COMENTÁRIO POSTADO:
Concordo em algumas partes, assim como sou favorável a uma porta única na PC também.
Entretanto, vê-se que o autor do comentário não possui experiência alguma com o militarismo idem "policial-militarismo". Se ele tivesse familiares militares ou PMs (daqueles que gostam é claro) entenderia e não faria chacota de coisas que os militares guardam para o resto de suas vidas e são objeto de regozijo até após a passagem para a reserva. Excessos? Sim, existem. Mas não me parece razoável que os civis nas faculdades matem calouros como também volta e meia acontece.
Também não é verdade que as praças "nunca desfrutem das pompas do oficialato". Ele desconhece que as praças da PM do Rio podem chegar a oficial superior, major, acima de capitão e, por incrível que pareça, alguns praças não querem/aceitam todas as responsabilidades do posto alegando que são de outro quadro e não deveriam fazer coisas do tipo comandar uma Companhia (Vai entender né?).
Finalmente, ele também desconhece que o currículo de um oficial PM não é centrado em militarismo ou administração e, sim, que isso faz parte do seu universo de estudo, assim como medicina legal, investigação, planejamento de operações, postura/atuação em serviço ostensivo, Direito Penal, Civil, Militar e outras centenas de assuntos que o deveriam deixar, 99% das vezes, sinto dizer SIM, em condições técnicas superiores aos experientes praças, até porque a responsabilidade de supervisionar o serviço é deles (oficiais).
Acho difícil que um médico faça um curativo melhor que um enfermeiro, assim como acho difícil que um engenheiro vire concreto melhor que um pedreiro mas, também acho, 99% dos médicos e engenheiros deveriam reunir melhores condições técnicas, pelos anos de estudo. Quando o pedreiro é bom, dá aula pro engenheiro e faz respeitar-se perante jovens engenheiros mas, tenho certeza, o Sr mora em prédio que possui uma planta assinada por um engenheiro. Na PM é a mesma coisa. Quando o praça é bom, faz-se respeitar pelo aspirante e este aprende com aquele o que é possível aprender, dentro da função de cada um. O resto, sr, é relacionamento humano, hierarquia da empresa, destino, cultura e uma infinidade de outros fatores que não permitiriam, no momento, acabar com os oficiais, promover todas os praças, ou acabar com os militares, não obstante muitos não entenderem que tipo de prazer podem sentir umas pessoas reunirem-se todos os anos para dar gargalhadas com as situações de "bicho e veterano" ou com as situações que passaram com aquele Sargento no curso de soldado, lembra do anúncio da Tigre, "NO CHÃO!"? Haverá sempre os que não gostam de cultuar tradições e preferem reunir-se para comentar sobre o último episódio do Big Brother.
Anônimo.
Juntos Somos Fortes!



