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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

EXONERAÇÃO DO TENENTE CORONEL ROBERTO - COMENTÁRIO.

Ato Cívico da ONG Rio de Paz
Cruzes no Aterro do Flamengo
Paúl+Antônio Carlos+Rosette+Roberto+Esposa

COMENTÁRIO POSTADO:
Infelizmente o período que ele ficou a frente do 15º BPM foi muito curto.
Um policial comprometido, humilde e acima de tudo humano.
Sem dúvida Duque de Caxias perdeu um grande comandante.
Dra. Lekissandra Gianis - Diretora Social e de assuntos comunitários do Conselho Municipal de Segurança Pública -AISP 15.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

PASSAGEM DE COMANDO DO 15o BPM - BATER FORTE, PORÉM SEM PERDER A ELEGÂNCIA!

O GLOBO

Hoje assisti a passagem de comando do 15º BPM, na qual o Tenente Coronel Roberto transmitiu a função para o Tenente Coronel Mendes, na presença da tropa formada no pátio da Unidade Operacional.
A solenidade foi simples, correta e marcada por um grande simbolismo, como não poderia deixar de ser diante do fato do Tenente Coronel Roberto sempre ombrear com as mobilizações da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, fato que desagrada a atual gestão da Polícia Militar.
A ordem do dia lida pelo Tenente Coronel Roberto foi o ponto alto do evento, nela o digno Roberto, com rara felicidade, conseguiu falar sobre os temas mais importantes, com uma elegância invejável.
Bateu em quem tinha que apanhar, porém o fez com educação e sabedoria.
Eu pretendo transcrever a ordem do dia, se for possível com o áudio.
O aspecto negativo foi o discurso de Álvaro Garcia, chefe operacional do EMG, que visivelmente constrangido acabou cometendo diversos deslizes.
Certamente teria sido mais produtivo se Álvaro falasse sobre o andamento da PEC 300/2008, a única esperança da tropa da Polícia Militar de receber um salário digno, considerando o descaso do atual governo estadual. Sem dúvida, esse seria o tema mais importante a ser tratado, a não ser que a atual gestão seja contra a aprovação da PEC 300/2008, o que considero um absurdo.
Quem sabe poderia tratar das providências da atual gestão para combater a corrupção interna, algo que está destruindo a Polícia Militar, sobretudo em face do agravamento do envolvimento dos Oficiais com as mais diversas formas de desvios de conduta, o que destrói a imagem de referência que o Praça deve perceber no Oficial.
Não podemos esquecer que é de domínio público que um Oficial do Estado Maior está sendo investigado por suposto envolvimento com a contravenção do jogo dos bichos, na AJMERJ.
O Praça nunca respeitará um Oficial corrupto, assim sendo, o envolvimento de Oficiais com a criminalidade destrói os dois pilares da Polícia Militar: a hierarquia e a disciplina.
Portanto, todo comandante deve primar por desenvolver ações de controle interno nessa direção.
Nem uma coisa, nem outra, ele resolveu tratar de temas que deve julgar mais importantes, os “blogueiros” e os “twitteiros anônimos”, aos quais chamou de covardes e de pessoas que não deveriam estar na corporação.
Álvaro destilou seu ódio contra esses anônimos, confesso que fiquei impressionado.
Com um arranjo próprio de palavras ele definestrou os anônimos da internet, demonstrando que está no sentido oposto ao de Sérgio Cabral e de Mário Sérgio.
Mário Sérgio exalta o blog dos praças, o blog anônimo que fez as mais pesadas acusações contra Oficiais de toda a história da PMERJ. Esse é Blog 01 nas denúncias anônimas, o que não faz com que deixe de ser lido e citado por Mário Sérgio, rotineiramente.
Sérgio Cabral mantém um serviço público, pago com o nosso dinheiro, que só trabalha com as denúncias anônimas, o festejado Disque Denúncia, que tanto já contribui para a elucidação de crimes e que seria um dos principais motivadores para as incursões da Polícia Militar e da Polícia Civil em comunidades carentes.
Quem ainda não ouviu explicações de delegados e comandantes que começaram com: Nós recebemos uma denúncia anônima e ...

O lado pitoresco da fala foi quando citou que devemos centrar nos interesses institucionais e não nos pessoais, assim como, quando tentou enaltecer a si próprio, destacando o valor de sua turma de aspirantes.
Creio que foi muito infeliz ao escolher as denúncias da internet, as quais devem estar sendo apuradas pela Corregedoria Interna da Polícia Militar.
A seu favor ratifico que ele estava completamente constrangido.
Eu vivi um terço da minha vida profissional na área correcional, foram mais de 10 anos, conheço bem a minha gente, percebo quando alguém não está à vontade em uma situação.
Por derradeiro, parabenizo o Coronel de Polícia Roberto por mais esse exemplo que ele deixou para seus superiores, pares e subordinados:
- Bater forte, porém sem perder a elegância.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

TEN CEL ROBERTO - 15o BPM - PASSAGEM DE COMANDO - AMANHÃ.

ONG RIO DE PAZ - COPACABANA - 2008
ATOS CÍVICO PELOS PPMM MORTOS
TENENTE CORONEL ROBERTO

PASSAGEM DE COMANDO DO 15o BPM.
DATA: 19 NOV 2009.
HORÁRIO: 15:00 horas.
Amanhã, o Tenente Coronel de Polícia Roberto passará o comando do 15o BPM ao Tenente Coronel de Polícia Mendes, um ato que por si só merece todo o destaque e o comparecimento de todos que amam a Polícia Militar.
A dimensão do ato ganha maior relevância considerando que o Tenente Coronel de Polícia Roberto tem demonstrado de forma inequívoca o seu compromisso com a instituição, não esmorecendo na luta por salários dignos, por melhores condições de trabalho para os Policiais Militares e para os Bombeiros Militares.
Roberto não cedeu às pressões e sempre participou dos nossos atos cívicos na luta pela dignidade da família Policial Militar-Bombeiro Militar.
É hora de responder presente e levar o abraço fraterno a esse Oficial que se destaca positivamente no cenário atual da corporação e para o qual todos desejamos um futuro mais brilhante ainda, afinal, "Juntos Somos Fortes!".
Amanhã, às 15:00 horas, temos um encontro no 15o BPM.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

TENENTE CORONEL ROBERTO É EXONERADO DO COMANDO DO 15o BPM - DUQUE DE CAXIAS.

Os Policiais Militares do Estado do Rio de Janeiro perderam mais uma referência de liderança positiva com a exoneração do Tenente Coronel de Polícia Roberto, que comandava o 15o BPM e que foi movimentado para a Diretoria Geral de Pessoal, conforme boletim da PMERJ do dia 13 de novembro.
Uma grande perda para a tropa e para a população do município de Duque de Caxias.
Obviamente, essa exoneração não guarda nenhuma relação com o fato de ter sido programada uma Marcha Democrática em Apoio à PEC 300/2008 para Duque de Caxias, marcha essa que foi adiada.
O novo comandante do 15o BPM é o Tenente Coronel de Polícia Mendes, que deixa o comando do 1o BPM, que passará a ser comandado pelo Tenente Coronel de Polícia Tanner.
É a velha "dança das cadeiras".
A passagem de comando do 15o BPM será na 5a feira, 19 NOV 2009, devemos comparecer para demonstrarmos que o nosso lema norteia nossas ações.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

ISSO NÃO PODE SER VERDADE, SERIA O CÚMULO DE UM AUTORITARISMO ABSURDO.


BLOG DA SEGURANÇA DO JORNAL O DIA:
Segunda-feira, 31 Agosto, 2009.
"Cai comandante do 15º BPM (Duque de Caxias).
A participação do coronel Roberto Alves de Lima na passeata de ontem em Ipanema por aumento de salário pode ter custado ao oficial o posto de comandante do 15º BPM (Duque de Caxias). Há informações de que ele não é mais o comandante do batalhão mas ainda ...não se falam em nomes para substituí-lo. A PM não confirma a queda do comandante".
Prefiro aguardar o Bol PM dessa segunda-feira e os jornais de terça-feira.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

segunda-feira, 15 de junho de 2009

OPERAÇÃO "DUAS CARAS" - COMENTANDO UM COMENTÁRIO.

JORNAL O DIA - 27 DE SETEMBRO DE 2007
DENUNCIAMOS AS IRREGULARIDADES
INSINUARAM QUE TENTÁVAMOS OBSTRUIR A JUSTIÇA

Hoje, nós recebemos e publicamos um comentário provavelmente oriundo da família de um dos Policiais Militares, que foram investigados na operação "Duas Caras".

O comentário cita a situação atual desses Policiais Militares, que diante da investigação, acabam ficando sob uma constante suspeita, situação muito constrangedora.
Infelizmente, não podemos prestar maiores esclarecimentos sobre a investigação, conforme o solicitado, tendo em vista que a Corregedoria Interna da Polícia Militar não participou em nenhum momento das investigações feitas pelo delegado da Polícia Civil André Drumond (59a DP).
Portanto, não podemos dizer quem é culpado e quem é inocente.
Isso posto, não custa relembrar, falando de culpados e de inocentes, que um agente penitenciário foi preso, como se Policial Militar fosse, o que reforça a existência de problemas na investigação.
Todavia, ratificamos que na fase onde a CIntPM foi solicitada, identificamos um claro açodamento, tanto na realização dos reconhecimentos fotográficos (noite e madrugada), quanto na solicitação da prisão, que foi feita a um juiz de plantão, em um final de semana. Tais fatos, consideramos inexplicáveis, diante da duração da investigação (meses) e do fato de que as principais testemunhas, já estavam sob proteção da Polícia Civil. Assim, poderia ter sido feito um reconhecimento pessoal (procedimentio adequado), bem como, o pedido poderia ter sido feito ao juiz que acompanhava o inquérito policial e que deferiu os pedidos de quebra de sigilo, nada mais natural.
No tocante a esses fatos, não temos qualquer dúvida quanto aos equívocos e repetiremos isso onde for necessário.
Na nossa opinião, os Policiais Militares investigados, que se consideram inocentes, devem promover através dos seus advogados, todas as providências possíveis para buscar a agilização do processo e o esclarecimento dos fatos.
Um outro aspecto de enorme relevância é a honra pessoal de cada investigado.
As declarações do delegado da Polícia Civil André Drumond (59a DP) na época das prisões e as incompreensíveis declarações do atual governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (Luís XIV), que arvorando-se como se fosse a personificação do Estado (L'etat c'est moi), condenou publicamente a todos, merecem uma pronta resposta dos investigados, caso contrário, ficarão sem voz.
Talvez uma mobilização dos seus familiares (são centenas), solicitando uma audiência ao desembargador Luiz Zveiter - presidente do Tribunal de Justiça -, ou ao deputado estadual Jorge Picciani (PMDB) - presidente da ALERJ -, seja uma idéia a ser pensada, sobretudo, diante da fala do governador de puro autoritarismo, incabível em um país que deseja construir uma democracia, logo ele, o chefe do poder executivo estadual.
Por derradeiro, repetimos a idéia força da Corregedoria Interna da PMERJ, rogando que ela norteie todas as ações:
"Corregedoria Interna da PMERJ: A verdade por objetivo e a justiça por ideal".
Cidadão brasileiro, não esqueça, no dia 20 de junho de 2009, você tem um encontro com a sua cidadania, às 10:00 horas, na praia de Copacabana.
Venha dizer NÃO aos 10.000 assassinados ou desparecidos por ano.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 9 de junho de 2009

A FORMAÇÃO DO DELEGADO DE POLÍCIA - UMA PROPOSTA DE MUDANÇA.

A sentença da juíza Tula Correa Barbosa, da Primeira Vara Criminal de Duque de Caxias, trouxe novamente ao teatro das discussões sobre segurança pública, alguns temas de significativa relevância.
O cerceamento do direito constitucional da pressunção de inocência, quando a investigação envolve Policiais Militares do Rio de Janeiro, merece de imediato uma postura proativa de condenação por parte do Poder Judiciário, do Ministério Público e das Organizações Nacionais e Internacionais defensoras dos direitos humanos.
A execração pública de Policiais Militares (e seus familiares) que são investigados em inquéritos policiais desenvolvidos pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, merece a total condenação de todos e, nesse aspecto, a operação Duas Caras, desenvolvida pelo Delegado de Polícia Civil André Drumond, na época lotado na 59a DP, é emblemática.
Os Policiais Militares foram filmados entrando e saindo da DP; as suas fotos e nomes foram divulgados pelas Organizações Globo, enquanto o Delegado André dava incontáveis entrevistas à mídia, enaltecendo a investigação.
Assim sendo, é imperativo que o Ministério Público, a Corregedoria Geral Unificada e a Corregedoria Interna da Polícia Civil devem tornar públicos os resultados das investigações realizadas sobre a entrega das fotos dos Policiais Militares à mídia, que foram desenvolvidas a partir de representação formal do organizador desse espaço democrático, então, Corregedor Interno da Polícia Militar.
Um outro tema, não menos importante, que deve ser discutido é a formação dos Delegados da Polícia Civil, a formação interna corporis, o curso que em apertada síntese transforma um bacharel em direito, em um profissional da difícil ARTE DE INVESTIGAR.
Sinceramente, a prática tem demonstrado claramente, que o curso desenvolvido é deficitário, diante dos erros primários que constatamos no curso de alguns inquéritos policiais.
Entretanto, não podemos criticar duramente a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, tendo em vista que INVESTIGAÇÃO POLICIAL não se aprende em nenhuma cadeira universitária, muito menos, os inúmeros cursinhos preparatórios para concursos públicos.
Tal realidade, faz com que cheguem à Polícia Civil, bons juristas, que nada sabem sobre a ARTE DA INVESTIGAÇÃO.
Esse candidato aprovado é inserido em um curso muito rápido, que já chegou a ser de apenas 3 meses, em alguns momentos, sendo em seguida classificado em uma Delegacia Policial, presidindo inquéritos policiais.
Obviamente, o resultado não pode ser bom, chega a ser inadimissível que um Curso de Formação de Delegados da Polícia Civil, seja muito menor que um Curso de Formação de Soldados da Polícia Militar, inclusive frequentado por candidatos bacharelandos e bacharéis em direito.
A senteça deixa claro a falta de sustentação da investigação feita pela Polícia Civil:
"Ressalte-se observar que da prova trazida aos autos, a única ilação que se pode ter é a de que certos policiais - não identificados de forma cabal nos presentes autos - cometeram crimes graves, recebendo ou exigindo para si vantagem pecuniária ilícita, mas nenhuma prova há tipificando o crime de bando ou quadrilha, único crime que lhes foi imputado na denúncia(...) a hipótese de erro judicial com a condenação de policiais que honram a farda e não possuem nenhuma mácula, acarreta prejuízo muito maior à sociedade, do que eventual impunidade de alguns policiais que efetivamente tenham praticado a conduta descrita na denúncia"(O Globo, página 19).
Salvo melhor juízo, a investigação não foi desenvolvida de forma adequada, impossibilitando uma denúncia mais robusta por parte do Ministério Público.
Tal verdade expõe uma GRAVE MAZELA da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, a formação dos delegados e polícia, deficiência que permanece embaixo do tapete.
Em artigo anterior, citamos outros componentes pouco usuais que envolveram a operação Duas Caras, inuqérito policial que resultará em dezenas de ações judiciais contra o Estado do Rio de Janeiro, que acarretará que o nosso dinheiro (dinheiro público) pague por problemas estruturais e conjunturais da Polícia Civil.
Urge que sejam implementadas mudanças urgentes no Curso de Formação de Delegados da PCERJ, antecedido de uma discussão multidisciplinar, com a participação do Poder Judiciário e do Ministério Público, o fiscal externo da atividade policial.
Por derradeiro, mais uma vez reforçamos que o Polícia Civil de carreira, o INVESTIGADOR POR EXCELÊNCIA, precisa ter facilitado o seu acesso funcional à função de delegado de polícia, hoje muito difícil, em razão desse Policial Civil não ter tempo para estudar, em razão de ter que trabalhar em um segundo emprego (bico), em face dos salários famélicos recebidos do governo do Estado do Rio de Janeiro.
Essa dificuldade acarreta graves prezuízos à sociedade, que perde os melhores investigadores no exercício da presidência de inquéritos policiais.
A sociedade fluminense, a Polícia Militar e os Policiais Militares querem respostas.
Segurança pública não é campo para amadores, profissionalização já!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

OPERAÇÃO DUAS CARAS - A HORA DA VERDADE SURGIR.

O nosso amigo jornalista Gustavo de Almeida, antecipa em artigo que o Deputado Estadual Flávio Bolsonaro vai "abrir o verbo" na tribuna, com relação à operação Duas Caras da Polícia Civil (clique e leia).
O organizador desse espaço apoia inteiramente a manifestação e espera que ele aborde o fato dos Policiais Militares terem perdido o direito da presunção de inocência, direito comum a todos os cidadãos brasileiros e que está sendo negado aos Militares de Polícia.
Tal arbitrariedade se evidenciou com mais força no ano de 2007, quando vários Delegados da Polícia Civil passaram a comentar publicamente os inquéritos policiais que presidiam, como já escrevemos ontem.
No caso da operação Duas Caras, desenvolvida pela 59a DP (Duque de Caxias) e tendo como presidente do inquérito policial, o Delegado André Drumond, a exposição pública dos Policiais Militares do 15o BPM foi absurda, inclusive com a exposição de suas fotos na Rede Globo de Televisão e a publicação no jornal Extra.
Na época, exercíamos a função de Corregedor Interno e, diante dos indícios de que o vazamento teria origem na 59a DP, representamos junto ao Ministério Público, à Corregedoria Geral Unificada e à Corregedoria Interna da Polícia Civil, solicitando apuração.
Infelizmente, desconhecemos o resultado das investigações e aproveitamos para solicitar ao Deputado Estadual Flávio Bolsonaro que solicite os resultados, para torná-los públicos.
A operação Duas Caras foi cercada de mistérios, um deles foi o fato do Delegado ter solicitado a prisão temporária dos Policiais Militares ao Plantão Judiciário (sexta-feira à noite), algo sem qualquer justificativa plausível e que também informamos ao Ministério Público.
Urge que a verdade surja, mesmo que os Policiais Militares sejam condenados posteriormente, pois eles merecem ser ressarcidos dos prejuízos causados à sua liberdade e à sua honra pessoal.
Nunca é tarde para lembrar que um dos presos na operação Duas Caras, como sendo um dos Policiais Militares, na verdade, era um agente penitenciário.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO