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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

GOVERNO SÉRGIO CABRAL: PRIMEIRO A POLÍCIA CIVIL, A POLÍCIA MILITAR BEM DEPOIS.

Os estados brasileiros possuem duas polícias, uma ostensiva e de preservação da ordem pública, a Polícia Militar, e outra investigativa, a Polícia Civil.
No Rio de Janeiro, a Polícia Militar recebeu nesta quinta-feira um helicóptero blindado (leia), a Polícia Civil recebeu o seu helicóptero blindado no dia 02 OUT 2008, ou seja, dois anos e três meses antes da Polícia Militar (leia).
Como explicar o fato da polícia investigativa receber um helicóptero blindado muito antes da polícia ostensiva?
Qual o critério técnico para comprar primeiro para a polícia investigativa?
Simplesmente, não existe, foi uma mera questão de preferência.
Convém lembrar que no Governo Sérgio Cabral três PMs morreram queimados quando estavam em um helicóptero não blindado que foi atingido por PAF, esses PMs não estavam utilizando o indispensável uniforme antichamas que deveria ter sido fornecido pelo governo. Eu comuniquei o fato ao Ministério Público da Cidadania e da Tutela Coletiva solicitando apuração de responsabilidades do governo e do comando da PMERJ.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 6 de julho de 2010

O SOFRIMENTO DOS POLICIAIS MILITARES DAS UPPs E A MORTE DOS TRÊS POLICIAIS MILITARES QUE ESTAVAM NO HELICÓPTERO DO GAM.


No intuito de informar a todos os que estão acompanhando a nossa luta, informamos que a nossa comunicação junto ao Ministério Público da Cidadania e da Tutela Coletiva sobre os abusos que estão sendo praticados contra os jovens Policiais Militares, que estão lotados nas UPPs, instrui o Procedimento Preparatório 14.550 da 8a Promotoria de Justiça. A comunicação sobre os três Policiais Militares que morreram no interior do helicóptero do GAM, empregados em missão em aeronave sem a blindagem necessária e sem vestirem o uniforme antichamas, que deveria ter sido cedido pelo governo estadual, instrui o Procedimento Preparatório 13663 da 8a Promotoria de Justiça.
Devemos acompanhar o desenvolvimento desses procedimentos para que TODOS os responsáveis sejam devidamente apresentados ao poder judiciário.

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 15 de abril de 2010

MORTE DOS POLICIAIS MILITARES DO GAM - COMO ANDAM AS INVESTIGAÇÕES?

Eu comuniquei formalmente ao Ministério Público que não possuía a blindagem adequada o helicóptero da PMERJ usado na operação do Morro dos Macacos, no qual morreram três Policiais Militares, que não usavam uniformes antichamas.
Na comunicação solicitei que fossem apuradas as responsabilidades concorrentes em face da morte de três heróis sociais, considerando a inadequação do helicóptero e a falta dos uniformes.
Penso que as investigações estejam prosseguindo e espero que essas promoções, sem discutir o mérito, não sejam uma cortina de fumaça para tentar encobrir as responsabilidades pelas mortes.
JORNAL EXTRA:
BLOG CASOS DE POLÍCIA E SEGURANÇA:
Operação nos Macacos

Policiais do GAM são promovidos por atos de bravura
Três policiais militares do Grupamento Aéreo Marítimo (GAM) que participaram de uma operação policial no Morro dos Macacos, no dia 16 de outubro de 2009 foram promovidos por ato de bravura pelo Secretário de Segurança, José Mariano Beltrame. Os capitães Marcelo de Carvalho Mendes e Marcelo Vaz foram promovidos a major e o segundo sargento Anderson Fernandes dos Santos a terceiro sargento. Integrantes da aeronave Fênix 2, eles foram acionados para apoiar outros policiais que participavam da operação no morro. Mesmo com o helicóptero atingido por vários disparos, o piloto, mesmo com a aeronave em chamas conseguiu desviar de várias casas e aterrisar em um campo de futebol. Na operação três policiais acabaram morrendo.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

POLÍCIA MILITAR: CONDIÇÕES DE TRABALHO.

Helicóptero da PMERJ sem a blindagem adequada
Praças da guarnição sem uniforme anti-chamas
Três Policiais Militares morreram
COMENTÁRIO POSTADO:
“Dois containers que servirão de base para a UPP, um deles funcionando como alojamento, um completo desrespeito aos Policiais Militares e à Polícia Militar..."
O senhor já viu as instalações da ocupação da Metral?
Uma laje onde os traficantes faziam churrasco; um banheiro, só com um vaso, não tem caixa d'agua; tudo sob telhas de amianto. Condições totalmente desumanas!
Pois é...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 1 de novembro de 2009

SOBRE A QUEDA DO HELICÓPTERO - EXCELENTE ARTIGO DO TEN CEL EMIR LARANGEIRAS.

MARCHA DEMOCRÁTICA - 27 JAN 2008
Malgrado o desgosto que assola nossos corações e nossas almas, a queda do helicóptero em si não representa nenhuma crise, no meu modo de ver. Trata-se de acidente de percurso e não traduz nossa constante desgraça mais que a morte de muitos policiais em chão firme. Nem mesmo pela quantidade de mortos o acidente se destaca; muitas vezes a PMERJ amargou perdas maiores. A verdade é que toda vez que cai um pássaro de aço há certa espetaculosidade no episódio. O trauma dos acidentes aéreos tem essa característica, diferentemente dos desastres de trânsito, embora às vezes contando dezenas de mortes.
Uma crise não é representada por um fato, mas por um processo negativo que se alonga e se acumula no espírito das pessoas. Geralmente é crônico, mas, de repente, um só evento pode desencadear o espanto e aguçar a crise por meio de discursos políticos focando um “bode expiatório” ou um “boi de piranha”. Sem eles, o “bode” ou o “boi”, a crise não abrandará para recomeçar o mesmo processo a partir de causas conscientemente ignoradas. Ignorando-as, porém, é certo que seus efeitos cumulativos novamente atingirão o clímax, e a crise renascerá aos nossos olhos e ouvidos atônitos. Ou então, como insinuou Marx, “tudo que é estável e sólido desmancha no ar”. Nem tanto...
Na realidade, nada desmancha no ar. Muda, sim, de lugar ou de aparência. A sucessão de eventos naturais ou sociais garante as necessárias mudanças ambientais. As cabeças cortadas são logo esquecidas e o que não faltam são novas cabeças enfileiradas no corredor do abate, enquanto o touro e a vaca “PO” se deliciam por serem “PO”. Morrem de velhice, a não ser que um tufão ou um desastre aéreo os peguem de surpresa, ou um atentado qualquer os elimine da face da terra. Em não havendo desastre natural ou artificial, a elite “PO” continuará na sua vida boa, com os patrões mandando nos empregados e os governantes mandando nos governados, certeza igualmente válida para os organismos de imprensa nesse mundo capitalista, competitivo e dependente de recursos estatais para vencer o concorrente. O resto é gado a dar seu sangue e sua carne para alimentar os que consomem delícias em arranha-céus, iates, coberturas e mansões: os detentores históricos da mais-valia e do poder político, sempre irmanados em torno de interesses comuns e inconfessáveis...
O mundo é assim, formado por camponês e senhor feudal, por patrão e empregado separados na vida e igualados apenas na morte, o que não representa nenhuma vantagem: o senhor feudal e o patrão vivem bem enquanto vivem. Portanto, para tentar minimizar essa desigualdade histórica, só lutando nos moldes dos revolucionários franceses do Século XVIII. Porque é certo que ninguém mudará a cultura da casa-grande e da senzala, com esta última aumentando seu contingente de mão-de-obra barata para competir num mercado restrito. Nessa corrida, há vencidos e vencedores, e destes últimos somente um alcança o pódio; mais ou menos comparando, o que for sorteado na mega-sena. Mas, para o ser, muitos miseráveis comprarão a cartela e a maior parte da bolada inflará e subirá para nunca mais voltar ao chão batido da senzala.
Helicóptero é brinquedo de rico. O Estado é rico, possui helicópteros para transporte de seus mandatários. No helicóptero da polícia, porém, dissimulam-se a fraqueza e a pobreza do “gado de rebanho” elitizando-se fingidamente alguns “pés-duros”... Também na boiada há a reprodutora denominada “barriga de aluguel”, vaca pé-duro usada para acolher nas entranhas o embrião do touro “PO”. Já com os bois pés-duros, nem isso. Entretanto, necessário se faz usá-lo para excitar a vaca reprodutora “PO”. Daí opera-se o pênis do pobre-diabo do “boi”, entortando-o, de modo que ele cubra a vaca “PO”, mas não a penetre jamais. Só a excita... E esse estimulador de vacas “PO”, depois de abatido e retalhado, tem o seu torto pênis transformado em “vergalho” destinado a tanger animais teimosos, incluindo-se entre eles os escravos amansados por chibatas feitas da mesma matéria-prima. Porque é certo que o touro e a vaca “PO” não se misturam à boiama nem entram em fila de abatedouro: são “matrizes puras de origem” e morrem de velhice...
O “boi de piranha” excita muitas vacas de luxo. Depois é descartado, tornando-se carne a ser comida e seu pênis vira “vergalho”. O helicóptero da PMERJ lembra esse boi-pé-duro-de-piroca-torta. De longe, no pasto, pode até ser visto como um reprodutor “PO” passeando livremente no verdejante pasto. De perto, porém, vê-se que nem pele boa para sapato ele tem. É furada por vermes e, depois de descarnada, mais parece pele de PM: cheia de furos de balaços, não serve pra nada. Mas alguns “bois” conseguem morrer no ar, caindo de sua única máquina desprovida de segurança. A maioria da boiama, porém, morre é mesmo no chão batido das favelas ou no asfalto poeirento, como, aliás, e não fugindo à regra geral, morreram os tripulantes do helicóptero enfeitador de nossa miséria operacional, social, pessoal e familiar. Nem eles, heróicos tripulantes, nem eles mesmos morreram num pasto verdejante, mas num chão batido favelado, único também que conheceram na vida. E morreram porque não vestiam a pele protetora do fogo nem contavam com a blindagem do seu falsamente invencível pássaro de flandres...

“(...) Saía a boiama confusa e cadenciada / Ruminando e olhando para o chão... / E de sinos dispersos, as badaladas, / iam tocando a massa em procissão. / Em balada profética de triste agouro... / Com pegadas de sofrimento no sertão, / Caminhando resignada ao matadouro / Mugindo! Entoando, estranha oração. / (...). / Quando quebrou em instante preciso / O galho de árvore que cai estalando... / Em cima de uma rês que... sem aviso, / É assustada e escoiceia disparando... / Outras que mugem, tropeçam e rolam; / Alando chispas braseiras num clarão! / Cabeças e chifres confusos se tocam... / O sangue jorra vermelho para o chão! / (...)” (Antônio Miranda Fernandes). EMIR LARANGEIRAS - TENENTE CORONEL DE POLÍCIA

JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A IDADE DO CINISMO - MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA.

A IDADE DO CINISMO
Maria Lucia Victor Barbosa
27/10/2009
Muito já se falou sobre a idade da razão. Conforme opiniões ela pode chegar aos sete, aos 18, aos 21 anos. Talvez, nunca chegue plenamente, já que o ser humano não é feito só de razão, mas também de emoção. Nunca ouvi falar, porém, na idade do cinismo. No entanto, ao ver o presidente da República soprando alegremente as velinhas de seus 64 anos tentei imaginar em que época de sua vida ele atingiu a idade do cinismo.
Lula da Silva era um animador de greves. Desse trampolim pulou para a política, o palco mais visível do cinismo humano, mas, claro, não o único. Hoje o endeusado Lula, se comparado com suas pregações anteriores, se tornou irreconhecível.
Alguns disseram que Lula, um dos artífices do impeachment de Fernando Collor para se vingar da peça que este lhe pregou ao levar na TV Globo, na sua primeira campanha, a mãe de Lurian, é hoje “amicíssimo” do senador, assim como de José Sarney, de Renan Calheiros, de Paulo Maluf, de tantos outros que outrora o ex-partido da ética abominava. Mas o presidente justifica qualquer amoralismo falando em nome de Cristo, pois afirmou que no Brasil Jesus se aliaria a Judas. O gracejo desrespeitoso deve ter lhe rendido muitas palmas e risos cínicos de seus correligionários e bajuladores.
Lula também apela para o célebre “o que tem demais se todo mundo faz”. Isso foi dito em uma entrevista em Paris quando perguntado sobre o caixa dois de seu partido. Já o prestativo Delúbio Soares rebatizou cinicamente a prática de “recursos não contabilizados”.
Altas doses de cinismo presidencial também vêm a público quando ele diz que não vê nada, não sabe nada sobre as “travessuras” de seus companheiros “aloprados”. No “mensalão” ou compra da base aliada foi assim e assim tem sido quando convém. E sua candidata Dilma deve ter chegado à idade do cinismo, pois repete exemplarmente as lições do chefe. Ela nega o “mensalão”, o encontro com Lina Vieira, o dossiê sobre o casal FHC, etc. Por isso dizem que, se Dilma ganhar teremos o terceiro mandato de Lula da Silva, pois é impressionante o mimetismo dos dois. Alegremente eles seguem em acelerada campanha dizendo que não é campanha.
Os extremados e ardorosos petistas dirão que não citei outros políticos. Arrolar todos aqui seria impossível, precisaria escrever um “Tratado sobre o Cinismo” que englobasse a postura de muitos governadores, deputados federais e estaduais, senadores, membros do Judiciário e demais instituições, políticos nacionais e estrangeiros, figuras eminentes do mundo dos negócios, gente não comum e comum.
Porém, se os grandes cínicos da política fazem tanto sucesso, sendo eleitos e reeleitos, é de se perguntar se a sociedade brasileira já nasceu cínica ou se em algum nebuloso momento atingiu a idade do cinismo. Em todo caso, diante da exacerbação da violência no Rio de Janeiro resta a triste constatação de que padecemos de um cinismo brutal que agrega incompetência galopante, indiferença à dor alheia, banalização da morte, vulgarização da vida, irrelevância da ordem, aceitação do tráfico de drogas, tanto da parte das autoridades quanto dos próprios cariocas e dos brasileiros em geral.
O prefeito Eduardo Paes, ex-ardoroso tucano e hoje conveniente peemedebista, afirmou de volta da Europa, na Folha de S. Paulo de 25/12/09, que: “2014 e 2016 é fácil de resolver; enche de polícia na rua e fica tudo certo”. Para não ficar o dito muito cínico o prefeito carioca acrescentou: “Estou preocupado é com a população que vive agora este dia a dia”. Será que alguém está mesmo preocupado?
Ricardo Noblat mostrou no seu site dados interessantes que vale a pena repetir: “1 - O número de favelas no Rio cresceu de 750, em 2004, para 1.020 neste ano. Cerca de 500 são controladas pelo tráfico. A venda de cocaína rende algo como R$ 300 milhões por ano aos bandidos.
2 – Compete a Polícia Federal combater o tráfico. Quantas vezes este ano ela foi vista escalando morros?
3 – Compete ao governo federal vigiar as fronteiras do país. É ridículo o número de militares ocupados com a tarefa. Faltam equipamentos e gente para fiscalizar o desembarque de cargas nos portos.
4 – Até agosto, para modernizar sua polícia o Rio só havia recebido R$ 12 milhões dos quase R$ 100 milhões prometidos pelo governo federal.
5 - Em três anos de governo Sérgio Cabral, o total de investimentos em segurança está orçado em R$ 804.818,00. De fato não mais do que 40% desse dinheiro já foram aplicados”.
No dia 21 deste uma foto macabra estampada em jornais simbolizava a barbárie do tráfico de drogas. Num carrinho de supermercado atirado na calçada jazia o corpo de um homem com marcas de tiros, de tortura, sem um dos olhos. Uma aglomeração composta na maioria por jovens olhava com curiosidade para o que restara do trucidado. Alguns exibiam sorrisos de cínica indiferença. Deviam estar mentalmente culpando a polícia. Sempre se culpa a polícia. Mas, se na polícia como em qualquer instituição há corrupção, existem também policiais dignos, capazes de gestos heróicos.
Deixo, então, aqui uma homenagem aos três policiais que morreram no helicóptero atingido por bandidos, e aos seus colegas de farda que também perderam a vida na guerra do tráfico cinicamente ignorada pelas autoridades.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.
mlucia@sercomtel.com.br
www.maluvibar.blogspot.com
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 25 de outubro de 2009

VAMOS TORCER QUE O MINISTÉRIO PÚBLICO APURE A RESPONSABILIDADE DE TODOS.

BLOG DO SOLDADO VELAMES:
Sobre o helicóptero que foi abatido no Rio de Janeiro
AS DIFERENÇAS ENTRE UM OFICIAL E UM PRAÇA.



CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIAR
“As gratificações são apenas para pilotos e co-pilotos. Um co-piloto recebe uns R$ 2.500 e a gratificação do piloto fica entre R$ 5 mil e R$ 7 mil. Isso varia de acordo com as horas de vôo dele”.
Apenas piloto e co-piloto (oficiais) têm o uso liberado do
macacão antichamas. Mas aquele praça que morreu com 90% do corpo queimado, será que não poderia ter tido só de 30% do corpo afetado" se tivesse com um macacão antichamas?
Fonte:
MULHERES DE POLICIAIS
Postado por Velames:
http://www.soldadovelames.blogspot.com/
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

TERCEIRA MARCHA DEMOCRÁTICA RJ PEC 300/2008 - O EXCLUÍDO FARDADO E A RESPONSABILIDADE DO GOVERNO NA MORTE DOS TRÊS POLICIAIS MILITARES DO GAM.

EXCLUÍDO FARDADO: LUTO PELO RIO!


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 24 de outubro de 2009

TERCEIRA MARCHA DEMOCRÁTICA RJ PEC 300/2008 - DOE ALIMENTOS NÃO PERECÍVEIS.

Você que irá comparecer à Terceira Marcha Democrática RJ PEC 300/2008, leve um quilo de alimento não perecível para que possamos realizar uma doação cívica.
Não podemos esquecer que as nossas viúvas e os nossos órfãos são esquecidos pelo governo do Rio de Janeiro rapidamente.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

CIDADÃO NÃO SEJA CONDUZIDO, PARTE DA MÍDIA ESTÁ COLOCANDO A RESPONSABILIDADE DO GOVERNO EMBAIXO DO TAPETE!

Foto (O Dia)

Puff...
Sumiu...
Parte da mídia já fez desaparecer do noticiário a responsabilidade do governo estadual pela agonia e morte de três heróis do GAM, três Policiais Militares, três chefes de família, que foram queimados até a morte em face do helicóptero não ser adequadamente blindado e em razão deles não possuirem uniformes antichama.
O importante é caso do 13o BPM, como se pudesse ser aceita a omissão do governo que resultou em três mortes.
Do caso do helicóptero só se fala do heroísmo do Capitão para fazer um contraponto com a traição do Capitão do 13o BPM.
É o jogo sujo da política estadual.
Cidadão, estão desviando o foco de sua atenção.
Não se preocupe, os Policiais Militares do 13o BPM serão severamente punidos, comprovada as suas culpas.
O importante é que TODOS sejam também punidos pela responsabilidade direta na morte dos três heróis do GAM.
Não resta dúvida que se o helicóptero fosse o adequado, o piloto não teria que realizar um pouso forçado e que se toda a guarnição estive com o uniforme antichamas vidas poderiam ter sido salvas.
Por que a Polícia Investigativa tem um helicóptero adequado e a Polícia Ostensiva não?
Agora as viúvas sustentaram seus órfãos com uma pensão miserável e logo a morte de seus maridos cairá no esquecimento, afinal no governo Cabral quase 80 Policiais Militares já foram assassinados apenas em serviço.
Cidadão fluminense, una-se a nós, vamos exigir a punição de todos do governo que contribuiram efetivamente para essa tragédia.
Amanhã, leve o seu protesto para a Terceira Marcha Democrática RJ PEC 300/2008.
Leve um quilo de alimento não perecível para que possamos doar para os familiares desses heróis.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO