sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

IMAGENS QUE DIZEM TUDO ( 6 )




JUNTOS SOMOS FORTES!




DEUS ESTÁ NO COMANDO!






PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

BLOG PAUTA DO DIA - JORNALISTA ROBERTA TRINDADE

http://robertatrindade.wordpress.com/2008/02/27/167/

GOVERNO IMPÕE GREVE DE FOME A POLICIAIS CIVIS DO RIO

"Os tícket refeição - no valor de R$ 8 - referentes aos meses de janeiro e fevereiro não foram entregues até hoje aos policiais civis do Estado do Rio de Janeiro.
Estive conversando com o delegado Fábio Barucke, titular da 74ª DP (Alcântara), e era visível seu emagrecimento. Ele confirmou que já havia perdido mais de seis quilos, do início do ano até agora. Disse que a mudança no físico não é resultado do atraso na entrega dos tíckets… Mas eu tenho aqui as minhas dúvidas…
E olhe que isso já foi assunto por aqui:
relembrando (olhem só: em maio de 2007!!)
O pior de tudo é a falta de satisfação: eles não sabem o porquê do atraso e não recebem previsão para que tudo seja regularizado. O mês de março está chegando… será que os policiais vão receber os tickets referentes aos três meses? Será que vão receber um mês e os outros vão continuar se acumulando… a loteria, quando acumula, vem com o valor do prêmio corrigido a juros…
Se não me engano, existem cerca de 10 mil policiais civis em nosso Estado (por favor, corrijam-se se eu estiver enganada). Os problemas não são iguais, mas os cerca de 40 mil policiais militares do Estado do Rio de Janeiro também enfrentam uma árdua batalha.
Acho que está mais do que na hora da população se unir a essas duas instituições e engrossar a voz desses 50 mil homens (e mulheres) que merecem todo respeito e consideração".
ROBERTA TRINDADE
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

BLOG DOS CORONÉIS BARBONOS - A INDEPENDÊNCIA DOS PODERES

Estamos vivendo no Nosso Estado uma oportunidade ímpar de verificarmos a real independência dos poderes.
O Excelentíssimo Senhor Governador encaminhou à Assembléia Legislativa projeto de Lei casuístico que altera a Lei 443 de 1981.
Concordamos com o Governador que esta Lei, uma colcha de retalhos, precisa ser alterada, mas como um todo, uma vez que precede a Constituição de 1988 e, como não poderia deixar de ser, tornou-se arcaica.
Aliás, a necessidade de mudança da Lei substituindo-a “In Totum” por uma mais moderna e adequada à Constituição Brasileira, já havia sido sugerido no ano de 2007 pelos Cel Ubiratan e Cel Samuel.
Todavia, naquela oportunidade, o Governo entendeu não ser necessário e que seria conveniente fazê-lo no meio do exercício, em 2009, quando as coisas estivessem mais sob controle.
Ah! Vai ver que é isso, o Governo já tem tudo sob seu controle, as contas, os débitos, os créditos, as folhas de pagamento, enfim, “tudo dominado”.
Até a União mostrou a independência dos poderes federais no caso da CPMF. Agora chegou à vez e a hora do nosso Estado mostrar se há ou não PODERES.
É ano de eleição municipal. O povo está atento.
Será que o nosso Legislativo vai se posicionar como um PODER Independente ou vai acatar as determinações do Executivo.
O tempo, senhor da razão, dirá.
Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008

JUNTOS SOMOS FORTES!
"CORONÉIS BARBONOS"
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BARSILEIRO PLENO

FOTOGRAFIAS DAS REUNIÕES NA AME/RJ - A MOBILIZAÇÃO CÍVICA



















JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

POLÍTICOS ESTRESSADOS...


A carreira política provoca alto nível de estresse.
O sobe e desce nas pesquisas de opinião pública, a proximidade das eleições e os desafetos políticos levam os nossos profissionais da política ao limite do esgotamento físico e mental.
Nós, Policiais Militares e Civis, conhecemos o estresse profissional, pois a atividade policial também é muito estressante, tanto que foi a segunda causa de afastamento do serviço no ano passado na Polícia Militar.
E por falar em estressé, pelos bastidores políticos contam que um político foi aconselhado por amigos a procurar uma ajuda profissional, tamanho o desequilíbrio emocional que estava vivenciando, nesses últimos meses.
Mal entrou no consultório do terapeuta, iniciou o seu discurso:
- Eu estou muito estressado, tenho tratado todo mundo mal e isso é fruto desse desgaste que venho sofrendo, dia após dia. Eu estou sendo perseguido por um grupo, durmo e acordo pensando neles. Nunca fui contrariado em toda a minha vida, isso é um absurdo. Não posso aceitar essas manifestações explícitas de reprovação, afinal a minha imagem é tudo para mim. Tenho sonhos e eles querem destruir os meus sonhos. Isso eu não permitirei, perseguirei cada um deles...
Surpreso, o terapeuta que ainda não tinha dito uma única palavra, interrompeu o discurso:
- Por favor, tenha calma. Percebo que você se sente perseguido e contrariado ao extremo. E para que possamos compreender tudo o que está acontecendo, você precisa começar a contar tudo desde o início.
- Desde o início, perguntou o político.
- Sim, respondeu o terapeuta.
E o político começou:
- Bem... No início eu fiz o céu e a terra...
Incrédulo o terapeuta pediu uma pausa.
Poucas palavras, entretanto, mais que suficientes para que o terapeuta percebesse a gravidade do quadro e a necessidade de um tratamento prolongado.


JUNTOS SOMOS FORTES!



PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

O GLOBO - DETRO DÁ R$ 10 MILHÕES PARA A POLÍCIA e A CONSTUITUIÇÃO FEDERAL

CONSTITUIÇÃO FEDERAL
Art. 144. A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, através dos seguintes órgãos:
I - polícia federal;
II - polícia rodoviária federal;
III - polícia ferroviária federal;
IV - polícias civis;
V - polícias militares e corpos de bombeiros militares.
.....

§ 4º - às polícias civis, dirigidas por delegados de polícia de carreira, incumbem, ressalvada a competência da União, as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, exceto as militares.
§ 5º - às polícias militares cabem a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública; aos corpos de bombeiros militares, além das atribuições definidas em lei, incumbe a execução de atividades de defesa civil.
.....


A nossa constituição cidadã é de 1988, quando ela será respeitada e cumprida?

Polícia Civil apoiando fiscalização de trânsito do DETRO?

E a polícia judiciária estadual, quem faz?

Polícia Militar apoiando fiscalização de trânsito do DETRO?

E a polícia ostensiva e de preservação da ordem pública, quem faz?


JUNTOS SOMOS FORTES!



PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

O DIA - 28/02/2008 - MUDANÇA NA PM PROVOCA POLÊMICA

OXIGENANDO, SÓ A POLÍCIA MILITAR...


JUNTOS SOMOS FORTES!



PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

REUNIÃO NA AME/RJ - 26 DE FEVEREIRO DE 2008 - PRINCIPAIS FATOS - A MOBILIZAÇÃO AVANÇA.


Ontem, realizamos mais uma reunião na AME/RJ, às 19:00 horas, para dar continuidade a nossa "MOBILIZAÇÃO CÍVICA PELO RESGATE DA CIDADANIA DO POLICIAL MILITAR E DO BOMBEIRO MILITAR".

O Major Wanderby Braga de Medeiro, no seu blog pessoal (www.wanderbymedeiros.blogspot.com/) e o blog dos Coronéis Barbonos (www.coroneisbarbonos.blogspot.com/) já noticiaram o que de mais importante aconteceu e os nossos próximos atos cívicos.

Pouco restou a ser esclarecido, entretanto, considero relevante destacar alguns fatos:

1) Iniciamos a conscientização a respeito da necessidade imperiosa de aproveitarmos a nossa mobilização para implementarmos mudanças radicais na Polícia Militar, mudanças conjunturais e estruturais.

2) O nosso foco principal e o nosso objetivo direto continua sendo o SALÁRIO pago aos Soldados da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro. Basta de continuarmos a arriscar a vida em defesa da sociedade fluminense, recebendo menos da metade do que ganha uma diarista (R$ 30,00/dia).

3) Tratamos da necessidade de criarmos núcleos em todas as Organizações Policiais Militares e Organizações Bombeiros Militares - formados por Oficiais e Praças - que servirão de multiplicadores da mobilização junto à tropa e que servirão de portadores dos anseios da tropa, trazendo sugestões para serem tratadas nas reuniões.

POLICIAL MILITAR E BOMBEIRO MILITAR - OFICIAL E PRAÇA - ORGANIZE O NÚCLEO NA SUA OPM OU OBM, PARTICIPE, ISSO É INDISPENSÁVEL!

4) A mudança do Regulamento Disciplinar da PMERJ; a criação dos Estatuto dos Militares Estaduais (como prevê a Constituição Estadual), com a extinção dos Estatutos dos Policiais Miliatres e dos Estatutos dos Bombeiros Militares; a humanização da carga horária; a hora extra remunerada nos eventos patrocinados (ver artigo do Gustavo de Almeida, a respeito da requisição do Deputado Estadual Flávio Bolsonaro); a criação da Pensão Militar; entre outros temas de interesse começaram a ser discutidos.

5) A construção de uma "POLÍCIA CIDADÃ, FORMADA POR CIDADÃOS" (resgate da nossa cidadania), tendo como parâmetros no exercício das missões constitucionais de POLÍCIA OSTENSIVA e de POLÍCIA DE PRESERVAÇÃO DA ORDEM PÚBLICA, a cidadania e a defesa da vida.

6) Foram comentados problemas enfrentados pelos Bombeiros Militares, sobretudo a falta de equipamentos para combate à incêndios em prédios, fora do Município do Rio de Janeiro.

7) O Movimento das Mulheres Independentes (MMAI) apresentou os prospectos que serão distribuídos à população e ainda, os que serão afixados.

O MMAI realizará ATOS CÍVICOS nos locais de grande concentração popular, tais como, Estação das Barcas; Central do Brasil; Fóruns; Grandes Empresas Públicas, etc.

Inclusive participarão dos nossos próximos atos cívicos.

O MMAI apresentou uma linda camisa que será utilizada nos ATOS CÍVICOS.

PARTICIPEM E APOIEM O MMAI.

8) Foi apresentada um modelo de camisa para ser utilizada nos nossos ATOS CÍVICOS, com a estampa que representa o "JUNTOS SOMOS FORTES", na frente e o símbolo da "PM de Luto", em uma das mangas.

9) Foi manifestada por todos solidariedade ao Major Wanderby Braga de Medeiros que tem recebido vários Documentos de Razões de Defesa (DRD), expedidos pelo Comando do 2º CPA.

E aguardamos a solução desses DRDs para novas deliberações.

10) Resolvemos iniciar o trabalho de conscientização política de todos os Policiais Militares, os Bombeiros Militares, os seus familiares e amigos, para além de não apoiarmos qualquer candidato que tenha o apoio do atual governo estadual, iremos fortalecer os candidatos que sejam de oposição ao atual governo estadual, fazendo valer as nossas centenas de milhares de votos.Adesivos serão confeccionados para serem afixados em veículos, divulgando esse nosso objetivo.

11) Foi comunicado o lançamento, no mês de março de 2008, de um "capítulo" do livro que está sendo confeccionado sobre a MOBILIZAÇÃO CÍVICA DOS POLICIAIS MILITARES E DOS BOMBEIROS MILITARES (sem fins lucrativos).

Será lançado o "capítulo" que tem como título "A TRAIÇÃO AOS CORONÉIS BARBONOS" e como subtítulo "A HISTÓRIA SE REPETE".

Trata-se de um livro documento, sem vertiginosas ficções, contendo a narrativa de fatos reais, devidamente documentados e fotografados.

Esse "capítulo" será distribuídos aos Alunos da Academia D. João VI; aos Alunos do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças; ao mundo acadêmico e a mídia em geral.

12) Após longa deliberação foram estabelecidos os próximos ATOS CÍVICOS:


- Dia 29 de fevereiro de 2008 - Sexta-feira.

Posto 12 - Leblon - 22:00 horas.

Primeira Vigília de Oração Pró Segurança Pública.


- Dia 01 de março de 2008 - Sábado.

Aniversário da Cidade do Rio de Janeiro.

10:00 horas - ATO CÍVICO no monumento em homenagem à Estácio de Sá, com aposição de coroa de flores como homenagem póstuma aos Policiais Militares mortos em defesa da Sociedade Fluminense.


- Dia 04 de março de 2008 - Terça-feira.

Concentração na Igreja da Candelária - 17:00 horas.

Caminhada Democrática da Igreja da Candelária até a Cinelândia.


Em consequência, convidamos aos cidadãos fluminenses a participarem desses atos, bem como, convidamos as mobilizações RIO DE PAZ; GABRIELA SOU DA PAZ; ONG AVA; MV BRASIL e todas as outras Organizações não Governamentais que desejarem participar desses atos de cidadania.


13) A próxima reunião na AME/RJ, para avaliar os ATOS CÍVICOS realizados e os próximos passos foi marcada para o dia 06 de março de 2008, na AME/RJ, às 19:00 horas.

A presidência da AME/RJ encaminhará todos os ofícios necessários para comunicar às autoridades; à PMERJ; ao CBMERJ; etc sobre a realização dos ATOS CÍVICOS.


JUNTOS SOMOS FORTES!



PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

ARTIGO DO JORNALISTA GUSTAVO DE ALMEIDA - BLOG (TRECHO)

TRECHO DE ARTIGO PUBLICADO NO BLOG DO JORNALISTA GUSTAVO DE ALMEIDA:
http://gustavodealmeida.blogspot.com/

"A questão do uso da força policial estadual e pública em eventos privados e patrocinados por empresas chegou finalmente à Assembléia Legislativa. O deputado estadual Flávio Bolsonaro (PP), que está bem à parte da questão dos fantasmas de gabinete (não tem nenhum mesmo), entra hoje com requerimento de informações ao Poder Executivo e, digamos, entra de sola na questão do show de Cláudia Leitte ocorrido no dia 17 de fevereiro e comentado neste blog.Por sinal, objeto de pesquisa que terminou com o resultado previsível: só 7% aprovaram o uso de policiais para a segurança de evento patrocinado.No requerimento, Bolsonaro pede que o comandante-geral Gilson Pitta Lopes explique o contingente usado, de onde foi tirado e quantas segundas folgas foram perdidas para apoiar um evento em que quem ganhou mesmo foi o patrocinador (em exposição de imagem) e a prefeitura do Rio.Tende a dar polêmica. Se houvesse uma grande liderança hoje na PMERJ (reconheço que o coronel Ubiratan era uma delas), e não fora dela, em outros meios da vida social, certamente era uma batalha a ser encampada.Agora, o que deve "pegar" mesmo é que o deputado solicita cópia do processo completo do "nada a opor" concedido pelo comando do 19ºBPM (Copacabana) para a realização do evento.
Aí realmente vamos ter um babado novo...
O texto todo:
Solicito a V.Exa. fornecer a este gabinete parlamentar as informações abaixo, acerca do evento ocorrido na praia de Copacabana, no dia 17/02/08 (domingo), quando foi realizado o show da artista Cláudia Leite:
- relação de todos os Policiais Militares empregados no evento, discriminando quais estavam no policiamento ostensivo ordinário e quais estavam no policiamento ostensivo extraordinário, com as respectivas lotações e Registros Gerais (RGs);
- horários de entrada e saída dos policiais militares que estavam no policiamento ostensivo extraordinário;- cópia integral do processo de “nada a opor” para a realização do evento."
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

MANIFESTO UCAM - CeSeC - POR UMA POLÍTICA DE TRANSPARÊNCIA DOS DADOS DE SEGURANÇA PÚBLICA

"Uma das razões pelas quais é difícil a aplicação de políticas de segurança pública eficientes no Brasil é a tradicional escassez de dados, particularmente de dados confiáveis. Sem dados não é possível planejar políticas públicas adequadas e muito menos avaliá-las para saber se elas foram eficientes ou não. A consciência desse problema tem levado diversos governos estaduais e o governo federal a prestar uma atenção crescente à produção e à difusão de dados sobre violência e segurança pública. Em alguns estados, por exemplo, o Poder Legislativo aprovou leis que obrigam a publicação periódica de estatísticas policiais. No entanto, as informações existentes, com todos seus problemas, nem sempre são disponibilizadas para a opinião pública ou para os especialistas em todas as Unidades da Federação. Muitos governos tendem a difundir apenas alguns dados, temerosos de que uma divulgação mais ampla possa se transformar em maior cobrança da sociedade ou dos meios de comunicação. Essa visão está ancorada na idéia de que a informação é patrimônio do governo ou do Estado, que pode dispor dela de acordo com seus desejos. Na verdade, numa sociedade democrática, na qual os governos estão submetidos ao controle dos cidadãos, toda informação de relevância é, por definição, pública. Ressalvada a proteção da identidade dos indiciados e das vítimas, não há nenhuma razão para que os dados completos sobre violência e criminalidade não sejam colocados à disposição da sociedade que os paga com os seus impostos. Hoje em dia é possível saber qual é o número de pessoas que morreu vítima de uma determinada doença em qualquer estado do Brasil, informação que o Ministério de Saúde coloca na Internet. Entretanto, em vários estados ainda não é possível saber quantos cidadãos foram vítimas de um certo tipo de crime. A publicação de um subconjunto de dados, que o governo julga conveniente, levanta sempre a suspeita de que as informações restantes, não divulgadas, conteriam uma conclusão mais negativa e de que, justamente por isso, não teriam sido liberadas.
Todavia, a entrega de dados parciais em alguns momentos, dependendo da conjuntura política, ou a algumas pessoas ou instituições, dá a impressão de que os dados viram uma mercadoria que pode ser entregue desde que os cidadãos façam dela o uso que o governo espera. Para pessoas e instituições dedicadas à pesquisa nessa área, isto produz efeitos também perversos, pois não raro aqueles que recebem dados em detrimento de outros são acusados, de alguma forma, de amigos do poder.
É por esses motivos que os abaixo assinados, pesquisadores e instituições de pesquisa, vimos pedir ao poder público, em todas as suas esferas de Poder e de Governo, transparência completa na divulgação dos dados sobre segurança pública, que devem ser disponibilizados de forma impessoal, automática e regular - via Internet, por exemplo - a todos os cidadãos, ressalvando-se apenas as informações sobre identidade já mencionadas acima. A cobrança social que pode decorrer de uma maior informação faz parte da democracia e, de qualquer forma, é mais positiva e mais fácil de enfrentar do que cobranças provenientes de informações imprecisas ou inexistentes. A livre circulação e a transparência de todas as informações relevantes constituem o alicerce fundamental de uma política nacional de informações estatísticas na área de justiça criminal e segurança pública.
Achilles Nogueira Queiroz (Cel. R/1)
Adalgisa Rocha Campos (estudante LL.M - Leiden University - Holanda)
Adevanil de Santana lamartin Montes (Geóloga/IBGE)
Adilton Maciel (Capitão da PMSC)
Alberto Carlos Almeida (DataUff)
Alessandro Biazzi Couto (estudante UNESA e UERJ)
Alexandre Drucker de Campos (estudante UFRJ)
Amanda Paulino de Lima Santos (Estudante/UFRJ)
Amaury Brito (fotógrafo)
Ana Tereza Lemos-Nelson (Mestrado em Ciência Política/UFPe)
Anderson Wallace Cardoso Maciel
Andre Caramante (Jornalista, Talentos Aprisionados)
André Urani (Instituto de Economia/UFRJ e IETS)
Andréa Fachel Leal
Angela Ganem (Economia/UFF)
Angelo Roncalli de Ramos Barros
Antonio Carlos Carballo Blanco (Tenente-coronel PMERJ)
Antonio Godoy Maruca (Advogado Jurista/OAB)
Aparecido Domingos Moreira (UNICAMP)
Arnaldo Silva Costa (MICS/UEPB)
Balzareti Juliani de Almeida (Brigada Militar, RS)
Barbara Musumeci Soares (CESeC/UCAM)
Beatriz Alves Velho (Econofinance)
Beatriz Cruz da Silva (UFPEL, RS)
Beatriz Heredia (IFCS/UFRJ)
Berenice Cavalcante (PUC-Rio)
Bernardo Karam (UFRJ e UCAM)
Bernardo Mercante (Estudante de Ciências Sociais/PUC-Rio)
Bruno Walter Caporrino (Estudante/UNESP)
Carlos Alberto de Araújo Gomes Júnior (Pesquisador UFSC e Capitão PM-SC)
Carlos Eduardo Zuma (Instituto NOOS)
Carlos Frederico Leão Rocha (Instituto de Economia/UFRJ)
Carolina de Mattos Ricardo (Instituto São Paulo Contra a Violência/Fórum Metropolitano de Segurança Pública)
Celia Lessa Kerstenetzky (UFF)
Cesar Benjamin
Clara Mafra (Ciências Sociais/UERJ)
Claudio Beato (CRISP/UFMG)
Claudio D. Shikida (doutorando PPGE/UFRGS)
Claudio Luiz Mucharski (Estudante/PUC-PR)
Claudio Ricardo Silva de Oliveira (ABIA)
Cosme José do Amaral (Fotógrafo)
Daniel Ricardo de Castro Cerqueira (IPEA)
Daniel dos Santos (Professor/Criminologia/Universidade de Ottawa, Canadá)
Darcy Costa (Consultor de segurança e consultor parlamentar)
Debora Cristina da Silva Drucker de Campos (Estudante/Estácio de Sá)
Débora Krischke Leitão
Deise Mancebo (PPFH/PPGPS-UERJ)
Delma Pessanha Neves (Antropologia/UFF)
Denis Mizne (Instituto Sou da Paz)
Denise Uderman (PUC-Rio)
Djacir Carvalho (Tishman Speyer Método - Administração Predial)
Doriam Borges (CESeC/UCAM)
Eduardo Angelo Gonçalves Dias (Instituto EM DATA)
Eli Roque Diniz (Instituto de Economia/UFRJ)
Eliane Tania Freitas (UFRJ/UFRN)
Elionaldo Fernandes Julião (UERJ)
Elizabete Albernaz (Mestrado/PPGAS/Museu Nacional/UFRJ)
Emerson Giumbelli (antropólogo)
Emilia Wien
Epitácio Torres (RS)
Evandro Limongi Marques de Abreu (Professor/PUC-PR)
Eversson Cadaval Madruga (Secretaria Municipal de Cooperação para Assuntos de Segurança Pública de Foz do Iguaçu - PR)
Fabio Geraldo Veloso (Professor/Direito-FGV)
Fábio Rodrigues da Silva (Observatório de Favelas/RJ)
Fabíola Rohden (antropóloga)
Fawes Anuar Tarabai (Núcleo de Estudos Criminais-Foz do Iguaçu-PR)
Felipe Vieira de Souza (Conselho Comunitário de Segurança de Teresópolis)
Fernando Gustavo Veiga Pereira Leite (Estudante/UNICAP)
Filipe Ferreira (Gerente de vendas, Citroen)
Floriano Cathala Loureiro Neto (2º Ten QOPM/ PMDF)
Francisco da Silva França (Polícia Militar do Acre)
Francisco Jesus da Paz (Tenente Paz - Coordenador do Núcleo Estadual do Partido dos Trabalhadores - SP)
Frederico Barbosa (poeta)
Galeno Ferraz Filho (Instituto de Economia/UFRJ)
George Felipe de Lima Dantas (Núcleo de Estudos sobre Criminalidade e Segurança Pública-SSP-DF)
Giane Cristini Boselli (Advogada e socióloga)
Gláucio Ary Dillon Soares (IUPERJ)
Graziela Falsarella e Silva (Estudante/PUC-Campinas)
Graziela Loyola Ribas (Enfermagem/PUC-MG)
Gustavo Debortoli (PMES/UFES/UNIEST)
Haroldo Nunes Clementino de Carvalho (Prefeitura Municipal de Sento Sé/Bahia)
Helder Queiroz Pinto Junior (Instituto de Economia/UFRJ)
Hélio R. S. Silva (Programa de Pós-Graduação em Ciências Criminais/PUC-RS)
Heleni Paiva (Presidente da Comissão de Segurança da Câmara Municipal de Santo André, Comissão de Politicas Publicas em Segurança da OAB e vereadora do PT, Santo André).
Henrique Rezende de Castro (IPPUR/UFRJ)
Homero Mazottini Saes (Professor de Economia da Escola Superior de Administração e Marketing de Salvador, BA, e consultor de Planos Diretores Participativos)
Hugo Corrêa Pinheiro (Cientista Social e Pesquisador/IFCS-UFRJ)
Ignacio Cano (ISER)
Inês Patrício (Faculdade de Economia/UFF)
Isabel Mello (Estudante - Serviço Social/UFRJ)
Ivete Nakandakare de Almeida (Secretaria de Combate à Violência Urbana da Prefeitura Municipal de Santo André, SP)
Jacqueline Nogueira Marins (Antropóloga)
Jacqueline Sinhoretto (IBCCRIM)
James Louis Cavallaro (Centro de Justiça Global)
Jane Santos da Silva (mestranda FSS/UERJ)
Jatniel Rodrigues Januário (Aspirante Oficial da Polícia Militar do Amazonas)
João Apolinário da Silva (Policial Militar, Bahia)
João Bosco Araújo (FADIPA-MG)
João Govoni Junior (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba)
João Ribeiro de Oliveira (Polícia Militar Sergipe)
João Trajano Sento-Sé (Ciências Sociais/UERJ)
Joel Teodosio (COPPE/UFRJ)
Joilson Fernandes de Gouveia (Tenente-Coronel PM-PMAL)
Jonas Henrique de Oliveira (doutorando UFRJ)
Jorge Hilario Gouvea Vieira (Conselheiro Viva Rio)
José Augusto Píccoli de Almeida (PMES/UFES)
José Augusto Rodrigues (Ciências Sociais/UERJ)
José Lourenço Pechtoll (Secretaria da Educação, Cultura e Esportes de Mauá-SP)
José Marcelo Zacchi (Instituto Sou da Paz)
José Sérgio Leite Lopes (PPGAS/UFRJ)
Juçara Braga (Jornalista - RJ)
Julita Lemgruber (CESeC/UCAM)
Larissa Assunção Rodrigues (Psicóloga/PUC-MG)
Laurentina Menezes Valentim (Especialista em Terceiro Setor e Responsabilidade Social)
Leandro Piquet Carneiro (DCP-Usp)
Leila Amaral Luiz
Leilah Landim (ESS/UFRJ)
Lélio Braga Calhau (Promotor de Justiça e Professor de Direito Penal da FADIVALE/MG)
Leonarda Musumeci (Instituto de Economia/UFRJ e CESeC/UCAM)
Leonardo Figueiredo Barbosa (Faculdade Nacional de Direito/UFRJ)
Lia Hasenclever (Instituto de Economia/UFRJ)
Luciana Guimarães (Instituto Sou da Paz)
Luciana Telles de Almeida (Estudante - IBMR)
Luciano Bueno (mestrando EAESP-FGV
Lúcio Alves de Barros (Professor, Doutorando em Sociologia UFMG)
Luís Antônio Francisco de Souza (NEV-USP)
Luís Roberto Cardoso de Oliveira (Antropologia/UNB)
Luiz Antonio Machado da Silva (IUPERJ e IFCS/UFRJ)
Luiz Carlos Chaves (Diretor de Direitos Humanos/Associação dos Praças da PM de Santa Catarina)
Luiz Costa Lima (PUC-Rio e UERJ)
Luiz Eduardo Soares (Assessor Especial da Prefeitura de Porto Alegre)
Luiz Fernando Walther de Almeida Filho (aluno de Direito/UCAM-Centro)
Marcelo Bordim (PM-PR e Laboratório de Estudos sobre Polícia - UFPR)
Marcia de Almeida (Editora do site Em Dia com a Cidadania)
Márcio da Silva Leijoto (Jornalista)
Marcio Goldman (PPGAS/UFRJ)
Márcio Vilar (Estudante/UFRJ)
Marco José Almeida Torres (Advogado - CEF)
Marcos Alberto Patronis (Sociólogo/Centro de Pesquisas Sociais - UFJF)
Marcos Marinho Delmaestro (Vitória, ES)
Marcos Rolim (Jornalista, ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal)
Marcus Vinicius Nogueira Soares (Departamento de Letras/UERJ)
Marcos Tavolari (Advogado e Professor da Faculdade de Direito da UFRJ)
Maria Aparecida de Luna Pedrosa (psicanalista)
Maria Celina D'Araujo (UFF)
Maria Cristina Leão de Araújo (Psicóloga judicial)
Maria dos Milagres Araújo de Farias (Guarda Civil Municipal de São José dos Campos - SP)
Maria Lucia de Andrade Pinto
Maria Lúcia Teixeira Werneck Vianna (Instituto de Economia/UFRJ)
Maria Luiza Heilborn (IMS/UERJ)
Maria Stella Amorim (UFRJ)
Maria Tereza Leopardi Melo (Instituto de Economia/UFRJ)
Mariana Barrionuevo Pessôa Ribeiro (Direito/Unisinos)
Marie-France Garcia (INRA, França)
Mario Edson Fernandes de Azevedo (Estudante de Direito/Estácio de Sá)
Mário Vieira de Souza (Tenente-Coronel QOPM-PMDF)
Marilia Menegassi Velloso (Administradora Pública, CEVIVE Ltda.)
Martha Maria Freitas da Costa (Universidade Estácio de Sá)
Mauricio Andrade (Ação da Cidadania Contra a Fome a Miséria e Pela Vida - Rio)
Mauro Araujo Silveira
Michel Misse (NECVU/UFRJ)
Michelle Peixoto (Mestranda em Ciências Sociais/UFSCar)
Michelle Stephanou (PUC-RS)
Moises Costa de Almeida (Sindicato dos Policias Civis do Estado da Bahia)
Natália de Oliveira Fontoura (Mestranda/UnB)
Nelson Chalfun Homsy (Instituto de Economia/UFRJ)
Nelson do Vale Oliveira (Mestrando em Sociologia/UnB)
Nildete Virgínia Turra Ferreira (IPES - Instituto de Apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento)
Otávio Guilherme Cardoso Alves Velho (PPGAS/UFRJ)
Otávio Varêda (Capitão PM - Polícia Militar do Estado de Pernambuco)
Paula Miraglia (Antropóloga/Instituto Sou da Paz)
Paulo Henriques Britto (PUC-Rio)
Paulo Magalhães Araujo (Delegado de Polícia-MS)
Pedro Fontes (FORCE Technology Brazil)
Pedro Rodolfo Bodê de Moraes (Grupo de Estudos da Violência/Departamento de Ciências Sociais/UFPR)
Priscila Dalcin (Estudante de Jornalismo da Universidade Estácio de Sá - RJ)
Rafael Vítor Gonçalves de Aquino (estudante UFJF)
Regina Novaes (ISER e IFCS/UFRJ)
Regina Oliveira (Adm. Empresas)
Renato Janine Ribeiro (USP)
Renato Sérgio de Lima (Fundação SEADE-SP)
Ricardo Benzaquen (IUPERJ)
Robenilde Oliveira (Pós-graduanda em Violência, Criminalidade e Políticas Públicas, Aracaju/SE)
Robert José Pereira de Andrade (Inspetor Guarda Civil Metropolitana)
Roberto Kant de Lima (UFF)
Robson Sávio Reis Souza (CRISP/UFMG)
Rodrigo Mattos de Carvalho (aluno de pós-graduação/UFF)
Rosânia Rodrigues de Sousa (Fundação João Pinheiro)
Rosely Cabral de Carvalho (UEFS/Núcleo de Antropologia da Saúde)
Rosilene Alvim (IFCS/UFRJ)
Rubem César Fernandes (Viva Rio)
Rui Yoshio Kunugi (advogado criminalista, professor da ESAP)
Sandro Cano (Secretaria de Combate à Violência Urbana - Prefeitura Municipal de Santo André, SP)
Sérgio Luiz Felix da Silva (Fundação João Pinheiro)
Sergio Massimo Sofia (Estudante de Direito/Faculdade Integrada Cantareira)
Sérgio Storch (Consultor empresarial)
Sgt. Teixeira (NPD/BPRv-RS)
Silvana Miceli de Araujo (ESDI/UERJ)
Silvia Ramos (CESeC/UCAM)
Simone Ferreira Alvim (Psicóloga)
Simone da Silva Ribeiro Gomes (Mestranda UERJ)
Sônia Tiê Shicasho (IPEA)
Tulio Kahn (ILANUD-SP)
Valter Sinder (UERJ e PUC-Rio)
Verônica dos Anjos (Pesquisadora/UERJ)
Vívian Ferreira Paes (Estudante Ciências Sociais/UENF)
Wânia Pasinato Izumino (Socióloga, NEV/USP)
Weibson Braga Junior (Tenente PM/Polícia Militar do Estado do Ceará)
William Nogueira (Administrador, PUC/RJ)
Yolanda Catão (Consultora em segurança pública)
Instituições:
ABIA - Associação Brasileira Multidisciplinar de AIDS
AMAST - Associação de Moradores de Santa Teresa
APRASC - Associação dos Praças da Polícia Militar de Santa Catarina
CESeC - Centro de Estudos de Segurança e Cidadania/Universidade Candido Mendes
Grupo de Estudos da Violência da Universidade Federal do Paraná
IBCCRIM - Instituto Brasileiro de Ciências Criminais
Instituto NOOS
Instituto Sou da Paz
ISER - Instituto de Estudos da Religião
Justiça Global
NECVU - Núcleo de Estudos da Cidadania, Conflito e Violência Urbana/UFRJ
Núcleo Estadual de Segurança e Cidadania do Partido dos Trabalhadores - SP
NUFEP - Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisas/UFF
Observatório de Favelas
ONG Soluções Urbanas
Programa em Gênero, Sexualidade e Saúde/Instituto de Medicina Social/UERJ
Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social/Museu Nacional/UFRJ
SBS - Sociedade Brasileira de Sociologia
Site Em Dia com a Cidadania [www.emdiacomacidadania.com.br]
Viva Rio"

JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

REUNIÃO NA AME/RJ - 26/02/2008

Eu vou escrever um artigo sobre a nossa reunião, entretanto, enquanto isso, convido aos meus leitores para ler a síntese feita pelo Major Wanderby Braga de Medeiros, no seu blog:
Lá estão mencionados os principais temas abordados e os próximos ATOS CÍVICOS que realizaremos.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASIELRIO PLENO

IMAGENS QUE DIZEM TUDO ( 5 )








JUNTOS SOMOS FORTES!




PAULO RICARDO PAÚL


CORONEL DE POLÍCIA


CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

O GLOBO - O LUGAR DA POLÍCIA - ROBERTO DaMATTA - ANTROPÓLOGO


JUNTOS SOMOS FORTES!



PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

IMAGENS QUE DIZEM TUDO ( 4 )


JORNAL O GLOBO - 27 DE FEVEREIRO DE 2008.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

A SEGURANÇA PÚBLICA E SUAS LACUNAS - CORONEL RONALDO ANTONIO DE MENEZES

A Segurança Pública ocupa atualmente um grande espaço no cotidiano do povo brasileiro e ganha importância ainda mais incisiva entre os que residem ou trabalham nas grandes cidades. O tema passou a ser debatido nas rodas de amigos, nas praias, nos bares e aparece com destaque na agenda de todos os candidatos aos cargos executivos nas eleições que se avinzinham, contudo, o axioma futebolístico de que todo brasileiro é um técnico não deve ser aplicado de forma análoga na questão.
As análises de todos os segmentos e as opiniões e sugestões de qualquer cidadão devem ser consideradas e são importantes para a percepção dos anseios sociais e para o direcionamento da atividade policial, porém, nem todos são especialistas em segurança pública, mesmo assim, aqueles que integram as instituições Policiais não podem prescindir das experiências individuais daqueles que as adquirem ao longo dos anos de labuta e, muitas vezes, as pessoas e até governantes têm uma visão limitada do problema.
As populações das metrópoles conservam-se em pânico; no lugar do sentimento de segurança, são tomadas por uma atmosfera de pavor, comumente potencializada pela midiatização promovida pelos meios de comunicação, acostumados a focalizar somente os aspectos abjetos da sociedade.
Criou-se um maniqueísmo perverso de que a criminalidade e a violência são decorrentes, única e exclusivamente, da atuação, positiva ou negativa, da Polícia Militar, talvez em razão da Instituição personificar o Poder Público ao ser o órgão cujos agentes estão mais próximos da população, que pode ter seus préstimos solicitados por um simples aceno de mão ou através de um telefone público.
É remansoso o entendimento de que as causas da violência urbana estão no desordenamento das cidades; na desagregação familiar; na miséria e sua exploração política; no completo abandono pela administração pública da infra-estrutura de saneamento, habitação, educação e saúde; e, na falta de uma política pública de segurança efetiva, que prime pela soma de esforços dos diversos poderes e esferas de governos, por conseguinte, observa-se que a Polícia Militar constitui apenas uma das engrenagens que movem a máquina social.
A idéia, por vezes hipócrita, de que os Policiais Militares são responsáveis pelos fracassos na área de Segurança Pública é injusta e encobre a real face do problema; as crises, por conta de pressões da opinião pública, de forças políticas ou de exploração da mídia, são tratadas por intermédio de medidas anódinas e temporárias, que não dão solução adequada ao problema mas satisfazem às cobranças, usando recursos de aplicação imediata e boa visibilidade, que não demandam esforços mais complexos, estes sim adequados e profícuos, mas que revelariam o âmago da questão e imporiam a assunção de papéis que tanto assusta a alguns.
A PMERJ trabalha arduamente para cumprir seu mister, combatendo a criminalidade e a violência sem debater suas causas e origens e, não raramente, preenchendo a grosso modo o espaço deixado por outros setores, pois quem tem a missão de servir e proteger não pode afastar-se de suas obrigações, tampouco justificar o crime posando de mero expectador.

RONALDO ANTONIO DE MENEZES

CORONEL DE POLÍCIA

JUNTOS SOMOS FORTES!


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

POR TRÁS DAS CRUZES - CORONEL LUCIANO RODRIGUES MAIA


Ainda me recordo, maré zero determinava, às 02:30 horas, que minha viatura se deslocasse à confluência da Rua da Vitória com a Rua São Judas, a fim de assumir ocorrência de código inaudível. Incontinente, no caminho à ocorrência, como todo bom policial, avaliava a respeito da solicitação e possíveis implicações. Ao chegar ao local, pude sentir tratar-se de crimes de injúria, difamação e traições. Ânimos exaltados, eis que, um estampido vindo da Rua São Judas, me faz jorrar sangue no coração, me ferindo mortalmente. Hoje, no mundo diferente de meus bons irmãos de infortúnio e farda, observo com clareza as origens de minha morte. Não morri naquele momento, simplesmente ganhei nova vida no eterno, onde os homens de caráter duvidoso não alcançam, e, que me proporcionaram ver que, aqueles detratores que ceifaram minha vida prematuramente, em Terra, hoje se vangloriam de frágil poder que possuem amparados por interesses diversos dos homens de boa formação moral e ética.

Daqui de cima, uma mensagem aos irmãos da Rua da Vitória: Um novo mundo está surgindo, não esmoreçam; não se desapontem; não se entreguem. Como bem diz o bom combate, ganha quem persevera e quem luta por nobres ideais.


LUCIANO RODRIGUES MAIA

CORONEL DE POLÍCIA

JUNTOS SOMOS FORTES!



PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

6º ENCONTRO NACIONAL DE ENTIDADES DE OFICIAIS MILITARES ESTADUAIS

FEDERAÇÃO NACIONAL DE ENTIDADES DE OFICIAIS MILITARES ESTADUAIS - FENEME.

- PERÍODO DE REALIZAÇÃO:
Dia 05 a 07 de março de 2008.

- PARTICIPANTES:
Associação e Clubes de Oficiais do Brasil, da Ativa, Reserva e Reformados.
Oficiais de Polícia Militar e Bombeiro Militar.

- LOCAL:
Macéio Atlantic (www.maceioatalntic.com.br).
Av. Álvaro Otacílio, 4065 - Praia de Jatiúca - Macéio - Alagoas.
Telefone: (82) 21215656.

- ORGANIZAÇÃO:
Associação de Oficiais Militares de Alagoas - ASSOMAL.

- APOIO:
Polícia Militar de Alagoas.
Corpo de Bombeiros Militares de Alagoas.

A AME/RJ enviará um representante ao 6º ENEME.


JUNTOS SOMOS FORTES!


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

O DESCASO COM A SEGURANÇA DO EX-CORREGEDOR INTERNO DA PMERJ - FOTOGRAFIAS

A Polícia Militar amargura dias muito difíceis, dias que nós que amamos à Instituição precisamos apagar o mais rapidamente possível da historia gloriosa e heróica da bicentenária Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
Esses dias não podem fazer parte da nossa história, precisamos transformá-los em um grande HIATO HISTÓRICO.
Obviamente, nunca poderemos esquecer todos aqueles que participam desse momento, quer seja com a sua cômoda omissão, quer seja com a sua prticipação direta.
Esses nós nunca esqueceremos.
Eu tenho sido uma das vítimas preferenciais desses momento de terror.
Primeiro, tiram o meu direito e me exoneram, sem me dar o direito de escolha, afrontando um direito previsto no Decreto Estadual número 41.140, de 23 de janeiro de 2008.
Fiz o que devia fazer, comuniquei a violação ao Ministério Público Militar e solicitei reconsideração de ato ao Comando da PMERJ.
A reconsideração de ato não é solucionada, nem sim, nem não, simplesmente, não respondem.
Só me restará recorrer ao Poder Judiciário.
E agora, tiram a viatura que era utilizada pelos Policiais Militares que cuidam da minha segurança - a segurança do ex-Corregedor Interno que permaneceu mais tempo na função - assessorando 2 (dois) Comandantes Gerais
E nunca é demais lembrar que sou um Coronel de Polícia da Ativa!
A minha segurança utilizava uma viatura da Corregedoria Interna, como postei nesse blog, essa viatura foi solicitada para ser trocada por uma outra.
A viatura foi entregue no Centro de Manutenção de Material da PMERJ - CMM, porém a viatura que iria substituir a entregue, essa não surgiu, estava passando por reparos.
Mais de uma semana depois da entrega da viatura, eis que sou informado que a nova viatura estava disponível e seria disponibilizada no CMM, na quinta feira, dia 21 de fevereiro de 2008.
Os Policiais Militares que atuam na segurança foram ao CMM, onde foi colocada à disposição um veículo marca VW, modelo Gol, possivelmente fabricado no ano de 2000.
Digo, possivelmente, pois a viatura foi entregue sem qualquer documentação, apenas uma chave da ignição foi entregue.
A citada viatura enguiçou naquele mesmo dia, foi empurrada e permaneceu "baixada" na Primeira Delegacia de Polícia Judiciária Militar.
Na sexta-feira, dia 22 de fevereiro de 2008, cuidadosamente, foi conduzida ao CMM, onde permanece sendo reparada até a presente data.
Fiz o que devia ser feito, participei o fato e solicitei que fosse apurada a responsabilidade pelo descaso com a minha segurança pessoal, considerando que o controle das viaturas é realizado pelo Estado Maior Geral - PM/4.
Eu espero que o atual Corregedor Interno - Coronel MAURO ASSAD COUTO - quando deixar a função, receba um tratamento mais digno e adequado por parte do Comando da PMERJ.





PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

REUNIÃO NA AME/RJ - 26/02/2008 - 19:00 HORAS

POLICIAIS MILITARES E BOMBEIROS MILITARES, VENHAM PARTICIPAR DO NASCIMENTO DA POLÍCIA CIDADÃ, FORMADA POR CIDADÃOS!

PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

PRIMEIRA VIGÍLIA DE ORAÇÃO PRÓ SEGURANÇA PÚBLICA - HORÁRIO


Os organizadores do PRIMEIRA VIGÍLIA DE ORAÇÃO PRÓ SEGURANÇA PÚBLICA informaram que o início está previsto para às 22:00 horas, da próxima sexta-feira.

O evento está sendo organizado por Policiais Militares evangélicos e membros das Igrejas Evangélicas.

O lual contará com a presença de uma banda.

A previsão inicial para o término da vigília é às 06:00 horas de sábado.

Eu estarei presente a esse ato de fé e de solidariedade por um Rio de Janeiro mais seguro e por uma POLÍCIA CIDADÃ, FORMADA POR CIDADÃOS!



JUNTOS SOMOS FORTES!



DEUS ESTÁ NO COMANDO!




PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

O DIA - 26/02/2008 - ATÉ RUA DO COMANDANTE (GERAL) DA PM TEM GATONET E VIGILÂNCIA ILEGAL





O DIA ONLINE

http://odia.terra.com.br/rio/htm/nas_barbas_do_comandante_153643.asp
26/2/2008 01:14:00
Nas barbas do comandante Segurança irregular e gatonet cobram taxa, oferecem serviços e emitem recibo na rua do coronel que ocupa o cargo mais alto na PM, na Zona Norte. Favelas vizinhas são chefiadas por milícias
Bartolomeu Brito
"Rio - Comandante-geral da Polícia Militar, o coronel Gilson Pitta Lopes tem, a poucos metros de casa, exemplos de como será o desafio de combater o crime e a ilegalidade no estado — particularmente nas regiões com maior carência de policiamento. Na rua onde mora o comandante, na Zona Norte do Rio, um grupo vem cobrando ilegalmente, desde 2006, uma taxa de segurança aos moradores. São R$ 20 por mês pedidos em nome da associação de moradores do bairro. Além disso, o bando ainda explora uma rede de TV a cabo clandestina — ou gatonet —, cuja mensalidade é de R$ 30.
Homens com camisetas pretas com a inscrição Paz, radiotransmissor na mão, outros segurando porretes, circulam durante todo o dia por outras 10 ruas do bairro, a pé ou de carro, até as 22h. A segurança foi criada em 2006. Na ocasião, Pitta era chefe do Serviço de Inteligência da corporação (PM-2). Foram instaladas guaritas e até cancelas. Em outra via, que faz esquina com a do comandante e a duas quadras da casa de Pitta, foram colocadas três grades que limitam o acesso — sem autorização da prefeitura.
Sem citar a palavra “segurança”, panfletos explicando a cobrança são distribuídos pelas casas e prédios da região. A estratégia de divulgação porta a porta também é usada para promover a TV a cabo clandestina. O grupo fornece até recibos aos assinantes.
Sem se identificar, um morador assume que aderiu à segurança clandestina. “Eu pago. Já paguei R$ 10, R$ 15. Essa segurança cria obstáculos para a criminalidade. Antigamente, tinha muito assalto, não podíamos parar o carro na rua”, explica. “Eles fazem o trabalho direitinho, não andam armados. Botaram guarita, cancela e tudo, está satisfazendo as expectativas”, diz outro morador.
Cada um a seu modo, os vizinhos do comandante tomam providências para garantir a segurança. “Isso aqui é um inferno. Tem sempre assalto. Por isso coloquei estas grades de ferro. Não agüentava mais ser assaltado”, conta o comerciante Artur Ferreira, 64 anos, proprietário de uma padaria da rua. Ele afirma que gastou R$ 5 mil para não ser mais roubado. “Agora ninguém mais entra aqui. As compras são feitas através das grades”, relata, esclarecendo que não é adepto da segurança ilegal.
O comerciante lembra que os bandidos chegavam, pediam para ir ao banheiro e, quando voltavam, vinham de arma na mão e roubavam a féria do dia. O último assalto aconteceu depois que um entregador de pizza parou a moto, pediu para ir ao banheiro e, ao entrar, levou o dinheiro.
MAIS DE 20 CANAIS
Os moradores que vivem na mesma rua do coronel Pitta têm à disposição, por R$ 30 mensais, uma rede de TV a cabo clandestina que oferece mais de 20 canais da operadora Sky — inclusive os que são pagos à parte (pay-per-view), sem cobrança adicional.
Segundo moradores, o sistema foi inaugurado há pouco mais de um ano e, todo mês, uma pessoa bate na porta das casas para receber. “A gatonet pelo menos é uma diversão, além de ser barato. Assistimos ao futebol, filmes. Não queremos acabar com ela”, disse um morador que assina o serviço clandestino.
Procurado por O DIA, Pitta não quis comentar o assunto. Empossado em janeiro, ele ainda não se mudou para a residência oficial da corporação, em Botafogo.
Milícias dominam três favelas na vizinhança
Nos arredores da rua de Pitta, as milícias se instalaram e controlam três favelas: Fernão Cardim, Guarda e Águia de Ouro. A polícia suspeita de que os milicianos que atuam no Guarda tenham envolvimento com o grupo ilegal que age na rua de Pitta.
Em janeiro, morador do Guarda, que também participava da segurança, foi preso, acusado de matar o então presidente da Associação de Moradores de Del Castilho, José Augusto Fonseca, o Biliu.
Biliu, que estava à frente da cobrança das taxas, havia se desentendido com um suposto contraventor que vive em Del Castilho. O bicheiro mandou quebrar todas as cancelas e guaritas que foram instaladas pela associação. A polícia investiga se o morador do Guarda Anderson Luiz Carvalho agiu em conluio com o bicheiro.
Após a morte de Biliu, um outro grupo assumiu a associação e passou a ser responsável pela cobrança das taxas. Eles reajustaram a tarifa de R$ 10 para R$ 20 e ainda mudaram a camisa dos vigias — de “Apoio” para “Paz”.
Expansão na Zona Norte
Depois da Zona Oeste, onde atuam principalmente nos bairros de Jacarepaguá e Campo Grande, as milícias estão expandindo seus domínios para a Zona Norte. Os milicianos já controlam, por exemplo, todos os morros de Campinho — Fubá e São José Operário — e chegaram recentemente aos bairros de Piedade e Quintino, onde tomaram do tráfico os morros do 18 e da Caixa D’Água.
O objetivo dos grupos paramilitares agora são as comunidades do Engenho de Dentro e do Lins. O Morro Camarista Méier tem sido alvo de vários ataques dos milicianos, que também já fizeram algumas investidas no Morro do Amor, no Lins de Vasconcelos.Paralelamente às milícias, seguranças clandestinas se espalharam pelas ruas da Zona Norte. Muitas delas, como no bairro de Inhaúma, onde fica parte do Complexo do Alemão, são gradeadas e se transformaram em verdadeiros condomínios, com porteiros e vigilantes. No Méier, por exemplo, um comerciante revelou que paga R$ 100 mensais para um grupo de vigilantes.Semana passada, O DIA revelou que o bairro de Anchieta teve seis ruas fechadas com grades por grupo formado por vigilantes e ex-vigilantes. Moradores disseram pagar R$ 20 mensais.Na Tijuca, área nobre da Zona Norte, um grupo estaria cobrando R$ 30 para fazer seguranças nas ruas Rua Dr. Satamini, Professor Gabiso e Hadock Lobo.
ATENDIMENTO PIRATA
O recibo de pagamento da TV a cabo clandestina, de cor bege, traz o nome de empresa que estaria por trás do negócio, chamada Tec Sat. O panfleto traz o número de celular em caso de problemas. Por telefone, atendente esclarece as dúvidas de quem quer contratar o serviço. Além de informar que o atendimento é 24 horas, o funcionário nega que haja riscos de problemas com a polícia. A reportagem de O DIA entrou em contato com a suposta empresa:Repórter: Como é esse esquema?
Atendente: O esquema é o seguinte: você paga R$ 70 para a gente instalar. E vai pagar R$ 30 reais por mês. Esses R$ 70 dão direito a um ponto dentro da sua casa. Agora, se você quiser outro ponto, tipo colocar na sala e no quarto (...), você vai pagar R$ 30 só na instalação. E não paga mais nenhuma mensalidade.
Repórter: Quais os canais eu tenho direito?
Atendente: Você tem direito a desenho, Discovery Kids, Disney Channel...
Repórter: Qual a operadora?
Atendente: Sky (...).
Repórter: Mas se eu tiver algum problema de a polícia estourar a central e a gente ficar sem sinal?
Atendente: Ah, mas é muito difícil. É muito difícil.
Repórter: É difícil?
Atendente: É sim."


Interessante, o custo mensal da gatonet é maior do que o que ganha um Policial Militar por dia para arriscar a vida nas ruas do Rio de Janeiro para defender a sociedade fluminense.


A única saída é a POLÍCIA CIDADÃ, FORMADA POR CIDADÃOS!



JUNTOS SOMOS FORTES!



PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

A MOBILIZAÇÃO CÍVICA CRESCE GEOMETRICAMENTE


LOGO LOGO NÃO HAVERÁ MAIS UM ÚNICO LUGAR ONDE SE ESCONDER DO CLAMOR SOCIAL POR UMA POLÍCIA CIDADÃ, FORMADA POR CIDADÃOS!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

REUNIÃO NA AME/RJ - 26/02/2008 - POLÍCIA CIDADÃ!






PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

A OXIGENAÇÃO QUE AUMENTA A PERMANÊNCIA DOS CORONÉIS - HIGHLANDER!

O DECRETO DO GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL PARA "OXIGENAR" A POLÍCIA MILITAR - NA VERDADE - PRODUZ APOSENTADORIAS PRECOCES DE CORONÉIS E AUMENTA A PERMANÊNCIA DOS CORONÉIS "COLABORADORES"!
CASUÍSMO PURO!


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

JORNAL O DIA - 21/02/2008 - O RANCHO ALIMENTA A MANUTENÇÃO


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

JORNAL O DIA - 22/02/2008 - CORONÉIS MENOS TEMPO NA ATIVA - CASUÍSMO


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE ´POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

SÓ SE SALVARÃO OS QUE SABEM NADAR - MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA

No Manual del Perfecto Idiota Latinoanericano, de Plínio Apuleyo Mendoza, Carlos Alberto Montaner e Alvaro Vargas Llosa, o capítulo sobre Cuba começa com a seguinte citação: “Só salvarão os que sabem nadar”. Explicam os autores, sendo que Montaner é Cubano, que a frase memorável pertence a um cantor de nome Cataneo e foi pronunciada na manhã de 8 de janeiro de 1959 quando Fidel Castro entrava em Havana. Acrescentam que desde então Cataneo ficou conhecido como o profeta.
Fidel e seus guerrilheiros provocaram entusiasmo e simpatia e a população cubana apoiou, através de suas organizações, o líder que prometia trazer para o país progresso e justiça ao derrotar o ditador Fulgêncio Batista, golpista que depusera em 10 de março de 1952 o presidente Carlos Prío Socarrás. Também a América Latina sucumbiu ao carisma daquele salvador da pátria que prometia restituir a Cuba as liberdades que a ditadura de Batista confiscara ao povo.
Entretanto, como é comum acontecer nas revoluções, Fidel Castro traiu os anseios dos cubanos e se tornou um dos mais sanguinários ditadores latino-americanos. Antes, paladino da liberdade subtraída por Batista, no poder reprimiu com mão de ferro os que não concordavam com ele.
Conforme dados citados por Reinado Azevedo em artigo na Veja de 27/02/2008: “Fidel mandou matar em julgamentos sumários 9.479 pessoas”. “Estima-se que os mortos do regime cheguem a 17.000” . E conforme a professia de Cataneo, dois milhões de cubanos fugiram para os Estados Unidos, sendo que não foram poucos os que morreram tentando a travessia para a liberdade. Mostra Azevedo, que isso corresponderia a “27 milhões de brasileiros no exílio”.
Este é o herói, o estadista, o humanista, o democrata exaltado por Lula da Silva, Oscar Niemeyer, Chico Buarque, Frei Betto e tantos outros como José Dirceu que chora diante do comandante e adquiriu sua segunda cara em Cuba. Dirceu , outrora guerrilheiro marxista sem-tiro é agora capitalista inserido na globalização e gerentão dos negócios do chefe.
Dois anos depois de apear Batista Fidel fez aliança com a União Soviética e o regime comunista foi estabelecido formalmente em Cuba em abril de 1961. Contudo, apesar de Cuba passar a ser sustentada pela potência comunista, Fidel só conseguiu produzir miséria. Os alimentos foram racionados (e continuam), o salário do trabalhador cubano foi aviltado (e assim permanece), todas as liberdades, incluindo a religiosa, foram anuladas.
A pobreza dos cubanos é culpa dos Estados Unidos por conta do embargo, dirá esquerda, inclusive, a petista, que hoje pratica marxismo de mercado e esbanja luxo e consumo através dos cartões corporativos.
A culpa norte-americana é uma das mentiras inventada por Fidel e disseminada largamente. Mas o que de fato existiu foi uma proibição de comércio de empresas dos Estados Unidos com Cuba, como represália aos confiscos do governo cubano a propriedades norte-americanas. Isso, contudo, nunca impediu que produtos dos Estados Unidos chegassem à Ilha vindos do Canadá, Venezuela ou Panamá.
Com o colapso do império soviético Cuba passou por maus pedaços. Foram, então, encorajados investimentos estrangeiros. Para tanto o comunista Fidel promoveu uma abertura ao capital estrangeiro de forma quase indecente. Ofereceu mão-de-obra barata, ausência de conflitos trabalhistas, livre remessa de lucros de sócios estrangeiros para o exterior, inexistência de imposto de renda durante o tempo estabelecido em cada contrato, nenhum encargo social para as empresas.
Todas essas vantagens excepcionais atraíram a Cuba especialmente espanhóis (maiores investidores em turismo), canadenses (mineração), italianos (telecomunicações) enquanto se processavam as associações com norte-americanos (indústria farmacêutica, etc.) apesar da choradeira de Fidel referente ao embargo.
Entretanto, apesar da “abertura econômica” o povo cubano vive numa pobreza franciscana e afastado dos “negócios entre amigos” processados pelo governo. Contrastando com a miséria de sua gente, Fidel Castro foi classificado pele revista Forbes como o sétimo homem mais rico do mundo. Quanto aos nativos é proibido freqüentar os melhores lugares da Ilha, todos reservados aos estrangeiros a poder do turismo e dos seus efeitos colaterais, a prostituição.
Deve-se ainda dizer, que Hugo Chávez substituiu a União Soviética no sustento da Ilha caribenha, e que o Brasil também tem dado generosamente seu quinhão ao democrático companheiro Fidel Castro.
Com a renúncia de Fidel, depois de quase um século de opressão, cogita-se sobre quem será seu sucessor e se haverão profundas mudanças em Cuba.
Provavelmente as mudanças serão lentas até que a múmia caquética do déspota cubano se una no além a de outros monstros que infernizaram seus povos. Com relação ao seu sucessor, na América Latina, sem dúvida, é Hugo Chávez com seu socialismo do século XXI.
Cabe, então, lembrar, inclusive ao presidente Lula da Silva, o pensamento de Winston Churchill: “O socialismo é a filosofia do fracasso, a crença na ignorância, a pregação da inveja”. “Seu defeito inerente é a distribuição igualitária da miséria”.
25 de fevereiro de 2008.

Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.
mlucia@sercomtel.com.br
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

O ANACRONISMO DO MODELO BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA - CORONEL ROSETTE

A questão da segurança pública no Estado brasileiro tem promovido recorrentes indagações a respeito da efetividade de funcionamento dos sistemas de justiça criminal e segurança pública.
A situação é tão grave que tem suscitado com bastante intensidade dentro do meio acadêmico e nos diversos espaços sociais, reflexões que no passado recente eram tidas como tabu. Estudos e pesquisas sobre temas variados relacionados com questões sobre violência e criminalidade, polícia e segurança pública já fazem parte da agenda universitária e de institutos de pesquisa.
Neste sentido, é quase unânime a percepção, dentro e fora do meio acadêmico, de que o atual modelo tradicional de justiça criminal e de segurança pública está esgotado, haja vista não existir, de forma organizada, sistematizada e consolidada uma política pública de segurança qualificada e consistente.
No caso brasileiro, o sistema estadual de segurança pública se caracteriza por um modelo de funções bipartidas atribuídas constitucionalmente a duas instituições: Polícia Militar e Polícia Civil. Ambas são complementares funcionalmente, porém antagônicas operacionalmente. Não possuem coordenação operacional, embora exista, em alguns estados, uma só secretaria que as unifique. Enfim, o Brasil “estadualiza” a segurança pública; como se cidadãos do norte não tivessem as mesmas necessidades de proteção que aqueles do sudeste ou do centro-oeste, ou os do sul merecessem maior atenção que os do nordeste. Tais divergências ficam evidentes na distribuição dos recursos da União para os estados e a aplicação que cada um deles faz desses recursos.
A Polícia Militar possui a atribuição e a missão constitucional de realizar atividades de preservação da ordem pública através de ações de polícia ostensiva. Nesse contexto a missão da Polícia Militar é essencialmente preventiva e a natureza da sua função é eminentemente caracterizada pelo exercício da Polícia Administrativa da Ordem Pública.
Por outro lado, a Polícia Civil possui a atribuição e a missão constitucional de realizar atividades de investigação criminal através de ações de polícia orientadas para a produção de provas (materialidade) e a identificação da autoria do crime ou contravenção. A missão da Polícia Civil é essencialmente repressiva e a natureza da sua função é caracterizada pelo exercício da Polícia Judiciária.
Talvez, no âmbito da cultura organizacional das instituições policiais brasileiras, considerando os efeitos perversos decorrentes de uma dimensão psicológica e social de natureza totalizadora, onde ocorre, com acentuada ênfase, a reprodução e a difusão de valores que oscilam entre a doutrina militarista e o academicismo jurídico, possamos encontrar alguns dos principais fatores internos às instituições policiais capazes de explicar a intensidade do fenômeno do medo e da insegurança.
A típica postura reativa da ação policial, verificada nas atividades preventiva ou repressiva, que irrompe nos variados cenários do cotidiano urbano, também constitui fator de incremento desse sentimento de medo e insegurança na dinâmica das relações sociais.
Por outro lado, tradicionalmente, a questão social que envolve a dinâmica da violência e da criminalidade, analisada sobre o prisma do funcionamento do sistema de justiça criminal brasileiro, é negligenciada na sua dimensão etiológica em relação ao fenômeno delituoso, privilegiando interpretações conservadoras e reacionárias, subscritas pelo modelo clássico de análise do acontecimento delituoso e de seu método de tratamento.
Ainda hoje persiste a crença, no imaginário social brasileiro, de que o efeito dissuasório destinado a prevenir o cometimento do crime está associado ao agravamento da pena, inclusive com algumas referências de opinião favoráveis a pena de morte. Outras referências atribuem ao mau funcionamento do sistema de justiça criminal a responsabilidade indireta pelo agravamento da violência e da criminalidade.
O fato concreto é que ambas as expectativas e perspectivas sociais são legitimadas pelo modelo jurídico-penal brasileiro, que confere, com destaque, ao endurecimento da pena privativa da liberdade, o “antídoto necessário para extirpar o mal da sociedade”.
Os efeitos dessa filosofia estão presentes, enraizados sob a forma de valores, em toda a sociedade brasileira, no ordenamento jurídico da nação, nas instituições públicas e privadas, nas comunidades, enfim na cultura social exteriorizada através das diversas dinâmicas interativas que constituem o universo das relações formais e informais, entre indivíduos e instituições.
São valores que se reproduzem na sociedade relacional brasileira desde o período da sua colonização até os dias atuais, sempre pautados por paradigmas comportamentais, inspirados num modelo muito peculiar de organização social, estruturada hierarquicamente em torno de suas contradições, desigualdades e desequilíbrios.
Destarte, uma proposta de mudança do atual modelo dicotômico para um mais moderno e integrado seria o plus para uma sociedade do terceiro milênio, ao invés do que se faz através da regressão medieval com o “endurecimento” dos discursos dos governantes e a criação de um verdadeiro “Estado policial”. O viés desse falacioso discurso se verifica quando ouvimos: “mais presídios”, “mais armas”, “mais policiais”, “leis mais duras” e a recorrente defesa da “pena de morte”.
Ao contrário o caminho deveria ser o da agilização do processo judicial, a instituição do rito sumário para todos os delitos de menor poder ofensivo, a redução de prazos e da quantidade de recursos permitidos, a revogação de privilégios como o foro especial, a prerrogativa de função e a prisão especial e o incremento de políticas públicas de prevenção primárias (educação, saúde, saneamento, iluminação pública, etc) e secundárias(preparação policial, salários, equipagem policial, etc.); estas com primazia sobre as medidas de prevenção terciárias (presídios, penitenciárias, casas de detenção, população carcerária).
A constatação que se faz, ao analisarmos o conjunto de normas que compõem o sistema legal do país, não é de falta ou de frouxidão das mesmas, mas de emperramento pelo excesso e superposição de leis, que tendem a provocar a famigerada “lentidão da justiça”.
Seria, sobretudo, a possibilidade de abandonar de forma definitiva o amadorismo no trato da segurança dos cidadãos, para o aperfeiçoamento e utilização das técnicas de gerenciamento do conflito no espaço público e para a implementação de novas estratégias, técnicas, métodos e modelos diferenciados de prevenção e repressão qualificada do delito.
Vivemos num mundo marcado pela produção vertiginosa de conhecimento e pelo progresso tecnológico. São muito rápidas as transformações. Bastaria lembrar a onda de oportunidades que chegou com a chamada sociedade da informação, cujo lócus mais visível está na Internet, por onde transitam dia e noite as inovações como se não mais existissem os fusos horários.
A sociedade brasileira, através de seus diferenciados e singulares interlocutores, tem manifestado bastante preocupação com a crescente onda de violência e criminalidade que vem atormentando, a cada dia, indivíduos e coletividades inteiras que vivem o drama da insegurança, principalmente nas grandes regiões metropolitanas de nosso país. A sensação do medo, objetivo ou subjetivo, é a principal exteriorização desse sentimento de insegurança.
Os desequilíbrios sociais e a perspectiva do conflito sempre estiveram presentes no bojo da dinâmica social brasileira. Dentre os diversos campos do conhecimento e dinâmicas interativas, convém destacar três dimensões:
- A dimensão política, especificamente pautada pela ausência de políticas públicas de prevenção e repressão qualificada da violência e da criminalidade, catalisada pela urgente necessidade de reforma estrutural e funcional das instituições componentes do sistema de justiça criminal;
- A dimensão social, na perspectiva do esforço permanente de revitalização da sociedade, onde se destaca a inclusão pela educação, haja vista a inexistência atual, por parte do Estado, de ações, com conteúdo e forma, nesse mister, principalmente em espaços geográficos de notória exclusão social; e
- A dimensão cultural-organizacional, com enfoque centrado no esforço orientado para mudanças de atitude e ação dos órgãos públicos, instituições e pessoas encarregadas de fazer cumprir a Lei, somente obtidas através de profunda mudança estrutural, além é claro, do ensino policial.
Sem a ultrapassagem desse portal, sem a possibilidade de levarmos a efeito as transformações estruturais no anacrônico modelo policial e judicial que ainda adotamos, estaremos em descompasso com o futuro e, ao mesmo tempo, condenados ao atraso. Temos assistido fatos recentes que ratificam esta linha de raciocínio, indo ao encontro de muitos pontos que foram destacados.
Quem sabe, persistindo no atual modelo e reforçando-o com medidas obsoletas, como estamos fazendo, não consigamos retornar à Idade Média?

ALEXANDRE CARVALAES ROSETTE

CORONEL DE POLÍCIA

PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

CIDADÃO BARASILEIRO PLENO