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sábado, 6 de junho de 2009

O SIMBOLISMO DO MAJOR DE POLÍCIA WANDERBY.

O GLOBO
RECEBIMENTO ILEGAL DO AUXÍLIO-MORADIA NA PMERJ
O simbolismo já foi tratado no nosso espaço democrático (clique e leia), um tema muito interessante, sobretudo no mundo "no stop" no qual vivemos, quando uma imagem, mesmo que vista rapidamente, transmite incontáveis sensações e interpretações.
Isso significa dizer que a simbologia de cada ato nosso deve ser considerada, antes da sua efetivação, evitando-se assim possíveis interpretações equivocadas, que pode desencadear a formação de opiniões negativas.
Tal preocupação deve ser maior ainda quando desempenharmos funções públicas.
Ontem, noticiamos que o Major de Polícia Wanderby Braga de Medeiros, atualmente lotado na Diretoria Geral de Pessoal, sem função, está sendo submetido a um Conselho de Justificação, o qual pode provocar o encerramento prematuro de sua carreira, ainda no posto de Major.
A submissão foi em decorrência da Comissão de Promoção de Oficais (CPO) da PMERJ ter atribuído a ele um conceito (média dos conceitos) inferior a 2,0, em uma escala que varia de 0,0 a 6,0.
Obviamente, tal submissão, revela indícios claros de ser mais uma medida para calar a voz da tropa, que anseia por salários dignos e por adequadas condições de trabalho.
Nesse sentido, ela é inócua, ninguém nos calará.
E o que representa simbolicamente a submissão do Major de Polícia Wanderby a um Conselho de Justificação?
Como essa ação repercutiu e repercutirá entre os Oficiais e os Parças da PMERJ?
Certamente, a BANDA BOA da Polícia Militar condena por completo essa ação administrativa, porém a BANDA PODRE deve apoiar e comemorar, afinal é mais um HOMEM DE BEM, um PROFISSIONAL DIGNO que pode ser afastado, juntando-se aos Coronéis Barbonos, alvos de tantas represálias.
Pior, para o atual Comando, pois ficar no lado oposto ao do Major de Polícia Wanderby, acarreta um simbolismo muito ruim, em razão do que Wanderby representa de positivo simbolicamente:
- Honestidade;
- Competência;
- Amor corporativo;
- Idealismo;
- Destemor;
- Justiça;
- Honra;
- Coragem;
- Cidadania;
- e tantas outras qualidades positivas.
Portanto, fica evidente que estar do outro lado do muro é uma posição muito desconfortável...
O Major de Polícia Wanderby é um exemplo para seu pares, para seus subordinados e para seus superiores. Ele será o próximo presidente da AME/RJ e mudará a história da PMERJ e do CBMERJ, no exercício do mandato.
Leia o que escreveu o jornalista Gustavo de Almeida sobre o fato:
Sexta-feira, 5 de Junho de 2009
Contra Wanderby, os rigores da lei
Me informam que saiu o Conselho de Justificação do Major Wanderby. Ele pode ser reformado por cotas. Um profissional exemplar, que coordenou a ocupação da Cidade de Deus e nunca invocou o mérito, alguém que sempre lutou por SALÁRIO melhor para a PM (como parte fundamental da luta contra o crime e a corrupção dentro da corporação), pode ficar fora da PM.

Alguém que tem avô, pai e irmão policiais militares.
Mas a lei permite. Existe esta brecha.
Só que a PM hoje não usa a lei para moralizar. Usa para destilar rancor de oficiais invejosos. Usa contra o Major Wanderby, que é uma pessoa honesta. Usa com motivação pessoal - e eleitoreira, já que Wanderby concorre - e vai ganhar - à presidente da Associação dos Militares Estaduais.
Usam apenas, portanto, para uso pessoal: Wanderby será 'reformado por cotas'. Apenas por ter expressado opiniões, direito garantido pela Constituição Federal.
Agora, curioso é que não usaram a lei contra um oficial condenado a 56 anos de prisão por envolvimento com roubo de caixa eletrônico. Por estar recorrendo em liberdade, o oficial permanece trabalhando no QUARTEL-GENERAL da PM. E outro dia, segundo o blog Casos de Polícia do Extra, foi responsável por receber um general do Exército, que nem desconfiava estar na presença de alguém condenado a 56 anos de prisão.
A lei é dura para Wanderby. Mas é mole para quem tem envolvimentos suspeitos.
Assim funciona uma lei que é aplicada quando o dono dela sente vontade - e não quando o Estado de Direito existe.
GUSTAVO DE ALMEIDA
Nunca é demais recordar, conforme publicado no blog do Major de Polícia Wanderby, que em 2008, logo após a exoneração do Coronel de Polícia Ubiratan, ele solicitou a submissão do atual Comandante Geral e do atual Chefe do Estado Maior ao Conselho de Disciplina, por terem rompido compromisso formal (assinado documento) contido em documento encaminhado ao Comandante Geral da época, ao Secretário de Segurança e ao Governador do Estado. Ambos são membros efetivos da Comissão de Promoções de Oficiais que deu nota inferior a 2,0 para Wanderby.
O Secretário de Segurança não acolheu tais solicitações e nem a do organizador desse espaço democrático, relativa apenas ao atual Comandante Geral.
Temos certeza que tal fato já coloca sob suspeição a nota atribuída ao Major de Polícia Wanderby pela CPO, que ocasionou a sua submissão ao Conselho de Justificação.
Os problemas para o atual comando geral não param por aí, existe uma missão muito difícil, escolher o colegiado que comporá o Conselho de Justificação, considerando que uma escolha errada, ou seja, a escolha de um Oficial que não possua as mesmas qualidades positivas do Major de Polícia Wanderby, poderá desencadear uma onda ainda maior de desmoralizações.
Tarefa difícil, muito difícil.
Wanderby, conte conosco, conte com a BANDA BOA da PMERJ.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sexta-feira, 5 de junho de 2009

SECRETÁRIO DE SEGURANÇA BELTRAME HUMILHA A POLÍCIA MILITAR E A TROPA QUER OUVIR A VOZ DOS CORONÉIS DE POLÍCIA.

TABLÓIDE PRAÇAS EM FOCO - MMAI

O GLOBO

O organizador desse espaço democrático já deixou transparentes nesse nosso espaço democrático, as suas opiniões sobre o atual Comando Geral da Polícia Militar, em grande parte dos milhares de artigos publicados.
A minha decepção com amigos de décadas foi transformada em textos, logo após o anúncio da aceitação dos convites feitos pelo Secretário de Segurança Beltrame, aos Coronéis de Polícia Pitta e David.
Nunca é tarde para lembrar, que nós só nos decepcionamos com pessoas nas quais acreditamos, portanto, com eles a decepção foi muito grande e com relação a outros - que ombrearam com a intervenção na Polícia Militar -, a decepção foi nenhuma, pois nunca esperei nada deles que não fosse relacionado com os seus próprios "umbigos" (interesses pessoais).
Esse preâmbulo é indispensável, para não permitir nenhuma interpretação equivocada do que escrevemos a seguir.
A Polícia Militar, Secretário de Segurança Pública, Delegado da Polícia Federal, José Mariano Benicá Beltrame, é um Instituição Militar bicentenária e honrada.
Ofeceremos em sacrifício milhares de cidadãos fluminenses, integrantes dessa Corporação Militar com mais de 200 anos, que morreram e ainda morrem, em defesa do cidadão fluminense.
Não esqueça nunca disso secretário, o senhor deixará o cargo em breve, a Polícia Militar continuará a existir e os heróis socias continuarão morrendo, inclusive defendendo seus amigos e seus familiares, embora o senhor possa voltar para o Rio Grande do Sul, deixando apenas os resultados da sua gestão (legado), até o momento péssimos, desculpe a nossa sinceridade.
Senhor secretário, o Comandante Geral da Polícia Militar, o Coronel de Polícia Gilson Pitta Lopes, não pode ser desautorizado publicamente pelo senhor, isso é inconcebível, sobretudo, para um mandatário de uma Instituição Militar bisecular.
Ele já foi desautorizado quando o senhor assumiu publicamente ter feito as recentes mudanças de comando na Polícia Militar, quando as nomeações e as exonerações de Comandantes, Chefes e Diretores são competência do Comandante Geral.
Agora, o senhor ofende mais ainda, quando desautoriza publicamente o Coronel de Polícia Pitta, impedindo que o Comandante do RCECS, Coronel de Polícia Germano, nomeado em Boletim Interno, assuma o comando.
Respeitosamente, o senhor está afrontando à Polícia Militar, principalmente os seus líderes, os Coronéis de Polícia.
Espero que o Coronel de Polícia Germano se posicione a respeito do impedimento de sua assunção no comando do RCECS.
O Coronel de Polícia Pitta, Comandante Geral, deve se manisfestar publicamente, a tropa aguarda a sua fala.
E, os Coronéis de Polícia e toda a tropa, devem ombrear com o Comandante Geral, chega de humilhações, caso contrário, milhares teram morrido em vão nesses 200 anos.
Respeitosamente, eu sei, senhor Secretário de Segurança Beltrame, que a força está do seu lado - sei que os ouvidos tem memória -, sei que a sua cadeira está ancorada, porém, a Polícia Militar e os Policiais Militares exigem respeito.
E, o governador Sérgio Cabral (PMDB) assiste a tudo isso, impotente.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO