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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

domingo, 6 de dezembro de 2009

CORONÉIS DA POLÍCIA MILITAR DO ESPÍRITO SANTO NÃO OBEDECEM AO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA.

Coronéis da Polícia Militar do Espírito Santo seguem fazendo história, demonstrando que a Polícia Militar deve ser respeitada por todos.
A Revista Época publica uma matéria sobre essa luta por dignidade e contra um secretário de segurança.
Na matéria também constatamos que o projeto institucional da Polícia Federal segue em frente, mais um delegado que assumiu uma secretaria de segurança irá se candidatar a deputado federal em 2010.
REVISTA ÉPOCA


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

ECOS DA CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA DO ESPÍRITO SANTO.

A GAZETA
01 DEZ 2009
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

A CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA DO ESPÍRITO SANTO.

A GAZETA
POLICIAIS MILITARES COLOCAM OUTDOORS
CONTRA
O SECRETÁRIO DE SEGURANÇA
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

ECOS DA CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA DO ESPÍRITO SANTO.

A GAZETA
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

ECOS DA CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA DO ESPÍRITO SANTO.

A GAZETA
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PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

domingo, 8 de novembro de 2009

CORONÉIS DE POLÍCIA DO ESPÍRITO SANTO NÃO SE CALAM!

EMAIL RECEBIDO:
SÉCULO DIÁRIO.
14/10/2009 Detratores do cel. Marcos negam o queescreveram no livro ‘Espírito Santo’
Da Redação.
Pautado pela manchete de Século Diário dessa terça-feira (13) – “Autores do livro ‘Espírito Santo’ mentem, inventam, distorcem e deturpam realidade” –, o jornal “A Gazeta” ouviu o juiz Carlos Eduardo Lemos e o secretário estadual de Segurança, Rodney Miranda, sobre os processos movidos contra eles pelo corregedor da PM, coronel Marcos Aurélio Capita da Silva, e na edição desta quarta-feira (14) publicou, à página 10, matéria sob o título “Citados dizem que não fizeram acusações”.
Este texto é um box da matéria principal do jornal sobre o assunto, publicada na mesma página, na qual o repórter Geraldo Nascimento ouviu do coronel Marcos Aurélio a confirmação do que ele dissera em primeira mão a Século Diário. Ou seja, que estava processando Carlos Eduardo e Rodney por calúnia injúria e difamação, em função do que ambos escreveram no livro “Espírito Santo”. Nessa matéria, o repórter diz que Marcos Aurélio “se reconheceu nas citações” do livro sobre o personagem de nome fictício “coronel Áureo Carmelo de Souza, da Diretoria de Inteligência da PM”.
Como se o fato de se reconhecer no personagem fosse algo absurdo e inusitado, tendo em vista que os próprios autores, em matéria promocional do livro publicada no mesmo jornal, dias atrás, mandaram que as pessoas identificadas por nomes fictícios “vestissem a carapuça”. A ingenuidade do repórter mereceu do coronel Marcos Aurélio o seguinte comentário: “Quem não sabe na Polícia Militar quem era o tenente coronel da Dint na época dos fatos? Inclusive, citam nomes verdadeiros de pessoas que trabalharam na apreensão da arma. O que relatam é uma inverdade”.
A matéria, em suma, é aquilo a que, no jargão jornalístico, se dá o nome de “matéria chupada”, pois teve como base texto exclusivo deste jornal.O que mais se destaca no resultado da pauta de “A Gazeta” inspirada em nosso trabalho, sobre os processos movidos contra Carlos Eduardo e Rodney, é o que estes afirmam no box intitulado “Citados dizem que não fizeram acusações”. Nem um nem outro assumiu os ataques à honra do oficial da PM no capítulo do livro “Espírito Santo” intitulado “As peças começam a se encaixar” (entre as páginas 29 e 45).
Os ataques do juiz e do secretário à honra do coronel Marcos Aurélio estão sendo exaustivamente abordados nas séries de matérias que Século Diário vem publicando sobre a farsa do crime de mando que Carlos Eduardo e Rodney armaram durante as investigações policiais e a condução do processo judicial em torno do caso Alexandre. Eis o trecho do Box sobre o que Rodney teria dito ao repórter Geraldo Nascimento:
“O secretário de Segurança, Rodney Rocha Miranda, disse que ninguém com situação jurídica não resolvida no processo teve o nome citado, e sobre as queixas do corregedor geral, só vai se manifestar depois de conhecer o conteúdo das denúncias”. E, na parte atinente a Carlos Eduardo: “O juiz Carlos Eduardo Lemos deixou claro que o coronel não foi acusado de nada e que, no livro, foram reproduzidas as contradições apresentadas no sumiço da arma com base em documentos.”
O jornal abre aspas para a seguinte declaração de Carlos Eduardo: “Se o coronel pensar melhor, verá que não acusamos de nada, só reproduzimos documentos, e isso será provado se for necessário.”.
O advogado último de Carvalho, patrono do coronel Marcos Aurélio nas duas ações contra Carlos Eduardo e Rodney, divulgou, nesta quarta-feira, os termos da denúncia encaminhada ao Ministério Público Estadual (MPE). Publicaremos o texto, na íntegra, em nossa edição desta quinta-feira )15).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 1 de novembro de 2009

CORONÉIS DO ESPÍRITO SANTO FAZEM HISTÓRIA.

ESTADÃO.COM
Treze coronéis do ES colocam cargos à disposição.
LUCIANA NUNES LEAL - Agencia Estado
RIO - "Treze dos 19 coronéis da Polícia Militar do Espírito Santo colocaram os cargos de comando à disposição, em protesto contra o conteúdo do livro que conta, de forma romanceada, a história do juiz Alexandre Martins de Castro Filho, assassinado em 2003 quando investigava o crime organizado no Estado. O livro "Espírito Santo" foi escrito pelo Secretário de Segurança capixaba, Rodney Miranda, pelo juiz Carlos Eduardo Lemos e pelo antropólogo Luiz Eduardo Soares.
A entrega dos cargos, na sexta-feira passada, agravou a crise iniciada cinco dias antes, quando os oficiais da PM publicaram nota de desagravo na qual diziam que "a dignidade do soldado capixaba foi vitimada de modo irresponsável e leviano pelas inverdades" contidas em Espírito Santo. No livro, os autores usam nomes fictícios para falar de militares, juízes e policiais suspeitos de envolvimento na morte de Alexandre Castro Filho que ainda respondem a processo. Os que já foram condenados têm seus nomes verdadeiros citados.
Luiz Eduardo Soares criticou ontem a iniciativa dos coronéis. "É um corporativismo patológico. Eles têm a intenção de demonstrar poder e o livro é um pretexto. É um teatro público patético, um ato político para tentar destituir o Rodney da secretaria. Não posso dizer que eles têm interesse no crime organizado porque não tenho informações sobre isso e seria uma leviandade. Há um interesse político para assumir a segurança pública", reagiu o autor.
"No livro não há acusações generalizadas, há um relato preciso dos fatos. Em respeito aos processos judiciais, evitamos citar nomes dos que não foram condenados. Seria interessante que os coronéis narrassem suas visões dos fatos", disse Soares. O antropólogo é também um dos autores do livro "Elite da Tropa", baseado em depoimentos de ex-policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) do Rio de Janeiro e que deu origem ao filme "Tropa de Elite", do cineasta José Padilha.
Porta-voz dos militares insatisfeitos, o coronel Renato Duguay afirmou que "o pensamento do autor (Luiz Eduardo) pode estar impregnado de algum sentimento dele em relação à PM". Embora tenham colocado os cargos à disposição, os coronéis, segundo Duguay, voltarão a seus postos amanhã, depois do feriado, e aguardarão a manifestação do comando-geral da Polícia Militar. "Vamos estar no nosso expediente. A honra corporativa foi violentada, não há como rever este sentimento. A dor de quem apanha não é sentida por quem bate", disse o coronel Duguay ontem.
Na semana passada, Duguay foi transferido da Diretoria de Informática da PM para um cargo de assessoramento diretamente subordinado ao secretário de Segurança. O coronel disse ter sido informado de que a decisão será revista. A remoção irritou ainda mais os militares insatisfeitos. O governo do Espírito Santo não se manifestou sobre a reação dos coronéis".
Enquanto isso, no Rio de Janeiro...
26 JAN 2008: "Essa instituição (Polícia Militar) está dando a resposta a ponto de merecer o retorno salarial? É confiável? Tem credibilidade? (Beltrame, secretário de segurança).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 31 de outubro de 2009

OS CORONÉIS TEM O DEVER DE PENSAR E AGIR INSTITUCIONALMENTE.

O título desse artigo significa o modo de pensar do organizador desse espaço democrático no tocante ao modo de agir e de pensar que deve nortear as ações dos Coronéis de Polícia.
Um Oficial ao atingir o último posto de sua corporação militar passa a representar diretamente a própria instituição, assim sendo, pensar apenas em si e olhar apenas ao seu redor constituem erros grosseiros que o afastam de todo o simbolismo do posto.
Para exemplificar cito a diferença entre SER e ESTAR.
Muitos apenas ESTÃO Coronéis, ou seja, chegaram ao último posto após uma busca frenética desse objetivo, não agindo na direção dos interesses da Polícia Militar, mas sim agindo na direção dos interesses políticos, via de regra, catalisadores da própria promoção.
Eles não conseguem SER Coronéis, não conseguem pensar voltados para os interesses de todos os integrantes da corporação, só pensam nos seus interesses e dos seus "parceiros".
Para o melhor entendimento, cito um exemplo concreto:
A semelhança do que ocorre hoje no Espírito Santo foi lançado no Rio de Janeiro um livro que desmoralizou a Polícia Militar, com o sugestivo título de Tropa de Elite.
Eu era o Corregedor Interno, comprei o livro, li e resolvi instaurar um Inquérito Policial Militar, considerando que o livro narrava incontáveis crimes militares, sob a cortina de "que eram fatos reais, alterados por vertiginosas ficções".
O que era então real no livro?
Os crimes?
E como dois autores são Policiais Militares, nada mais lógico do que ouvi-los sobre os crimes narrados, para esclarecer o que era real e onde começavam as ficções.
A idéia sofreu forte resistência política interna corporis pois alguns alegavam que o livro elevava o BOPE, sendo "positivo" para a Polícia Militar. Eu nunca concordei com isso, tratei do assunto com o comandante geral - Coronel de Polícia Hudson -, que não queria a instauração, mas pelo menos o convenci no sentido de encaminharmos uma consulta ao Ministério Público da AJMERJ, que argumentou que era apenas uma obra de ficção, não concordando com a instauração do IPM.
Nesse espaço democrático você poderá ler artigos sobre esse tema.
Pouco tempo depois, o livro virou filme, humilhando completamente a Polícia Militar.
Eu escrevi artigos que foram transformados em polêmicas por parte da imprensa.
Resolvi participar de uma ação dos Oficiais do BOPE contra a exibição do filme, creio que sou o único autor da ação não bopeano, por assim dizer.
O tempo passa e surgem denúncias que atores participaram de treinamentos do BOPE, o comando do BOPE instaura uma Averiguação que ao final exige a instauração de IPM, o que é feito pela Corregedoria Interna.
Nova polêmica, parte da mídia publica que eu tinha intimado o diretor do filme para depor, quando na época o interesse governamental era fritar o líder dos Coronéis Barbonos.
Na época, sobrevivi.
Relato tudo isso para demonstrar o meu total apoio aos Coronéis do Espírito Santo.
Não conheço pessoalmente nenhum deles, porém estão agindo em conformidade com os interesses da PMES.
Isso é mínimo que esperamos de Coronéis de Polícia!
GAZETA ONLINE.
Treze coronéis da PM colocam seus cargos à disposição
31/10/2009 - 00h31 (
Claudia Feliz - Da Redação Multimídia)
Treze coronéis da Polícia Militar colocaram, nesta sexta-feira (30), seus cargos de direção na instituição à disposição do comandante, coronel Oberacy Emmerich. Como tem feito desde que os coronéis tornaram pública sua insatisfação com o conteúdo do livro "Espírito Santo", escrito pelo secretário de Estado da Segurança Pública, Rodney Miranda, em parceria com o juiz Carlos Eduardo Lemos e o antropólogo Luiz Eduardo Soares, o Governo do Estado preferiu não se manifestar sobre o assunto.
O estopim da posição adotada ontem pelos coronéis foi a nomeação do porta-voz do grupo, coronel Renato Duguay, para um cargo de confiança na Secretaria de Segurança. Duguay foi removido da Diretoria de Informática da PM para ocupar a nova função de assessoramento técnico. A secretaria não informou qual seria sua missão, mas disse que ele ficaria sob ordens diretas de Rodney Miranda. O problema é que, em nota, os coronéis já haviam declarado que "não há clima" para trabalhar com o secretário.
"Não há possibilidade de sermos comandados por alguém que além de vitimar, de modo infiel, a dignidade de todos nós, não consegue frear a criminalidade que assola o cidadão capixaba", diz um trecho da nota.
Ontem, reunido com o comandante-geral da PM, o alto comando, segundo Duguay, entregou seus cargos de direção de unidades na instituição, que ainda de acordo com o militar só podem ser ocupados por pessoas da mesma patente. Como o Estado tem 19 coronéis na ativa, e 14 assinaram a nota contrária a Rodney Miranda, a entrega dos cargos cria mais um problema para o governo.
Nem o comandante da PM, nem o secretário Rodney e nem o governador Paulo Hartung manifestaram-se sobre o assunto. À noite, uma informação não confirmada pelo governo dava conta de que Hartung havia se reunido com os coronéis.
Segundo o coronel Duguay, embora tenham colocado seus cargos à disposição, os militares continuam trabalhando. "Honramos nossa farda. O livro manchou a honra de todos nós, de soldados a coronéis. A entrega dos cargos mostra que não estamos inertes, e que não vai ser agregando um coronel a um cargo na Secretaria que a crise vai ser alterada", disse ele.
Outras associações repudiam livro.
A insatisfação na Polícia Militar do Espírito Santo não envolve apenas coronéis.
Ontem, representantes de cinco associações - oficiais; cabos e soldados; subtenentes e sargentos; policiais militares da reserva, da ativa e pensionistas; e Associação de Defesa dos Direitos Humanos e Constitucionais dos Policiais Militares - emitiram uma nota na qual repudiam e tacham de "chulo e mentiroso" o livro "Espírito Santo", que alegam atacar a Polícia Militar e a integridade moral de todos, de soldado a coronel. Também alegam que o coronel Renato Duguay "não pode ser castigado por ser defensor dos sentimentos de todos os policiais militares", a ele solidários.
Entenda a crise - Origem.
O livro "Espírito Santo", que narra a história do juiz Alexandre Martins de Castro Filho, executado a tiros em 2003, quando investigava as ações do crime organizado no Espírito Santo, foi o que motivou a "revolta" dos coronéis da Polícia Militar, que ganhou aliados na corporação, entre soldados, cabos, sargentos, tenentes e demais patentes.Atraso. Os militares alegam que o livro, escrito pelo secretário Rodney Miranda, pelo juiz Carlos Eduardo Lemos, e pelo antropólogo Luiz Eduardo Soares "caluniou, desmereceu e humilhou" toda a corporação. Em um dos trechos da obra, consta, em relação à morte do juiz Alexandre, que "outro (tiro) veio de instituições aliadas do atraso - a Polícia Militar e o Judiciário capixabas".
Pseudônimos.
O livro, de forma romanceada, relata fatos ligados à morte do juiz Alexandre, mas usa pseudônimos - e não nomes verdadeiros - para identificar quem, mesmo acusado, ainda não foi condenado. Pseudônimos. Os homens apontados como mandantes - um coronel da reserva da PM, um juiz e um ex-policial civil - ainda não foram a julgamento. Os três ingressaram com recursos e estão à espera de decisão nos tribunais superiores.Reação. Entre os coronéis da ativa que repudiaram o livro está o corregedor da Polícia Militar, Marcos Aurélio Capita da Silva. Sob a alegação de que a obra o afeta diretamente, ele denunciou os autores por calúnia, injúria e difamação. A denúncia foi feita ao Ministério Público Estadual (MPES). Contra o secretário de Segurança, o corregedor também protocolou uma representação no Conselho Superior de Ética do Estado.
Causa.
As queixas do coronel Capita referem-se a trechos em que as referências feitas ao personagem tenente coronel Áureo Carmelo de Souza da Diretoria de Inteligência da PM (Dint) - nome fictício -, o fizeram se reconhecer nas citações. "Quem não sabe na Polícia Militar quem era o tenente coronel da Dint na época dos fatos?", argumenta ele.
Situação jurídica.
O secretário de Segurança, Rodney Miranda, disse, na época da denúncia, que ninguém com situação jurídica não resolvida no processo teve o nome citado. E o juiz Carlos Lemos deixou claro que o coronel não foi acusado de nada e que, no livro, foram reproduzidas as contradições apresentadas no sumiço de uma arma, com base em documentos da Polícia Civil com depoimentos.
Policial Militar,você imagina uma postura semelhante na PMERJ?
Bombeiro Militar, você imagina no CBMERJ?
E na PCERJ?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

CORONÉIS DE POLÍCIA DO ESPÍRITO SANTO DÃO EXEMPLO PARA O BRASIL.

A GAZETA ONLINE:
Governo mantém silêncio sobre coronéis da PM
30/10/2009 - 00h00
(Outros - A Gazeta)
"A movimentação de 14 dos 19 coronéis da ativa da Polícia Militar do Espírito Santo, que se insurgiram contra o secretário da Segurança Pública, Rodney Miranda, por causa do livro Espírito Santo, do qual ele é co-autor, não fez o governo romper seu silêncio sobre o fato.Ontem, mais uma vez procurados por meio de suas assessorias de imprensa, nem o governador Paulo Hartung, nem Rodney Miranda quiseram se manifestar sobre o assunto.
Informações dão conta de que os coronéis voltaram a se reunir com o comandante da Polícia Militar, coronel Oberacy Emmerich, a quem, fazem questão de deixar claro, dão crédito. O comandante também teria ido ontem ao Palácio Anchieta, mas a visita não foi confirmada pela assessoria da PM. O grupo de coronéis reagiu, de forma organizada, ao livro Espírito Santo, que conta, de forma romanceada, a história do assassinato do juiz Alexandre Martins de Castro Filho, ocorrida em 2003, no bairro Itapoã, Vila Velha. Os executores do crime já estão presos, mas os homens acusados de mandantes - um ex-policial civil, um juiz e um coronel da reserva da PM - aguardam ainda por julgamento. Todos alegam inocência.
Um dos coronéis descontentes, o corregedor da PM, Marcos Aurélio Capita Silva, registrou denúncia contra os autores do livro. (Claudia Feliz)".
Na condição de ex-Corregedor da PMERJ aplaudo de pé!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO