Toda empresa se preocupa com a saúde dos seus colaboradores (funcionários), considerando que a produtividade deles é diretamente proporcional ao seu bem estar físico e mental. É comum que as empresas desenvolvam campanhas preventivas visando evitar a ocorrência de doenças e, ainda, implementem incentivos para que seus colaboradores desenvolvam uma atividade física, outra maneira de agir preventivamente. Empresas estimulam a alimentação saudável e desenvolvem campanhas contra o fumo e o alcóol, na direção de evitar doenças, citando exemplos mais comuns.
A relação empresa-colaborador precisa ser simbiótica, onde todos ganham, promovendo a motivação, indispensável para o sucesso de qualquer atividade humana.
Olhando para os Policiais Militares do Rio de Janeiro nas ruas, encontramos um número enorme de profissionais acima do peso, um caminho aberto para uma série de doenças e um complicador no caso do PM necessitar desenvolver uma ação durante o serviço que exija um melhor condicionamento. Movendo os olhos para o interior da Polícia Militar, constatamos facilmente os motivos que provocam o sobrepeso nos PMs, tendo em vista que a corporação não possui nenhum programa de condicionamento físico.
Não é piada, prezado leitor, a Polícia Militar, uma corporação organizada militarmente, não atua no sentido de melhor condicionar os seus colaboradores, cada um que dê seu jeito para se aprimorar fisicamente. Como a maioria trabalha no "bico" nas folgas, não sobra tempo e nem dinheiro para buscar uma melhor condição física.
Atualmente, a PMERJ tem se notabilizado por piorar ainda mais o que já estava ruim.
No governo Sérgio Cabral (PMDB) "inventaram" uma gratificação para os que estão aptos, ou seja, não estejam com incapacidade física parcial (IFP) ou de licença para tratamento de saúde (LTS).
Os aptos trabalham nas ruas e ganham mais R$ 350,00 por mês.
A gratificação representa mais de 30% do salário de um Soldado de Polícia, o que acaba provocando que por questões de penúria financeira, PMs que estavam de IFP ou de LTS busquem os médicos para retornarem à condição de aptos para o serviço.
Isto agrava as doenças.
A PMERJ enfrenta a sua pior fase nos 200 anos de existência, uma fase terminal, ao que tudo indica.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
A relação empresa-colaborador precisa ser simbiótica, onde todos ganham, promovendo a motivação, indispensável para o sucesso de qualquer atividade humana.
Olhando para os Policiais Militares do Rio de Janeiro nas ruas, encontramos um número enorme de profissionais acima do peso, um caminho aberto para uma série de doenças e um complicador no caso do PM necessitar desenvolver uma ação durante o serviço que exija um melhor condicionamento. Movendo os olhos para o interior da Polícia Militar, constatamos facilmente os motivos que provocam o sobrepeso nos PMs, tendo em vista que a corporação não possui nenhum programa de condicionamento físico.
Não é piada, prezado leitor, a Polícia Militar, uma corporação organizada militarmente, não atua no sentido de melhor condicionar os seus colaboradores, cada um que dê seu jeito para se aprimorar fisicamente. Como a maioria trabalha no "bico" nas folgas, não sobra tempo e nem dinheiro para buscar uma melhor condição física.
Atualmente, a PMERJ tem se notabilizado por piorar ainda mais o que já estava ruim.
No governo Sérgio Cabral (PMDB) "inventaram" uma gratificação para os que estão aptos, ou seja, não estejam com incapacidade física parcial (IFP) ou de licença para tratamento de saúde (LTS).
Os aptos trabalham nas ruas e ganham mais R$ 350,00 por mês.
A gratificação representa mais de 30% do salário de um Soldado de Polícia, o que acaba provocando que por questões de penúria financeira, PMs que estavam de IFP ou de LTS busquem os médicos para retornarem à condição de aptos para o serviço.
Isto agrava as doenças.
A PMERJ enfrenta a sua pior fase nos 200 anos de existência, uma fase terminal, ao que tudo indica.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
