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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

POLÍCIA MILITAR: O FIM DO 13o BPM.

JORNAL EXTRA:
Berenice Seara.
Comerciantes do Centro lançam campanha contra extinção do 13º BPM
"Empresários e comerciantes do Centro do Rio já preparam uma campanha contra a possível extinção do 13º BPM (Praça Tiradentes) - onde seria instalado o Instituto de Segurança Pública. É a terceira vez (e a segunda só na gestão Cabral) que o governo tenta deixar o coração financeiro do Rio sob a responsabilidade apenas do 5º BPM (Praça da Harmonia), na Gamboa. Desta vez, os empresários preparam faixas e cartazes com o slogan "Daqui não sai!", além de uma passeata contra o processo de extinção.
A Sociedade Amigos da Rua da Carioca e Adjacências (Sarca), o Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro (Sindilojas-Rio), os lojistas da Saara, entre outras entidades, estão confeccionando as faixas e preparando um abaixo-assinado, além de já terem solicitado uma audiência com o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame.
As entidades lembram que a extinção do batalhão atrapalha, inclusive, o processo de revitalização do Centro, que faz parte dos planos da prefeitura e do governo do estado".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

GUSTAVO DE ALMEIDA, MAIS UMA VEZ, PARABÉNS!

BLOG DO JORNALISTA GUSTAVO DE ALMEIDA:
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
16 minutos - e cai mais uma versão
"16 minutos. Este foi o tempo que se passou entre o momento em que o Capitão Bizarro encontra o corpo de Evandro, do AfroReggae, e o momento em que uma ambulância dos Bombeiros chega ao local.Está registrado em um vídeo feito por uma agência bancária.
Cai a versão de que os Policiais Militares não chamaram socorro. Chamaram sim, e os Bombeiros, quando chegaram, constataram a morte da vítima e foram embora - dali em diante seria tarefa para a perícia e o rabecão.
Quem primeiro teria dito que não houve socorro ?
Há quem diga que foi o secretário de Saúde e Defesa Civil, Sérgio Côrtes.
Com isso, o Capitão e o Cabo continuam sendo acusados, sim, mas de peculato, por não cumprirem sua função pública de prender os assaltantes.
Mas a omissão de socorro deixa de existir".
GUSTAVO DE ALMEIDA.
Hoje conversei por telefone com um jornalista sobre essa ocorrência e um dos pontos que destaquei foi a necessidade imperiosa da RECONSTITUIÇÃO DOS FATOS a partir de todas as imagens obtidas, estabelecendo os link entre locais, horários e distâncias entre as câmeras, para que possa ser feita uma investigação realmente profissional e consistente.
A prática na Corregedoria Interna ensinou-me que todo Inquérito Policial da Polícia Civil tornado público ainda na fase investigatória, acaba gerando muita confusão e o que é muito pior, algumas vezes resulta em prisões preventivas equivocadas.
Comentei com o repórter sobre o caso da tentativa de homicídio do delegado Alexandre Neto, quando os fatos se sucederam dessa mesma forma, com a divulgação de uma parte apenas da filmagem pela Rede Globo, o que associado às declarações do encarregado pelo IP gerou uma condenação pública antecipada de uma guarnição de RP.
Eu tive que procurar o Ministério Público na época, na tentativa de evitar equívocos que me pareciam evidentes.
Os Policiais Militares ficaram presos preventivamente por mais de um ano e depois foram absolvidos.
E agora?
Quem paga a conta?
Obviamente, não posso avaliar a investigação da Polícia Civil, pois não a conheço, todavia até agora diante das imagens que assisti, os Policiais Militares podem ser acusados de terem apreendido o tênis e a jaqueta, não dando a destinação correta a esse material.
Para esse fato não apresentaram qualquer justificativa plausível, pelo que tenho lido e ouvido.
No mais, as imagens revelam que a versão deles divulgada pela mídia pode ser verdadeira.
De uma vez por todas temos que aprender que Policiais Militares são cidadãos brasileiros e possuem o direito à presunção de inocência, como todos os brasileiros.
Pesquisem nesse blog os outros artigos que escrevi sobre esse tema (presunção de inocência) , pois considero isso uma violação gravíssima de um direito constitucional.
Por derradeiro, temos que torcer para que um dia algum Chefe da Polícia Civil consiga impedir esses Inquéritos Policiais Midiáticos.
Aliás, quem permitiu que Júnior falasse com um dos acusados?
Parabéns, Gustavo de Almeida.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO