.
Onde está Patrícia?
O que aconteceu com ela?
Precisamos das respostas.
A dor da família é inimaginável, o pranto e a saudade dilaceram a alma, um dor sem respostas...
A sociedade fluminense precisa urgentemente aprender que a dor de uma família, precisa ser a dor de todas, pois ninguém sabe qual será a próxima família enlutada.
E, a chance é significativa...
Onde está Patrícia Amieiro Branco de Franco?
O que aconteceu com ela?
A sociedade fluminense quer as respostas!
Leia a reportagem publicada no jornal O Globo (clique e leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO